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Capítulo 28 de 87
Parte 28 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
A luz que me cegaria é para Ele, em sua santidade, como a luz do entardecer para mim. Lindo Ele é, eu sei, porque já o vi da forma que sou capaz, mas não em Sua completa glória e majestade. Lindo Ele é, também, e amoroso como não posso encontrar palavras para dizer. E a Ele sirvo e reverencio com alegre devoção e enorme alegria. Não tema pela sua própria lealdade.
Você não será afastado dele por prestar reverência a outros companheiros de outra fé que não a nossa. Pois todos são Suas ovelhas, mesmo se não forem deste aprisco. Quem é, e foi, o Filho do Homem, e portanto Irmão de todos nós. Amém. + 153 – A VIDA ALÉM DO VÉU Quinta, 18 de dezembro de 1913. O território através do qual passamos era cheio de colinas mas não montanhoso, e por todos os lados havia outeiros verdejantes, e aqui ou ali um habitante.
À medida que caminhávamos, Harolen foi lentamente mudando seu aspecto. Surgiu com um semblante brilhante, e sua vestimenta começou a assumir uma aparência mais luminosa. Ao mesmo tempo em que avançamos passando o bosque ao lado esquerdo, ele chegou à sua beleza normal e apareceu assim: Em sua cabeça apareceu um símbolo de luz, como se pudesse ser uma coroa dejoias vermelhas e marrons, que cintilavam e brilhavam emitindo seus raios, e entre os raios e sobre eles pairava uma radiação esmeralda. Sua túnica ia até os joelhos, deixando seus braços nus, e usava na cintura um cinto de ouro, fechado com uma substância parecida com pérola, mas nas cores verde e azul. Seu chapéu era da mesma cor, destas duas cores, e em seu antebraço havia faixas de ouro e prata entrelaçados.
Ele ficou em pé no vagão, o qual tinha duas rodas e era muito bonito, em madeira e metal, e conduzido por dois cavalos, branco e marrom. Notei que aquele marrom estava em evidência em todos os cantos, mas não tanto para dar distinção a esta cor mas, isto deve ser dito, para sublinhar todos os ornamentos, de uma forma que sua presença seja vista, mas que no seu aspecto seja suave. Simbolismo nesta região desperta muito interesse e é amplamente usado. Eu, entretanto, parecia ler neste esquema de suas cores o fato de que ele pertencia a uma ordem e um reino nos quais o marrom era distinguível mas, servindo nesta esfera inferior, nestas atuais propriedades, estas outras cores que são mais familiares entre nós desta esfera deram lugar para a cor dele, ele que foi eleito para servir aqui um tempo mais longo que o necessário para realizar o devido. Mas assim que olhei para ele, assim tão simplesmente vestido e tão bonito no conjunto, senti seu grande poder.
Porque em seus olhos claramente brilha a santidade com a dignidade de comando, enquanto sua testa, sobre a qual seu cabelo marrom é repartido e ondulase nas têmporas, parecia refletir a humildade e a gentileza de uma irmã muito amada. Assim ele era; ninguém de menor categoria poderia voluntariamente se opor a ele, e ninguém poderia temêlo, sendo simples o seu intento e amoroso em tudo. Uma coisa ele tinha, a quem o seguisse em sua liderança: alegria; e em sua proteção e orientação deveria estar bem colocada a confiança implícita. Porque ele era um Príncipe, com o poder de um Príncipe, e sabedoria para o uso correto na gentileza e no amor. Continuamos nossa jornada juntos, sem muita conversa mas bebendo de toda aquela beleza daquele lugar com muita alegria no coração, e a paz estando sobre nós.
Assim chegamos finalmente ao lugar onde os recémchegados deveriam parar e ficar ali um pouco, até que se familiarizassem em seu novo ambiente. Então eles prosseguiriam adiante para o interior, para uma das instalações, e talvez fossem alguns para uma, e alguns para outra, de acordo com a melhor adaptação para este ou aquele, no trabalho ou serviço desta esfera no Reino de Deus. Chegando aqui, Hartolen mandou que parássemos e pediu silêncio por uns instantes, pois tinha uma mensagem a trazerlhes de sua cidade principal, que estava adiante, além das colinas e fora da vista de todos. Fizemos silêncio e, naquela hora, um grande raio de luz atravessou os céus vindo de um ponto além, de algum lugar atrás das colinas à nossa frente. Parou sobre nós e ficamos inundados em brilho; mas ninguém se assustou ou temeu, porque a luz tinha, em si, muita alegria.
