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Capítulo 64 de 87

Parte 64 de 87

A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro

À  medida que esta harmonia se desenvolvia desta forma, as vibrações de luz  respondiam ao progresso, e quando foi alcançada a consumação do som, então também  todo o espaço interior a nós estava iluminado com uma radiação de muitas tonalidades  lindas. E no meio, longe de qualquer um de nós todos, vimos que a manifestação começara  a assumir visibilidade. A  terra  tornou­se  visível  como  uma  bola  de  cristal,  e  acima  dela  estava  um  menino. E então apareceu a seu lado uma menina, e deram­se as mãos. Suas doces faces  estavam  voltadas  para  cima  e,  conforme  olhavam,  tornaram­se  gradualmente  transfigurados  em  um  jovem  e  uma  moça,  enquanto  que  o  globo  no  qual  estavam  expandiu­se até atingir um bom tamanho.

Ali agora aparecia um trono com dossel sobre a  mais alta curva do globo, e a jovem conduziu o rapaz aos degraus do trono e, enquanto ela 340 – Reverendo G. VALE OWEN  se ajoelhava ali, ele subiu e sentou­se nele. Uma hoste de servidores veio, parou em torno do trono e presenteou­lhe uma  coroa  e  uma  espada,  e  sobre  seus  ombros  colocaram  um  manto  vermelho  profundo  ricamente bordado. Então menestréis afinaram seus instrumentos musicais e cantaram a  ele esta bênção:  “Emanado doespírito o senhor veio, Mestre de toda a vida da terra. “Para o universo exterior, onde a forma é, o senhor escalou, e olhou em torno.

E  estando  firme  em  seus  pés,  sentiu  que  era  um  mundo  bom,  mesclado  com  algum  desconforto. Desafiando um, proclamou‐se mestre do outro. E depois da conquista feita  e terminada, encontrou ambos sendo seus. “Então olhou para si novamente, para a avaliação de suas posses. E o senhor, na  mais alta disposição, sussurrou seu amor às coisas mais justas que lá encontrou.

Então a  mulher tornou‐se seu tesouro mais querido entre todas as joias que o Pai de Tudo lhe  deu do santuário de Sua casa do tesouro. “As coisas que cantamos ao senhor são assim, Mestre da terra no direito da  conquista realizada?”  E o jovem colocou sua espada junto de suas coisas, enquanto dava sua resposta a  estes que cantaram esta bênção. “É  como  vocês cantaram,  vocês que  viram  da terra minha  longa  guerra de  muitas batalhas. O que viram é verdadeiro, e falam a verdade, porque são homens e  mulheres vassalos de nosso Senhor comum. “E agora justifiquei e estabeleci o que estava reivindicando, e não há outro igual  a mim em coragem sobre a terra.

Esta é minha herança. Clamei por ela, e estabeleci meu  clamor. “E ainda não estou completamente apaziguado, porque agora que esta questão  desgastante está terminada, onde encontrarei caça para minha mira? A terra, perturbada  por tantas eras passadas, está agora composta, mais ainda perturbada. E a terra cansou‐  se de inquietações, porque anseia por seu descanso para que possa deixar para trás o  conflito de hoje e ter um amanhã de paz.

“Por isso vocês que me guiaram em minha humanidade até aqui, meus anjos  amigos, mostrem‐me que caminho tomar em minha jornada futura, porque ainda não os  satisfiz em seus conselhos já que estive mais em lutas que a sabedoria sussurrou que eu  estivesse. Isto foi para minha própria dor, mas agora tenho mais sabedoria que aquela,  comprada agrande preço, mas minha agora, pela compra. “Tenho melhor audição para suas palavras de conselho hoje, porque terminei  minha luta e estou um pouco cansado pela aspereza de minha subida, a que fiz até aqui a  este Trono”. E então todos aqueles ministros ficaram divididos em cada lado dos degraus do  Trono, e uma ala abriu­se entre eles, quanto no meio da alameda apareceu uma donzela  em seu vestido branco com bainha prateada e azul. Então ela esperou, mãos à frente dela,  e  com doce mansidão.

