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Capítulo 81 de 87
Parte 81 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Muito bem. Chegou o dia em que as pessoas estavam reunidas com seus líderes, e Habdi sentouse ali com o Bispo e o Vereador sobre o tablado. Levantandose, o Vereador dirigiuse à assembleia, e disse, “Estamos reunidos, meus amigos e companheiros, pelo assunto decidido em Conselho em nossa última reunião. Vocês então sentiram que a hora chegou para que, pela Vontade de Deus, pudéssemos estudar a forma de buscar onde estejam nossos parentes que perdemos nestes reinos. Peço a você, jovem senhor, que explique a estas boas pessoas os detalhes do que aconteceu desde que falamos a eles no Conselho anterior”.
Então Habdi levantouse e adiantouse. 437 – A VIDA ALÉM DO VÉU Você disse, Arnel, que ele agora estava crescido. Poderia me dizer alguma coisa de sua aparência? Agora você me pegou, meu filho. Você pode pensar que eu estou fazendo rodeios. A aparência dele na sua própria esfera não era a mesma na Esfera Três.
Mas você quer saber como ele aparecia para as pessoas na Casa da Associação. Sim, é isso. Ele era alto, mas não muito, e esbelto, bem atraente. Seu cabelo era castanho e ondulado, e caía pelo pescoço, sendo preso em sua cabeça por um filete azul. Sua túnica era leve e de seda azul.
Em seu peito, onde o colar caía baixo, estava uma pedra de ouro branco, cravejada em torno com rubis. Esta era o único sinal exterior de sua esfera normal, exceto que seu corpo e sua túnica eram de brilho mais intenso que o daquelas pessoas. Mas ele suprimia este brilho, e somente se tornava um pouco aparente quando ele se elevava no exercício de suas obrigações, para ajuizar, tendo as vidências e audições num plano mais alto que o da Esfera Três. Então, seu corpo e sua roupagem cintilavam com a luz inerente a eles, mas era involuntário da parte do jovem Habdi. E esta cintilação tornavase mais aparente, algumas vezes, em sua joia de ordem, e no cinto de prata que usava nos quadris.
Vejo a palavra “sandálias” em sua mente, meu filho. Não, ele não tinha calçados nos pés. Quando em descanso, como quando se sentava silencioso enquanto os outros conversavam, sua carne era um pouco mais escura que o normal, mas não tão escura como a das pessoas da Casa da Associação. Ele disse, “Eu tenho me preocupado a respeito do assunto que discutimos juntos no nosso último Conselho, boa gente. Também falei com seus benfeitores, os senhores Arnel, James e a senhora Wulfhere.
Eles viram sua condição atual e estou aqui para lhes dizer que é hora de se ajuntarem aos outros, seus parentes e aparentados que, por sua cultura, tiveram a necessidade, durante este tempo, de serem isolados até que vocês tivessem progredido de certa forma a aproximaremse, até chegarem, ao atual estado deles. “Tenho muito prazer em dizerlhes que o Senhor Arnel e a Senhora Wulfhere, com outros de seus ajudantes, estão agora mesmo nas portas desta sua Casa da Associação, e dirãomais a respeito deste assunto”. Então entraram aqueles de quem ele havia falado. Você mesmo e Wulfhere. Sim, meu filho.
Nós caminhamos ao longo do corredor diretamente ao semicírculo vazio diante da plataforma. Aqui havia um espaço aberto, os bancos subindo em fileiras em torno dele. Eu os saudei da plataforma, e elevei minha mão sobre as pessoas, estando Wulfhere ao meu lado. Poderia explicar, por favor, “elevei minha mão sobre as pessoas”? Lembrese de Moisés quando Aaron e Hur mantiveram suas mãos elevadas, meu filho.
Esta é uma história primitiva de matança. Essa foi uma pacífica. Mas as duas são quase primas no efeito. Elevei minha mão na direção dos líderes sobre a plataforma e, virandome vagarosamente, apontei minha mão sobre as cabeças da multidão até que completei a volta novamente na plataforma. Não era meramente um sinal.
