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Capítulo 35 de 87
Parte 35 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
“O que está lendo, meu amigo?” o Anjo perguntoulhe. O homem assim respondeu, “É algo que não é de muito interesse para mim, senhor, o que leio. Não está dentro de minha compreensão, sem dúvida, porque evidentemente não foi escrito por alguém desta esfera, mas de uma muito mais alta”. “Para que fim foi escrito?” o Anjo perguntou novamente, e ele respondeu, “Senhor, ele fala de um estado elevado e um empreendimento de organização de grandes companhias de homens e mulheres nas esferas acima de nós a serviço do Único Pai. Estas pessoas, penso eu, foram algum dia de nações e crenças diferentes umas das outras, porque assim o modo de discursarem parece mostrar.
Mas ao escritor deste livro, eles não mais parecem diferentes, porque eles têm, por um longo treino e muito progresso, vindo juntos como um grupo de companheiros, não havendo mais divisões entre eles para apartálos, nem em afeições uns por outros, nem em entendimento racional. Eles são uníssonos em propósito e serviço e desejos. Por isso eu julgo que a vida aqui descrita não seja desta esfera, mas de uma distante acima desta. O livro, mais ainda, é de instrução, não só para aquele grupo brilhante, mas também para servir de guia para líderes entre eles, porque fala de diplomacia e alto governo, e da sabedoria requerida por aqueles que lideram. Por esta razão, senhor, isto não é de meu interesse presentemente, mas poderá ser daqui a muito tempo.
Como o livro veioparar aqui, não sei lhe dizer”. Então o Anjo Senhor tomou o livro e fechouo e devolveuo ao sapateiro silenciosamente, e, enquanto ele o pegava das mãos do Anjo, suas faces ruborizaramse de confusão, porque brilhando na capa estavam gemas de rubi e outras brancas que cintilavam em letras que formaram seu nome em brilho e chamas. “Mas eu não havia visto isto, senhor”, ele disse. “Eu não vi meu nome ali, senão agora”. “Mas é seu, como vê,” disse o Anjo Senhor, “e portanto, para sua instrução.
Pois saiba, meu amigo, esta esfera é apenas um lugar de descanso para você. Agora que já descansou, deve começar seu trabalho, e que não é aqui, mas naquela alta esfera de que o livro trata e na qual foi escrito”. O sapateiro não conseguia falar, porque estava com medo e encolheuse e inclinou sua cabeça diante das palavras do Anjo. Apenas isto ele pôde dizer, “Eu sou um sapateiro, senhor; não sou líder de homens. E eu estou contente com o lugar humilde neste lar brilhante que é o Céu, indubitavelmente, para os que são como eu”.
Mas o Anjo disse, “Agora, apenas pelo que disse, você deveria ter uma promoção. Pois você deve saber que a humildade é uma das proteções e salvaguardas certas daqueles que permanecem nos altos lugares de comando. Mas você tem mais armas que esta proteção de humildade, que é protetora de uma forma passiva. Armas de ofensiva que você também temperou e afiou naquela vida na terra. Quando você fazia botas, seus pensamentos eram para fazêlos de tal forma que aguentassem um longo uso e protegessem o bolso de seu pobre comprador.
Você pensou mais nisso que no preço que cobraria. Isto, sem dúvida, você fez ser uma regra; aquela regra cresceu em você e tornou se parte de seu caráter. Aqui, tal virtude não é pouco estimada. “Novamente, apesar de que fortemente pressionado para pagar seus compromissos, mesmo assim, de tempo em tempo você deu uma hora de seu dia para ajudar algum amigo recolher sua colheita, plantar seu pedaço de chão, cobrir com palha seu telhado ou amontoar o feno, ou talvez olhar algum doente, ficando ao lado de sua cama. As horas assim dadas, e que você repôs à luz de velas, para você foram pobres.
Isto também foi notado neste lado, pela razão do aumento de brilho de sua alma, porque podemos ver o mundo dos homens pelo nosso vantajoso ponto de vista, onde a luz das esferas, perpassando pelos nossos ombros, vinda de trás, atinge os na vida terrestre e é refletida de volta pelas virtudes dos homens, e não acham refletores em seus vícios. 191 – A VIDA ALÉM DO VÉU Portanto os espíritos daqueles que vivem bem são iluminados, mas escuras e sombrias mostramse as almas daqueles que vivem suas vidas doentias. “Outras coisas eu poderia dizerlhesobre o que fez e o por quê. Mas deixeas para um tempo suficiente, enquanto agora transmitolhe minha mensagem. Na esfera que este livro descreve, ali um grupo de pessoas aguarda você. Eles foram treinados e organizados.