Mas se aquilo nos cobriu, então, sobre a carruagem na qual estava, o Príncipe era glorioso de ser visto. Ele ficou ali quase imóvel, mas a luz sobre ele ficou focada e concentrouse; e ele apareceu, não como até esta hora, mas como era, transparente e flamejante em sua glória. Como posso fazer para que você tenha uma pequena ideia do que quero dizer? Tente 154 – Reverendo G. VALE OWEN imaginálo feito de alabastro, mas vivo e brilhante e irradiante com a beleza de uma luz gloriosa, ela própria viva e resplandecente em felicidade.
Cada joia e ornamento tornase ofuscado por ela, e a carruagem estava cintilando como labaredas de fogo. E tudo sobre ele eram a glória e a majestade da vida e energia. Os cavalos, também, não tanto absorviam, mas refletiam a radiação. E o diadema em sua cabeça brilhava com desdobrada intensidade. Ele não atingia os céus tanto quanto podia fazêlo, tão translúcido e sublimado que tinha se tornado na aparência.
Ficou ali parado, seus olhos olhando direto na luz e lendoa como uma mensagem, como se ele visse o que não podíamos ver, e isto não ali, mas longe, sobre as colinas, no lugar de onde aquela luz era mandada. O que aconteceu em seguida nos surpreendeu muito. Em vez de compelir alguma maravilha ou milagre de poder, ele silenciosamente se ajoelhou em seu carro, e inclinou seu rosto em suas mãos, silencioso e imóvel. E então todos sentimos que ele não estava com medo, mas altivo, por aquela luz, e de toda a majestade superior. Soubemos que ele se ajoelhara a Um de maior poder e maior em santidade que ele.
Então nós, também, ajoelhamos e nos inclinamos em reverência a Quem ele reverenciava, percebendo que o Poder estava presente, mas cuja Pessoa não conhecíamos. Assim que ele se ajoelhou desta forma, nós logo escutamos música e vozes cantando alguns lindos temas, mas suas palavras nenhum de nós pôde interpretar. Ainda ajoelhados, olhamos para cima e vimos que Harolen havia descido de seu carro, e ficou em pé na estrada em frente a nós, sua caravana. Andando pela estrada em direção a ele, havia um Homem, vestido de branco da cabeça aos pés. Um círculo de luz atravessava sua testa e cingindo Seu cabelo para trás.
Ele não usava nenhuma joia, mas sobre Seus ombros havia duas faixas, as quais eram cruzadas no meio de seu peito, e eram presas no lugar com um cinto. Elas e ele eram prateados, mesclados de vermelho. Seu rosto era calmo e com nenhuma outra majestade que não fosse amor e bondade; e Ele andou com passos vagarosos e suaves, como se Ele suportasse a aflição e a desgraça de alguns universos em Seu coração. Vimos que não havia tristeza, mas alguma coisa parecida e que ainda não posso transcrever, tão insondável era aquela calma envolvente que estava sobre Ele. Ele veio até onde ainda estava ajoelhado Harolen, e disse algumas palavras a ele numa língua que não conhecíamos, e também sua voz era tão baixa que sentimos que Ele falou, mas não o escutamos de fato.
O Príncipe olhou em sua face e sorriu, e seu sorriso foi amoroso, como tudo vindo dele era amoroso. Então o Outro se inclinou e o envolveu em seus braços, e o levantou, ficando ao seu lado, e segurou uma de suas mãos na sua própria. Estando desta forma, alcançou sua mão direita e, olhando para nós, Ele nos abençoou e disse palavras de carinho e encorajamento para prosseguirmos nosso trabalho que nos esperava adiante. Ele não era eloquente, mas Suas palavras foram como as de uma mãe para seus filhinhos que seguem para uma longa jornada. Nada mais que isso, e dito tão quietamente e tão simplesmente, e em tão grande sapiência, que nos deu muita confiança e alegria, e sentimos que o medo se foi.
Pois primeiramente sentíramos algo parecido com temor em relação a Ele, diante de Quem nosso Príncipe inclinouse e ajoelhou. Estando eles assim, a luz concentrouse e envolveu o Homem, enquanto Ele segurava a mão de Harolen, Ele se tornou mais e mais invisível, e então se foi de nossas vistas de onde Ele estava. E a luz se foi, como se Ele a tivesse absorvido n’Ele mesmo, e levado com Ele quando partiu. Mais uma vez nosso Príncipe ajoelhouse na estrada, e inclinou seu corpo uns instantes. Então levantouse e, em silêncio, acenou com suas mãos para nós.
Subiu em seu carro e, em silêncio, nós o seguimos em torno da montanha, até que chegamos a um lugar perto de lá, no qual todos aqueles poderiam suportar morar. + 155 – A VIDA ALÉM DO VÉU VII OS ALTOS PLANOS DO CÉU Sexta, 19 de dezembro de 1913. “De acordo com a fé que esteja em você”. Isto permanece sendo uma promessa de poder até hoje, desde que Ele o disse pela primeira vez; e pode ser retomado com certeza plena de que se cumpre. Somente esta fé deve estar presente, e então esta capacidade manifestarseá, de maneiras diversas mas sem incertezas da causa ou efeito. Veja, isto não é só para você, mas também para nós nestas esferas evoluídas e progressivas.