Através de mim, ali jorrou poder vindo da minha esfera. Conforme passava pelo filtro de meu corpo, tornavase sintonizado às condições daquelas pessoas, e caía sobre eles espargindo uma suave radiação. Poucos poderiam ver isso irradiando, à medida que saía de meus dedos. Penso que somente Habdi veria tudo. Tornouse aparente aos olhos deles somente quando, chegando sobre eles, misturouse com as suas próprias irradiações mais densas, como uma corrente de eletricidade, ou de vapor, que também são invisíveis até que atinjam as partículas da atmosfera e, misturandose novamente, voltam a ser invisíveis.
Mas os sorrisos brilhantes em suas faces mostravam que a bênção caiu sobre eles. Isto feito, Wulfhere faloulhes. Disse ela, “Estou feliz hoje, boa gente, porque 438 – Reverendo G. VALE OWEN aquilo que meu senhor Shonar iniciou, por uma alta graça nós completamos. Vocês se esforçaram bastante e venceram.
Vocês, em lentos passos, progrediram tanto que mereceram o avanço para a próxima esfera. Desde que vieram para cá, para esta Casa, sem que soubessem que esta transmutação foi transmitida a vocês, agora vocês estão na Esfera Quatro. “Fiquem em silêncio mentalmente por agora, boa gente, e no momento propício ajuntarseão aos seus queridos, e seus amigos, e suas crianças, a quem tanto se esforçaram por achar”. Então ela, eu e nosso grupo formamos um círculo, olhando para fora; mas o círculo não estava completo, havia um intervalo na direção da plataforma. Percebendo o que estava acontecendo, o querido jovem Habdi chegou e aproximouse a nós, e, pondo minha mão na sua, expressou seu amor a mim e seu agradecimento pelo povo que se tornou de certa forma o seu próprio.
Enquanto estávamos ali, silentes e atenciosos aos nossos assuntos, as paredes ficaram com sua substância menos densa, até que finalmente tornaramse translúcidas, e então invisíveis. O campo aberto estava diante da multidão e eles viram uma linda pradaria, e árvores, e flores, e fontes de águas que não estavam ali quando entraram na Casa. Mas estavam muito perplexos. Então fui a eles e lhes disse que as terras em torno daquela Casa da Associação estavam todas mudadas agora, e que eles deviam seguir procurando, pois já estavam nas terras onde habitava seu povo a quem procuravam; e outros também, que se tornaram seus amigos e que, portanto, tornarseiam amigos da atual assembleia. Quinta, 9 de dezembro de 1920.
Quando as paredes mais uma vez se materializaram, a multidão rapidamente saiu de lá. Aqui pararam para ver quais mudanças de aspecto havia no lugar. Aos seus olhos, acostumados a uma luz escurecida da esfera Três, aqui era sem dúvida um Paraíso de brilho. As árvores, as flores e a grama tinham um matiz mais brilhante, e a luz era mais suave. Nem havia terra deserta para ser vista, já que a floresta cobria o horizonte em todos os lados com uma rica cortina de cores.
Mas aqui estava o grupo a ser encontrado e pelo qual buscavam. Então seguiram na direção da floresta e adentraram pelos caminhos em todas as direções. Não pararam para considerar qual seria a direção pela qual deviam seguir. Não viram o grupo dos que vieram das esferas mais altas para guiálos. Mas, um ou outro acharam seus amigos e estavam muito contentes.
Desta forma uma colônia mais ampla desenvolveuse ali. As pequenas cabanas, que tinham sido as habitações das mulheres e das crianças e dos homens que ficaram em sua companhia quando o prado foi atribuído a eles, foram reformadas, aumentadas e embelezadas. Agora, meu filho, devo dizerlhe duas coisas, porque devo fazêlo entender tanto quanto possível as formas pelas quais conduzimos nosso trabalho, e das forças reinantes nestes reinos, e como as usamos. A mudança que aconteceu nestas pessoas não foi de tipo repentino, como possa parecer através de minha narrativa. Foi uma longa preparação.
