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Capítulo 25 de 87

Parte 25 de 87

A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro

Isto não é  possível a não ser para aqueles que desenvolveram, com treino, suportar a intensidade de  poder espiritual que gera um fenômeno como este. Mais alto ainda sobe a esfera, até que  permanece suspensa, e o brilho de seus raios é aumentado. Então  percebo  uma  sombra  furtiva  vinda  de  seu  meio  assentando­se  e  espalhando­se sobre aquela metade que se opõe à região atrás; mas a frente que está em  direção à luz violeta no horizonte está vazia, e seu brilho é aumentado tanto que não posso  olhar para ela, mas somente para os raios que passam alto sobre a planície, em resposta  àquela mensagem vinda de longe. Aí, também, escutamos um ruído semelhante ao de abelhas, que vem da esfera de  luz, e ele aumenta da mesma forma que ela, como um coro de grandes orquestras, e agora  vai avolumando, alto nos céus, e inunda a planície e o mar com luz e música – pois estes  aqui são feitos para andarem juntos, misturados em condições e efeitos. Nossos amigos são vistos e ouvidos por aqueles que vêm em nossa direção desde  longe, e as duas correntes de luz gradualmente se aproximam, a assim também fazem as  duas toadas de harmonia, e tudo se mescla junto em maravilhosa beleza.

Mas eles não  estão próximos. Isto que nestes reinos responde à distância, no seu seria uma imensidão. Estes dois em oposição são como se uma das estrelas que você vê da terra saudasse uma  estrela irmã a bilhões e bilhões de milhas além, e mandasse sua música a ela em saudação,  recebendo resposta em luz semelhante, mesclada com o som respondendo. Aí, se pudessem  estas duas estrelas sair de suas posições nos confins do espaço, e começar a se aproximar  uma da outra ao longo das estradas celestes,  século  após  século,  aproximando­se  em  velocidade  incrível  e,  por  saudação,  mandando  de  tempos  em  tempos  correntes  de  irradiação e música, como se mandando beijos pelo caminho, à frente de seu encontro ­  portanto  imagine  este  encontro  destas  duas  esferas  do  universo  espiritual,  e  não  subestimará suas belezas ou poderes de movimento assim demonstrados. Deixo­os assim, e vou cuidar de meus afazeres, e todo o tempo a luz intensifica­se,  e o povo da Cidade conta as novidades, e sorte tem quem vem nesta hora, e relembra um ao  outro que encontra, os que chegaram tarde, e o que transpirou então de novas glórias  nunca dantes vistas naquela cidade enquanto eles eram cidadãos.

Assim  cada  um  vai  para  seus  trabalhos  em  expectativa  feliz,  pois  todos  os  visitantes aqui  trazem alegrias, e alegrias recebem em si mesmos de seus anfitriões, e  levam de volta ao seu próprio povo quando novamente partirem. Agora, gostaria de poder descrever para vocês o encontro. Isto não posso, porque 139 – A VIDA ALÉM DO VÉU  é uma das coisas que não são possíveis de trazer em palavras da terra. Mesmo até aqui  tenho me embaralhado muito, e somente foi possível pintar uma cena dando voltas e  cortando do todo as mais belas partes e dando­lhes somente uma estrutura de esqueleto  para fazer sua imaginação se basear nela. Se a glória de tudo aquilo na separação for dez  vezes mais gloriosa do que fui capaz de redigir, de que me serve a linguagem para dizer a  vocês da mistura daquelas duas glórias quando estiveram juntas?