Mas ela olhava diretamente à frente, no rosto do jovem rei que  sentava mais ao alto e olhava para ela atentamente. Até que, finalmente, ele lentamente  pegou sua espada dentre suas coisas, e a coroa de sua cabeça, e desceu os degraus, ficando  diante dela. Nos braços dela ele depositou a espada e sobre sua cabeça colocou a coroa. Então inclinou­se e beijou­a na testa, dizendo­lhe:  “Fui até aqui seu guarda e sua força contra os perigos de seu caminho, ao longo  da jornada a qual eu e você fizemos juntos. Contra os ventos coloquei meu capote sobre  você.

Contra as muitas correntezas dos rios pus minha força contra as investidas, por você. Mas  agora  os  perigos  da  estrada  estão  para  trás  de  nós,  e  o  vento  e  a  inundação  transformaram­se em música na brisa do verão. E eu tenho você, querida, a salvo hoje, e  toda minha. 341 – A VIDA ALÉM DO VÉU  “Mas agora eu lhe dou minha espada e minha coroa. Com a primeira mantive a  ordem a salvo contra todas as questões. E achei que elas não seriam doces para mim a  menos que eu desse ambas a você, e você, sendo bondosa, aceitasse meu presente.

Elas  significam um troféu daquilo que alcancei, minha querida, e são minhas, e eu as dou a  vocês com todas as lembranças, para sua suave guarda. Seja ainda sempre gentil como foi  a mim e, como é com amor que eu as ofereço, assim, com amor, receba­as. Elas são tudo o  que posso dar a você, minha querida–um mundo, e elas”. Então ela colocou a espada contra seu ombro esquerdo segurando­a com a mão  direita, e tomou a mão dele e levou­o degraus acima, em direção ao trono, até que ficaram  no  mesmo  nível,  diante  dele. Aqui  foi  feita  uma  pausa  e,  em  instantes,  depois  de  ter  meditado no que deveria fazer, ele ficou ao seu lado e inclinou­se para ela, e ela, sem se  encolher, sentou­se no Trono, enquanto ele ficou ao seu lado olhando­a, muito contente que  tudo assim fosse.

Mas quando olhei para baixo, vendo­os agora, percebi que a espada contra seu  ombro esquerdo não era mais uma espada, mas um ramo de palmeira com joias das cores  do arco­íris. A coroa também havia mudado e, onde havia antes o círculo pesado de ouro e  ferro, havia agora uma tiara de margaridas trançadas sobre seus lindos cabelos castanhos,  cintilando  com  joias  semelhantes  a  estrelas  de  cores  azul,  verde,  branco  e  amarelo  profundo, mas vocês não têm amarelo na terra como este, pelo brilho. O jovem rei também mudara. Sua face estava mais plácida e seu semblante mais  descansado, e o único manto que usava era um manto que não era para jornadas nem para  batalhas, mas rodado e fluido, numa tonalidade dourada, com sombreados róseos em suas  dobras. Então ele voltou­se para ela e disse, “Eu lhe agradeço por ter aceitado o que eu  tinha para lhe dar.

Mostre­me agora nosso caminho futuro, no qual não mais seremos eu e  você, mas você e eu, e seguiremos”. E ela disse, “Não, porque sou para você, como você é para mim, querido. Seremos  nós  que  traçaremos  nosso  caminho  futuro  juntos. Mas  mapearei  o  alcance  de  nosso  caminho, e marcá­lo­ei verdadeiro. Mas será você que deve lê­lo, meu querido”.

Arnel+ 342 – Reverendo G. VALE OWEN IX A EVOLUÇÃO FUTURA DA TERRA ­ PSICOMETRIA CÓSMICA ­ PLANETAS ETÉREOS ­ MANIFESTAÇÃO DO CRISTO CONSUMADO ­ O HINO CÓSMICO DAS COISAS NOS CÉUS, E COISAS NA TERRA, E COISAS DEBAIXO DA TERRA (Filipenses, 2, 10; Apoc. 5, 13)  Terça, 1 de abril de 1919. Enquanto isso, todo o espaço a nosso alcance ficou preenchido mais uma vez com  o silêncio. E eles dois sentaram­se juntos no Trono, já que ela o convidara para que se  sentasse ao seu lado. Então ouvimos a voz de um dos grandes que lideraram aqueles que vieram à  Esfera Dez e preparou­nos para nosso avanço para a terra.

