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Capítulo 55 de 87
Parte 55 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Arnel+ 293 – A VIDA ALÉM DO VÉU Sexta, 8 de março de 1918. Quando estávamos todos reunidos, os Anjos que eram seus servidores elevaram suas vozes e cantaram um hino de louvor, e nos ajuntamos a eles em sua adoração. Vejo que você quer que eu lhe dê o motivo do tema. Foi como agora escrevo: “Ser era, e do coração do Ser veio em direção a Deus. “Pensamento de Deus, e de Sua Mente Verbo Se tornou.
“O Verbo veio de longe, mas com Ele veio Deus. Pois Deus era a Vida do Verbo, e através do Verbo de Deus a Vida passou para a Forma. “Assim o Homem tornouse em essência e emergiu de sua primeira eternidade uma criatura do Coração e da Mente de Deus, e o Verbo deulhe o coração dos anjos e a forma de homem. “Merecedor total é o Cristo Manifesto, pois é Ele Quem, através do Verbo, vem em direção a Deus, e assim declara o propósito de Deus, e Sua vida através d’Ele é colocada sobre a família de anjos e sobre mim. “Isto é Deus Manifesto, através do Verbo, pelo Cristo, nos anjos e nos homens.
Isto é o Corpo de Deus. “Quando o Verbo expôs o desejo e o propósito de Deus, o espaço exterior tomou o semblante de matéria, da qual a matéria foi feita, e refletiu de volta os raios de luz que vieram de Deus, através do Verbo. “Este é o Manto de Deus, e de Seu Verbo e do Cristo. “E os planetas dançaram com a música do Verbo, porque ficaram felizes quando ouviram Sua Voz, porque somente por Sua Voz poderiam eles ouvir do Amor de Seu Criador,Que fala a eles através de Seu Verbo. “Estas são as Joias que enfeitam o Manto de Deus.
“Então do Ser veio em direção a Deus, e de Deus veio o Verbo, e do Verbo era o Cristo de Deus ordenado para a Realeza dos Mundos para a salvação deles. “E nas eternidades o homem vai seguiLo, depois de jornadas em lugares estranhos, alguns muito desolados, para casa, para Deus, na noite do dia cujas horas são eternidades, e cuja Tarde é agora. “Este será o Reino de Deus, e de Seu Cristo”. E, enquanto cantávamos, todo o prédio começou primeiramente a vibrar, e então a dissolver, e sumir. E os Anjos, que estiveram sobre suas paredes e arcos, agora formaram grupos que ficaram, cada um ordenado, na frente de sua grande companhia que se estendia atrás dele pelo espaço.
Porque todos os céus estiveram repletos de inumeráveis companhias de homens de diferentes raças; e toda acriação estava em torno de nós. Vimos os Espíritos de homens que estavam no estágio animal, em todos os graus de progresso até o estado atualmente alcançado ao máximo na maioria os planetas. Vimos todas as formas de vida animal, da terra e do ar, e criaturas marítimas em todos os graus de desenvolvimento também, da forma simples à complexa de organismo. E vimos aqueles seres angélicos, também em seus graus de esplendor, que eram encarregados de povos e nações, e dos animais e plantas em toda sua variedade de ordens. Estas Hierarquias eram mais sublimes, pois os vimos em plena grandeza, e aqueles que estiveram sobre a Coroa eram agora observados por terem tomado seus lugares como membros destes grupos aos quais cada um deles pertencia.
Era um espetáculo preencher a alma com adoração e reverência diante da majestade da Criação, e d’Ele Que ali estava, bem no centro de tudo, sobre Quem tudo retomava como uma rodaem seu eixo. Entendi então, como nunca antes, que o Cristo Manifesto, tanto no céu como na terra, era apenas uma sombra do Cristo em Si em toda Sua profundidade, somente uma sombra projetada pela luz de Sua Mente Divina sobre as paredes do espaço, e estas paredes 294 – Reverendo G. VALE OWEN foram feitas de grãos de areia espalhados pelo imenso infinito, cada grão um sol com seus planetas. E ainda, mesmo assim, quão belo e cheio de simples majestade era Ele quando O vimos assim manifesto nesta hora. Todo o movimento de todas estas criações estavam refletidas sobre Sua túnica, ou em Seus olhos, ou sobre Seu corpo cada poro, cada célula e cada fio de cabelo d’Ele parecia sensível a alguma ordem daquela maravilhosa criação disposta em torno de nós.
Vocês viram, entre as várias espécies, aquelas que foram extraviadas, ou eram viciosas ou selvagens, ou repugnantes – tigres, aranhas, cobras, e assim por diante? Estavam lá também? Meu filho, não chame nada de sujo até que tenha olhado no íntimo. Quando um botão de rosa cresce torto, como alguns homens dizem, tornase então um espinho naquele lugar, mesmo assim Deus permite os espinhos, e colocaos a serviço, protegendo a flor, como um guardacostas zelando pela segurança de sua linda rainha. Sim, estavam lá, não somente rosas e espinhos, mas todas as formas de criaturas não amadas pelos homens, como os espinhos não são amados por eles, apesar de Deus não tirálos fora, mas usálos.
