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Capítulo 36 de 87
Parte 36 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
E quando isto for atingido, então estes que esperam pela oportunidade de falar com os homens encontrálaão, e não deixarão passar. O tempo está bem próximo agora, e muito daquilo que é útil poderá ser procurado e esperado. Pois temos visto que a batalha mais dura diante de nós é conquistar o materialismo do Ocidente, e regozijamonos nesta luta dura, como você faz, e mais ainda, não nos cansaremos tão cedo. Não seguiremos adiante com isto agora, já que você se cansou. Assim, boa noite, amigo, e a paz de Deus a você.
Quinta, 22 de novembro de 1917. Se puder dar sua mente a nós por uns instantinhos, tentaremos explicar mais a você no que se refere ao nosso método de trabalhar e servir aos homens. Você entenderá que, sendo estas regiões muito vastas em área, e sendo incontáveis os habitantes das esferas, os métodos de trabalho variam nos diferentes lugares, e de acordo com a evolução de organização atingida em cada um. Falamos, portanto, neste momento, apenas de nosso próprio local, não de outros. Precisamos fazer assim, porque para uma comunidade são 196 – Reverendo G.
VALE OWEN dados os procedimentos de outras para que sejam estudados, tanto para a edificação quanto para a coordenação também. Mas ficaremos restritos ao nosso próprio lugar agora. Há muita coisa para se fazer a fim de ajudar a humanidade que está confiada a nós como nossa tarefa peculiar na esfera de onde viemos. Estes compromissos estão divididos, e uma tarefa mais especial é dedicada aos grupos de trabalhadores. Destes grupos, em número de sete, nós aqui presentes formamos o que vocês chamariam de uma seção ou destacamento.
Fomos delegados para este trabalho que agora temos em mãos, que é o envio de uma série de mensagens através de Kathleen, sua pequena amiga e, na sequência, a você. O grupo ao qual pertencemos varia em número de vez em quando, conforme novos membros são iniciados, ou os membros progridem e são chamados para a próxima esfera acima. Neste presente momento o total do grupo é de trinta e seis, e trabalhamos normalmente em destacamentos de seis com um líder, mas algumas vezes com mais, algumas vezes menos, de acordo com a naturezado trabalho que devemos fazer. A razão de trabalharmos em grupos, e não sozinhos, não é apenas para um aumento de forças ou para maior poder, mas também para a combinação de influências a serem expostas e misturadas num todo. Isto nós já explicamos a você.
Esta mistura, para ser efetiva, deve harmonizarse com a personalidade ou personalidades através de quem trabalhamos, ou de outra forma o efeito seria de qualidade incerta e propensa a erros de maior ou menor grau. Há outros serviços de outras espécies aos quais isto não se aplica, mas deixamos de lado estes por um tempo e falaremos de nosso atual trabalho. Há apenas duas personalidades que temos atualmente a considerar: a de Kathleen e a sua. Falamos apenas de duas, nossa intérprete – você assim a chamaria – é uma de nós. Vocês dois estiveram sob nossa observação por muitos meses no passado.
Primeiro nós o encontramos. Nós soubemos de você através de seus escritos para a senhora sua mãe e seu grupo, e mais tarde para meu senhor Zabdiel. Pode dizer algodele? Muito seguramente, amigo, e assim faremos num tempo apropriado, mas não nesta noite. Nós, portanto, estudamos e analisamos sua mentalidade e o que você guardou lá nos anos de sua vida terrestre, e sua alma – que é seu corpo espiritual, assim empregamos a palavra aqui nestes escritos – e a saúde dele, e em quais membros a saúde requeria uma melhora a mais; e também, tanto quanto pudemos, estudamos a qualidade e o caráter de suas facetas, o espírito em si.
Isto foi passado através do espectro que usamos – não muito parecido com aquele sobre o qual seus cientistas falam, mas que é aplicado por nós, nos homens e suas emanações, como seus cientistas fazem com o raio de luz. Assim você foi, mesmo que desconhecendo, vasculhado e testado com muito cuidado e detalhamento. Fizemos nosso diagnóstico, cuidadosamente escrito em detalhes, e então comparamos com aquele que foi feito quando meu senhor Zabdiel usou você, e também com o registro mais cru, mas bastante completo, usado quando sua mãe veio a você pela primeira vez e, com suas companhias, imprimiu em você seus pensamentos. Estes três registros mostraram seu progresso. Em algumas coisas você... pensou que diríamos algo de você, amigo?