Eles, por seu próprio esforço, e por nossas orientações, foram avançando em direção ao estado da Esfera Quatro por um longo tempo. A Casa da Associação serviu como focalização onde as suas aspirações eram ajuntadas. Ali dirigimos, principalmente, as correntes de nossos poderes. Entrosandose e misturandose ali, seu conteúdo de condição superior lavou e banhou a todos, à medida que faziam o trabalho de construção. Sem que soubessem, exceto uns poucos, como o pastor e os dois leigos e mais alguns, avançaram para uma elevação 439 – A VIDA ALÉM DO VÉU espiritual até que ficaram realmente adiante da Esfera Três em personalidade, mas ainda, residentes nela com seu ambiente aparente.
A iniciação que trouxemos para dentro da Casa da Associação foi meramente para selar o que já havia chegado para eles, nada mais que isso. E o segundo fato é esse. Nós não os transferimos de um localidade para outra. Isto eu encontro dificuldade para me fazer claro a você, a quem a distância é uma coisa real. Ela não é, para nós, da forma que é para vocês.
Você poderia, digo a você como exemplo, dizer que você e eu neste momento estamos distantes um do outro. Pois você não pode me ver, e você me ouve apenas interiormente, como uma voz longínqua de alguém. Mas não é assim. É apenas que seu estado e o meu são diferentes. Nosso ambiente é diverso pela razão de nossa condição estar em dois planos diferentes de atividade.
E mesmo assim, não somos diferentes totalmente, pois, veja você, você escreve o que lhe transmito para que seja escrito, e não poderia ser assim se não houvesse alguma semelhança de natureza entre eu e você, ambos. Assim foi com aquele povo da Casa da Associação. Não foi sua residência que foi mudada localmente, mas seu ambiente em torno deles foi transmutado, e eles tornaramse, por aquela transação, não mais correspondentes às condições da esfera Três, mas às da esfera Quatro. Tenho muita vontade, meu filho, que este tema esteja claro a você o tanto quanto possa. Para este fim ser atingido, falo desta forma: Quando Jesus veio para a casa onde Seus amigos estavam reunidos para aquela primeira Páscoa, Ele veio invisível.
Bem. Então ele reuniu deles a substância de que tinha necessidade e, pelo processo que agora chamam de materialização, Ele criou para Ele um corpo de carne. Então ficou visível a eles. Também seu ambiente ficou mudado. Quando Ele se desincumbiu da tal tarefa que era Sua naquela hora, Ele desmaterializou novamente aquele corpo de carne e, ao fazêlo, Ele mudou Seu ambiente mais uma vez, de volta ao espiritual.
Mas durante todo este processo, do primeiro ao último, presença e ausência não faziam parte disso. Antes e depois de Sua aparição em forma de corpo a eles, Ele estava ali, invisível. Percebeu, meu filho? A mudança era apenas de condição, não de localidade. Sim, penso que entendo o que quer dizer.
Mas nossos amigos em espírito algumas vezes nos dizem que depois que terminamos de conversar com eles, usualmente ficam mais um pouco conosco. Aí, nisto parece estar alguma ideia de chegar e ir. Ainda suponho que realmente significa que esperam um pouco antes de mudar de estado, do da terra para aquele seu próprio. Você poderia colocar desta forma, sim. Mas embora os espíritos frequentemente conversem com vocês da terra sobre ir e vir, isto é assim por causa de nossas limitações.