Mas vimos todas estas criaturas que você chama de viciosas e repugnantes, não como as vimos quando vivemos na terra, mas como fomos ensinados a vêlos aqui. Nós os vimos pelo íntimo das coisas, e eles não pareceram assim aos nossos olhos, mas como brotos de uma enorme árvore do progresso natural e ordenado; não maus, mas menos perfeitos: cada classe um empenho de algum espírito elevado, e sua hierarquia de trabalhadores para expressar uma ideiade algum minucioso elemento no caráter de Deus. Alguns destes experimentos atingiram maior perfeição que outros, mas até que o Grande Experimento esteja consumado, nenhum anjo, e com certeza nenhum homem, pode pronunciar que um deles seja criação do bem e outro procedente da vileza. Nós, que assistimos do íntimo, ficamos sem respiração diante da beleza daquele imaculado mas extenso manto do Cristo Que, enquanto ficou lá no meio, parecia estar revestido e envolto pela essência destilada de tudo, que O incensava em adoração e reverência profunda. Naquela hora não éramos mais cidadãos da Décima Esfera, mas de todo o Universo, e pensávamos sobre seus continentes e as visões de suas eras, e falamos com os que planejaram e os que forjaram naquela grandiosa oficina de Deus.
E muitas coisas novas aprendemos, e cada nova coisa era uma alegria tal que somente podem saber os que por si mesmos aproximamse tão perto da criação como nós, que estávamos agora recebendo uma lição mais avançada em nossa escola, para que possamos nós mesmos, como estes Poderosos, caminhar para fazermos como eles fizeram, tão maravilhosamente, sim, mesmo os que fizeram um verme ou um espinho. Meu filho, você que falalevianamente destes, acharia muito difícil ter que fazer tanto um como outro. Não é assim? Bem, sabedoria vem com o tempo, e a sabedoria maior com a eternidade. Então nós, que assim fomos mandados para a escola, fomos convidados para nos agruparmos novamente para nossa rodada de inquirição, e, à medida que viemos a um centro, o todo dissolveuse até a invisibilidade, e permanecemos na plataforma diante do Pórtico do Templo da Vida Angélica.
Olhei para cima e notei que a Coroa estava de volta em seu devido lugar, e tudo estava como tinha estado antes da cerimônia haver começado. Tudo menos uma coisa – porque parece ser uma regra que toda visitação deva deixar algum presente permanente para trás. Assim, vimos sobre as águas do grande Lago diante da Torre um pequeno novo prédio, com o formato de domo, não muito elevado acima da superfície. Era de cristal, e através dele brilhava uma luz de lá de dentro, a qual caía sobre as águas e ali flutuava, não em reflexão, mas em substância. E as águas do lago agora tinham um elemento de poder a mais do que tinham antes. 295 – A VIDA ALÉM DO VÉU Pode explicar, por favor?
Não, meu filho, aqui fico; porque não é concebível pela mente do homem na terra. Foi uma ajuda a mais para o nosso progresso no entendimento dos poderes que permeiam os espaços sobre os planetas e seus sóis, e que se tornam aquilo que vocês chamam de luz pela fricção com a atmosfera mais densa, envolvendoos. Nós trataríamos disto nos nossos próximos estudos na Esfera Onze, e isto era para nos auxiliar naquela matéria. Arnel+ Você quer dizer alguma coisa, Kathleen? Sim, quero dizerlhe o quanto gosto de vir e auxiliálo a captar os pensamentos de Arnel e seu Grupo.
Eles são tão belos e tão bondosos para mim que é um prazer para mim estar aqui e receber seus pensamentos e entregálos a você. Como é isso de Arnel ter vivido em Florença e contudo não fala no antigo Florentino, mas no Inglês Antigo? Ele viveu lá, creio eu, mas não era de italiano de nascimento. Imagino que tenha sido Inglês, ou pelo menos, um nativo destas ilhas, mas emigrado, ou teve que fugir – não sei qual – quando era jovem. Ele então foi para Florença, e lá ficou.
Eu não sei se ele alguma vez retornou para a Inglaterra novamente. Não havia colônia Inglesa em seu tempo. Você sabe no reinado de quem ele viveu? Não,mas penso que foi antes do tempo que você tinha em mente quando falou em Renascença. Não estou certa de qualquer forma.
Obrigado, Kathleen. É tudo? Sim, e obrigada por vir escrever para nós. Quanto falta para terminar? Não muito, imagino.