É o exercício de alcançar a fé que nós estudamos como atingir e, quando atingida, temos como ajudar outros e alegrar a nós mesmos. Pois poder dar é alegria e prazer, mais que receber, como Ele disse. Mas não misture a natureza da fé com o uso dela. Na vida terrena ela é de uma qualidade indefinida no entendimento geral – algo entre crença e um entendimento correto do que é verdade. Mas aqui, onde estudamos todas as coisas em suas essências, sabemos que fé é mais que isso.
É a capacidade poderosa de análise científica, numa medida correspondente ao progressofeito por qualquer homem. Para que possa lhe mostrar da melhor forma o que quero dizer, contarei a você um acontecimento no qual isto é sentido. Eu estava fazendo uma visitação a certas casas por solicitação de meu superior, para ver o que faziam aqueles que lá moravam, e para ajudálos no que pudesse, e relatar tudo na volta. Então fui de uma casa à outra, e cheguei finalmente a um chalé num bosque, onde habitavam algumas crianças comseus guardiões. Estes eram um homem e sua esposa que tinham feito sua evolução, no último período de sua ascensão, lado a lado.
Ganharam a guarda das crianças, meninos e meninas, que foram natimortos, ou que morreram ao nascer, ou logo depois. Estes tais não são, como regra, conduzidos a estas Casas nas mais baixas esferas, mas trazidos para mais alto, para seu desenvolvimento. Isto é porque há pouco do que é da terra para ser exigido na natureza deles; e eles também precisam de cuidados mais especiais do que aqueles que, mesmo que pouco, brigaram e desenvolveram na terra a batalha da vida. Os guardiães cumprimentaramme, e as crianças vieram atrás deles, para darem suas boas vindas a mim. Mas eram muito tímidos, e não respondiam facilmente à minha conversa com eles a princípio.
Todas estas crianças são muito delicadas em sua beleza que chegou até aqui assim, e eu estava muito inclinado a acarinhálas, estas pequenas ovelhas do nosso Pai e Seu Filho. Então os atraí, e finalmente ficaram mais fáceis de se tratar. Um pequeno rapaz apareceu perto de mim e começou a brincar com meu cinto, porque o brilho agradouo, e ele estava interessado no metal. Então sentei num pequeno banco de grama e pegueio nos joelhos, e pergunteilhe se ele poderia escolher a coisa linda que o cinto poderia trazer a ele. Ele primeiro ficou em dúvida sobre o significado do que eu dissera e, em seguida, sobre a minha habilidade.
Mas repeti meu convite, e ele respondeu, “Um pombo, por favor, senhor”. Ele foi muito polido, e eu disse isso a ele, e disse que quando meninos pedem desta maneira, 156 – Reverendo G. VALE OWEN confiando e acreditando, eles sempre conseguem o que desejam, se aquele desejo for sábio e agradável a nosso Pai. Dizendo isso, coloqueio em pé diante de mim, e coloquei meu desejo no que ele pediu. E em instantes a forma de um pombo foi vista no disco de metal que fechava o cinto, e ele foi ficando mais preciso, até que finalmente expandiu para além do disco, e eu o peguei, e era um pombo vivo que ficou em minha mão e arrulhava, e olhava para mim e para o menino, como se imaginando qual fora a causa de seu ser.
Eu o entreguei ao garoto, e ele o pôs em seu peito e correu para mostrar aos outros o que havia acontecido. Bem, isto havia sido nada mais que isca para pescar mais peixe. É claro que eles vieram, um ou dois, até que veio uma pequena multidão de faces ansiosas olhando para mim, não ousando perguntar, aliás, longe de serem corajosos para tanto. Eu ainda esperei e não disse nada, mas somente sorria a eles em retorno aos seus sorrisos; porque estava dando a eles uma lição do poder da fé, e sua habilitação demandava alguma iniciativa da parte deles. Foi uma mocinha que primeiramente tomou coragem para dizer os desejos dela e de seus companheiros.
Ela andou em minha direção e pegou a borda de minha túnica em sua pequena mão cheia de covinhas e, olhando para mim, disse quase trêmula, “Se fizer o favor, senhor...”, e parou e enrubesceu confusa. Então a envolvi em meus ombros e pedi que dissesse seu desejo. Ela queria um carneiro. Disse a ela que as ordens estavam chegando em bom estilo, e crescendo logo em tamanho. Um carneiro era um animal de estimação bem maior que um pombo.