Ele ficou diante do trono e  acima dele, e gritou:  “Eu falo a estes que são meus companheiros, e aos que foram chamados para  formar hostes conosco para a descida à terra. Para vocês esta manifestação foi dada para  que possam, com este entendimento, atinar com seu próximo trabalho. Nós que viemos  para  liderá­los,  também  nos  foi  dado  saber  destas  coisas. Mas  a  vocês  estão  sendo  mostradas as novas. Portanto, tomem muito cuidado com elas para que possam pisar sem  hesitação na estrada que se abre diante de vocês.

Deus nosso Pai manda­lhes de Seu poder  para o trabalho comissionado por Seu Querido que nos lidera, e através d’Ele esta Corrente  é  vertida sobre nós e nos capacitará ao trabalho. A Ele, o Autor, sejam sempre nossas  reverências’. E então veio uma névoa radiante sobre o Trono, e englobou a terra até que não  mais fosse vista por nós. E isto lentamente se expandiu e preencheu uma quarta parte da  esfera no espaço e então permaneceu ali expandindo. Começou a revolver­se e pareceu  tornar­se algo sólida, mas não era sólida como a matéria é sólida.

Se você imaginasse um  material terrestre duro, mas mesmo assim etéreo, meio caminho à transparência, então  teria tido a aparência daquilo. Enquanto rodava em torno de seu eixo, ali apareceram formas de continentes e  águas sobre sua circunferência exterior. Elas não eram coincidentes em seu mapeamento  com o traçado que a terra tem hoje. A nós estava sendo mostrada a nossa futura esfera de  trabalho, e as formas estavam mudando como agora estão mudando na superfície da  terra, mas mais rapidamente. As eras adiante de vocês foram aceleradas para nós, e nós  assistimos a tudo como num modelo móvel.

Ali  também apareceram as cidades e seus habitantes e animais também, e as  máquinas que os povos fizeram para seus diferentes  usos. E enquanto  o globo girava  mostrando sua superfície para nós, continuamente revolvida, podíamos ver o progresso de  tudo aquilo. Quero dizer isso: tome como exemplo de outros continentes as suas próprias ilhas. 343 – A VIDA ALÉM DO VÉU  Eu as notei primeiramente como serão poucos anos adiante. Então saíram fora da visão. Quando  retornaram  diante  de  nós  novamente  tornaram­se  um  pouco  mudadas  em  configuração das linhas costeiras, e também em suas cidades e povos.

Assim, conforme o  globo girava, estas terras, e toda a raça humana e seu trabalho de construção e máquinas  de locomoção e todo seu trabalho manual havia progredido através dos tempos, mas tudo  foi  condensado de  milênios  a  horas. Devo  ajustar  minhas  palavras  para  seu  modo  de  pensar, meu filho. Os anos não têm o mesmo significado a nós como têm para vocês. Agora não seria permitido que eu pescasse para você nas profundezas das eras  futuras. Vocês da terra devem cozinhar sua própria sopa.

Assim é como deve ser. Apesar  disso, é permitido contar­lhe onde estarão as águas piscosas. Então aqueles que pensarem  em mim como um bom almirante acertarão suas navegações de acordo com minhas cartas,  fora de questionamentos. Bem. Agora, a terra tornou­se mais linda enquanto navegava em sua viagem ao longo  das eras.