Sim, por favor. Em algumas coisas você progrediu e em outras falhou, mais pela razão de muito serviço em seu tempo e pensamentos postos a trabalhar provindos desta guerra atual. Num balanço total, penso eu, podemos dizer que achamos você, como instrumento, um pouquinho inferior do que você era anos atrás. Concordamos que seríamos capazes de usar 197 – A VIDA ALÉM DO VÉU sua mente quase que completamente como já fizeram antes. Mas foi nas coisas mais profundas onde foi achada uma falta em você – aquelas que levam para um voo espiritual e êxtase, e nos permitem trabalhar na faculdade imaginativa, que é o que deveria ser chamada uma clarividência interior, e também na escuta interior.
Apesar disto, achamos você um instrumento que poderia ser usado e deve, talvez, progredir com o uso, e estamos felizes em usar você. Outra coisa mais, descobrimos que as linhas de progresso para cima e para baixo não se encontram sempre continuamente em linha reta, quando colocamos os três registros emendados numa sequência. Houve discrepâncias, e aquelas que são concernentes aos dois últimos registros, o nosso e o de antes de nós, descobriuse que eram da nossa conta, não daqueles que fizeram o registro por meu senhor Zabdiel. Isto não é para espantar, se você pudesse conhecer o método empregado por nós. No seu progresso, não sendo sempre na mesma direção, as linhas entrecruzaramse e envolveramse uma à outra, o que resultou em confusão.
Mas os erros foram todos nossos. Pararemos por aqui, e espero continuarmos este mesmo tema amanhã à noite, pois você teve mais de uma interrupção, o que é mais que bastante, e não está fácil usálo esta noite por causa delas. Precisamos nos esforçar por combinarmos melhor, se pudermos, para que isso seja evitado daqui para frente. Tentaremos. Boa noite, amigo, e que as bênçãos de Deus possam estar no caminho por onde passa.
Sexta, 23 de novembrode 1917. Continuaremos, amigo. O elo que se estende entre a redação na sua mente e o lápis e papel pelo qual passa esta corrente de pensamentos a outros, está agora caminhando para a perfeição. Feita a procura, levandose em consideração sua personalidade própria e os traços particulares, encontramos uma ligação entre nós e você – aquele que poderia receber esta mesma corrente da união de nossas mentes, refratála, em certa medida transmutála, eliminar dela aqueles elementos que num espectro não são de utilidade ao olho humano, nem de efeito sobre a retina, e transmitir o residual a você. O que chega a você vindo de nós, entretanto, não é a soma total do que inicialmente foi enviado a você.
É análogo a que chamam a parte visível do espectro, isto é, é tudo o que pode ser feito visível ao olho humano – aquela luz composta de vibrações de raios que nem são ultra, nem a base. Isto, em si, é uma explicação das muitas dificuldades de comunicação que frequentemente parecem ser irracionais no elo final de sua corrente. Agora, todas as leis são coerentes e têm certos pontos de semelhança. É assim agora. Pois, assim como aquela luz branca pela qual você vê não é uma única, mas uma unificação, assim é conosco.
A luz branca unifica em si mais cores que uma, que, combinadas, produzem uma corrente de luz de uma só cor, e neutra. Assim nós, nossas mentes combinadas, não produzimos a você cada um dos próprios elementos em separado, mas uma corrente coerente, como se proviesse de uma só mente. Esta ilusão é obtida também por causa de nossa transmissão desta corrente, que é através de nossa excelente amiguinha e médium de transmissão, Kathleen. Perceba também que estes elementos devem ser misturados na proporção certa, e cada qual em sua quantidade adequada, ou o efeito estaria arruinado, como se a luz não fosse branca, mas mesclada, havendo uma cor predominando acima de sua proporção justa, na mistura de todos. Nós estamos coletando nossos materiais para o pudim, veja você, mas ainda não estão prontos para a mistura.
Nós acabamos de entrar em contato com um elemento muito importante. Encontramos a senhorita Kathleen e, por causa de sua amizade com ela, e afinidade, alguém de seu próprio sangue. 198 – Reverendo G. VALE OWEN Você quer dizer Ruby? Ela mesma, quem mais? Sua filha Ruby é, para Kathleen, tanto amiga como instrutora.
Muito bem. Convidamola como convidamos você, um pouco mais ou pouco menos, e chegamos a um problema grande e muito delicado, do qual depende grandemente o sucesso e a ventura de nosso serviço. Nós éramos seis homens, e Kathleen mulher. O sexo predomina muito em nossa ciência aqui, como acontece com vocês. Poderíamos trabalhar mais facilmente por um cérebro masculino, até mesmo como os nossos.
Portanto, não puxando demais por sua paciência, deixenos dizer que encontramos alguém cujo pensamento por um lado corresponderia com o nosso, e por outro lado, fosse uma mente com um toque feminino. Esta é a senhora que atua na função de intérprete. Ela é de nossa esfera, também é de nosso grupo, e ainda mais, tem muita prática, e está por muito tempo em nossa companhia. Ela está sintonizada conosco como uma das nossas, e sintonizada com a Kathleen pelo lado feminino. Ela é quem resume e mistura o total de nossas mentalizações – pensamentos – e os transmite a você através de Kathleen.
