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Capítulo 5 de 87
Parte 5 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Mas algumas vezes, previamente combinados, os trabalhadores de alguns destes colégios, alternadamente, mandam certos conjuntos para o alto da torre e, quando estão reunidos, então um concerto, literalmente digno do nome, acontece. Eles todos ensaiam alguma coisa já previamente combinada entre eles. Em uma torre estarão os instrumentos de uma categoria; em outra delas, outra categoria, e na terceira, os vocalistas; e em outra, outra classe de vocalistas; pois há muitos tipos, não somente quatro, como é usual a vocês, mas muitos tons de vozes. E outras torres são destinadas a outros trabalhadores cujas funções reais não pude entender. Pelo que percebi, alguns deles eram especialistas em harmonizar o todo, ou partes, do volume do som combinado das diferentes torres.
Mas quero continuar na descrição do fato em si– o concerto ou festival, ou seja lá o nome que queira dar. Fomos levados a uma ilha no meio, e ali, numa linda paisagem de árvores, gramado e flores, terraços e bosquetes de árvores, pequenos recantos e bancos de madeira ou pedra, ali ouvimos o festival. Inicialmente veio um acorde, longo e sustentado, ficando cada vez mais intenso, até que pareceu invadir toda a paisagem e as águas, e cada folha de cada uma das árvores. Era o tom dado aos músicos das várias torres. Tudo ficou imerso em silêncio e parecia estático.
Então, gradualmente, ouvimos a orquestra. Vinha de muitas torres, mas não podíamos reparar em nenhuma parte em separado. Estava em harmonia perfeita, e o equilíbrio era sublime. Então os cantores iniciaram sua parte. Nem vou tentar descrever esta música das esferas celestiais na linguagem terrena, mas posso talvez ser capaz de darlhe alguma ideia do efeito.
Resumidamente, tudo se fez mais pleno de amor – não só de beleza, mas de amor também – pois há uma diferença entre estas duas palavras conforme as uso aqui. Todas as nossas faces tomaram uma expressão e matizes de um amor maior, e as árvores ficaram com as cores mais profundas, e a atmosfera lentamente ficou como num vapor de tonalidades, como um arco íris. Mas este vapor nada escondia, em vez disso parecia aproximar tudo. A água refletia as tonalidades do arco íris, e nossa roupagem também 33 – A VIDA ALÉM DO VÉU intensificouse em suas cores. Além disso, os animais e os pássaros sobre nós correspondiam.
Lembrome especialmente de um pássaro branco. Suas peninhas leitosas ficaram cada vez mais brilhantes e, quando o vi pela última vez antes que voasse para um cantinho, brilhava como ouro cintilante, como uma luz transparente, ou fogo. Então, quando esta neblina esvaneceu vagarosamente, todos nós, e tudo, voltamos ao normal mais uma vez. Mas o efeito perdurou, e se eu pudesse dar um nome a ele, eu diria “paz”. Esta, então, é uma pequena experiência que tive na Casa da Música.
Aquilo que ouvimos será novamente discutido de novo, e de novo, por conselhos de pessoas experientes, um pouquinho alterado aqui, um pouquinho alterado ali, e então será dado um uso àquela peça; talvez em algum recital de ação de graças por aqui, ou alguma recepção de espíritos chegados da vida terrestre, ou alguma outra função. A música entra em muitas fases de nossa vida aqui e, na verdade, tudo parece musical nestas esferas de luz –música e cores misturadas e beleza, tudo exalando amor entre todos, e a Ele Que nos ama de uma forma que não somos capazes de amar. Mas Seu amor nos leva adiante e, conforme seguimos, ele está em tudo em torno de nós, e devemos inspirálo na respiração, assim como a beleza de Sua Presença. Não temos outra escolha, já que Ele é Tudo em Tudo por aqui, e amar traz um deleite que só entenderá quando estiver onde estamos, e ouvir o que ouvimos, e tiver visto a beleza de Sua Presença, suspirando e cintilando em tudo em volta, e atrás, quando aprendemos um pouquinho mais de Seu amor. Seja forte e viva a valente vida, já que no final valerá a pena, conforme já soubemos.
Boa noite, querido rapaz, e lembrese que, algumas vezes, durante seu sono nós poderemos fazerlhe lembrar, nem que seja um leve eco, daquela música pelo seu ambiente espiritual, e não ficará sem o efeito na sensação de sua mente em seu dia seguinte, na vida e no trabalho. Quarta, 1 de outubro de 1913. O que dissemos na última noite, relativo à Casa de Música, foi apenas um esboço de tudo o que ouvimos e vimos; e fomos apenas em partes da localidade. Fomos informados, entretanto, de que tem uma extensão maior do que imaginamos naquela ocasião, e estendese distante, do lago até as montanhas que cortam a planície onde está o lago. Nestas montanhas há outros colégios, tudo interligado com aqueles que vimos através de uma telefonia sem fio, e continuamente há um trabalho em cooperativa.
