Voltar ao livro A Vida além do Véu

Capítulo 38 de 87

Parte 38 de 87

A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro

Mas,  em matéria de comunhão espiritual, você frequentemente está temeroso demais de errar  para ser útil no trabalho da verdade. Não é demais dizer isso, se colocarmos desta forma. Em todas as vezes, a qualquer tempo que nos sinta por perto, aquilo é o efeito de alguma  causa. A causa pode ser, ou não, aquela que você deseja, ou como você sente que discerniu. Mas a causa lá está e, em tais ocasiões, se ficasse apenas quieto e escutasse, então a  natureza da causa apareceria mais clara.

Pode ser que você pense que algum amigo está  perto, quando não é ele, mas outro. Mas qual deles é ficará bem claro no processo de  transmissão de seus pensamentos. Assim, quando se sentir ciente de alguém próximo a  você, pare, tanto quanto possa, com as dúvidas, e completamente com o temor de errar. Receba  o  que  está  sendo  dado  a  você,  e  deste  assunto  assim  recebido  extraia  seu  julgamento da questão. Nada mais agora, porque você tem que ir a outro trabalho.

Possa nosso Pai estar  com você nele e em tudo o que faz no dia a dia. 207 – A VIDA ALÉM DO VÉU  Sexta, 30de novembro de 1917. Tudo o que é lindo é sempre verdadeiro, e esta é uma das leis que permanecem à  frente  de  outras  nestes  reinos brilhantes. Reciprocamente  também, aquilo que é feio e  doentio na forma exterior, será, em estudo minucioso, encontrado em falta da graça da  verdade. Verdade, como usamos a palavra, significa estar consoante com a Mente Última a  Quem chamam de Deus e Pai. Tudo o que flui d’Ele é ordenado e harmônico com as nossas  mais altas e mais justas aspirações, Suas emanações.

E o que responde a esta qualidade é o  belo,  pois  o  belo  é  o  que  agrada;  e  a  harmonia  é  a  roupagem  do  amor que  é sempre  desejada por aqueles que, por sua natureza, correspondem ao prazer do amor. Somente  naqueles nos quais há alguma pincelada do oposto do amor é que não há paladar para  aquele banquete que somente o amor pode proporcionar. E, pense bem, o Amor não é  somente de Deus, mas é Deus em Si. Assim, toda a beleza da paisagem e das águas, e os atrativos de uma face ou de  uma forma, sabemos que são uma manifestação d’Ele, de Quem derivam suas belezas, e,  como a verdade é somente o que está em concordância com os pensamentos d’Ele, assim  nós dizemos que tudo o que é belo é verdadeiro, e o que é verdadeiro deve manifestar­se em  beleza. É quando algumas correntes de forças oponentes cruzam e entram na corrente  principal de Deus, Sua Vida e poder, que a água alise torna turva pela sujeira e o lodo.

Isto  é tão verdadeiro com a humanidade quanto com as coisas concretas, porque a desarmonia  em  família  ou  num  Estado  não  tem  sua  origem  em  si  mesma,  mas  surgem  daquela  longínqua fonte de poder que está apartada do propósito e do desejo do Único Supremo. Mas tão maravilhoso é Ele em Sua energia operante, que estas coisas Ele deseja  que se voltem totalmente à boa causa, como também que sejam extraídas de cada uma as  tais manifestações oponentes às forças de Sua Vida que foram erradamente usadas, para  uma ajuda para a melhoria da raça dos homens e anjos. Não sei se entendi direito; de qualquer forma, poderia, por favor, tentar dar‐me  algo mais explicitamentee menos complicado em expressão? Tentaremos, amigo, descrever a você um pouco mais do templo sobre o qual você  já escreveu. Podemos usar sua visão interior nisto tão bem quanto sua audição, e será mais  simples para nós ao transmitirmos, e para você para receber.