Você perceberá que estas mensagens têm, na sua maioria, o tom masculino de pensamento e expressão. É por causa da predominância do elemento masculino na composição deste destacamento do grupo. Mas às vezes você poderá, talvez, detectar o elemento feminino com mais proeminência. Isto acontece quando o tema é tal que fica mais conveniente que a mente feminina dirija, e que nós, pobres homens, apenas sigamos, aplicando nossos poderes mais brutos às rodas, assim incrementando o elemento dinâmico na aventura. Mesmo Kathleen, às vezes, irá dar uma espiada naquilo que for de seu trabalho, e sem dúvida será agradável para você, como ela é para nós, na sua doce e ingênua maneira de ser.
Você fala como se pretendesse que esta série seja bem longa. Não pretendo parecer grosseiro, mas achei que aquela outra foi bem extenuante. E não somente isso, amigo. Não se alarme. Passamos alguns sofrimentos para preparar esta empreitada – é uma empreitada menor.
Você parará de escrever para nós assim que o desejar. Mas não penso que estará disposto a desistir de nossa companhia. Você já está achando, de alguma forma, muito agradável vir, e estar próximo a nós, e escutar nossa mensagem. Isto continuará, como penso. Mas, para seu conforto, direi que nosso propósito não é mais que dar o que meu senhor Zabdiel deu, porém algo que não será tão extenuante em sua natureza, mas será lucrativo, esperamos.
Algumas vezes você diz “eu” e algumas vezes diz “nós.” Suponho que seja porque há dois aspectos em sua mensagem: A única corrente e os vários elementos que concorrem para formar a corrente; vocês sete falando algumas vezes no plural e algumas vezes como um. É assim? Não é uma má explanação, amigo, e é parcialmente verdadeira, mas somente em 17 parte. Quando dizemos “eu”, falamos em nome do líder de todo o grupo de trinta e seis, como hoje está assim composto. Quando eu digo “nós”, estou falando naquele momento no comportamento dos outros seis neste detalhe.
Agora há uma coisa para você pensar: como a unidade e a diversidade, como o singular e o plural podem ser intercambiáveis e com que tamanha facilidade isso é visto nestas mensagens. 17 Na quarta‐feira subsequente a esta, o Sr. Vale Owen foi questionado nas seguintes perguntas através da prancheta usada pela sua esposa: “— Estará George na Igreja amanhã por si mesmo? Porque o Líder gostaria que ele ficasse calado; não o pressione apresentando as pessoas que chegam para falar com ele. Estarei chegando amanhã bem cedo para prepará‐lo para um Líder disposto”. Kathleen. (G.
V. O.) “— Você quer dizer que o Líder do grupo que vem com você está disposto?” “—Sim, nós sempre o chamamos de “Líder!” 199 – A VIDA ALÉM DO VÉU Amigo, há uma profundidade aqui na qual você falhará no significado enquanto estiver na carne, tente como queira, pois é um círculo externo do mais íntimo santuário onde está o sublime Mistério dos Três em Um. Nota: O Sr. Vale Owen decidiu, depois desta mensagem em prancheta acima, atribuir todas as mensagens não assinadas neste volume como vindas do Líder (veja o começo do Capítulo VI). 200 – Reverendo G. VALE OWEN IV O MINISTÉRIO ANGÉLICO NAS ESFERAS INFERIORES Terça, 27 de novembro de 1917.
Nós temos nossa matéria pronta em mãos, amigo, e pedimos que nos dê sua mente, para que possamos contarlhe de um incidente que aconteceu recentemente na esfera onde sempre estamos para supervisionar um trabalho que há ali. É a construção de um prédio semelhante a um templo; seu propósito, quando completo, é o de coordenação de energias com a finalidade de aqueles da vida da terra poderem receber lá, o mais rapidamente possível, nossos pensamentos vindos de cá. Este prédio está sendo construído devagar já por algum tempo, e está perto de terminar. Descrevêloemos tão bem quanto pudermos, e posteriormente o uso que lhe será dado em breve. O material é de várias cores e de várias densidades.
Não é feito de tijolos agrupados, nem de blocos como os de pedra da terra, mas cresce em uma única peça apenas. Quando decidimos o seu projeto, fomos ao lugar já escolhido onde ele ficaria. O lugar foi um platô entre o mais baixo e o mais alto dos planos da Esfera Cinco. Repare que estamos, nestas mensagens, seguindo a linha que Zabdiel deixou ao enumerar as esferas. Outros, algumas vezes, adotam este método, e outros, de outra forma própria.