A missão deles é visitar a esfera próxima da terra de vez em quando e receberem, das mãos de quem os traz, espíritos que tardiamente chegaram ali. A tarefa deles é estudar estes recémchegados e colocar cada um em seu próprio local, e mandálo para lá por um grupo de socorristas que atendem a este propósito. Eles estão prontos para começar a qualquer momento e apenas estão esperando por seu líder. Venha, bom amigo, e mostrarlheei o caminho ao local onde eles estão esperandopor você”. Então o sapateiro ajoelhouse e colocou sua face no chão aos pés do Anjo e lamentou e disse, “Se eu fosse apto, senhor, para este grande serviço...
Mas, ai de mim, não o sou. Nem conheço estegrupo, nem sei se me seguiriam”. E o Anjo replicou, “As mensagens vêm d’Aquele Que não erra na escolha das pessoas. Venha, você não encontrará um grupo de estranhos ali. Porque, frequentemente, quando seu corpo cansado dormia, você foi levado àquela mesma esfera, sempre, mesmo na sua vida na terra isto foi feito.
Ali você também foi treinado, e ali aprendeu, primeiro a obedecer, e mais tarde a comandar. Conhecêlosá bem quando os vir, e eles também o conhecem bem. Ele será sua força, e você cumprirá corajosamente”. Então ele o levou para fora de casa, e pelas ruas desceram, passando à trilha da montanha em frente. Conforme iam andando, sua roupa tornouse mais brilhante e mais leve na textura, e seu corpo ganhou estatura e muita iluminação, e, enquanto subiam, desta forma o sapateiro ia ficando para trás, para surgir emergente o Príncipe e Líder.
Depois de uma longa jornada e muito agradável, muita coisa afastada para que a mudança fosse forjada o mais suavemente possível, eles chegaram ao grupo. Ele os reconheceu um a um, e eles, por sua vez, vieram e postaramse diante dele, e ele soube que poderia liderálos bem, pelovislumbre de amor que ele viu em seus olhares. 192 – Reverendo G. VALE OWEN III COMUNICAÇÃO CONCERNENTE Sexta, 16 de novembro de 1917. Muito daquilo que dizemos a você, amigo, sem dúvida parece estranho a seus ouvidos, a você que não viu nem ouviu o que somos privilegiados ao vermos e ouvirmos. Mas, se de alguma maneira deixao perplexo, esteja bem seguro disto: que as nuvens de névoa que agora você enfrenta, nós também um dia enfrentamos, antes de você.
Nós, portanto, não estranhamos suas dificuldades e suas dúvidas, e não nos espantamos com a sua hesitação frequente. Contudo, abandone o que vem à sua mente; mais tarde leia tudo criticamente e talvez admitirá que no resultado total valeu a pena o trabalho, com imperfeições como bem pode ser, tanto no corpo quanto nos detalhes. O corpo é de maior importância que os detalhes, lembrese, e íntimo a ambos está a alma. Deixenos o que é de seu vocabulário, pois se há algum valor naquilo que lhe damos, é lá que pode ser achado. Sua fraseologia é um tanto antiga.
Suponho que a considere mais fácil que o Inglês moderno. É assim? Estive quase escrevendo uma frase numa maneira mais moderna, e imediatamente algumas palavras pitorescas parecem vir à mente e fazem‐ me desistir. Você não está longe do que acontece, meu amigo. Pois sem dúvida encontramos mais facilidade para usarmos o que vem em sua mente da maneira antiga quanto ao palavreado e seus usos e arranjos.
Mas, se preferir, nós nos esforçaremos então em usar seu cérebro para empregar o que encontramos ali de estilo mais moderno. Tentaremos, se assim o deseja. Não importa. Eu meramente reparei nisto como sendo não muito dentro do padrão ordinário das coisas. Por exemplo, quando estou pregando, o amigo que me ajuda ali não me faz usar a fraseologia antiga.
Não, há muitas diferenças mínimas nos métodos pelos quais fazemos nosso trabalho. Viriam lapsos mais facilmente a ele, sem dúvida, pelo menos ocasionalmente, na maneira de falar que ele aprendeu quando estava no seu plano. Mas pela prática ele conduziu a eliminar isto e usar seu próprio estoque de palavras, para que não causasse estranheza a ouvintes espantados e desse a eles motivo de questionarem se a pose seria sua, o que faria desmerecer um pastor simples e manso. Por outro lado, conversando assim, para que seja escrito, temos palavras e expressões que não podemos usar a não ser que forcemos sua mente e então você, em sua perplexidade, hesitaria, e nós nos desencaminharíamos do propósito do nosso tema. Como é que conduzem o assunto então?