Esta noite você não está com  a mente silenciosa como gostaríamos. Havia um canto da Grande Torre que não compreendíamos. A Torre estava num  canto  do  prédio,  e  era  quadrada. Um  dos  cantos  não  era  como  os  outros  três. Mas,  estranhamente  para  nós,  nenhum  de  nós  podia,  comparando­os,  dizer  o  que  faltava  naquele que o tornava diferente dos outros.

Conforme eu olhava para eles, em minha  mente parecia que o canto defeituoso tinha a mesma proporção e tamanho que os seus  pares. Mas quando eu olhava para os outros, e então para aquele de novo, andando em  volta da base de vez em quando, sempre aparecia como estando fora de harmonia em  relação aos demais. Não vou ficar neste detalhe, apenas vou dizer­lhe de uma vez o que foi  achado. Não foi um de nossos arquitetos que descobriu o tipo de defeito, apesar de que  tínhamos vários observando a torre. Foi alguém da esfera acima, que estava passando  através  da  Esfera  Cinco,  que  nos  explicou  o  que  acontecia.

Ele  era  um  daqueles  cujo  trabalho  era  descer  aos  reinos  mais  escuros  nas  ocasiões  em  que  alguma  localidade  estivesse revoltada demais, com divergências e tumultos que afetem dolorosamente os da  esfera próxima à frente e adjacências. Tal efervescência lança uma espécie de influência  aflitiva  que,  ao  subir  para  a  esfera  acima,  impede  o  progresso  que  lá  esteja  sendo  alcançado, e puxa de volta aqueles que não são espíritos muito fortes e cujo grupo pertence  a estes lugares sombrios, então seus corações enfraquecem­se e naqueles momentos param 208 – Reverendo G. VALE OWEN  com sua luta em continuar seu caminho para fora das trevas em direção à luz das esferas  superiores. Isto não é tão fortemente sentido por eles a ponto de trazer o esmorecimento  do desespero, a não ser que o tumulto abaixo deles seja extraordinariamente veemente. Quando isto acontece, então aquele que mencionei desce com outros e acalma os pobres  abalados com certa apatia, para que sua angústia não afete aqueles que tenham vencido o  pequeno caminho adiante em ascensão.

Foi por ele ter se tornado qualificado neste trabalho por longo e muito serviço,  que era capaz de nos ajudar em nossa perplexidade diante da Torre. Tendo examinado  muito cuidadosamente e testado todas as quatro paredes,  ele  se  afastou  numa  longa  distância  e,  subindo  numa  colina,  virou­se  e  sentou,  mirando  firmemente  e  por  longo  tempo, a longínqua Torre. Então retornou a nós, e, juntando­se a nós na planície, contou­  nos o que estava faltando nestas poucas palavras:  “Meus  irmãos, quando  vocês  estavam  construindo  este  templo,  deixaram  esta  Torre até que todas as outras estivessem formadas. Então deram toda a sua energia para  fazer esta Torre tão forte quanto fosse possível fazerem, acima da força que tinham. Mas  houve uma coisa que negligenciaram em sua pressa de terminá­la.

Não tomaram cuidado  de colocarem um número igual nos quatro lados dela. E também aconteceu que, quando  então a Torre que estava sendo levantada, de longe, atingindo sua parte superior, a luz  defletiu as forças daqueles que estavam embaixo, e eles deixaram partes não tão brilhantes  na luz expostas para qualquer corrente de força da vontade que estivesse passando ali. Agora, naquele particular momento havia um grupo nosso chegando do serviço das regiões  trevosas e cinzentas, onde nós temos muita atividade para alcançar o propósito para o  qual  fomos  mandados  para  lá;  assim,  passando  por  cima  deste  plano,  estávamos  depauperados em nossas energias,  e  absorvemo­las  conforme  passamos. Então  foi  por  causa disto:  por  uma  força  desigual  aplicada  à  Torre  em  seus  quatro  lados;  sem  que  percebêssemos, absorvemos uma parte da vitalidade que foi projetada em direção a ela. Este é o canto com defeito, e acharão o defeito, não na forma ou proporção, mas na textura  do material do qual o canto foi feito.