Vemos que é necessário usar a linguagem da terra quando falamos para os habitantes da terra, e aquela linguagem contém seu conhecimento tridimensional. No caso de seus amigos, como você acaba de escrever, eu preferiria dizer que eles ficam um pouquinho mais enquanto vão revisualizando o ambiente deles. Vocês da terra não são todos da esfera espiritual da terra. São de diferentes esferas, algumas baixas, algumas mais elevadas. Alguns são capazes, às vezes, de elevarse às condições de esferas muito elevadas.
Quando chegamos a entrar em comunhão com estes, não achamos necessário mudar nosso estado através da diminuição de nossas vibrações. É necessário somente que nos envolvamos num ambiente temporal para alcançar o dele que, elevado em estado espiritual, é ainda um habitante da terra. Por este processo de cultura, entretanto, lideramos aquelas pessoas para frente, até que toda a multidão estivesse integrada com o Povo da Clareira. Aqui estavam organizados em comunidades, e mais adiante o assentamento espalhouse pela floresta e sobre as planícies e pelas colinas. Nós delegamos James e Habdi para governálos e ensiná los, e disto tenho mais o que lhe contar mais adiante. 440 – Reverendo G.
VALE OWEN VIII AMPLIANDO E CONSTRUINDO Terça, 14 de dezembro de 1920. Agora o Povo da Clareira havia crescido, até se estabelecerem bastante além do limite anterior. Mas nós ainda os nomearemos da mesma forma, já que a Clareira era o seu centro, e era aqui o lugar onde seus governadores tinham suas Casas de residência. Estes eram James no comando e, auxiliar dele, o jovem Habdi que agia como delegado de sua autoridade quando James estava ausente. Ele também era o portavoz de James para aqueles a quem servia de mensageiro.
Ladena sempre tinha obrigações nos arredores. Ela gastava bastante tempo na Clareira com Mervyn e, em tais ocasiões, encontrava oportunidades de servir. Mas agora aquela colônia tinha se tornado tão grande que o equipamento não era mais suficiente como até então. Decidiram uma reconstrução para proverem a atual necessidade, e sobre isso passo a lhe contar. Primeiramente deram atenção à sua Casa da Associação.
Esta seria agora um Colégio onde os que chegassem naquele lugar receberiam instrução. Pois esta Colônia tinha agora se tornado, em estado, a primeira da esfera Quatro, e seria por aqui que as pessoas deveriam, normalmente, passar para seguirem para a esfera Cinco. Por isso escolheram a Casa da Associação e erigiram vários edifícios que seriam usados para o treinamento das pessoas em diversos assuntos nos quais encontrassem necessidade para seu aperfeiçoamento. Que departamentos eram esses, por favor? Um era para condicionar os recémchegados para a atmosfera mais avançada e refinada daquele distrito.
Isto era necessário para que não sentissem nenhum desconforto que os distraísse de seus estudos. Este era um amplo local sem edifício central, mas pequenos arvoredos e recantos, e alguns pequenos lugares de habitação onde eles poderiam descansar e ter lazer em meditar, ou conversar, como gostassem. James e outros socorristas ficavam entre eles, mas não muito frequentemente, e ali conversavam com qualquer um com quem tivessem a chance de encontrar. Mas para treinamento não havia nenhum. As pessoas descansavam e faziam o que lhes aprouvesse.
Outro departamento foi projetado para ensinar a linguagem. Não encontro palavra adequada para expressar o significado em seu vocabulário, meu filho. Não gosto muito de “telepatia”, e “discurso” não é o que me serviria. Vou rodear o assunto, portanto, para expressar a você o que quero dizer. Nós falamos uns com os outros de mais de uma maneira aqui.
Falamos por palavras pela boca nas esferas inferiores. Isto é como lhe descrevo isto em sua forma exterior. De qualquer forma, estas palavras são vibrações, como são as suas; e portanto o termo servirá. Então, falamos por quadros apresentados. Um quadro mental é projetado de um cérebro para outro, próximo ou distante; estas projeções podem ser vistas às vezes como uma espada de luz arremessada dos lábios e olhos para a atmosfera em torno, onde 441 – A VIDA ALÉM DO VÉU perde a visibilidade.
