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Capítulo 49 de 87
Parte 49 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Então nós também passamos por ela, e finalmente viemos ao campo que havia na boca das minas. Ali novamente falei às pessoas, e conteilhes que deveriam separarse uns dos outros e ir pela Cidade naquelas casas e guaritas que melhor conheciam, contar as novidades e trazer aqueles que gostariam de vir com eles à praça da Rua Principal, onde deveríamos nos encontrar. Então começaram a nos deixar e, enquanto saíam, o Chefe endereçou a nós seu convite: “Se lhes convier, cavalheiros que nos honraram com sua chegada entre nós, gostaria que ficassem em minha casa enquanto estes estão indo agrupar seus amigos. Talvez haja bênçãos à minha casa enquanto estiverem presentes”. “Bênçãos sem dúvida virão a você e sua casa por esta nossa visita”, respondi a ele, “mas não será na hora nem da maneira que deseja”.
Então fomos com ele, que nos mostrou o caminho. Chegamos finalmente bem no centro da Cidade e ali, na escuridão, assomou uma enorme pilha de pedras. Era mais um castelo que uma moradia, mais prisão que castelo, ao ser vista. Ficava ilhada, com uma rua em todos os lados, de formato oblongo, e elevandose como uma colina a partir do plano da rodovia. Mas era severo; na verdade, era uma habitação escura e severa, combinando em todas as linhas com aquela alma forte e escurecida, seu arquiteto.
Entramos, e ele nos levou por pátios e corredores, e por fim chegamos a uma sala, não muito ampla, e ali convidounos a esperar enquanto ele faria nossas boas vindas. Assim ele saiu, e sorri para meus amigos e pergunteilhes se eles haviam captado os obscuros pontos de seu propósito. Eles estavam em dúvida, a maioria deles, mas uns poucos sentiram a sensação de terem sido enganados, então conteilhes que éramos prisioneiros, tão rápido quanto ele nos pôde fazer, e quando alguém foi até a porta por onde entramos, rapidamente percebemos que fomos trancados. Havia outra no outro lado do quarto, que era uma espécie de antecâmara para a Sala do Trono além. Aquela também foi rapidamente trancada.
Você de coração pensaria que alguns daqueles catorze estaria com medo de se ferir num fato deste. Mas você deve saber que somente são mandados em tais missões como esta nossa, e em regiões como essa, aqueles que por longo treino tornaram se desligados do medo, e que são fortalecidos para empunhar as todopoderosas forças do bem, que habilitam tão infalivelmente e com tanta certeza que nenhum mal resiste a isso e sai ileso. Sabíamos o que poderíamos fazer sem aconselhamentos ou discursos, portanto pegamos as mãos uns dos outros e elevamonos em direção à luz e à vida de nosso 261 – A VIDA ALÉM DO VÉU ambiente normal. A esta condição mais rude nos impuséramos para que pudéssemos trafegar nestas regiões e para nos disfarçar dentre os habitantes que moram nelas. Mas, conforme aspiramos juntos a isto, nossa condição gradualmente mudou, e nossos corpos retornaram a uma natureza mais sublimada, portanto passamos adiante através daquelas paredes, e ficamos esperando pela chegada de nossa companhia na praça diante da Rua Principal.
Não vimos mais o Chefe. Ele havia planejado, conforme soubemos, recapturar aqueles a quem libertamos de sua servidão e que agora, ali, ainda estavam sendo agrupados das regiões em torno da cidade pelos ponteiros mandados àquela direção, por um grande exército que estava cercando todos os lados em vigilância daqueles que se atreveram desconsiderar sua autoridade. Mas nada tenho de dramático para contarlhe, meu amigo – nenhum embate de armas, nenhum clamor por misericórdia, e nenhuma chegada de guerreiros brilhantes para o socorro. Tudo transcorreu muito controlado e monótono. Desta forma, a saber: Naquele ridículo Salão do Trono ele agrupou sua corte, e, tendo tochas acesas e colocadas em torno da sala nas paredes, e fogueiras acesas no centro do chão para iluminar o hall, fez um discurso solene para seus sombrios servidores.
Então a porta de nossa antessala foi solenemente destrancada, e fomos chamados para irmos até ele, pois queria nos prestar honras. E quando não fomos encontrados ali e sua vigilância assim se mostrara negligente, seu vexame foi desvendado diante de sua corte, tendo tudo acontecido por seu planejamento e ações, ele ruiu totalmente enquanto riam ao vêlo desta forma em sua degradação. Zombarias cruéis eram lançadas a ele enquanto passavam indo embora deixandoo sozinho, sentado em seu trono sobre o tablado, derrotado. Marque bem, amigo, como nestes estados rebeldes a tragédia e a palhaçada bruta fundemse uma à outra, onde quer que se vá. Tudo é de um fazer acreditar vazio, pois tudo está em oposição à Única realidade.