O céu se transformou  numa labareda de luz e milhares de seres cintilando aqui e ali, com muitas espécies de  animais de transporte, e vagões de diferentes construções, e estandartes e expedientes, e  faiscantes, radiantes, reluzentes luzes e cores, e vozes que eram como instrumentos de  música caindo por sobre nós, conforme eles circundavam e circulavam nos céus acima,  como chuva dourada mesclada com flores lilás e diamantes. Rapsódia? Sim,  amigo,  para  aqueles  que  mediriam  o  céu  pelo  pardacento  cerimonial da terra, espalhafatoso e de falso brilho em seus adornos, e desempenhado  numa atmosfera que, comparada com nosso plano, é como comparar névoa com o brilho  do sol. Ainda, no meio de toda estúpida umidade da terra e da vida terrena, vocês próprios  não são da terra, mas potencialmente daquelas Esferas celestes, e por causa de seu destino. Seja você, portanto, não tão sórdido para se aviltar com o nariz no cheiro do ouro da terra  que se decompõe, e que não é de primeira nem de perene qualidade.

Use aquelas coisas que  tem, e seja feliz por seu mundo ser tão amplamente ordenado e tão maravilhoso como é,  mas não avalie este lugar pelo que acha normal naquelas esferas inferiores. Olhe adiante, amigo e tutelado, pois isto é seu; e todas aquelas belezas e delícias  que temos feito você crer. Estenda sua mão com fé, e deixarei cair nela uma pequena pedra  de todos estes tesouros celestes. Abra seu coração para nós, e nós inspiraremos em seu ser  algumamúsica e o amor que serão seus no futuro lar. E assim, enquanto isso, esteja contente, e faça o que for possível.

Manteremos sua  herança segura e salva até sua chegada, e, portanto faça seu trabalho tão confiante e tão  bem quanto possa, você e todos os que virão a nós como Reis e Príncipes de Linhagem – de  Linhagem–porque Sua Vida é por todos os que amam o sagrado como Ele amou e, porque  Ele  amou sua beleza, não recuou ao fazer o Desejo de Seu Pai ­ a Quem  os homens  escarneceram, e por quem O crucificaram. Siga neste caminho, pois este caminho levou­o ao Trono, e levará você também,  você e todos os que cumprem suas partes nobremente e com amor. Por isto Ele é seu Rei. +  Segunda, 8 de dezembro de 1913. E  agora,  meu  amigo  e  tutelado,  tenho  em  mente,  nesta  noite,  continuarmos  aquilo que dei início e impressionei você. Aquela nuvem violeta de glória e a da minha própria esfera estavam mescladas e,  quando olhei para cima, vi, como disse a você, o movimento daqueles que estavam dentro.

Aí a glória espalhou­se pela nossa Cidade, e todos os prédios e árvores e pessoas e todas as  coisas  estavam  banhadas  naquele  chuveiro  violeta­dourado,  e  tomou  aspecto  mais  amoroso por causa do batismo. Pois você entenderá que foi de uma esfera mais avançada  que a minha que os visitantes vieram; e ninguém vem sem trazer bênçãos para serem  deixadas de presente. Quando partiram, nós recebemos aquilo que nos autoriza ir mais  próximo ao passo seguinte, e toda a cidade resplandeceu com algo a mais de sublimidade  do que até aqui tínhamos. Agora, houve a chance de que eu tivesse o que fazer no Templo  naquela hora, e para lá fiz meu caminho ao longo da trilha da montanha. Foi uma longa  subida, mas costumeiramente fui a pé para meditar e preparar­me para aquilo que tinha a  fazer em tal ocasião como esta. 140 – Reverendo G.

VALE OWEN  Aqui  e  ali,  ao  longo  da  trilha  de  subida,  há  santuários  colocados  um  pouco  afastados do caminho, como os que há em muitas regiões da terra. Conforme me pus diante  de  um  deles,  um  pouco  afastado,  cobri  meus  olhos  com  minhas  mãos,  e  fiquei  ali  um  momento para comungar com Ele que de Sua Vida dá força a nós para que O sigamos na  estrada do Céu. Assim foi, e não ouvi quando alguém chegava perto de mim até que seus  passos estivessem próximos, já na trilha atrás. Então eles cessaram e eu, tendo acabado  minhas preces, virei­me e vi aqueles cuja luz dizia de seu grau, que não era o meu, mas  mais alto nas esferas. Então inclinei­me a eles e deixei que meus olhos fitassem o chão, e  esperei que eles dissessem de sua vontade e seus propósitos em relaçãoa mim.

