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Capítulo 67 de 87
Parte 67 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Há muitas coisas ali que você não trouxe na memória ao voltar à terra. Quando eu acabar de descrever o lugar, ele retomará a narrativa dele. Paremos por agora, e retomaremos amanhã. Amanhã é dia de Natal. Não pretendia fazer uma sessão amanhã.
Se for capaz, faça. Veremos em sua mente ao decorrer do dia e esperaremos você aqui se seus negócios permitirem sua vinda. Por favor, diga seu nome. 25 Sou Castrel, de quemsua boa mãe escreveu anos atrás. Castrel? Este, sem dúvida, é o nome pelo qual me conhece, amigo.
Serve como passaporte para sua confiança? Sim, senhor. Tentarei sentar para você amanhã. Obrigado por ter vindo. Vou lhe passar a minha narrativa, amigo, do jeito da nossa visita àquele lugar, quando você e eu fomos juntos.
Aproximamonos do prédio por uma subida, porque fica nos altos da Esfera Sete. Passamos uma ampla estrada que fica no pico das colinas e encostas, sempre para cima, em direção ao Santuário. Aos poucos chegamos a um espaço plano, semicircular, e circundado em seu lado mais distante, e nos lados direito e esquerdo, por terras inclinadas cobertas com árvores floridas e árvores da floresta. Aqui e ali uma trilha sobe circulando, no meio das árvores. Estas trilhas levam aos planos mais altos, além.
O Santuário fica no meio deste cercado. Da escadaria que sobe para sua fachada, nós nos viramos e olhamos para longe, sobre esta região de onde viemos. A paisagem é encantadora. As ondulações de vários matizes de verde sobem e descem pelo horizonte. Aqui uma cascata cai com seu barulho, ali uma alameda leva para alguma habitação.
O topo de alguma capela, ou lugar de estudo, ou estação científica, ou colônia de arte, cintila rosa, ou azul, ou violeta, ou branco brilhante. O horizonte não é uniforme. Uma alta montanha está à direita e mergulha sua extensão no oceano que cobre somente sua metade, e à esquerda perdemse de vista mais uma vez as elevações suaves onde a cidade de minha atual ocupação está localizada. É a Cidade Capital, como vocês dizem, da região da qual estou encarregado como Senhorde Tudo. Nós nos voltamos e olhamos o prédio liso, sem muita decoração.
Não há colunata ou pórticos. A principal entrada está na parede no alto da escada. Há janelas, mas com poucos ornamentos. Esta pureza e pobreza de planta tem seus objetivos, que são para dar ênfase, pelo contraste, à sua grandeza interior. Vi que você observou a longa e reta silhueta do prédio na frente, estendendose para a esquerda e para a direita umas cento e cinquenta jardas para cada lado, e de altura cento e sessenta pés, exceto em cada terminal e no centro, onde se elevam três torres pequenas, a maior no meio, sobre a porta.
Passamos para dentro e vimos que a galeria tem cinquenta pés de largura em toda a sua extensão ao longo de todo o prédio, através de seu caminho à esquerda e à direita. Atravessamos este. Vai até o vestíbulo do Santuário. Também dá para saguões menores e quartos, e quando os devotos vêm ao santuário, é aqui que são organizados e esperam pelos oficiantes. Quando eu e você estivemos aqui, não havia cerimônia em curso, 25 Veja o glossário. 359 – A VIDA ALÉM DO VÉU e as pessoas que encontramos eram na maioria os que, como você, estavam em uma breve visita da terra, e seus guias, como eu fui o seu naquele dia.
Voltamos nossos olhares diretamente à nossa frente, cruzando o vestíbulo, e vimos uma abertura de cinquenta pés de largura. Isto continuava por quinhentos pés, onde terminava numa abside e é a largura completa do Santuário propriamente dito. Não há portas para este hall. É completamente aberto à vista em toda sua largura e altura. Somente na entrada há cortinas penduradas, presas em cada lado para dar passagem aos visitantes.
Elas estão penduradas do teto bem do lado de fora da entrada. Quando se deixa que caiam, elas fecham o final do hall, que tem cento e vinte pés de altura, sendo este também o tamanhodas cortinas. Você não as percebeu porque eram de uma cor que não é conhecida por você na terra. E, sendo assim, ficaram invisíveis para mim, não é? Não é bem isso, mas passaram desapercebidas por você por esta razão.
Você poderia têlas visto, mas não teria entendido o esquema cromático. Por esta razão eu não pressionei você a percebêlas. Eu não o vi lá, Castrel. Não estava consciente de ninguém estando comigo, embora, apesar de tudo, tivesse uma ideia de que minha mãe estava lá, ou esteve de alguma forma em contato comigo. Sua mãe, meu amigo, está sempre lá, mas não estava pessoalmente então.
