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Capítulo 11 de 87
Parte 11 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Mas enquanto o fazia, sua forma começou a esmaecer e, antes que alcançasse o lugar que havia deixado, tornouse quase invisível, e todo o espaço ficou vazio. Mas o menino ficou no colo do Príncipe, e olhou para sua face – era uma linda face–e sorriu. Então o Príncipe levantouse e, segurando a criança em seu braço esquerdo, reverentemente colocou a mão direita sobre sua cabeça, dizendo, “Meus irmãos, está escrito: Uma criança os conduzirá, e estas palavras vieram à minha mente agora. O que vimos é uma Manifestação de nosso Senhor, o Cristo, e este pequeno é dos que são do Reino, como Ele disse. Que mensagem Ele lhe transmitiu, criança, enquanto esteve em Seus braços, e Ele o trouxe aos meus?” Então, pela primeira vez o menino falou, e disse, com um toque infantil, e ainda muito tímido pela plateia enorme, “Se quer saber, Príncipe, devo ser bom e fazer o que me ensinar, e então Ele vai me mostrar, de vez em quando, coisas novas para sua Cidade e Reino.
Mas não sei o que significa”. Nem o Príncipe sabia, menos ainda os alunos. Mas ele os dispensou e levou o pequeno para a sua própria casa e pensou no assunto. Chegou à conclusão de que eram Elias e Samuel novamente, sem maiores comentários. De certa maneira, conforme raciocinou sobre tudo, ele interpretara corretamente.
À criança foi permitido que brincasse nos laboratórios e nas escolas científicas, e que observasse o ouvisse. Ele nunca estava no caminho, nem aborrecia questionando ninguém. Mas às vezes, quando alguma tarefa de dificuldade extraordinária estava sendo levada a termos, aí então ele fazia algum apontamento, e quando o fazia, era sempre a chave da solução da questão. Também– e foi 64 – Reverendo G. VALE OWEN considerado, quando o tempo passava, o principal objetivo que Ele tinha ao dar aquela Manifestação – os estudantes aprenderam a simplicidade; isto é, que a solução mais simples que pudessem achar para algum problema em particular seria a que melhor serviria ao plano geral, em outras soluções.
Houve muitas outras lições que eles aprenderam da própria Visão; por exemplo, o fato de a Sua presença estar sempre entre eles, e que a qualquer hora Ele poderia se tornar visível, pois, quando Ele viera naquela época, Ele andara entre a assembleia dos estudantes. Também, os braços abertos lhes deram uma lembrança do autossacrifício, mesmo naqueles reinos felizes onde as glórias brilhavam sobre eles, como brilhou sobre Sua forma enquanto esteve ali. Mas quanto à Criança, ele cresceu como crescera Seu Divino Protetor, em sabedoria e estatura, e quando o Príncipe daquele tempo foi elevado a uma esfera mais alta, ele o sucedeu naquele alto escalão. Bem, tudo isso foi há muito tempo atrás, e ainda está lá o antigo saguão. É mantido cuidadosamente e ornamentado interna e externamente com flores.
Mas não é mais usado para conferências ou debates, mas para o serviço de reverência. Um dos artistas da Cidade fez uma pintura da cena, e ela foi posta atrás do Altar, como muitos na terra. E de vez em quando são rendidas graças ao Grande Pai de tudo, na santificada Presença de Seu Ungido Filho, e, em algumas ocasiões, o Príncipe, que ali esteve quando aquela Visão apareceu, descia das esferas mais altas com o menino, agora um grande Anjo Senhor, e outros que estiveram no cargo desde aquele tempo; e os que ali se reúnem agora sabem que alguma grande bênção e uma Manifestação será dada. Mas apenas os que se ajustam por sua evolução estão presentes nestas ocasiões, já que a Manifestação poderia não ser visível aos que não alcançaram um certo estágio de progresso. As esferas de Deus são maravilhosas por sua beleza de luz e glória, mas mais maravilhoso de tudo é a Presença de Seu Espírito através destes infinitos e eternidades, e Seu suave amor a todos, tão sábio e simples; e a você e a mim, querido, naquilo que Ele ordenou desta forma de cooperação entre os diferentes estados em Seu reino, para que possamos conversar juntos desta forma, você e eu, querido, através deste tênue Véu que pende entre nós.
Terça, 21 de outubro de 1913. Sobre aquela Cidade eu poderia contarlhe muito mais do que fiz. Mas tenho outros temas a tratar, entretanto vou transmitirlhe apenas um item a mais de nossa estadia ali, e então passarei para outros fatos. Estávamos habitando num chalé dentro dos campos do Palácio onde as crianças sempre vinham nos ver, a minha pequenina entre eles. Eles pareciam ficar alegres ao nos visitar e ver a mãe do sua pequenina amiga e suas amigas visitantes, e jamais se cansavam de ouvir sobre outros lugares que visitáramos, especialmente as casas de crianças e escolas.