Em nosso caminho de volta às nossas casas, voltamonos para observar outra novidade. Era uma plantação de árvores muito grandes, dentre elas fora construída uma outra torre, não uma simples coluna, mas uma série de salas e saguões, com pináculos, torres e cúpulas de variadas colorações. Tudo isto estava em um edifício apenas, que era muito alto e espaçoso. Foinos mostrado com muita cortesia e bondade por um habitante dali, e a primeira coisa que nos chamou à atenção foi o aspecto curioso das paredes. O que havia do lado de fora que aparecia opaco, do lado de dentro era translúcido e, conforme andamos de aposento a aposento, de saguão em saguão, percebemos que a luz que havia em cada um era levemente diferente no matiz do anterior – não de uma cor diferente, já 34 – Reverendo G.
VALE OWEN que a variação não era tão marcante, porém apenas uma suave nuance mais profunda ou mais iluminada. Na maior parte dos compartimentos menores, a luz era de um matiz definido e delicado, mas de vez em quando, depois de passarmos por um conjunto completo de compartimentos, chegávamos a um enorme saguão e, nele, as colorações das salas em torno agregavamse ali. Não estou certa se sou exatamente correta ao dizer que todos os aqueles laboratórios menores apenas emanavam uma coloração, mas contolhe tão próximo quanto possível do que me lembro. Foi tanta coisa que vimos que é difícil separar em detalhes, e foi a minha primeira visita. Por isso não me permito nada mais que uma real descrição do plano geral.
Um destes grandes saguões era o Saguão Laranja, e nele estavam todas as graduações daquela cor primária, desde o mais esmaecido dourado ao mais profundo tom da cor de laranja profundo. Outro era o Saguão Vermelho, onde os matizes estavam nos ambientes em torno de nós, desde a cor de rosa pálido ao carmim das rosas e das dálias. Outro, o Violeta, era radiante em suas tonalidades que iam do mais delicado heliótropo, ou ametista, ao rico matiz escuro do amor perfeito. E agora devo dizerlhe que não haviam alguns mais, mas muitos mais destes salões dedicados a estas tonalidades que vocês nem conhecem, mas chamam de ultravioleta e infravermelho, e quão lindas são... Estas irradiações não se mesclam em apenas uma só cor, mas cada tonalidade ficava distinta em sua graduação, apesar de harmonizada maravilhosa e lindamente.
Você está conjeturando a respeito do propósito destes prédios de cristal. Eles estão ali para se estudar o efeito das cores quando aplicadas aos diferentes departamentos da vida animal, vegetal e mesmo na vida mineral, mas principalmente as duas primeiras, juntamente com as coberturas. Pois tanto a textura como o matiz de nossas vestimentas adquirem suas qualidades do estado espiritual e do caráter daquele que a usa. Nosso ambiente é parte de nós, assim como de vocês, e a luz é um componente, e muito importante, de nosso ambiente. Portanto é muito poderoso em seu uso, sob certas condições, como vimos nestes painéis.
Dizemme que os resultados destes estudos são levados aos que são encarregados das árvores e outras partes da vida vegetal, da terra e de outros planetas. Mas há outros resultados que são de tipo refinado demais para tais aplicações no ambientecomo um todo na terra e em outro planeta, por isso, claro, somente uma parte muito pequena destes estudos são enviados para vocês. Sinto só poder falar muito pouco mais, em parte por causa destas mesmas limitações, e em parte porque é muito científico e fora de meu alcance. Mas posso acrescentar isso, que perguntei enquanto estive lá: Eles não agrupam as cores primárias em um salão, naquela colônia. Não sei o porquê.
Pode ser, como pensam alguns amigos meus, que entendem destes assuntos mais que eu, que a força gerada por tal combinação seria coletivamente tremenda demais para aquele prédio e requereria uma construção especial, e esta, provavelmente, em alguma montanha distante, se fosse possível, disseram me eles, pois nenhuma vegetação cresceria no raio de uma longa distância dali. Disseram ainda que eles duvidavam que pessoas do grau em que nos encontramos pudessem controlar com segurança as forças que seriam geradas deste modo. Eles acham que para isso é necessário que sejam pessoas de grau e hierarquia mais elevados. Mas longe daqui, 35 – A VIDA ALÉM DO VÉU em outra esfera mais alta pode ser, e provavelmente é, o lugar onde isso é realizado, e o lugar está em contato com o que vimos. Julgando pela forma que as coisas são ordenadas aqui, isso é quase certeza.