Mas  fiquei  ali  e  eles  não  falaram  comigo. Então,  ficando  claro  seu  silêncio,  levantei os olhos e olhei para eles, primeiro para o cinto de seus mantos para entender de  que ordem poderiam ser. Aí entendi que eram aqueles mensageiros que atendiam seuChefe  em suas caminhadas, ambos. Eram o que você chamaria de ajudantes­de­campo de seu  Líder. Então,  enquanto  eles  ainda  continuavam  em  silêncio,  olhei  em  suas  faces.

Estavam  iluminadas  por  um  sorriso;  e  graça  não  lhes  faltava  em  seu  sorriso. Então  rapidamente os olhei,  e primeiramente  pude  discernir  pouco, pois  não  era  fácil  poder  penetrar em sua radiação cintilante em torno deles, para ver seus rostos e saber se os  conhecia, ou não. Mas, absorvendo um pouco de seu poder, como de outras vezes, consegui  reconhecer suas fisionomias. Então entendi. Eram dois antigos camaradas que quando  trabalhamos  juntos  perto  do  plano  da  terra,  juntos  brigamos  por  almas  e  vencemos,  tirando­as das regiões mais escuras para a luz da Presença.

E fui seu ministro então, e  companheiro deles. Vieram a mim quando pelos meus olhos perceberam que os reconheci e, tomando  cada um minha mão, subimos juntos a colina, e em direção ao platô do Templo,  beijaram­  me  primeiro  em  cada  face,  e  compartilhando  dessa  forma  comigo  a  sua  força,  sua  companhia e sua conversa. Oh, quanto contentamento e grande prazer naquele passeio quando eles, que são  mais evoluídos que eu, falaram primeiramente dos velhos tempos e do que trabalhamos  juntos  e,  conduzindo  gradualmente  a  conversa,  falaram  dos  tempos  atuais  em  minha  própria esfera, e contaram, na sequência, de sua própria, mais brilhante e mais gloriosa,  para a qual, brevemente, talvez, eu seria chamado. Então chegamos ao Templo, e o caminho não pareceu tão longo como das outras  vezes, por causa da beleza de suas presenças e o entretenimento da conversa que tiveram  comigo sobre a glória de suas Casas. Eles traziam uma mensagem ao responsável pelo Templo, dizendo que seu Chefe  e  Senhor viria a qualquer hora brevemente, juntamente com o nosso Governador, para  abençoar o Templo e oferecer um culto ali, para si mesmo e seu séquito, e para a Cidade, da  qual, chegada a hora, ele era convidado.

Poderia descrever o Templo para mim, Zabdiel? Aquilo que for capaz de fazer com suas palavras ao meu dispor, farei a você. Não há paredes entre a fachada e o topo do precipício, portanto o Templo é visto  mais  claramente  da  planície  um  pouco  mais  distante  dos  muros  da  Cidade. Ergue­se  transparente da plataforma de rocha um arco sobre outro, remontando­se em perfeita  harmonia,  e  em  cor,  crescendo  em  intensidade  conforme  os  arcos  mais  altos  são  alcançados. Não consigo dizer a você qual é a cor dominante, porque vocês não a têm aqui  na terra.

Se puder chamá­la de combinação de rosa e cinza é tudo o que posso fazer; e não  lhe dá uma ideia muito exata de seu aspecto. Mas deixemos este detalhe e de fato vou me  detalhar mais na descrição da arquitetura em si. Não há um grande pórtico único, como na maioria das catedrais, mas cinco. São 141 – A VIDA ALÉM DO VÉU  de  diferentes  construções  e  envergaduras,  e  são  construídas  assim  para  acomodarem  aqueles que aqui chegam para o culto. Se todos fossem admitidos por uma única entrada,  aqueles de menor poder experimentariam uma irritação que os tiraria da concentração à  reverência, enquanto estivessem ali.