Olhem de novo, agora com o conhecimento que lhes  dei, e detectarão no lugar onde está o defeito uma tonalidade mais escura que nas outras  partes da Torre. Isto é por causa da vitalidade que extraímos e que faltou no brilho, e  portanto  a  aparência  está  deformada,  mesmo  que  em  si  mesma  esteja  conforme  as  medidas dos outros cantos”. Vimos que isso estava correto e era simples de remediar, portanto agrupamos os  mesmos construtores que tivemos antes, e pusemo­nos a trabalhar novamente. E, conforme  a energia que fluiu de nossas vontades foi direcionada para aquelas partes mais escuras,  elas se tornaram mais claras em seu matiz e pegaram um brilho igual às outras partes, e  cessando quando ficaram exatamente com a mesma intensidade de brilho; ao olharmos  para ela, verificamos que estava certa e em perfeita harmonia. Você verá, amigo, que o que trouxe dano foi, na realidade, a influência que veio  atrapalhar, mesmo sem este propósito, nosso trabalho ainda incompleto, daqueles cuja  vitalidade  tinha  sido  exaurida  nas  esferas  mais  inferiores.

Nenhum  mal  é  positivo  na  natureza, mas sempre negativo. É a negação do bem. Tudo o que for bom, é forte. Foi a  força destes bons anjos que foi absorvida por aqueles carecentes de força na região por  onde fizeram seu caminho. Reacumulando forças à medida que passaram por nós, eles, por  sua  ação  inconsciente,  acabaram  por  atrapalhar  nosso  trabalho  com  aquilo  que  era  realmente a influência daquelas esferas mais escuras, e o resultado foi falta de harmonia, o  que significa falta de beleza, que nos traz de volta à primeira palavra, como um gato  enrolado no peito com sua cabeça no seu rabo, em círculo.

E com o quadro de completa paz  de espírito, nós deixamos você com nossas bênçãos. 209 – A VIDA ALÉM DO VÉU  Segunda, 3 de dezembro de 1917. Quando chegamos na terra, dizemos um ao outro, pelo caminho, que estamos  indo para a terra das brumas e do crepúsculo, que podemos, no mundo particular que lá  encontramos, emitir algo de nossa luz e calor em torno de nós. Pois, sem dúvida podemos  perceber que estes são muito carentes, mesmo naquelas esferas distantes de onde viemos. Você pode espantar­se com o processo de química ou dinâmica com que isto se faz possível  para  nós;  e,  sem  dúvida,  não  nos  seria  possível  explicar  o  método  em  detalhes. Mas  podemos dar­lhe algo resumido deste tema, e assim o faremos, se for de seu interesse, e  daqueles que virão a ler o que estamos dando a você.

Obrigado. Sim, eu gostaria de ouvir sua explicação sobre isto. Então  tentaremos  fazer  o  mais  simples  que  podemos. Você  rapidamente  entenderá que a primeira e grande necessidade de comunicação já está disponível –aquela  do princípio universal que nos banha a todos, vocês e nós, num único e mesmo oceano. Eu  falo da vida espiritual, força e energia.

A vida espiritual é para vocês o que é para nós, e é  também para aqueles acima de nós, tão longe quanto possamos elevar nossas mentes  daqui desta esfera e raciocinar, imaginar o que está adiante de nós. Que a vida espiritual é  a causa dos fenômenos da vida, obtidos na esfera da terra, você rapidamente concordará. Conforme você vai progredindo para cima, esta dupla de causa e efeito torna­se mais  empática  a  cada  esfera  que  se  sobe. É  a  razão,  portanto,  para  se  concluir  que  esta  constante intensificação procede da mais alta esfera de todas. Lá pode ser tão sublime  quanto encontrar perfeição na unidade.