Por quê? Querque termine? Não, eu gosto muito disto; e gosto de sua companhia, e da deles também. Mas estou pensando se serei capaz de levar a termo; manter a necessária sensibilidade, quero dizer. Há muitas distrações por agora.
Sim; mas será ajudado, verá – como viu com as interrupções. Você não foi mais interrompido desde que Arnel disse que trataria disto. É certo. Numa maneira notável aquelas interrupções cessaram por completo. Bem, eu quero dizer é seguir adiante até que digam que terminaram.
Deus a abençoe, Kathleen. Por agora, adeus. Boa noite, meu querido amigo. Kathleen 296 – Reverendo G. VALE OWEN IV ALGUNS PRINCÍPIOS DA CIÊNCIA CRIADORA Segunda, 11 de março de 1918.
Você vai falar de sua experiência e do que aprendeu quando fez seu tour dentre as Hierarquias Criadoras, pela ocasião da manifestação no Hall da Coroa? Em companhia de companheiros estudantes, ensaiei nos cenários em torno de nós, e logo percebi que tudo havia sido arranjado para nossa conveniência para crescermos em conhecimento tanto quanto nos fosse útil. Tudo fora planejado ordenadamente. Amplas avenidas largas, sumindo na distância, foram colocadas entre as grandes ordens da Criação. Mas, já que nenhuma delas estava inteiramente separada umas das outras, estas avenidas não eram meramente divisões, nem estradas para se atravessar, mas eram por si departamentos misturandose em ambos lados.
Conforme andávamos nelas, fomos abalados pelo fato de certos princípios serem evidentes, à medida que sejam observados por todos os Príncipes Criadores lealmente. E estes princípios eram essencialmente os mesmos, tanto se fossem aplicados aos minerais ou vegetais ou na vida animal. Este é apenas um raciocínio, quando lembramos que toda a maravilhosa diversidade, tão rica em sabedoria e ingenuidade, conforme disposta nestes departamentos mais evoluídos, desabrochou da primeira agregação simples de elementos, através de longas eras de progresso, primeiro em poucas partidas triviais do simples ao complexo, até finalmente termos a riqueza do flamboyant disposta como vemos hoje em dia. Deixeme dar um exemplo para ilustrar o que quero dizer. Nós vimos, enquanto descíamos uma avenida, como os mundos foram feitos.
No lado esquerdo, conforme andávamos, vimos como o pensamento de Deus, vibrando e pulsando para o exterior, transformouse gradativamente desde o mais denso elemento até emitir o que chama éter. Aqui pudemos perceber a natureza do movimento, e vimos que era em espiral, pois nenhuma onda reta alcança o topo da espiral, e elas fazem seu curso também numa descendente de forma espiral, mas agora por dentro do átomo do éter. Assim, naquela espiral mais interna, tendo um espaço mais restrito para trabalhar, a descendente fica mais veloz que a de fora. Emergindo da base mais baixa do átomo numa velocidade grandemente aumentada, as vibrações podem, por seu próprio momento, continuar novamente seu curso externo para cima, mas numa contagem de movimento sempre cada vez um pouco mais lenta, até que o topo fosse alcançado e a descensão começada interiormente de novo, e sempre com a velocidade aumentando. Estes átomos não eram redondos, nem eram verdadeiramente ovais, mas, pela razão do movimento incessante dentro deles mesmos, elíptica.
O poder motor de seu movimento autossustentado era a pressão gravitacional exercido do nada, e, se pudéssemos buscála em sua fonte, penso que teríamos encontrado que o dínamo do qual 297 – A VIDA ALÉM DO VÉU procede era a Mente Divina. Você perceberá que eu usei as palavras topo e base e para cimaepara baixoapenas por conveniência. Não há base ou topo num átomo de éter. Agora, eu descrevi isto a você para que possa formar um modelo para quando procurar o átomo do éter em outras substâncias de tipo mais denso. Quando nós chegamos a estes átomos que formam os gases de sua atmosfera terrestre, achamos que também têm um movimento semelhante.
Cada um roda em torno de si mesmo de forma precisamente igual à do átomo do éter. Havia diferenças mínimas: a espiral era, em alguns casos, alongada, em outros comprimida; o movimento tinha velocidade maior ou menor. Mas todos estes movimentos eram em espiral, ambos para fora e para dentro do átomos. Quando chegamos ao átomo do mineral encontramos o mesmo princípio sustentando. E o que é verdadeiro no átomo sozinho, também é no átomo em estado de agregação.
O movimento dos átomos de um planeta é em espiral. Mas aqui está mais retardado pela condição de densidade da matéria que forma um planeta. O mesmo também é verdadeiro no movimento dos satélites em torno dos sóis, e dos sóis em torno de seu Centro. Mas tanto a massa como também a densidade de uma unidadeafetam o valor da velocidade. A velocidade do movimento de seus átomos é menor naqueles planetas que atingiram maior densidade que os outros.