Portanto estas cinco portas­caminho são feitas para  conduzi­los à nave, onde podem recuperar suas forças. Aqui prestam seus primeiros votos e  devoções. Então passam para o grandioso salão central do Santuário, onde mesclam­se  todos juntos, sem desconforto. Há uma torrequadrada sobre o espaço central, aberto no topo em direção ao céu  acima. E sobre a torre está uma nuvem móvel e luminosa, que é velha como Shekinah, o  Lugar de Habitação do qual, em certos tempos, desce ao Templo, e sobre os devotos, um  acesso à Sua Vida e bênçãos.

No lado posterior deste espaço há outra nave; e aqui há anjos que vêm encontrar­  se com os que são chamados. Estes prestam seu auxílio a nós, ensinando daqueles Mistérios  que são dos Reinos Superiores, e somente os que progrediram muito podem receber seus  ensinamentos,  pois  são  muito  elevados  em  sabedoria  das  coisas  Divinas  e  poderes,  e  também são dados parcimoniosamente, porque, como a mariposa é destruída pela chama  que ela busca tão ansiosamente, assim também não é impunemente que a Sabedoria mais  alta pode ser dada ou obtida. Para a parte mais interna do Santuário jamais olhei, porque minha hora ainda  não chegou para que eu tenha esta permissão. E quando chegar, eu estarei pronto. Não  serei  chamado  antes  de  estar  completamente  preparado.

Antes  que  avance  à  minha  próxima esfera adiante devo passar pelos ensinamentos que há por aqui, e somente assim. Em direção a isto estou presentemente me esforçando. Eu havia lhe dito alguma coisa daquele poderoso Santuário, mas com vacilação,  porque é gloriosa demais para transcrever em suas palavras. Sobre este tema, São João da  Revelação esforçou­se para dizer a seus companheiros que eram menos favorecidos que  ele. Mas apenas pôde dizer­lhes das pedras preciosas e pérolas e luzes e cristais e – nada  mais.

Bem, esta é a minha situação presente, meu irmão, e estou parado. Portanto permita­  me deixar isto assim, com alguma pena por não poder fazer mais que isto, que permanece  tão  falho  perante  a  glória  que  coroa  e  envolve  todo  aquele  Templo  que  está  naquela  Montanha  Celestial  na  Décima  Esfera,  nestes  longos  alcances  de  progresso  em  conhecimento e sabedoria e poder e força e bênçãos, em direção a Ele, Que é o Sustento e  Origem de todos eles. +  Zabdiel, sinto como uma tensão a vir nos próximos dias. Acha que deveria vir  dia sim, dia não, ou em todos os dias que possa, como agora? Como queira, amigo. Somente lembre­se disto: que o poder está aqui agora, e  pode não continuar.

Vou sustentá­lo até onde posso, e quando isto falhar por causa de suas  limitações – aí nada posso mais. Farei com que minhas jornadas sejam tão completas  quanto consiga, entretanto, enquanto você estiver em estado de receptividade. Mas faça  como achar bom. Se decidir continuar diariamente, então não ocupe sua mente com outros  escritos mais do que o necessário cumprimento zeloso de sua obrigação com seu povo e  amigos. Faça exercícios e recupere­se fora de casa, o tanto que sinta que seja útil.

E eu  darei a você o que posso de meu poder e sustentação. Mas minha habilidade em dar é  maior  que  a  sua  de  receber. Portanto,  sinta­se  capaz,  venha  diariamente,  ou  tão  frequentemente quanto suas obrigações permitam. Nós não falhamos nenhuma vez até  agora, e permita que continue assim. 142 – Reverendo G. VALE OWEN VI O DIVINO ETERNO PRESENTE  Terça , 9 de dezembro de 1913.