Portanto estes ridículos governadores são servidos por seu povo numa ridícula humildade, e estão cercados por uma corte ridícula cuja adulação é sustentada por ferroadas eflechadas de cinismo e zombaria grosseira. 262 – Reverendo G. VALE OWEN X O RETORNO AO TEMPLO DO MONTE SAGRADO. UMA MANIFESTAÇÃO DO RÉGIO CRISTO. O POVO DE BARNABAS. Segunda, 21 de janeiro.
Nossa jornada era agora em direção à luz. E se eu lhe dissesse que o Vale abaixo da Ponteera o que vocês chamariam de uma noite escura na terra, você seria capaz de ver que a escuridão nestas regiões distantes atrás de nós é sem dúvida grande. Num escuro como breu não se vê nada. Ainda assim, há uma escuridão mais intensa que esta, porque na terra a escuridão é apenas escuridão, mas ela aqui tem uma substância, a qual é um horror real e verdadeiro para aqueles das altas esferas que não estão protegidos. Aquelas pobres pessoas que afundaram por gravidade naquela espessa escuridão sentem o sufoco do afogamento, e contudo não têm um mastro ou um fragmento do que foi destruído para fazêlos boiar até em cima, e portanto sofrem até que o arrebatamento e o desespero tomemnos de assalto, então o infernal chama para o inferno em blasfêmia, sem saberem que somente em sua própria vontade está o fulcro pelo qual devem elevar a si mesmos até que atinjam a luz.
Sim, há uma densidade naquela escuridão nas mais remotas regiões. E contudo, para aqueles que ali vivem, há uma espécie de visão obscurecida pela qual não obtêm bênçãos, porque somente trazem à sua consciência coisas horríveis e maliciosas e fazem mais pungente a angústia que devem suportar. E estes são os que viveram em sua terra e misturados em sua sociedade terrena, e alguns deram suporte ao mal e outros honraram nomes e lugares. Contolhe isto para que possa mostrar aos outros o que é a verdade, porque há alguns que dizem que não existe inferno porque o Único Supremo é Amor primeiro e por último. Sim, mas aqueles que falam assim d’Ele atingiram apenas o Primeiro conhecimento daquele Amor que é insuperável, enquanto nós que falamos a você não acabamos de atingir o Último.
Mas assentamonos apenas no suficiente de Sua Sabedoria – suficiente, mas uma esmola – para termos plena certeza de que Ele é Amor sem dúvida. Não podemos entender, mas todos nós ampliamos a certeza de que Ele nos aumentou a fé, e assentoua mais firmemente, de que Ele é Perfeito em Sabedoria e Ele Mesmo é o Perfeito Amor. Líder, uma vez eu, em meu sono, visitei alguns trabalhos da subcrosta nas regiões trevosas. Você sabe desta minha experiência, e se sabe, diga‐me se foi o mesmo lugar a que foram para trazer as pessoas das minas? Havia certa semelhança, mas com algumas diferenças.
Sei desta experiência, porque antes de prepararmos você para escrever para nós, fizemonos familiarizados com toda a sua vida, para que pudéssemos não errar em nosso trato com você. Esteja certo de que as vidas de todos são estudadas assim aqui, por um propósito ou outro, mas nada é passado para trás por aqueles que poderiam ajudálos. Assim é com aquilo pelo qual nos questiona. O lugar ao qual você foi levado estava a poucas milhas distante daquela cidade, e é governado por um subchefe do Chefe de quem 263 – A VIDA ALÉM DO VÉU falamos a você. É um lugar onde estão aqueles rebelados contra a sua autoridade, e que lá podem ser oprimidos até a sujeição e também serem postos a trabalhar em tarefas mais fortemente supervisionadas que aquelas das minas e nos trabalhos aos quais fomos, onde há mais liberdade, estando eles mesmos mais supliciados e aquebrantados.
Ao lugar que mencionou na maior parte vão os que são recém chegados naquela região, e portanto não são familiarizados com a extensão da crueldade ali praticada, nem das diversas formas pelas quais ela é exercida sobre eles. Para que estavam ali os animais? São treinados para ajudar a intimidar e guardar os prisioneiros. Mas o que teriam feito os animais para merecerem tal inferno e para serem postos em tal tarefa como aquela? Estes animais nunca estiveram na carne.
Aqueles vão para lugares mais brilhantes. Estes são criação dos Poderes do mal, que são capazes de projetálos até ali, mas não o fazem para mais adiante, a uma encarnação na terra, portanto tornamse animais completos como sempre serão, como querem que sejam, pela complementação da composição de um corpo com os elementos das regiões trevosas que formam seu ambiente. Este é o porquê de você ter ficado perplexo ao têlos colocado na sua ordem. Eles não têm ordem no cômputo terrestre da vida animal, onde somente aqueles grandes Seres Criadores são capacitados para expressarem suas faculdades na evolução das tribos animais que atingiram os altos lugares nas esferas mais Brilhantes. Você me entende, à medida que estou tentando ser capaz de colocar uma verdade não terrena na linguagem da terra?
