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Capítulo 68 de 87
Parte 68 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Disse o menino, “Mestre coruja, por que não vem para baixo, sobre a grama? Acabei de ver um musaranho e poderíamos caçar juntos para pegálo”. A coruja não tinha palavras humanas. Mas usou seus olhos, suas asas e pés para ajudar a voz que tinha, por isso ele e o rapaz foram capazes de manter uma conversa. Então ela disse, “Meu menino, o musaranho não está em minhas vistas neste momento.
Masquando seu sol descer então também descerei e irei caçar”.“Mas nesta hora não estarei aqui para ajudála, Mestre coruja. Estarei deitado nesta hora”. “Verdadeiramente”, disse a Coruja. “E esta é a razão e o por quê. Um musaranho é suficiente para mim; e entre um menino e um musaranho, escolho o menor.
Mas um menino humano não pensa assim. Entre uma coruja e um musaranho, ele escolheria de acordo com sua espécie. E sua espécie é gananciosa. Ainda mais, corujas, como os humanos, têm apenas um pescoço na vida – e um tipo bem pobre de pescoço”. E qual é a moral da parábola, Arnel?
Não, meu filho, corujas não têm grande moral; e os meninos humanos menos ainda – pelo menos quando a caça está em jogo. Não há moral para a minha parábola, a menos que possa me auxiliar colocando uma nela. Dia de AnoNovo, 1920. Ele primeiro apareceu chegando ao templo ao longo do caminho entre a Câmara 364 – Reverendo G. VALE OWEN Amarela e o Coro à esquerda de onde eu estava.
Em qual parte do templo você estava? No Coro, perto do cruzamento dos caminhos, e contra o primeiro pilar, no mesmo lado pelo qual Ele entrou. Escutei um suave e doce sinal, e vireime involuntariamente. Fiquei algo surpreso com o que vi. Não havia crianças presentes ainda na reunião.
Mas aqui um lindo menino, de seis ou sete Primaveras, estava parado a umas poucas jardas para dentro do prédio, como se alguma criança que tivesse escapado de sua babá e, tendo vagueado até aqui, ficou repentinamente abatido por se achar na presença de tantos adultos. Então ele suspirou. Mas justamente quando olhei para Seu caminho, Seus olhos voltaramse para o chão e ali Ele viu uma flor e, com alegria, deu um sorriso, correu e colheua. Nesta hora eu percebi que aquele cruzamento não era mais pavimentado de pedras, mas transformouse num amplo gramado aveludado, e outras flores foram espalhadas ali por alguma mão invisível, e de uma para outra Ele corria, até que ficou com Seus dois braços cheios delas. Apertandoas contra Seu peito, Ele veio ao centro do cruzamento das duas ruas, e então voltouse e andou mais sobriamente até o Coro e entrou no Santuário além dele.
Toda a timidez se foi, e Ele sorria enquanto chegava, mas olhava de lado a lado, procurando alguém que Ele não podia encontrar. Virandose agora e encarando a Câmara Amarela do outro lado do Coro, Ele colocou o ramo de flores diante d’Ele, sobre o chão. Então levantou Suas duas mãos em direção ao teto e gritou, “Venha, bom Israel, para que possamos dar de nossas dádivas para os bondosos – nossos presentes de aniversário, bom Israel. Para nosso prazer, eles nos deram seu amor, e devemos dar bênçãos a eles também, você e Eu”. Então Ele abaixou Seu olhar para o Cruzamento das ruas onde havia o vazio até então, vi ali um homem muito alto, imponentemente parado.
Ele era muito maduro, tanto de estatura quanto de idade. Mas havia nele a majestade da idade avançada. Sua face era mais amável e bela em força e intelecto. Não usava roupas, exceto uma túnica nebulosa; nenhuma joia também, ou nenhuma que eu pudesse ver. Seu corpo brilhava com a pureza da saúde e da santidade e, à medida que respirava, emitia raios de luz em vários matizes pelo leve movimento de seu peito.
Lembrei da sensação de temor que recaiu sobre mim, por causa de sua santidade que, apesar de conquistada e registrada nos escritos, parecia que a qualquer momento estouraria em nossa direção, consumindonos. Temi que pudesse moverse em direção à Criança e que o brilho dele encobrisse meus olhos. Mas quando ele fez isso, os variados matizes de sua luz tornaramse bem mesclados como para neutralizar um ao outro e emergir num brilho opalino. Ele veio, ajoelhouse diante da Criança em um joelho e içouO sobre Seu ombro direito. Então, tomando as flores em sua mão esquerda como a um cetro, assim eles levantaramse.