A luz ficou mais intensa em sua superfície, e sua massa tornou­se mais radiante  de dentro para fora. Os povos não mais se apressam tanto aqui e ali, porque a natureza  tornou­se mais unida a eles, e eles renderam­se mais genialmente à sua abundância. Por  isso suas vidas eram menos febris e mais dadas à meditação. Assim, eles tornaram­se muito  mais  harmônicos  uns  aos  outros,  e  todos  eles  mais  sintonizados  a  nós  os  que  éramos  capazes, por nossa vez, de verter sobre eles um grau maior de nosso poder e de nossa mais  doce paz. Conforme esta sintonia evoluiu,  entusiasmou­nos  com  mais  alegria  saber  que  obtivemos, por nós mesmos, depois de muito esforço em luta, estas companhias mais jovens  de nossa raça anciã.

Isto foi muito doce para nós, meu filho. E gradualmente a terra por si estava mudada. Deixe­me contar­lhe. Vocês  têm  uma  nova  palavra  entre  vocês  que  vi  na  sua  mente  e  de  outros:  psicometria. Eu entendo que significa esta faculdade pela qual em coisas sólidas é lido  algum incidente passado por causa de certas vibrações deixadas gravadas nestes sólidos  por eventos nos quais elas tomaram parte.

Bem, há uma verdade aqui que não será completamente conhecida de vocês até  que  a  substância  que  chamam  de  éter  tenha  dado  a  conhecer  aos  seus  cientistas  os  segredos de sua composição e forças inerentes nos seus átomos. Tempo chegará – vimos  isso plenamente quando observávamos o globo rodando – quando então serão capazes de  tratar, tanto analítica quanto sinteticamente com o lastro cósmico que chamam de éter. Terão que lidar com isto como o fazem agora com os líquidos e gases. Mas não é para  agora, porque seus corpos ainda estão muito grosseiros para que lhes fosse permitido este  grande poder com segurança. Enquanto isso, seus homens de ciência irão preparando o  caminho.

Arnel+  Quarta, 2 de abril de 1919. Estas  vibrações  psicométricas,  portanto,  são  –  assim  concluímos  depois  de  estudar a matéria – escritas, ou penetradas profundamente, no éter que banha a matéria. Mas  não  é  só  isso. O  éter  atua  sobre  a  substância  da  matéria,  e  de  acordo  com  as  propriedades  inerentes  que  energizam  através  deste  éter,  assim  a  matéria  torna­se  transmutada para uma substância mais sublimada. Estas propriedades vêm para o éter  vindas de fora dele, invadem­no, e usando­o como médium entre elas mesmas e a matéria,  atuam sobre a matéria através do éter.

Pois as partículas dos materiais estão em solução  no éter, como seus homens da química já disseram. Mas eles não se aventuraram nada a  mais  do  que  permanecerem  no  vestíbulo. Além  dele  está  o  Templo,  e  no  Templo,  o 344 – Reverendo G. VALE OWEN  Santuário. Quando se aventurarem para além do vestíbulo do material para o templo do  etéreo então, e não antes disto, começarão a entender que este Santuário é o dínamo pelo  qual o éter, e através dele a matéria também, é energizado.

O Santuário é a habitação do  Espírito. E assim você tem o esquema deste tema em ordem certa, isto é, o Espírito impõe  sobre o éter dinamicamente de fora, ou seja, do reino que é superior, tanto em poder  quanto em grau de sublimidade, quanto à sua substância básica. Ele energiza o éter, que,  por sua vez, atua nele e refina estas partículas que, com ele mesmo, formam a matéria  substancial. Mas esta ação não é automática: é intencional. Onde a vontade se expressa, está  ali implicada a personalidade.

São os indivíduos expressando sua personalidade que dão  caráter ao éter, e a consequência é fielmente levada à matéria. O que resulta nisto: de  acordo  com  o  degrau  de  santidade  das  entidades  espirituais  que  operam  na  matéria  através do éter, assim aquela matéria é mais grosseira ou menos grosseira na substância  de sua massa. A qualidade da matéria da qual a terra e todas as coisas ali são feitas é, portanto,  suscetível ao caráter das individualidades espirituais que atuam nela intencionalmente. Estes são espíritos tanto encarnados quanto desencarnados. E  assim  se  passou  que  as  pessoas  da  terra  progrediram  mais  para  o  alto  espiritualmente, desta forma a terra em si gradualmente, mas fielmente, respondeu à sua  influência, que foi registrada na substância da qual a terra é construída.