Então você veio a mim, meu tutelado, conforme desejei que viesse. Penso que não  vai achar meus esforços fracos demais, mas esta noite preciso ser capaz de dizer algumas  coisinhas que serão úteis a você e a outros. Pois há forças por aqui que o capacitarão  mesmo que não saiba, e eu as uso para pôr meus pensamentos em ordem diante de você. Portanto não hesite com sua desconfiança de suas próprias faculdades para reproduzi­las. Quando você não estiver com forças à altura para fazer isso, eu o informarei, e fecharemos  o livro nesta hora e dedicaremos nossas mentes a outras questões.

Agora dê­me sua mente para que possa continuar no caminho que desejei para  esta noite, para o que deverá ser dado conhecer de mais aprofundado nos afazeres daqui  da Décima Esfera. Somente lembre­se sempre de que sou obrigado, por necessidade, em  minha narração, de adequar minha descrição em alguma medida, nas condições em que  são encontradas nas esferas mais baixas que a minha, mesmo porque, digo uma vez mais,  estes cenários ficam muito reduzidos dentro do âmbito da linguagem e das imagens da  terra. Isto é necessário, digo, por não haver como se pôr um alqueire de trigo em uma  medida de quartilho, nem limitar luz dentro da escuridão de uma caixa dejoias de chumbo. O santuário do Templo do qual falei não é apenas para o uso dos devotos, mas  também para a instrução daqueles que já podem para recebê­la. Este é o curso superior da  esfera,  e  somente  aqueles  que  passaram  pelos  anteriores  podem  vir  aqui,  para  seu  aprendizado final.

Em variados pontos daquela região há outras escolas, ou faculdades,  cada  uma  para  alguma  aula  especial  de  instrução  em  sabedoria,  e  algumas  para  a  coordenação de alguns destes ramos agrupados. A Cidade em si tem três destas faculdades, onde aqueles que passaram por aquilo  que  chamarei  de  escola  provinciana  vêm  para  aprender  o  valor  relativo  dos  vários  ensinamentos que receberam e combiná­los, coordenando­os. Em muitas esferas, esta linha  é seguida. Mas cada esfera é contínua e também é o avanço da esfera inferior a ela. Então,  da mais baixa para as mais altas esferas há um sistema graduado de progressos, e cada  passo adiante implica numa capacidade adquirida, não somente de poder, mas de alegria  no uso dele.

Os instrutores são na maioria aqueles que foram qualificados para a próxima  esfera adiante mas que escolheram ficar para ensinar aqueles que, por seu turno, deverão  sucedê­los quando finalmente forem para seu próprio lugar de residência. De tempo em  tempo, estes preceptores realmente fazem sua jornada para a esfera superior, e retornam  para continuar sua tarefa. Pois eles são capacitados para enfrentar sua glória alcançada,  enquanto aqueles que estão num degrau mais baixo não são. E também vêm para ali, uma vez ou outra, alguns das mais altas esferas que  estão indo para as mais baixas, para um intercâmbio amigável e uma conversa com seus  companheiros que ensinam aqui; e estão quase sempre se condicionando a si mesmos de  acordo com o ambiente daquela esfera inferior a eles, para que possam compartilhar 143 – A VIDA ALÉM DO VÉU  algumas palavras amorosas de encorajamento a seus alunos. Quando um Espírito de uma destas esferas desce para a terra de vocês, se faz  necessário, para que ele possa fazer contato com os que habitam ali, um condicionamento  de si próprio da maneira certa, e isto em um maior ou menor grau.

Então isto será aqui,  entre  as  mais  altas  e  as  mais  baixas  condições  encontradas  nas  esferas  de  várias  qualidades e elevações. Mas é mais fácil para nós comungarmos com alguns de vocês que com outros, e  de acordo com seu grau de avanço espiritual. Assim é, digo novamente, aqui no mundo  espiritual. Há aqueles na Terceira Esfera que sabem da presença daqueles da Quarta ou  Quinta ou ainda das mais altas esferas, por causa de seu desenvolvimento espiritual acima  de seus companheiros. Se, para estes últimos, tais visitantes desejam se tornar visíveis e  audíveis, devem se condicionar o mais completamente ao ambiente daquela esfera, e assim  o fazem.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.