Quando alcança seu destino, o quadro é apresentado diante da mente do receptor e, de acordo com o caráter da mensagem, é invisível para um companheiro próximo, ou ele é sensível à sua chegada pelo ambiente luminescente sobre a pessoa a quem a mensagem foi enviada. Então falamos também diretamente, espírito a espírito. Mas isso é usado entre os mais desenvolvidos, e raramente nas esferas inferiores. Aqui estão três formas, distintas cada uma em seu método operativo. Mas há também outros; e também há formas pelas quais estas podem ser compostas.
Desta forma, deixeme exemplificarlhe: Habdi está na esfera Dois, e eu na esfera Sete, e eu quero mandar a ele uma mensagem. Ele, estando condicionado para aquela Esfera inferior naquela hora, seu ser íntimo estaria latente. Para que, portanto, não errasse no exato significado, eu projetaria a mensagem para ele e também projetaria uma forma pictórica, e ele verificaria uma pela outra, e nenhum erro aconteceria. Outro departamento era o da ciência das esferas. Aqui era ensinado com precisão o que atingiram na áspera caminhada em seu progresso através das esferas abaixo.
A especial constituição de cada esfera era explicada e eles, e também o significado das experiências pelas quais passaram em seu caminho. Feito isso, a Esfera era explicada em todas as suas partes, e os poderes inerentes em seu atual estado espiritual eram explicados também. Você está imaginando se a Esfera Cinco é mostrada aqui. Não, meu filho. Dela, só daqui por diante.
Os reinos à frente da Quarta eram apenas vistos brevemente, nada mais que isso. Outros departamentos eram os da Música, Cores, Ciência Criadora, e o que você intitularia de Economia Social. Mas estes eram meramente elementares. Era aqui que eles começavam a entender o que estava adiante deles, nesta forma de ensinar. Eles não eram iniciados nas suas dinâmicas porque não eram competentes para entendêlas em seu atual estágio de progresso.
Mas agora devo focar meu ponto de vista para a Clareira em si. Ela foi tratada depois do estabelecimento das escolas e de seu funcionamento pleno. A última foi para os que chegam nesta região e que estão um tanto fracos e precisam ser tratados. Era uma espécie de enfermaria. Foi construída bem além do local de descanso do qual lhe falei antes.
Era nos limites daquele estado em direção à Esfera Três. Era aqui a enfermaria onde se fortaleciam e passavam para os locais de descanso. Então veio a Clareira. Era necessário que fosse ampliada. Pois ali reuniamse os mais avançados de outras partes.
Estes eram selecionados pelos seus companheiros estudantes, os que realmente os honravam desta forma, por causa de sua diligência em aprender e de sua conduta amistosa. Este método foi adotado a princípio pelos próprios eleitos, para treinamento nas virtudes do amor e humildade. Com eles veio o Vereador e o Bispo: James e Habdi estavam lá também. Quando estavam todos reunidos, entraram em comunhão de propósitos e então dirigiram juntos seus poderes sobre a parte da fronteira que era à esquerda da casa de James. Lentamente eles conduziram sua corrente de poder fluido ao longo da fila de árvores e cabanas, e foram em torno dos três lados do espaço aberto.
Quando terminaram, com muitas pausas, já que não era feito em apenas uma operação, a Clareira estava ampliada em suas fronteiras de forma a ter três vezes mais área do que antes. Este recanto foi coberto com grama, e então uma colunata foi feita em cada lado, em ângulo reto em relação à casa. Na outra extremidade da Clareira, em frente à Casa, havia um arco erigido em proporções nobres, e duas torres, uma em cada lado dele. Além deste arco, foi construída uma ampla estrada a partir do vão. Ela descia desde o arco e ia através do parque que se estendia amplo para bem longe, até que se encontrava nos locais 442 – Reverendo G.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.