Mas mesmo nestes a regra se mantém, tanto que o movimento interior é mais rápido que na superfície mais exterior, o qual se arrasta nele muito lentamente, como se estivesse relutante em se mover, afinal de contas. Mas faz o movimento, e aquele movimento é da forma de uma espiral em torno de seu eixo. Sua lua ainda esforçase para manter a regra em torno de sua órbita. Ela por si elevase, e afunda novamente, como se num esforço vão de percorrer seu curso uma vez em espiral sobre a terra. Assim faz a terra em seu caminho em torno do sol.
Sua órbita não é um círculo verdadeiro, nem um círculo disposto num plano verdadeiro. É errático e elíptico, ambos para a rotação e também para nivelarse. E o que é verdadeiro no átomo do éter, e nos gases da terra, e mesmo na terra, é também verdadeiro para o sol e as constelações. Seus movimentos são da forma de uma espiral gigantesca numa formação elíptica constituída de sóis e seus planetas. Isto nós vimos em um lado da ampla avenida.
Do outro lado a contraposição espiritual destas criações: os céus complementares. E as ruas entre os dois estavam na fronteira que une os dois. Você atravessa uma fronteira desta quando você passa da vida terrena para os reinos espirituais, meu filho. E portanto vamos deixar aquele Departamento e vir para outro, porque a rua que se atravessa é a entre o homem da terra e o homem dos céus. Havia outro princípio que você observou–outro que não o da espiral?
Sim. Eu lhe contei deste porque pareceu simples de explicar, e também porque é fundamental – simples, talvez, por esta razão. Tentarei falarlhe de outro. Conforme o estágio básico é deixado para trás, a matéria tornase mais complexa e mais difícil de descrever; mas tentarei. Nós vimos que os grandes Senhores da Criação começaram seu trabalho há muito tempo antes do átomo etéreo, e próximo da origem de tudo.
Ainda, aqueles que tratam da evolução etérea, e para adiante disso, são Senhores muito velhos e grandes. Nós entretanto seguimos o direcionamento de estudar estas vibrações do poder mental onde eles estavam mais retardados pela densidade do material no qual se moviam. E achamos que uma das tarefas mais difíceis que nós estudantes tínhamos pela frente era pensar e querer na maneira apropriada. Porque para tratar da matéria criativamente, a primeira coisa a dominar é pensar em espirais. Não posso tornar isto mais explícito a você.
Mas é o hábito maisdifícil de adquirir: pensar espiraladamente. 298 – Reverendo G. VALE OWEN Mas você pediu outro princípio. Vamos à criação sensitiva – a da vida da planta. Seguimos uma grande avenida, no único lado em que estava disposta a vida vegetal da terra e de outros planetas, e no outro lado, aquela de seus céus complementares. Vimos que cada espécie de vida vegetal tem uma análoga no mundo animal.
Há uma razão para que seja assim, e tem a ver com a alma da planta mais que com sua manifestação exterior em córtex, galho e folha. Mas não somente isso, mas mesmo ali você pode vislumbrar, se examinar mais de perto, a relação entre os dois: o animal e o vegetal. Temo não estar acompanhando‐o, senhor. Poderia ajudar‐me mais um pouco? Vamos retomar daqueles dois reinos, e trabalhar neles; é a melhor maneira.
Aqui nos céus, nós temos ordens diferentes de seres, diferindo em autoridade, diferindo em poder, e em caráter, e também em habilidade para uma ramificação de trabalho que outra. Isso também ocorre na terra. Portanto você encontrará isso no reino animal. Os animais têm poderes diferentes, e alguns têm habilidades em uma direção, alguns em outras. Eles também diferem em caráter.
O cavalo tem mais aptidão para a amizade que a serpente; o papagaio, mais que o urubu. Agora, este princípio de analogia, do qual eu havia falado, pode ser visto, apesar de que veladamente para a maior parte, predominando entre o mundo vegetal e o animal. Nós tomaremos o carvalho para representar o mundo vegetal, e o pássaro para o animal. O carvalho produz sua semente e deixaa cair sobre o solo, para que possa ser recoberta e pelo calor da terra romper sua casca, e sua vida interior romper em direção à manifestação exterior. A semente e o ovo são idênticos em tudo essencial, tanto quanto à estrutura e também em sua forma de incubar.
Essa movimentação de vida – do mais interno para o mais externo – é uma lei universal, e jamais é derrogada. Ela também tem sua origem profunda na matéria primordial, de onde o atual universo saiu. Lembrese de minhas palavras sobre o átomo etéreo. Pois o movimento inicial do átomo é interior, onde sua velocidade é acelerada, onde acumula seu momentum. Exteriormente ambos são retardados.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.