Ela acreditava que eu poderia darlhe um carneiro? Sua resposta foi bem ingênua. Ela disse, “Se lhe aprouver, senhor, os outros também”. Eu ri cordialmente, e chameios para perto, e eles disseram que sim, se eu pude fazer um pombo com penas, eu poderia também fazer um carneiro coberto de lã (mas eles chamavam de pele). Então sentei e falei a eles.
Pergunteilhes se amavam nosso Pai, e disseram, “Sim, muito, pois foi Ele Quem fez toda esta maravilhosa região, e mostrou para as pessoas como amála”. Eu lhes disse que aqueles que amavam o Pai eram Suas verdadeiras crianças, e que se elas pedissem ao Pai qualquer coisa sábia e boa, acreditando que Ele estava presente em Sua vida e poder, assim eles seriam capazes de fazer suas vontades usarem aquele poder, para que a coisa desejada viesse a eles. Então não era necessário que eu fizesse mais qualquer animal para eles, porque poderiam fazêlos. Mas, como seria um caso bem difícil de começar, eu os ajudaria. Então, ao meu pedido, todos pensaram no carneiro que queriam ter, e então desejaram que viesse a eles.
Mas aparentemente nada veio; e eu restringi meu poder dentro de certas limitações, a propósito. Depois de tentarem um pouco, pedi que dessem uma pausa. Aí expliquei que não havia poder suficiente ainda, mas quando crescessem seriam capazes de fazer até isto, se continuassem a desenvolver sua fé, em orações e amor, e continuei, “Porque vocês têm este poder, somente que ainda não está grande o suficiente, exceto para pequenas coisas. E vou mostrarlhes que vocês têm algum poder em vocês agora, então continuem a aprender as suas lições de seus guardiões. Vocês ainda não têm poder suficiente para criar um animal vivo, mas têm o suficiente para influenciar um já vivo a vir até vocês.
Há carneiros neste estado? Eles disseram que não havia nenhum, mas que havia alguns num estado bem distante dali, onde estiveram numa visita pouco tempo atrás. “E vocês”, eu disse, “por sua fé e poder trouxeram um destes carneiros até vocês”. Apontei atrás deles e, virandose, eles viram um carneirinho pastando na grama 157 – A VIDA ALÉM DO VÉU entre as árvores, a uma pequena distância dali. Eles ficaram surpresos demais, a princípio, para fazerem alguma coisa a não ser olhar fixo para ele.
Mas alguns dos mais velhos se recobraram, levantaramse e correram, com gritos de alegria até o lugar onde ele estava e este, ao vêlos, correu brincando e saltitando para encontrálos, parecendo tão alegre quanto eles por encontrar companhia para brincar. “Está vivo”, eles gritavam, e acenavam para chamar os retardatários; e logo o pobre carneiro estava sufocado com afagos e carícias, como se pudesse ser uma criança de sua própria criação. Eu realmente penso que eles tinham por ele um considerável senso de maternidade e propriedade. Agora, isto pode parecer mais ou menos casual, de acordo com a inclinação de quem lê. Mas é questão de essência.
E direi a você que a pequena linda lição assim dada foi o início do que sucederá, talvez longas eras adiante, na criação de algum cosmos, como poderá ser o de que seu planeta seja um pequeno membro. É assim que os Principados e Poderes começam a treinar para coisas mais poderosas. O que eles me viram fazendo foi um ato de Criação. O que eles fizeram por si, com alguma pequena ajuda minha, foi o começo de tal envolvimento que deverá conduzilos àquilo que fiz, e então a progredir, como nesta esfera fazemos, de poder a um poder ainda maior, conforme a fé vá incrementando, pouco a pouco, enquanto a usamos a serviço d’Ele Que nos dá dela para a nossa felicidade. Isto é fé, e invisível a você, ou vista não tão claramente, santificada pelo que ora e tem altas motivações, traz a superação de sua própria satisfação.
Usea então, mas com cuidado, circunspecção e toda a reverência, porque é uma das grandes responsabilidades que Ele confiou a você e a nós em maior medida e não é recurso intermediário de Seu grande amor. Que Seu Nome seja abençoado pela generosidade sem limites de Suas dádivas. Amém para sempre. + Segunda, 22 de dezembro de 1913. Assim foi, então, na Casa e na escola das crianças. Agora às outras questões daquela jornada.
Entrei numa vila onde havia um pequeno número de casas agrupadas, mas cada qual em seu próprio pequeno domínio. Aqui havia várias comunidades miniatura de pessoas que tinham em mãos ocupações diferenciadas somente em detalhes, mas em geral na mesma linha de desenvolvimento. O cabeça do lugar veio encontrarme numa ponte que passava sobre um córrego que circundava bem próximo a este vilarejo e seguia adiante, eventualmente lançando suas águas naquele rio do qual já falamos. Assim que fizemos nossas saudações, atravessamos juntos. Conforme caminhava percebi a limpeza dos jardins e habitantes, e comentei com aquele que me acompanhava.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.