Sim, penso que sim. Obrigado, senhor. É um grande mistério e uma grande novidade para mim, tudo junto. Mas parece que sinto que pode ser a chave para outros mistérios quando alguém tiver tempo para raciocinar um pouco. É assim, meu filho; lide com isto desta forma e perceberá que é útil.
Mantenha em mente sempre isto, apesar de que, quando considerada à luz do Único Bom e Belo, o mal tem um aspecto negativo, mesmo que considerado em confronto, isto é, começando pelo fim oposto e vindo em direção oposta à Corrente Vital do Único Bem, tendo grandes e poderosos seres da escuridão que são a contraposição dos Arcanjos e Principados e Tronos da Luz. Uma grande divergência, entretanto, continua, e é esta. Conforme as histórias dos Céus, há progresso sempre para a frente, até o Sublime fundirse na Sublimidade Última; nas esferas mais escuras não há a consumação, não há Supremo. Assim como nas outras fases de atividade, também é assim nesta, aqueles poderes escuros interrompem repentinamente a perfeição, e a ordem é necessária por causa da falta da Divindade. Se não fosse assim, então a escuridão igualarseia à luz em potência e em expansão evolutiva, até que a luz não encontrasse lugar, e o amor e a beleza pudessem ser invadidos por seus opostos, até que não mais fosse encontrado lugar para eles.
Então o propósito do Mais Alto poderia ser desviado e, tropeçando para um desvio, ser destruído no espaço, e entre as eternidades, mudar para confusão, e assim falhar em ser atingido. Portanto, poderosos que são os Senhores da escuridão, eles não são Todo poderosos. Isso é uma prerrogativa do Único, e somente d’Ele. Ele tem conhecimento de Seu próprio poder tão completo para estar seguro na liberdade de ação que Ele permite a uma progênie rebelde, e, por umas poucas eternidades, élhes permitido perderemse; assim, no final, devem provar, ao capitularem, pelo livre arbítrio e incondicionalmente, a supremacia do Amor. Então serão Primeira e Ultimamente purificados conforme sua relação de uns com os outros, ea Sabedoria de Deus será manifesta.
Sou capaz de darlhe apenas isto, meu amigo, do aspecto do Reino que apenas 264 – Reverendo G. VALE OWEN conhecemos em parte, e tendo uma linguagem para nosso uso mais útil que a da terra. Temo que não possa fazer mais que isso. Mas se ainda tiver mais alguma pergunta. Obrigado, não neste tema.
Então presentemente deixaremos que isso seja suficiente, Kathleen. Penso que está na mente dela dizer algumas palavras a você, e então vamos deixála com seus próprios pensamentos suaves e retiramos nossa influência mais grave de sua posição, podendo assim ela estar livre, e estar na própria vontade dela dizer o que quiser a você. Ela é mais bondosa e paciente por ser nossa escritora, e nós agradecemos a ela muito sinceramente por sua vontade de nos servir. Devemos nos encontrar com você novamente quando você tiver uma oportunidade para nossa presença. Boa noite, meu amigo, e que Deus e Seu Brilho estejam com você e os seus, os quais estão envolvidos numa radiação maior do que a que conhecem.
Isto será reveladoa eles algum dia. Sexta, 25 de janeiro de 1918. Quando chegamos na Ponte, atravessamos desde o lado escuro e chegamos aos aclives que levam para as esferas progressivas, e ali descansamos por um pouco de tempo e fizemos uma revisão do trabalho que acabáramos de concluir. Eis que então encontrounos um mensageiro de nosso plano, trazendo novidades sobre o que nos esperava ao término desta missão. Pois nunca desde que deixamos a Esfera Dez eles estiveram fora de contato conosco, e enquanto falamos com ele foram relembrados aqueles momentos especiais de emergência, quando então aqueles que observavam de seus altos lugares sentiram que era para enviar naquela hora uma ajuda e uma orientação a nós.
Alguns destes momentos de ajuda foram reconhecidos por nós, em outros apenas suspeitamos, mas na maioria deles foram momentos de alta tensão, quando então todas as nossas faculdades estavam em alerta para tratar do assunto em pauta, de tal forma que não percebemos o fato da ajuda exterior estar sendo impingida em nossas circunstâncias. Porque, lá embaixo nas esferas mais escuras, tendo sido amplamente atingidas as condições locais, temos que forçosamente suportar algumas das limitações da alma que vêm com o peso do ambiente sobre nós naquele momento. É assim com vocês na esfera terrestre, meu amigo, e mesmo que você nunca perceba a ajuda dada, ela está lá, próxima apesar de tudo, e de acordo com a sua necessidade. Agora passarei a jornada intermediária, e contareide nosso retorno à Esfera Dez. Fomos encontrados nascolinas externas por um grupo de nossos bons amigos que esperavam pelo nosso retorno com muita alegria e com muita vontade de escutar as nossas aventuras.
