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Capítulo 119 de 150
José Silvério Horta *
Antologia dos Imortais · Chico Xavier, espíritos diversos
Louvado sejas, Senhor, Na glória do Lar Celeste, Pelos bens que nos trouxestes, No evangelho redentor. Na tarefa renovada
Que o teu olhar nos consente, De espírito reverente, Clamamos por teu amor.
Pobres cegos que fugimos Da luz a que nos eleva, Nossa oração rompe as trevas, Escuta-nos, Mestre, e vem... Retifica-nos o passo Para a estrada corrigida, Sustentando-nos a vida, Na força do Eterno Bem.
Dá-nos, Jesus, tua benção, Que nos consola e levanta... Que a tua doutrina santa Vibre pura e viva em nós! Faze, Senhor, que nós todos, Na caminhada incessante, Cada dia, cada instante, Possamos ouvir-te a voz.
Ampara-nos a esperança, Socorre-nos a pobreza, Liberta nossa alma presa Do erro e da imperfeição!... Mestre excelso da verdade, Hoje e sempre, em toda parte, Ensina-nos a guardar-te, No templo do coração.
(*) Sacerdote em sua última existência, soube ser humilde e bom, admirado por suas grandes virtudes. Em 1881 – segundo informa Francisco Horta, de cuja obra Monsenhor Horta (esboço biográfico) extraímos os dados aqui alinhados – é que começou a sua ascensão ao sacerdócio católica, até ser elevado à dignidade de Monsenhor, tendo exercido altas funções na diocese de Mariana. Deixou várias composições poéticas, como <<Caminho do Céu>>, <<Vozes do Crente>>, <<Ave Maria!...>> etc., todas impregnadas de unção religiosa. (Estância de Monte Alegre, Município de Mariana, Minas Gerais, 20 de junho de 1859 – Mariana, 31 de Março de 1933.).
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.