Ele ficou ereto e vagarosamente andou pelo Coro, carregando a Criança; e foram pela Câmara Amarela adentro, até o final. Só foi lá, quando ele colocou o Menino sobre seus belos ombros, como se fosse entronálo ali, que então percebi que o Cristo Criança havia chegado a nós. E quando fez isso, meu primeiro pensamento foi que eu deveria ajoelharme e abaixarme em reverência. Mas não pude. Esta Criança era uma criança real, uma feliz, risonha e amável criança, cuja alegria e inocência misturavamse em tal simplicidade encantadora que, quando se Ele sentou ali em cima, eu quis ir até lá e beijar Seu pescoço e peito e braços e pés, pela doçura que emanava e pela Sua beleza.
Mas nada disso pude fazer. Ninguém poderia tocar Seu corpo que parecia pérola, se não fosse ele também pérola pura. Este estado, meu filho, não atingi ainda. À medida que vinha vindo, tirava flores do ombro de Israel e dava uma para cada um da assembleia. Agora, estas flores eram de diferentes espécies, e a cada um era dada 365 – A VIDA ALÉM DO VÉU justamente a flor que daria mais bênçãos.
Deixeme tentar dizerlhe sobre o que isso significa isso para nós. Quando Ele veio a mim, Ele me deu um amorperfeito, a mais conhecida das flores. Conforme peguei o cabinho da flor entre meus dedos, Ele seguroua ainda por alguns momentos, e olhou em meus olhos naquele instante. O efeito em mim foi este: senti que Ele me conhecia e me amava à parte do resto. Havia entre Ele e eu uma linha que não estava entre Ele e ninguém mais.
Pois por algum tempo passado, eu tinha trabalhado extenuadamente num problema cuja solução fugia de mim, vez ou outra. Neste momento eu obtive a resposta. Quando a Criança olhou nos meus olhos, vi nos dele um conhecimento de toda a minha paciência e das longas indagações em detalhes; simpatia pelas minhas falhas, aprovação à minha perseverançae amor a mim, porque eu era eu, e ninguém mais. Isto, que descobri mais tarde em conversas, foi o que aconteceu com todo o resto. E as flores que recebemos eram simplesmente usadas, primeiramente como canais de sua graça e bênçãos, e em segundo lugar como isoladores entre Ele e nós.
Ninguém naquela multidão poderia ter tocado Sua forma. Teoricamente, fazer isso significaria anulação. Praticamente, para chegar tão perto d’Ele, a ponto de tocáLo, é impossível. Nenhum de nós era de frequência tão alta que se sintonizasse a Ele. Nenhum exceto um, e este era Israel.
O que foi Israel, por favor? Quero dizer em sua vida terrena – isto é, se ele viveu na terra. Ah, agora você me pegou, meu filho. Eu não sei. Alguns dizem que ele é uno ao Cristo Total, uma Manifestação de certos ingredientes de Sua natureza.
Alguns dizem que ele é um daqueles elevados Senhores Criadores que trabalharam subalternos ao Cristo quando o Cosmos material foi feito. Outros dizem que ele mesmo é o Cristo, e a Criança Sua Manifestação. Por que você hesitou, meu filho? – escreva da forma que impressiono a você. Outros dizem que ele é Judas de Quiriot.
É porque é o que chamamos de Judas, o Traidor, Arnel. É por isso que hesitei. Assim eu o chamei um dia, meu filho. Você me disse que gostava de minhas parábolas. Bem, aqui está mais uma.
Quando tiver acabado de escrevêla, releia vagarosamente e pense. Há uma lenda que contava de um dos poderosos Príncipes que governava os elementos quando a terra era jovem. Ele veio um dia ao encontro de outros que estavam à beira de um precipício sobre o mar, para se reunirem em conselho. Ele perguntou o que havia os deixado em dúvida. Eles contaram que haviam trabalhado para arrumar a órbita da terra e também sua revolução axial.
Mas houve problemas com a sombra que cobria metade de seu tamanho continuamente. Eles haviam feito um grande globo opalescente que, se pudessem colocálo no éter além da atmosfera da terra, tornarseia iridescente e daria luz àquela metade da terra que ficava escurecida quando, em sua volta, se afastava dos raios de sol. Mas o globo era grande e pesado pela sua escavação, e não achavam uma forma pela qual pudesse estar pairando lá em cima. Então, ele lhes disse que tomaria a si a tarefa, e eles largaram o problema aos seus cuidados. Ele solicitou uma visita ao fundo do oceano profundo, distante de toda luz e todo em escuridão.
Ele conversou ali com aqueles Senhores escuros que governam a escuridão abaixo, e alistouos neste serviço. Então retornou, e pediu aos outros Senhores que trouxessem a grande pérola para flutuar sobre as águas; e assim foi feito. Mas conforme observavam, perceberam que ela começou a perder sua brancura e tomou um matiz fosco. E também começou a afundar. Quando estava quase abaixo da superfície, eles viraram aos companheiros pedindo ajuda, alarmados.