Estas, nós fomos contando enquanto voltávamos, e então finalmente chegamos à grande planície diante do Templo do Monte Sagrado, e subimos ao seu Pórtico. Fomos conduzidos ao interior, e seguimos ao grande Saguão Central do santuário, e aqui encontramos uma grande quantidade de pessoas reunidas. Estavam ajoelhadas em adoração ao Grande Invisível, e não se moveram enquanto passávamos silenciosamente e esperávamos na parte de trás. Você não conhece o que é silêncio na terra. Não há silêncio perfeito na terra.
Você não pode ir aonde o som seja deixado para trás. Aqui na Esfera Dez, e naquela hora no santuário, havia o Silêncio em toda a sua majestade e reverência. Além da terra, distante, se pudesse seguir pelo ar, você deixaria gradualmente os sons que estão na superfície para trás. Mas ainda haveria a fricção com a atmosfera que invadiria o silêncio com uma sensação de som. Mesmo além daquele cinturão atmosférico haveria no éter um som como um elemento potencial, como um planeta chamando planetas em respostas gravitacionais. 265 – A VIDA ALÉM DO VÉU Além do Sistema Solar, e entre ele e outros sistemas no vácuo do espaço, você se aproximaria da ideia de silêncio, estando a terra milhões de anosluz de distância, não vista, não sentida, quase desconhecida.
Mas o éter estaria lá, apesar de seus ouvidos não ouvirem nenhum som, ainda assim o éter é o reino no qual a atmosfera é a antecâmara, e o som é o seu vizinho mais próximo. Mas aqui na Esfera Dez há uma atmosfera daquilo que o éter seria se fosse dez vezes refinado pela sublimação, e Silêncio é aqui uma coisa não negativa tanto quanto é ativo em seu efeito sobre aqueles que se banham em seu oceano. Silêncio aqui não é uma ausência de som, é a Presença do Um Silencioso. É uma entidade vibrante, mas de pulsação tão rápida que a quietude e Silêncio são como um só. Não sou capaz de ser mais explicativo em minha descrição, pois não é possível a você, em seu elemento grosseiro, imaginar, mesmo que em pequeno grau, a condição da qual participamos ao entrarmos no vasto Saguão do templo.
Então através da passagem do meio chegou o Vidente, e, pegandome pela mão, levounos ao Altar que ficava próximo do Salão onde estava o Trono, e no qual ele havia se despedido de nós para a nossa jornada. Agora havíamos retornado, um pouco cansados, com nossos corações repletos do que havíamos visto naqueles longínquos reinos das trevas. Nossas faces mostravam o efeito da luta pelo domínio – porque apenas contei a você um resumo de nossa empreitada, e de forma nenhuma contei completamente. Fomos guerreiros que retornamos de uma guerra que é incessante entre o bom e seu oposto. Mas nossas cicatrizes e feridas agora iriam harmonizarse dentro em pouco, e estaríamos mais graciosos depois do que sofremos.
É assim com nosso Príncipe real e Capitão, Que nos mostrou o caminho para a Beleza de Espírito, como uma faceta do corpo. E sem dúvida Ele, Cujas roupagens ainda relembram a lição do Sacrifício em sua alta dignidade, é tão lindo que não posso descrever Sua graça nas palavras da terra – ounas dos céus. Então paramos diante do Altar, e à certa distância, e também ajoelhamonos adorando a Fonte dos Seres, o Um Supremo, Que Se torna manifesto a nós somente pela Forma Presente, e raramente, mas na maior parte através de Seu Único Ungido, Que está mais sintonizado com o nosso estado presente em razão de Sua Humanidade. Então finalmente, tendo recebido o sinal, levantamos nossas cabeças e olhamos em direção ao Altar. O sinal que tivemos foi uma sensação da Presença que brilhava dentro e em torno de nós.
E conforme olhamos, vimos à esquerda do Altar, com o Altar em Seu lado direito, o Filho do Homem. Ele jamais vem duas vezes de uma mesma forma. Há sempre algum detalhe novo para se perceber e manter em mente e levar a lição. Em linha reta sobre Sua cabeça, mãos cruzadas no peito, permanecendo imóveis, silenciosos, estavam suspensos sete elevados Anjos. Seus olhos não estavam fechados, mas suas pálpebras estavam abaixadas, parecendo estarem olhando para o chão um pouco atrás d’Ele.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.