A matéria tornou­  se menos densa e mais etérea. É por isso que se tornou mais brilhante com a radiação  vinda  de  dentro,  como  a  vimos  enquanto  girava. Era  nem  mais  nem  menos  que  a  psicometria cósmica na massa, mas essencialmente idêntica com a que presentemente  conhecem manifestada em detalhes. À medida que a terra e seus povos tornaram­se mais e mais eterizados, assim as  hostes espirituais foram ficando competentes para consorciarem­se com estes povos com  maior facilidade, e sua conversação foi ficando mais frequente e mais livre do que é hoje. E,  para encurtar minha história, chegamos ao período em que o progresso atingiu um grau  em que a comunhão de espíritos com as pessoas era normal e contínuo.

Então ficou  possível que uma grande manifestação acontecesse; dela contarei mais adiante. Mas isto primeiro: deixo as constelações e falo apenas de nosso sol e de seu  sistema planetário, assim... Estes planetas que seus cientistas mapearam são, dizem eles, materiais. Eles  perceberam  depois  que  a  matéria  destes  planetas  é  constituída  em  proporções não­idênticas daqueles ingredientes que concorrem para a construção de sua  massa material. Mas eles ainda não procederam ao registro de outro fator que entra nas  causas da diferença de densidades.

É o fator espiritual do qual eu lhe falei, e que entrou na  evolução de alguns destes planetas de tal forma a colocá­los adiante em sua peregrinação  evolucionária, à frente da terra. Há  outros  que  não  são  visíveis  a  vocês  da  terra  porque  eles  são  os  que  progrediram em sua eterização além do material, e tornaram­se etéreos. Podem ser vistos  por aqueles que vivem em planetas de substância semelhante. Não são espirituais, mas  estão entre os estados material e espiritual. Seus habitantes são conhecedores dos outros  planetas, dos quais a terra é um.

E agem sobre estes planetas muito poderosamente, sendo  ao mesmo tempo mais adiantados que a população da terra, mas mais próximos deste  estado que os espíritos são. Estes de quem falo são planetas reais em si mesmos. Mas há outros planetas  etéreos, por assim dizer. Um destes engloba a terra. Pois é do éter mais denso do qual este  planeta etéreo é composto que a terra é banhada.

Não é meramente um cinturão de éter  somente a serviço da terra. Tem seus próprios continentes e oceanos e povos. A maioria 345 – A VIDA ALÉM DO VÉU  deles morou na terra em eras pretéritas, e alguns jamais foram habitantes da terra, jamais  tendo alcançado manifestação material em corpos de carne e sangue. É o que alguns homens chamam de Plano Astral? Este nome não é entendido igualmente por quem o usa.

Mas, do jeito que você  mesmo leu e compreendeu isso, este planeta etéreo de qual falo não é. É o que eu disse dele. Estes de raça humana que vieram para estar aqui são velhos cidadãos, como faláramos, e  sua residência ali é incerta como sua futura duração. Eles são uma espécie de produto da  humanidade da terra em longas eras passadas. Você passa através deste planeta etéreo em seu caminho para a terra das altas  esferas?

Localmente  devemos  fazer  isso. Mas  não  somos  suscetíveis  ao  seu  ambiente  normal, conforme passamos através dele. Não somos sensivelmente conscientes de sua  presença. Não há relação com as esferas um, dois, três, conforme eu havia falado delas em  sua graduação em números. É outra ordem de criação, e muito estranha.

Está muito  distante e afastado dos altos planos de nossas caminhadas, por isso sei pouco dos detalhes  concernentes a isto. O que já lhe falei, e um pouco mais, foi explicado a nós para nos ajudar  a justificar alguns eventos excêntricos que nos deixavam muito perplexos até que este novo  fator foi trazido ao nosso conhecimento. E então entendemos. Arnel+  Quinta, 3 de abril de 1919. Agora que clareamos o campo, meu filho, falaremos a você de uma Manifestação  que nos foi mostrada.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.