Deixamos a colônia, ou universidade, como poderia ser chamada, e quando estávamos já a alguma distância na planície, onde poderíamos ver a cúpula central sobre as árvores, nosso guia, que tinha vindo conosco para nos encaminhar, pediunos que parássemos e víssemos uma pequena surpresa de despedida que o Diretor havia prometido nos fazer. Observamos e nada vimos, e, depois de momentos, olhamos para o nosso guia, questionando. Ele sorriu, e nós olhamos de novo. Naquela hora um do nosso grupo disse: “De que cor era a cúpula quando paramos aqui?” Alguém disse, “Acho que era vermelho.” Mas ninguém tinha certeza. De qualquer forma, estava tinta de dourado, então dissemos que iríamos observar.
Logo ficou verde, e não havíamos percebido a mudança, tão gradual e suave era a passagem feita de uma cor a outra. Isso aconteceu por algum tempo, e foi extremamente lindo. Então, subitamente a cúpula desapareceu. Nosso guia dissenos que ainda estava lá no mesmo lugar, mas o desaparecimento era um dos fatos que conduziram a que acontecesse, pela combinação de certos elementos da luz dos vários saguões. Então, sobre a cúpula e as árvores – estando a cúpula ainda invisível – apareceu uma enorme rosa cor de rosa, que lentamente tornouse carmim, e por entre todas as suas pétalas apareceram formas de crianças brincando, e homens e mulheres em pé, ou andando e conversando juntos, belos, lindos e felizes; e faunos, antílopes e pássaros, correndo, voando ou deitados entre as pétalas, cujas formas ondulavam como colinas, montes e paisagens.
Sobre estas ondulações, as crianças brincavam com os animais, saltitando divertida e alegremente. E então, todos eles lentamente desapareceram, e tudo ficou vazio. Mostraramnos vários destes quadros enquanto estivemos lá. Outro era uma coluna de uma luz que brilhava verticalmente de onde sabíamos que estava a cúpula, e permanecia ereta nos céus. Era de uma luz branca a mais límpida, e tão intensa que parecia sólida.
Então saiu um raio de um dos saguões e, obliquamente, alcançou suavemente o lado da coluna. Então veio de outro saguão outro raio, de uma cor diferente – vermelho, azul, verde, violeta, laranja; iluminado, sombreado ou profundo, de todas as cores que você conhece, e algumas que não são conhecidas de vocês – e todas elas foram lançadas sobre a coluna branca, bem no meio do céu. Então vimos as linhas oblíquas de luz tomando forma, e elas lentamente tornaramse cada uma avenida com casas, edifícios, castelos, palácios, bosques de árvores, templos e todas as variações disto, tudo ao longo dos amplos caminhos. E por eles vieram multidões de pessoas, algumas a pé, algumas a cavalo, e outras conduzindo carruagens. Todos em um raio de luz estavam com uma cor única, mas em múltiplos matizes dela.
Era maravilhoso vêlos. Eles se aproximaram da coluna e permaneceram a uma pequena distância em torno dela. Então, o topo da coluna lentamente foi se abrindo, como um lindo lírio branco, e as pétalas começaram a se enrolar sobre si mesmas, e mais baixo, cada vez mais baixo, até que se espalharam pelo espaço entre as pessoas e a coluna. Então a base da coluna começou a fazer o mesmo, até que formou uma plataforma de forma circular, da coluna até os lugares distantes que as ruas onde estavam as pessoas alcançavam. 36 – Reverendo G. VALE OWEN Aí eles puderam moverse adiante.
Mas agora mesclaramse, e seus cavalos e equipamentos, cada um retendo sua própria cor e tonalidade, mas misturados ao resto. Então percebemos que estávamos observando para uma grande multidão de pessoas felizes e amáveis, reunidas como para uma festa ou um festival, num enorme pavilhão de luzes multicoloridas. Seus matizes estavam agora refletidos contra o teto e o chão, ou pavimento, e o mais bonito era a irradiação de tudo aquilo. Eles se acomodaram lentamente em grupos, e percebemos que o centro da coluna foi transformado em colunas de um enorme órgão, e entendemos o que devíamos esperar. E tudo começou logo mais – um grande acorde musical, vocal e instrumental, um grande Gloria in excelsis a Ele Que habita na luz que é como escuridão a Seus filhos, da mesma forma que nossa escuridão fica como luz quando Ele nos envia uma raio do Seu poder presente; porque Onipotente é o Rei Cuja Luz é vida a Seus filhos, e Cuja glória está refletida na luz que pudermos suportar.
Cantavam algo como isso, e então também tudo aquilo sumiu. Eu esperava que eles voltassem sobre seus passos ao longo dos caminhos, mas estes foram retirados, e aparentemente não eram mais necessários. Seu tempo está esgotado, querido filho, assim, com pena, devemos parar, com nosso amor de sempre a você, meu querido, e aos que o amam e aos seus, como os amamos. Deus esteja com você, Aquele Que é Luz, e em Quem a escuridão não encontra espaço para ficar. Quinta, 2 de outubro de 1913.