Mas ela soube de sua visita. Por estas duas razões você sentiria a influência dela. Minha presença, eu a restringi em sua radiação para que sua mente pudesse estar nos prédios que algum dia teria que descrever em palavras da terra. É somente por causa do que guardou em sua mente daquilo que viu que agora sou capaz de reproduzir e construir sobre isso. No meu cérebro?
No cérebro de seu corpo espiritual, que fornece de sua capacidade de armazenamento de tempo em tempo, tanto quanto a capacidade menor de seu cérebro físico pode captar e usar. A maioria das cenas que você descreveu nos seus escritos anteriores foram assim guardados no seu cérebro espiritual e reproduzidos desta forma. Sobre este material, como uma fundação, seus comunicantes dos reinos espirituais elevaram a superestrutura deles. Atravessamos o vestíbulo e adentramos o Hall. Um terço de seu comprimento é chamado de Arcada Dourada.
Você estava tão embevecido com a grandeza da Abside, bem diante de você, que apenas relanceou os olhos para os lados desta construção enquanto caminhava ao longo de seu comprimento. Pensou que à esquerda havia janelas. Não eram janelas. Alguns eram nichos, outros corredores estreitos. Isto no lado esquerdo.
No lado direito também havia nichos e corredores, mas em luz mais suave, levando para a parte mais interna do prédio, enquanto que os da esquerda conduzem aos jardins. Todos estes corredores são cobertos com cortinados sedosos amareloprofundo não de seda, mas de aparência sedosa. Sua composição não é de tecido, mas elétrica. Mais sobre isso, depois. As paredes que aparecem entre os cortinados eram douradas, opacas.
Um corredor se divide em sua estrutura num terceiro ao longo de seu comprimento, que passa por ele no mesmo lado. Este termina na Câmara Dourada e é sua única linha demarcante. Não há nem um degrau entre ele e o próximo e maior aposento. Mas à medida que se aproxima dele, há uma sensação de elevação até a Abside. Esta sensação de subida não vem da diferença de nível, mas da atmosfera do lugar, que aumenta em intensidade dinâmica conforme se aproxima dele, até seu ponto mais interno.
Também a Câmara Dourada está em luz suave, em dois terços do poder da luz que banhaa Câmara irmã. 360 – Reverendo G. VALE OWEN E sobre o teto? Que você falhou em observar? Como você entende por telhado ou cobertura, a Câmara Dourada não tem nenhuma. Você realmente olhou para cima uma vez, mas não entendeu.
Às suas vistas, ele se abria para o vácuo e era todo escuro. Isto foi pela mesma razão que você não olhou para as tapeçarias da entrada. A Câmara foi coberta no topo por uma substância de coloração e caráter não conhecidos na terra. Tem mais massa que uma nuvem e menos inércia que o mercúrio. Mas, como o mercúrio, está em movimento contínuo, sendo sensível aos impulsos do pensamento impostos a ele de todas as regiões daquela Esfera tão extensa.
É por esta razão que é inconstante em tonalidade de cor também, e varia de momento a momento. Terça, 30 de dezembro de1919. A Câmara maior além da transversal termina em uma Abside. Ela tem um esquema diferente de coloração. Em cada lado elevamse pilares que são estriados e revestidos com outro.
Entre eles, cortinas em azul real profundo. O todo é brilhantemente rico e, mesmo assim, tão harmonioso no conjunto que há uma dignidade imponente informando sobre este Santuário e o Coro interior. Somado a isto, há uma atmosfera de mistério, já que enquanto as pessoas passam pelas Câmaras Dourada ou Amarela, elas conversam à vontade umas com as outras, ou agrupamse para uma agradável conversa, mas chegando ao Coro ficam em silêncio. Não há janelas, mas mesmo assim sempre está com luz em seu interior. Mas a luz não procede de um centro visível.
Tudo é banhado por ela. Quando você esteve lá, meu filho, você não foi muito longe ao entrar, mas parou para olhar, por causa da beleza imensa daquela Capela. E então você voltou para a Câmara menor, onde você sentiu maior conforto. Pois você não estava sintonizado para as mais altas vibrações do Coro. Foi por isso que não percebeu que a Abside estava num recesso no lado direito, além do arco principal da estrutura.
Este recesso dá para um balcão para fora, onde também há uma capela. Nesta, apenas poucos podem entrar, porque é o lugar de chegada dos que vêm das Esferas superiores e que têm compromissos no Santuário. Está condicionada para vibrações muito mais refinadas e de intensidade dinâmica maior que o Coro. É aqui que os visitantes que descem na Esfera Sete param, para se condicionarem ao ambiente normal antes de entrarem em seus afazeres. Em tais ocasiões, todo o Templo fica eletrificado e seu aspecto e sua influência mudam.