Mas ele respondeu, “Não perturbem suas mentes, meus irmãos. 366 – Reverendo G. VALE OWEN O globo está descendo às profundezas, puxado por aqueles poderes escuros debaixo. Vai afundar vagarosamente e vagarosamente, mas sem o perigo de que algum mal lhe aconteça”. Assim, o globo afundou cada vez mais, puxado para baixo pelos poderes escuros dali, até o fim, onde repousou todo coberto de limo e lodo sobre o fundo do oceano, longe da luz e do calor do Sol, fundo, fundo, lá embaixo. Mas, quando os Senhores da Escuridão foram até lá, viram que, para manter o prêmio, eles deveriam continuar usando seus poderes sem descanso, a fim de prendêlo lá embaixo, no fundo do oceano, de tão flutuante que era.
Pois dentro era cheio de ar puro e luz do sol da superfície da terra, e era demais trabalhoso mantêlo entre eles. Aquilo parecia ser de um princípio estranho, natural, insuportável e que não podiam entender. E este princípio trabalhava constantemente e sem esforço, enquanto eles, rapidamente, estavam chegando à exaustão de tanto esforço. Então chegou o dia em que todas as suas forças foram despendidas, e eles deixaram de impor suas vontades, deixando o globo subir. Milha após milha, ele subiu em direção à superfície e, enquanto subia, sua velocidade foi acelerando até que, quando entrou na última faixa de água entre ele e a luz do sol, estava correndo como um cometa no céu.
O Senhor que planejara isto estava sozinho no precipício, certo dia. Olhava sobre as águas e, finalmente, viu algo surgir perto do horizonte. Então, enquanto olhava, emergindo para fora do oceano surgiu uma enorme bola branca que brilhava como pérola, conforme a luz do sol batia nela. Ela subiu e subiu, distanciandose da superfície da terra e, pelo ímpeto de sua corrida, foi levada além do cinturão atmosférico, para o oceano etéreo e, ali, encontrou sua órbita apropriada, em plena luz do sol nos céus. Naquele instante, os outros Senhores retornaram e, encontrando seu companheiro trabalhador ali parado e quieto no precipício, um deles disse, “Meu irmão, estivemos sobre muitos mares e correntezas, procurando por nossa lâmpada, que o senhor disse que se elevaria de volta das profundezas, mas não pudemos encontrála.
Procuramos em riachos e não está por ali, nem em quaisquer águas pudemos encontrála flutuando. Tememos que a tenhamos perdido para sempre, irmão”. Então ele disse, “Não, ela está apenas banhada e limpa, meu irmão. E de acordo com a profundeza de seu afundamento, assim foi sua elevação. Quanto maior o puxão sobre o globo, maior o rebote, e mais prontamente saiu o voo da flecha.
Quanto mais profundo uma bola oca puder ser colocada abaixo das águas, mais alto subirá acima da superfície do mar. Vocês procuraram baixo demais, meus irmãos. Sua lâmpada está ali, nos céus, e sua luz ajudará os muitos que vagam, tanto no mar, como na terra. Pois sua luz é a luz do Sol refletida, e é luz verdadeira afinal de contas”. E devo interpretar isto assim; que Judas, por afundar em profundezas tão profundas do pecado como fez, quando arrependido, rebateu, por assim dizer, e subiu para um lugar elevado nos céus?
Para uma luz como a de Israel, meu filho, deveria dizer que seria uma subida muito longa. Quanto a Judas–bem, não sei. Não achei traço dele em nenhum lugar ao longo do caminho que fiz até onde estou agora. E viajei muito. Nem tenho notícias de que outros viajantes tenham encontrado com ele pelo caminho.
Quanto a identificar com Israel, não sei. É uma das coisas que se imagina por aqui, nada mais. E quem foi o primeiro a debater isso, não sei. Foi uma conversa atrevida arriscar pela primeira vez, e o que mais me deixa perplexo é que achariam alguém de mente tão ativa que desse vida a isto, e de coração tão forte que verbalizasse–um coração assim como o de nosso Senhor o Cristo, meu filho. 367 – A VIDA ALÉM DO VÉU V ADORAÇÃO E SERVIÇO Terça, 6 de janeiro de 1920. Quando chegou ao corredor, Israel deixou a criança no chão.
Então ouvimos um som distante de vozes de crianças chegando do Corredor, para a direita se olhássemos em direção à entrada. Eles pararam, e a música foi tocada por outro Coro invisível à esquerda. Aí eles cantaram em coro como se ambos estivessem próximos. Surgiram juntos e percebi que os que vieram pela direita eram meninas, e os outros eram meninos. Eles misturaram seus dois grupos em um só e, assim, saíram pela entrada até os jardins, o Cristo Criança ainda na frente deles, com Israel.