Mas achamos que em tal Unidade será achado,  pelo que podemos penetrar naqueles Altos Planos, o princípio de causa e efeito na forma  mais íntima de todas. Então,  quando  falamos  de  um  oceano  de  energia  espiritual,  estamos  mencionando aquilo que para nós não é teoria meramente especulativa, mas um fato  tangível e a ser tomado e usado em qualquer processo de comunhão em que poderíamos  pôr as mãos para projetar. Esta é a primeira coisa a se compreender. A segunda é esta: À medida que se chega da terra para cima, não há nulidade  entre duas esferas quaisquer. Sabemos do abismo de seu Livro Sagrado.

Mas aquilo não é a  nulidade. Há um término para ele. Também não há o nada entre sua terra e nossa esfera,  mas assentam­se ao lado na estrada, e não vêm na fila de ascensão. Cada esfera, conforme progridem, está mesclada à próxima por uma espécie de  fronteira. Assim, não há choque para aqueles que passam de uma para a outra.

Se bem que  você reparará que cada esfera é distinta por si mesma. Nem as terras fronteiriças entre  duasesferas são terras neutras. Compartilham das qualidades de ambas. Não há, portanto,  nenhum vazio, mas uma gradação muito real e contínua durante todo o caminho. Destas  duas  premissas  você  deduzirá  bem  confortavelmente  o  fato  de  que  estamos  em  comunicação direta com a sua potencialidade.

Agora devemos nos aplicar em explicar  como este meio de comunicação é posto em uso. Há muitas janelas nesta casa, e todas são usadas. Mas há três que servem para  evidenciar as outras. Há o método do correio contínuo, onde aqueles trabalhadores mais próximos a  você portam mensagens e reportam aos da esfera acima, e eles continuam a operação até  que a mensagem chegue ao destino onde será mais apropriadamente tratada. Isto é feito  prontamente – e, ainda no voo de qualquer mensagem através das esferas, cada uma é  peneirada e então será extraído dela o que é próprio dos trabalhadores daquela particular  esfera  para  que  se  empreenda  sua  resposta.

Também,  mensagens  de  trabalhadores  e  pastores da terra são filtradas e tornadas satisfatórias para a transmissão para os planos  mais altos. Se isto não fosse feito, sua brutalidade terrena iria pesar­lhes tão fortemente 210 – Reverendo G. VALE OWEN  que o que havia nelas de sublimidade não seria suficiente para elevarem­se e chegarem à  esfera apropriada, onde encontrariam a destinação. Não vou continuar neste tema –sendo  um esboço resumido o que dou, mas devo continuar no próximo método. Este podemos chamar de método direto.

Há aqueles entre vocês que têm guias  nas esferas para trabalhos especiais e tutela. Alguns destes guias são anjos muito elevados  e brilhantes, e suas próprias casas estão bem distantes destas esferas próximas à terra. Eles  podem não estar sempre descendo aos seus tutelados, pois elevados como são, não são  todo­poderosos,  e  descer  à  terra  gasta  energia,  pela  razão  da  necessidade  de  condicionarem­se às esferas pelas quais devem passar, e em cada esfera há uma nova  condição a ser alcançada até que cheguem à terra. Isto é feito de tempo em tempo, e, sem  dúvida, não raramente quando algum trabalho esteja emandamento, como para autorizar  tal empreendimento. Mas sempre somos cautelosos com o desperdício, temos muito o que  fazer para ajudar outros, e não podemos gastar sendo pródigos, mesmo quando temos  aquilo que é infinito em sua reposição.

Podemos fazer nosso trabalho melhor, como regra,  pelo método da comunhão direta. Para que isto se estabeleça nós deixamos uma espécie de telefone ou telégrafo –  para usar seu próprio vocabulário –uma corda de vibrações e pulsações entre nós e você, e  é construída de vitalidades mescladas, do guia e do guiado. Eu uso aqui palavras de que  não gosto muito, mão não consigo encontrar outras em seu cérebro para serem usadas,  então estas devem ficar. Eu me refiro a palavras tais como construir, vitalidade e outras  como estas. O relacionamento simpatizante permanece pelo quanto é mantido contínuo e  sustentado.