Bem, de qualquer forma somente em parte somos capazes de fazer claro a você o método que estamos empregando neste caso em particular. E assim continuaremos tanto quanto possamos. Primeiro de tudo, aqui nesta noite estamos num grupo de sete –algumas 193 – A VIDA ALÉM DO VÉU vezes somos mais, algumas vezes menos. Nós já trazemos decidido na forma geral o que diremos a você, mas deixamos o vocabulário preciso até o momento em que o vemos e sentimos sua disposição mental, e também o que há guardado à disposição em sua mente para aquele dia. Então permanecemos à uma pequena distância, para que nossa influência, emanações de nossas várias cabeças, não o alcance em partes, mas como uma corrente, e não como muitas, que de desta forma o confundiriam.
Mas, da pequena distância na qual permanecemos, elas emergem e mesclamse, e são focalizadas em uma; assim nos nossos pensamentos, ao chegarem em você, há unidade e não multiplicidade de dicção. Algumas vezes você hesita, duvidoso de uma palavra ou frase; é quando nossos pensamentos, misturandose em um só, não estão bem adequados à palavra especial requerida. Você dá uma pausa e, continuando a mesclarmos juntos, nossos pensamentos finalmente assumem unidade, e então você obtém sua ideia e continua em seu caminho. Você percebeu isso, claro? Sim, mas não sabia da causa.
Não. Bem, então continuemos agora. Pensamos nossos pensamentos para você, e algumas vezes eles estão em palavras tais que são antiquadas demais, como diz você, para você apreender prontamente. Isto é remediado, quando as filtramos através de um instrumento mais moderno, e é sobre ele que falaremos agora. Este instrumento é sua amiguinha Kathleen, que é bondosa o suficiente para estar entre nós e você, e desta forma fazer com que nossos pensamentos estejam disponíveis a você.
Isto é por mais de uma causa. Primeiro, porque ela está mais próxima a você em status que nós que, estando mais longe daqui, tornamonos algo deslocados da terra, das maneiras e das formas da terra. Ela é mais recémchegada para cá, e ainda não está tão distante que não dê para, ao falar, não ser entendida. Ainda por outra razão parecida também ela está entre nós; é o vocabulário que forma o atual estoque dela. Ela ainda pode pensar em sua antiga língua da terra e é mais moderna que a nossa apesar de que nós não gostamos desta linguagem, porque nos parece mais complexa e menos precisa.
Mas não devemos achar falhas naquilo que está maravilhoso. Temos, sem dúvida, ainda nossos preconceitos e a estreiteza mental. Estes não surgiram recentemente, mas, quando descemos para cá, nada podemos a não ser retomar novamente alguns daqueles tratos que uma vez tivemos mas, gradualmente, deixamos de lado no nosso caminho em frente. Quando retornamos assim, rememoramos seu conhecimento, e não é maçante; há mais que prazer nisto. Ainda, a senhorita Kathleen está mais perto de você que nós a este respeito; e a corrente de nossas emanações dirigimos sobre você através dela por esta razão.
Mais ainda, ficamos um pouco apartados de você porque nossa presença combinada sobrepujaria a sua. Aura é uma palavra que podemos usar – não gostamos muito, mas serve por agora. Nossas auras misturadas afetariam tanto você que você, sem dúvida, nos sentiria com o que seria mais do que prazer – uma espécie de êxtase. Mas você não conseguiria transcrever, e nosso propósito em vir é darlhe uma sequência de palavras que você e os outros possam ler com inteligência, e também com benefício. Você deu uma olhada no ponteiro de seu mostrador de horas.
Você o chama de relógio. Por quê? Isto é um pequeno exemplo de nossa preferência por sua mais antiga forma de falar. Mostrador de horas parecenos mais explícito que outra palavra. Mas não pressionamos suas opiniões a fim de que não pareçamos falhos em nossa cortesia.
E o significado de sua olhada é claro, não importa o nome que se dê à coisa para a qual olhou. Assim desejamolhe boa noite, bom amigo, e as justas bênçãos de Deus para você e os seus. Boa noite. * * * 194 – Reverendo G. VALE OWEN Poderia a Kathleen acrescentar uma palavra, por favor? Sim, é claro.
Estes bons amigos estão conversando juntos, porque usualmente prolongamse por aqui um pouco mais, como nos velhos tempos, antes de irem. Sempre sei que estão indo, porque a última coisa que fazem é viraremse para mim e darem seus agradecimentos e despedidas. Eles são um grupo de cavalheiros brilhantes e gentis, e algumas vezes trazem uma mulher com eles. Penso que é quando vão falar sobre algum assunto onde uma mente meramente masculina não pode abranger tudo. Não sei quem ela é, mas é muito digna, bonita e de aparência bondosa.
Até logo, por enquanto, meu querido amigo, estarei logo com você novamente. Muito obrigada por me deixar escrever com você. Até logo, Kathleen, minha querida. Mas penso eu que os agradecimentos deveriam partir de mim. E você estava relutante em começar, não estava?
Sim, estava. Tenho muito o que fazer nesta época. Também não esqueço a tensão quando escrevi aquelas outras mensagens quatro anos atrás. E mesmo assim o tempo para nós foi arranjado, não foi? Percebeu isto?