Uma vez, quando um alto Senhor veio, eu vi o Templo assumir um aspecto nublado, e as duas Câmaras tornaramse iridescentes. Suas cores misturaramse quando se encontraram na transversal onde uma luz verde, brilhante e cintilante, pairou. Relembrei me naquela hora, conforme me lembro, do sol atravessando com seus raios dourados a expansão azul do espaço etéreo. A faixa neutra da transversal, interceptando e absorvendo o éter e o brilho do sol, tomou o aspecto verdejante da fertilidade. Você vê, bom amigo, eu vim até aqui vindo da terra, e talvez foi pressa de minha parte por causa do meu passado, pois nem toda fertilidade, mesmo na terra, é verde, e em alguns planetas é menor em extensão que a área coberta.
Agora, meu bom amigo Arnel tem em mente reassumir sua narrativa. Agradeço a ele e a você, meu amigo, pela cortesia nesta permissão a fim de que eu pudesse escrever através de sua mão. Deus lhe dê Sua bênção e a todos que nos recebam, como você fez. Não é sempre assim, e sempre nos regozijamos quando nossos companheiros da terra recebem nos com boas vindas. É doce para nós, e esforçamonos para que a doçura não seja levada de volta, mas que possa estar sobre você e permanecer ali. 361 – A VIDA ALÉM DO VÉU Antes que se vá, Castrel, poderia dizer‐me se ainda tem ao seu encargo aquela cidade onde estava quando minha mãe visitou‐o?
Sim, amigo, ainda trabalho ali e tenho a mesma casa por residência. É por isso que vim até aqui. O Templo que descrevi a você, e ao qual o guiei pouco tempo atrás, está em minha jurisdição. Não está em minha paisagem, mas fica dentro dos limites territoriais. É a Esfera Sete.
Conforme Zabdiel numerouas a você, sim. Nãoa nomeamos assim ali. Obrigado. E agora, meu filho, retomo minha narrativa. Um grande número de pessoas reuniramse no Corredor e foram levadas para a Arcada Amarela.
Alguns foram além da transversal, para o Coro. Depois de um tempo de silêncio, o espaço começou a tomar uma coloração violeta que se mesclava nas roupas da Assembleia também, e mudavaas para uma nuvem luzente de material leve. A Abside começou a brilhar, e um número de formas apareceu e ficou em intervalos em torno do arco da parede na extremidade mais distante. Então, pelo balcão, chegou um grupo de visitantes. Eram de ambos sexos e estavam vestidos em cores variadas.
A cor dominante estava entre vermelho profundo e púrpura. Deles, uma radiação era emitida que invadia as cortinas e faziam com que brilhassem e cintilassem como se fossem de fogo. Verdadeiramente eram, mas o fogo não as consumia como o fogo da terra o faria. A radiação dava a elas certa vida e sensibilidade que você não entenderia. Aqueles cortinados imponentes não tanto absorviam os raios, mas transmutavaos, refletindoos de volta para o Coro, onde banhavam as pessoas ali agrupadas numa operação quase inteligente.
Era como se a personalidade destes elevados e poderosos Anjosvisitantes penetrasse nos materiais e, dali, para os que estavam no espaço que eles delimitavam de cada lado. O propósito desta Assembleia era o de instruir e, para os que foram promovidos ao Coro, o de iniciação para algum alcance mais elevado de serviço dentro da Esfera. Não era para sua promoção para a próxima Esfera, mas para convocálos a algum ofício definido naquela mesma Esfera, para as obrigações pelas quais estiveram treinando longamente. Agora, quando tal convocação é feita na terra, também é dada autoridade ao convocado para que exerça seu ofício em nome do Estado. Mas aqui, o iniciando tem seu poder aumentado, a fim de conduzir o trabalho com sua própria habilidade inerente.
Ele é mudado em sua capacidade pessoal. A circunferência de forças a seu comando é ampliada. Resumindo, ele se torna maior, não somente em autoridade executiva, mas também em força de espírito. Paro com as palavras, meu filho, mas você suprirá de significado onde faltou aptidão para expressálo. 362 – Reverendo G. VALE OWEN III FESTIVAL DO CRISTO CRIANÇA Quarta, véspera de AnoNovo, 1919.
Quando esta Assembleia agrupouse, era Véspera do Natal na terra. Nosso pessoal, portanto, fazia suas devoções ao Cristo Criança, e com sua intenção dirigida para a Cristandade. Em várias Esferas, serviços semelhantes estavam acontecendo. O poder de bênçãos de todas estas congregações é agrupado por aqueles cujo trabalho é fazer isso: coordenar e misturar e então projetar as bênçãos para o plano da terra. Aqui também há estações em variados centros onde a massa deste poder é novamente tratada, desta vez analiticamente.