É  como  o  sistema  de  nervos  entre  o  corpo  e  o  cérebro;  está  sempre  potencialmente operativo, sempre que surge a necessidade de ajuda a ser dada. Sempre  quando o tutelado volta­se para seu guia distante em pensamento ou prece, aquele guia  está prontamente atento e dá a resposta da maneira que julgar melhor. Há um terceiro método, mas mais complicado que estes que resumi. Pode, talvez,  ser  dado  a  ele  o  nome  de  universal,  que  é  muito  ruim,  mas  deve  servir. No  primeiro  processo a corrente de pensamento passando da terra para as esferas mais ou menos  remotas é manuseada e modificada em cada esfera, enquanto viaja em seu caminho, como  o correio contínuo através dos continentes – somente não há mudança de cavalos nem  pausas no caminho.

No próximo, a linha está sempre aberta e sempre carregada, como um  telefone com eletricidade, e é direta numa linha do homem na terra ao guia em sua própria  esfera. O terceiro processo é distinto dos demais. Isto é porque cada pensamento ou ação  do homem é reportada aos céus, e pode, por aqueles que são competentes para isso, ser lido  de tempo em tempo. Estes registros são reais e permanentes, mas seu aspecto e seu método  de  construção  não  nos  é  possível  explicar. As  palavras  foram  muito  espremidas  para  servirem nas duas primeiras descrições.

Aqui, elas falharão totalmente. Direi apenas isto,  que cada pensamento de cada homem tem uma aplicação universal e um efeito. Chame  assim ou como queira, o fluido que emana destas esferas é tão sensível e tão compacto e a  substância tão contínua, que se você olhar para ela numa ponta do universo, o efeito é  registrado na outra. Aqui, novamente, ponta não é uma palavra apropriada para se usar,  pois no sentido que vocês usam não tem significado aqui. Mas aquilo ao qual tenho tentado  tão insatisfatoriamente chegar agora, então nisto posso mostrar algo de sua maravilha  para você, é o que o Cristo Salvador tinha em mente quando, mais sábio que eu, Ele não  nomeou com nome algum, mas falou disto como achou que devia ser feito, assim: “Nem um  fio de sua cabeça cai, nem um passarinho cai de seu ninho, sem que o Pai de Todos seja  notificado”. 211 – A VIDA ALÉM DO VÉU V O SACRAMENTO DO CRISTO, DO CASAMENTO E DA MORTE  Terça, 4 de dezembro de 1917.

Fique  contente,  amigo,  ao  escrever  o  que  podemos  pôr  em  sua  mente,  e  não  questione o que vem de nós. Pois, por um lado, mantemos alguma coisa retida quando você  escreve assim para nós, e por outro lado, desaprovamos outras encurtando nossa narrativa  naquela parte mesmo. Fomos habilitados a isso pela longa preparação, sua e nossa, antes  mesmo  que  lhe  fizéssemos  saber  de  nossa  vontade  pela  ajuda  de  nossa  amiguinha  Kathleen. Esta noite falaríamos a você no tema dos Sacramentos, os que estão em uso na  Cristandade e que deveriam ser muito concernentes e notáveis por aqueles que professam o  Nome do Cristo seu mestre. Isto de Seu corpo e sangue é o único que é contínuo na vida de  um Cristão.

Tem muitas fases, tanto para a ajuda dada e também em seu ensinamento, e no  Sacramento de que desejamos falar agora. Primeiramente em sua fundação:  Você rememorará de seus registros remanescentes que há muito mais deixado  sem escrever que aquilo que chegou a vocês através das épocas passadas. A leitura mais  superficial mostrará isto. Também isto conta que, nas concordâncias essenciais de cada um  com outros, não são claras nos mínimos pontos. Você deve saber que estes registros são  apenas poucos de muitos.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.