E a tensão não é tão grande quanto você esperava. Não é assim? Certo nos dois itens. Bem, o último item é correto, como você colocou, porque sua indigna amiguinha Kathleen fez seu papel em vir intermediar. Portanto não deixe de me levar em conta no 16 futuro, está bem?
Até logo, e mais uma vez obrigada. Ruby diria “e beijos”, mas isto é privilégio de ter sido sua filha, vê? Então apenas digo: até mais, com amor e bons pensamentos. Kathleen Sábado, 17 de novembro de 1917. Por causa de muitas complicações intrincadas, às vezes quando lemos a mensagem que enviamos, vemos que aquilo que tentamos imprimir não está patente ali, e algumas vezes aparece, em menor quantidade, aquilo que não tínhamos em mente.
Isto é apenas uma natural consequência da intervenção de um véu tão espesso entre a esfera de onde falamos e aquela onde o que está registrando vive sua vida. A atmosfera das duas esferas é tão diversa em qualidade que, em passando de uma para outra, há uma diminuição de velocidade tão repentina e tão marcante que um choque é dado à corrente de nossos pensamentos, e é produzido ali, justamente na linha de fronteira, alguma confusão inevitável. É como um rio vertendo de uma represa para um nível mais baixo, onde a superfície é um palmo de águas agitadas. Tentamos passar por baixo, onde a corrente não é tão perturbada, e então nossa mensagem chega mais clara. Mas esta é uma das muitas dificuldades que encontramos.
E aqui está outra. O cérebro humano é um instrumento muito maravilhoso, mas é de substância material, e mesmo quando a corrente de nossos pensamentos o alcança e imprime sobre ele, mesmo assim, por causa da densidade, a penetração é impedida, e às vezes tudo leva a uma parada. Pois as vibrações, da forma que elas saem de nós, são de alta intensidade, e a finura de sua qualidade é um obstáculo a uma correspondência efetiva no 16 Verprefácio. 195 – A VIDA ALÉM DO VÉU cérebro humano, que é grosseiro por comparação. Mais uma vez, há muitas coisas aqui para as quais não há palavras em nenhuma das linguagens terrestres que expressem seus significados. Há cores que seus olhos não veem, mas estão presentes em seu espectro; e há mais outras cores que são de uma sublimidade mais elevada do que pode ser reproduzido por um meio que mostre as cores da terra a você e registre aquelas invisíveis a vocês, mas presentes também.
Há também notas e tons sonoros da natureza finos demais para um registro pela atmosfera terrestre. Também há forças semelhantes não disponíveis a vocês, nem há como serem expressas a vocês que não têm experiência, ou o conhecimento empírico delas. Algumas vezes dizse que estas constituem a Quarta Dimensão. Não é uma maneira verdadeira de expressar o fato como ele é, mas talvez é melhor que deixálo sem ser mencionado totalmente, e isto não é para valorizar tal explanação como elevada, afinal de contas. Esta e outras matérias ali estão interpenetrandose todas em nossas vidas e formando nosso ambiente.
E quando chegamos para falar de nossa vida aqui, ou das causas que vemos atuando, das quais você vê os efeitos apenas, ficamos muito perplexos e continuamente esforçamonos para achar apenas um modo de dizêlo, para que tudo seja entendido por vocês, e também que o objetivo não seja tão amplo como o conhecemos. Assim você verá que temos uma tarefa a cumprir, ao falarmos em sua esfera sobre a nossa, o que não é fácil. Ainda assim vale a pena fazêlo, e redigimos da melhor forma e tentamos ficar satisfeitos. Isto poderia ser feito mais facilmente se os homens fossem mais propensos em acreditar na nossa presença e companheirismo do que atualmente são. Fosse a crença mais ousada e vivaz, e mais simples os corações dos homens, e com mais crença, então seu ambiente espiritual seria muito mais elevado em tom e textura, e faria nossa tarefa prontamente executada, e mais prazer obteríamos em nossos esforços em ajudálos.
É mais fácil falar a um Hindu que a vocês, porque ele dá mais abertura aos assuntos espirituais que vocês. A vocês aqui no Ocidente, a ciência das coisas orgânicas e das coisas inorgânicas – como vocês supõe que elas são, e erradamente –, das coisas substanciais e também a ciência da organização exterior (que são os negócios de política de estado), são assuntos que pareciam ter maior urgência. E este trabalho vocês fizeram muito bem, e foi necessário que fizessem. Foi necessário também que seus maiores esforços fossem concentrados no aspecto das negociações do mundo. Mas agora a situação está quase completa, tudo quanto concerne a esta época, e esperamos que sintonizem a mentalidade para um canal mais alto, para a frente e para o alto da vida espiritual.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.