As miríades das congregações celestes incluem as de diferentes sistemas de Cristandade. Nas esferas mais altas, elas são mudadas em suas características meramente temporais, e levadas a se aproximarem mais, como filhos do Pai Único. À medida que se aproxima do plano da terra, entretanto, os traços sectários persistem. Naquelas esferas mais próximas da terra, onde também persistem, prejudicam também. Tudo isso é misturado na soma das muitas contribuições oferecidas.
Assim, são tratadas pela mescla e refino, e então pela divisão em correntes de influência, variando de intensidade e composição, mas é retirado dali qualquer ingrediente de inimizade ou rivalidade. Assim, elas alcançam as pessoas da terra, para ajudálas em suas devoções. Este ministério é continuamente operativo. Mas ao tempo das Festas grandes, assimilam o sentimento de adoração dominante nestas épocas. Não é somente a Cristandade a receptora de tais bênçãos.
Mas conhecendoO pelo nome de Cristo, ou outro Nome, ou nenhum nome, todas estas bênçãos vêm a eles através d’Ele, que chamam de Cristo. Por esta razão: Todo o poder de vida e movimento originase do Único Pai. Acima de nós, e entre nós e Ele, está a Esfera Crística, plena da Presença do Cristo. Esta esfera é o ambiente que circunda todas as Esferas entre ela e a terra, que está incluída nela. A corrente de vida e de poder vindo do coração de Deus precisa atravessar a Esfera Crística em seu caminho.
Alcançanos acrescentada em seu caráter de Sua Presença e Personalidade. E assim, reciprocamente, todos os povos da terra, ou de qualquer sistema de religião que tenham, devem em sua adoração alcançar o Pai através do Cristo. Não importa por qual nome seja conhecido, se Islamita ou Budista, todos estando unidos potencialmente n’Ele, chamamNo tambémpelo nome que desejarem. A divisão em religiões parece concernir muito a vocês da terra. Aqui apreciamos as coisas sob outro ângulo.
Haveriam duas religiões somente, meu filho, como as consideramos: Uma é obedecer a Deus, e a outra é obedecer a nenhum deus. E esta última não é religião. Então, depois disso, dois é demais. Há apenas uma religião, e uma família no Único Pai; é o que aprendemos à medida que progredimos para a frente e para cima, em direção à Única Fonte de tudo. Assim, naquele templo fizemos nossa oferta de reverências a nosso Pai e ao Seu Filho o Cristo.
Você poderia contar a respeito do Serviço, se quiser. De algumas partes posso contarlhe, meu filho, mas algumas outras são demais 363 – A VIDA ALÉM DO VÉU indefiníveis para serem transcritas na linguagem da terra. Bem. Iniciamos em Silêncio. Conforme ele se intensificou, começamos a escutar as emanações de várias reverências.
Primeiramente vinham da terra. Então, conforme nós mesmos vibramos mais intensos e elevados, escutamos as emanações das Esferas sobre a terra. Gradualmente, o hino mudava e adquiria mais doçura e volume, à medida que vinha das esferas mais próximas do Templo em que estávamos. Então ouvimos as exaltações destaesfera, e a elas nos juntamos. A assembleia aspirava ainda às vibrações de harmonia que receberíamos da Esfera Oito e das de cima.
Mas conforme o foco de nossa concentração ia subindo de esfera em esfera sobre nós, o número dos que eram aptos em captar plenamente o tema, e em ler e interpretar tudo, diminuía. Outros captavam o silêncio e recebiam as vibrações através das companhias mais evoluídas que, por sua vez, captaram, assimilaram e projetaram novamente para baixo, em direção aos demais, e em direção à terra. Estes que vieram nos visitar podiam enviar mais longe a harmonia ou, para expressar o que quero dizer, para receber a corrente de preces daqueles céus mais próximos da esfera do Cristo e passar para nós e para os de evolução menor que a nossa. Assim é, meu filho, que todo o sentimento de amor e bons desejos e paz de uns aos outros, que chamam de espírito de Natal, é ampliado de volume por causa das contribuições destas Esferas enviadas a vocês. São absorvidas e gozadas por vocês, e são tão poucos de vocês que sabem o quanto próximos de vocês estamos, nas horas de suas orações, como esta época.
Mas estamos tão próximos a vocês como estiveram aqueles que contaram as novidades aos pastores. Eles estiveram “com” os pastores, diz a Bíblia. Nós também estamos com vocês, assim, atuando verdadeiramente. Paremos por agora e começaremos novamente amanhã, meu filho. Continuarei a descrição do Serviço.
E que tal uma pequena parábola aqui, Arnel? Você me faz feliz, meu filho, por seu gosto por minhas parábolas. Bem, que seja. Um menino estava na beira do rio e olhou para uma árvore cheia de folhas, porque escutara ali um barulho. Ali, olhava para baixo, observandoo, uma velha coruja que piscava aos raios de sol.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.