“Digam aos filhos de Israel que eles sigam em frente”. Esta é a mensagem que colocaríamos a você agora. Não fique para trás no caminho, porque a luz é projetada ao longo dela para lhe mostrar o caminho e, se se mantiver firme em sua fé no Pai de Todos e em Seu querido Filho, nosso Senhor, não deverá temer desvios. Escrevemos isso por conta de certas dúvidas ainda pendentes em você. Você sente a nossa presença, sabemos, mas nossas mensagens ganharam tal complexidade que parecem mais contos de fada do que reais.
Saiba, então, que nenhum conto de fada jamais escrito poderá igualar as maravilhas destes Reinos Celestes, ou as belezas neles contidas. Além disso, muitas das descrições que você lê nos livros de contos, sobre os cenários e construções, não são diferentes de muitas coisas que vimos por aqui nestas paragens maravilhosas. Só pudemos aprender muito pouco, mas, por esse pouco, ficamos convencidos de que nada que esteja na imaginação criativa de um homem, enquanto estiver na vida terrena, pode se igualar às glórias que esperam por seu intelecto imaginativo quando ele largar seu corpo terrestre, com suas limitações, e encontrarse livre sob a luz do Mundo Espiritual. Agora, o que tentamos contarlhe esta noite difere de nossas primeiras mensagens, e tem mais ligação com a natureza essencial das coisas que com os fenômenos da vida, conforme nos são expostos para nossa instrução e prazer. Se um homem pudesse se postar aqui, em cima de algum dos picos elevados que povoam nossa paisagem, ele teria visões bem estranhas e desconhecidas.
Por exemplo, ele provavelmente observaria primeiramente que o ar é límpido, e que a distância tem um 37 – A VIDA ALÉM DO VÉU aspecto diferente do que tem na terra. Nada pareceria longe do mesmo jeito, pois, se ele desejasse deixar o pico no qual estava, para ir a algum ponto próximo do horizonte, ou mesmo além, ele o faria através de sua vontade, e isso dependeria da qualidade daquela sua vontade, ou de sua natureza, se ele iria rapidamente ou não; e também de quão distante ele poderia penetrar nas regiões que estejam além das várias cordilheiras e cuja atmosfera suponho que devamos usar a palavra é de qualidade mais rarefeita que aquela na qual ele atualmente habita. É por conta disso que nós nem sempre vemos aqueles mensageiros que vêm até nós, vindos das altas esferas. Eles são mais vistos por alguns que por outros, e somente ficam realmente e definitivamente visíveis quando eles condicionam seus corpos para emergirem para a visibilidade. Agora, se andarmos bastante na direção deles – isto é, na direção de suas casas – sentiremos uma exaustão que nos desgasta ao penetrarmos muito, apesar de que alguns podem ir mais adiante que outros.
Agora, estando naquele pico, o observador perceberia que o firmamento não é exatamente opaco à visão, mas com uma certa espécie de luz, porém luz de uma qualidade que se intensifica conforme a distância da superfície da paisagem aumenta. Alguns conseguem ver mais longe que outros para dentro desta luz; e veem ali seres e cenas acontecendo que outros menos evoluídos não conseguem. Também ele veria, em torno dele, habitações e edifícios de espécies variadas, alguns dos quais descrevi. Mas, para ele, esses prédios não são meramente casas, ou locais de trabalho, ou colégios. Em cada estrutura ele perceberia nem tanto o caráter dela, mas o caráter dos que a construíram e dos que ali habitam.
São permanentes, mas não com a permanência cansativa da terra. Podem ser reformados, modificados e adaptados, em suas cores, forma e material, conforme as necessidades requiserem. Elas não precisam ser demolidas para então o material poder ser usado na reconstrução. Lidase com o material enquanto o edifício está em pé. O tempo não faz efeito em nossas construções.
Elas não ficam decrépitas ou decaídas. A sua durabilidade depende simplesmente das vontades de seus donos e, portanto, tanto quanto eles desejem, o prédio ficará em pé, e será alterado conforme sua vontade. Outra coisa que notaríamos seria bandos de aves vindos de longa distância, e indo, com precisão perfeita, a algum lugar particular. Há pássaros mensageiros treinados na terra, mas não como esses são treinados. Em primeiro lugar, eles jamais são mortos ou atacados, eles não têm medo de nós.
Estes pássaros são um dos meios que usamos para enviarmos mensagens de uma colônia à outra. Eles não são realmente necessários, já que temos meios mais rápidos e mais adequados de comunicação. Usamolos mais como uma bela forma de enfeite, da mesma forma que usamos cores e ornamentos a fim de nos embelezarmos algumas vezes. Estes pássaros estão sempre voando, e são criaturas queridas e amáveis. Parecem saber qual é a sua obrigação, e amam fazerisso.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.