Mas você está mais ou menos familiarizado com esta forma, então nós a usamos. E é, ainda mais, um sistema mais conveniente de graduação que alguns outros, que frequentemente são mais complicados, ou ainda genéricos demais. Meu senhor Zabdiel escolheu uma espécie de medida, e então deixemos ficar aqui e agora. Nós nos reunimos, portanto, e depois de um silêncio, a fim de harmonizarmos nossas personalidades em direção à empreitada única, concentramos nossas mentes criativamente nas fundações e, gradualmente e muito vagarosamente, emanamos o fluido do poder de nossa vontade do chão para cima, e mais alto, até que chegamos ao andar semelhante a uma cúpula, e ali ficamos enquanto o Senhor Anjo, nosso líder, agrupou o total de nossas energias em si, e foi gentilmente ondulando o fruto de nosso empenho à medida que desviava a corrente poderosa da vontade para o espaço enquanto permanecíamos com a corrente de cada um de nós pulsando. Agora, isto pode soar estranho em sua mente, amigo.
Mas a razão disto foi: nós, como uma companhia, somos bem treinados e por longo tempo temos exercitado para atuar em concordância. No entanto, ao terminar o primeiro andar daquela frágil estrutura, foi preciso um maior controle das personalidades, mais potente do que a que pusemos em operação, ou o edifício teria tido sua forma arruinada ou a estrutura rompida, e nossos esforços teriam sido por nada. Uma razão a mais achamos difícil alcançar, assim como você poderia entender nossas palavras. Pode ser, pensando no assunto, que entenda a razão disto, se não entender o método. Pense nas linhas de corte do cordão umbilical, e 201 – A VIDA ALÉM DO VÉU também no outro cordão vital da morte, ou no fechar rápido demais de um conduto por uma porta de eclusa, ou alguma coisa da mesma natureza, e você poderá vislumbrar o que de bom grado diríamos, mas há falta de palavras.
Então o primeiro passo era o exterior do prédio na totalidade, mas esmaecido na fachada e de duração transitória. Assim, depois de descansarmos um pouco, recomeçamos mais uma vez nossa tarefa, e começando nas fundações como antes, reforçando cada pilar e porta e torres e torretes, conforme subíamos vagarosamente, até que o domo foi alcançado. Fizemos isto muitas vezes, e então deixamos a estrutura assim, a forma externa somente, mas já completada em sua forma. O que estava faltando era, principalmente, profundidade nas cores, a complementação da ornamentação mais delicada e então, quando isso fosse feito, a solidificação do todo, até que fique tão forte que possa suportar muitas eras. Fomos ao processo por muitas vezes, e frequentemente, conforme nossas forças se renovavam, e mais encantadora e feliz era a elaboração da beleza.
O Templo é muito majestoso, tanto em proporção quanto em tamanho, e também em projeto – um objeto de muita beleza, sempre crescendo mais bonito, enquanto cada um de nós dá de si mesmo para gerálo. Os prédios nem sempre são erigidos desta forma nas esferas; há muitos métodos para a sua construção. Mas quando são feitos assim, tornamse não tanto um trabalho dos construtores, mas nossas crianças muito amadas, porque são parte de nossa própria vitalidade e de nossa idealização. Tais prédios como esse também são mais receptivos às aspirações daqueles que vêm a eles depois, como trabalhadores, pois as construções têm uma certa vida, talvez não uma vida completamente consciente mas, mais corretamente, estão dotados de sensibilidade. Penso que deveríamos colocar este fato assim: Que enquanto uma casa como esta não termina, sua função é, para nós, seus criadores, como o corpo humano é para o espírito que o usa, tanto dormindo quanto acordado.
Nós estamos sempre em contato com o trabalho ali realizado, através de sua sensibilidade. E não importa para que esferas, num tempo futuro qualquer, a companhia que o criou tenha se dispersado, sempre haverá naquele prédio um foco de comunhão real e vívida, e a alegria de todos eles é justamente aquela que você conhecerá quando se agregar aos criadores nestas esferas, se esta for a linha de sua subida no Reino de Deus. Agora, quando a parte externa foi feita e confirmada, ali restou o trabalho interno, de maiores detalhes: a decoração das câmaras, saguões e capelas; a colocação dos pilares em colunatas; as águas das fontes para estarem em perpétuo fluir, e muitas outras formas de detalhamento. Primeiramente permanecemos juntos do lado de fora e concentramonos nos pilares de suporte e paredes divisórias, e quando estes foram assentados, fomos para dentro e visualizamos o trabalho artesanal, como diriam vocês, mas nossas mãos não trabalharam muito, nossas cabeças e corações foram os construtores. Então, lá dentro levantamos a abóbada, e, conforme você descreveria, diariamente fomos de câmara para câmara, hall e corredor, e decoramos cada um, pouco a pouco, seguindo o projeto original e o esquema, até que tudo estivesse feito, terminando com o embelezamento do conjunto.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.