Todos nós os seguimos então, para ver o que aconteceria lá fora. Encontramos todos ainda cantando como vieram. Eles seguiram a Criança que os liderava para a direita, aolongo de uma alameda que há entre duas colinas. Ela saía num local plano coberto com uma floresta. Seguiram uma avenida e, à medida que passavam, as árvores ficavam com um aspecto mais transparente e tornavamse vivas com as luzes de muitas cores que vieram para cá e para lá do meio da folhagem.
Pássaros chegaram também, até onde a luz alcançava, e cantaram seu hino de alegria que se ajuntava ao das crianças. A mim parecia, enquanto eu os escutava andando entre eles, que as crianças e os pássaros tinham muito em comum juntos, na inocência de sua alegre melodia. Finalmente chegaram a uma clareira no mato. Era de bom tamanho, mas o espaço todo estava ocupado com galhos de árvores muito altas que formavam um teto no alto. Quando a Criança entrou, as crianças ficaram na avenida.
Ele andou para o meio do espaço aberto, onde se elevava uma pequena colina coberta com flores. Aqui Ele parou, e Israel sentouse na colina e pegou a Criança em seus joelhos. Então, vagarosamente todo o espaço começou a se encher com umaluminosidade como se milhares de lâmpadas multicoloridas tivessem sido espremidas pelas mãos dos anjos e a radiação espalhada no ar. As árvores em torno foram invadidas com isto, até o tronco e a folhagem cintilaram e brilharam como alabastro colocado contra a luz do sol, e da lua, e das estrelas já que todo este esplendor parecia estar presente naquele brilho. Isto é o que aparecia para nós que observávamos.
Mas a causa real era que estavam apresentandose muitos anjos de tão alto estado que não eram visíveis a nós pessoalmente. Só o que víamos era a sua luz. Então do teto da clareira desceu um grande barco, como aqueles que estão nas águas da Torre dos Anjos. Mas brilhava muito mais e era mais translúcido que eles, e pedras preciosas brilhavam e cintilavam sobre ele, fora e dentro, enquanto ele descia e estacionava perto da Criança e de Israel. Agora, isto foi uma coisa estranha indubitavelmente, e fico imaginando qual seria seu significado.
Pois não havia água para flutuar, e ele ficou na relva verde. Mas eu iria entender mais tarde. Ali estava sentada na popa do barco uma jovem Donzela, e estou por falar dela. Havia outras garotas no barco e eram de um estado muito elevado, pela sua beleza de face, 368 – Reverendo G. VALE OWEN e forma, e a textura de seus corpos, que eram mais radiantes que os nossos.
Mas a donzela brilhava além delas todas, pela beleza e pelo brilho de sua pessoa. Sua sobrancelha era arqueada e seu cabelo era castanho suave, sua forma magnificamente moldada. Sua roupagem era branca com uma radiação rósea misturada. Através dela, seu lindo corpo brilhava cintilante, e quando olhei para ela, o único pensamento em minha mente era de suave e profunda reverência de amor, por causa de sua santidade. Ela desceu do barco entre suas amigas e a Criança pulou do joelho de Israel e correu ao seu encontro.
Ela pegouO em seu peito e beijouO enquanto Ele a acarinhava em retorno. Eu estava tão embevecido com esta cena que não tinha olhos para nada mais. Mas repentinamente percebi que eu estava em pé diante de água. Eu havia andado na floresta e chegado na Clareira a umas poucas jardas da alameda pela qual seguíramos as crianças. Elas ainda esperavam ali na avenida, e por isso dei a volta por trás deles, para ver de mais perto a Clareira.
A água em meus pés não estava ali, logo quando cheguei àquele ponto. Agora eu vi que eram um arco de canal de umas seis jardas de largura, em torno da Clareira entre as árvores, algumas cobrindo sua superfície. Mais adiante havia uma calha deste canal um quarto de circunferência além da entrada da avenida, e vinha em direção à colina do centro para que o barco no qual vieram a Donzela e suas amigas descesse, agora flutuando nas águas. Ela e a Criança entraram a bordo e o barco por sua própria ação planou até o final daquela calha que dava para o canal circular, e lá ficou. Ali então apareceram outros barcos sobre as águas, e neles entraram as crianças, cantando e rindo numa alegre folia.
Cada um deles tinha dois remadores, um na proa e outro na popa, que usavam seus remos para guiarem e impulsionarem estas espaçosas naves em torno da Clareira. Primeiramente tomaram o curso mais interno e assim, enquanto passavam pela calha, chegaram perto, ao lado do barco no qual estava o Cristo Criança na proa. Ao seu lado estava a Donzela que segurava a mãozinha esquerda dele com a sua mão direita. Agora, ao ver isto fiquei tão próximo da tristeza quanto é possível ser triste nestes reinos brilhantes onde a glória é tão real. Sobre nós, enquanto estivemos no Templo, Ele não impôs Sua mão.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.