Eles teciam guirlandas de flores e traziam para nós de presente, com o desejo escondido em suas mentes de que em retorno nós nos juntássemos a eles em algum jogo deles. Sempre fazíamos isso, e você facilmente imaginará o quanto eu gostava dessas travessuras com estas queridas crianças daquele lugar calmo e feliz. Estávamos uma vez jogando com eles um jogo que eles mesmos haviam inventado, uma espécie do joguinho Jolly Hooper que você brincava, e nós ganhamos de quase todos, quando os poucos que restavam em frente a nós repentinamente pararam de cantar e ficaram quietos, olhando para trás de nós. Todas nós nos viramos, e ali, parado na entrada de uma ampla alameda de árvores na entrada do bosque, estava nada menos que Castrel. Ele ali estava, sorrindo para nós, e, apesar de seu aspecto tão majestoso, ali se 65 – A VIDA ALÉM DO VÉU estampava tanta bondade e humildade se mesclando com seu poder e força, que era adorável de se ver, e de se estar perto.
Lentamente ele se aproximou de nós e as crianças correram até ele, e ele acarinhou uma ou outra na cabeça, enquanto vinha vindo. Então falou a nós. “Vocês veem”, disse ele, “eu sabia onde poderia encontrálas, e por isso não precisei de guia. Agora sou obrigado a cortar seu intervalo de brincadeiras, minhas irmãs visitantes, pois há uma cerimônia programada e vocês devem estar presentes. Por isso, meus pequenos, vocês devem continuar seus jogos sozinhos, enquanto estas crianças adultas vêm comigo”.
Então elas correram até nós e nos beijaram alegremente, e nos prometeram vir para continuarmos nossos jogos tão cedo quanto nos liberassem. Assim seguimos o Príncipe Castrel ao longo da avenida arborizada que formava um túnel de folhas sobre nossas cabeças. Andamos até o fim, e saímos em campo aberto, e aqui nosso guia parou e disse, “Agora quero que olhem para adiante e digam o queveem!” Nós, uma por uma das cinco, dissemos a ele que víamos uma planície ampla e ondulada, com muitos prédios aqui e ali, e, além, o que parecia ser uma longa cadeia de montanhas. “Nada mais?” perguntou ele. Respondemos que não víamos nada mais de importante, e ele continuou, “Não, suponho que esteja acima de suas visões por ora.
Mas minha visão, vejam, é mais desenvolvida que a de vocês, e posso ver além destas montanhas. Agora ouçam, e vou contar o que vejo. Além daquela cordilheira, vejo outras montanhas ainda mais altas e, além delas, há picos ainda mais elevados. Em alguns deles há prédios, outros são nus. Estive também naquela região, e sei que entre estas montanhas que deste ponto são vistas com esforço, estão planícies e trechos de terreno tão imensos como este onde a Cidade é a capital.
“Agora estou observando a encosta de uma montanha, não no horizonte que vejo, mas além do alcance de sua visão, e vejo uma grande e gloriosa cidade, muito mais rica, muito maior e mais magnífica que esta. A principal avenida está de frente para esta direção, e diante dela há um amplo local aberto. Através desta avenida estão passando cavalos e carruagens com seus condutores, e outros cavalos com seus cavaleiros. Estão agora reunidos e vão começar. Agora o líder deles sai da multidão e vem para a frente.
Dá uma ordem e a multidão de cidadãos levanta suas mãos e acena uma despedida. O Príncipe deles movese em direção ao topo da rocha onde a cidade foi construída. Sai dali e continua numvooaéreo. A carruagem dele lidera o caminho e os outros o seguem. E eles vêm vindo”, disse ele num sorriso, “nesta direção.
Agora nós vamos a outro lugar, e testemunharemos a chegada deles”. Nenhuma de nós perguntou a razão da visita deles. Não era porque tínhamos medo de fazêlo. Penso que poderíamos perguntar a ele o que quiséssemos. Mas de alguma forma sentimos que, se tudo aquilo fosse para ser sabido por nós, teríamos sido informadas, e assim ficamos contentes em esperar.
Mas ele disse, “Estão curiosas para saber a razão de sua chegada. Logo mais será permitido que vejam”. Então fomos com ele à muralha da Cidade, e ficamos ali olhando sobre a planície na direção das montanhas. Ainda não conseguíamos ver nada além do que já tínhamos dito. “Digamme,” disse ele, “qual de vocês será a primeira a vêlos.” Olhamos distante e ansiosas, mas nada podíamos ver.
Finalmente pareceume ver uma estrela começar a cintilar sobre as montanhas distantes, na profundeza do espaço. Justamente naquele momento uma companheira exclamou, “Penso, meu senhor, que aquela estrela não estava lá assim que chegamos”. “Sim”, respondeu ele, “estava lá, mas não visível a vocês. Então você é a primeira a vêla?” Eu não ia dizer que já havia visto também. Devia ter dito antes.
Mas ele 66 – Reverendo G. VALE OWEN continuou, “Penso que há mais alguém que vê aquela estrela. Não é verdade?” e ele virouse para mim, sorrindo. Temo ter enrubescido e murmurado algo ininteligível. “Bem”, disse ele, “observem.
As demais também poderão ver logo mais. Neste momento está distante várias esferas, e não espero que a visão de nenhuma de vocês consiga alcançar aquela região.” Então, virando para nós duas, inclinouse cortesmente, e disse, “Senhoras, congratulome por sua evolução. Avançaram rapidamente a um grau mais elevado, e, se continuarem, sua esfera de serviços cedo será ampliada, acreditemme”. Nós ambas ficamos felizes por esta declaração. Agora a estrela brilhava consideravelmente, e à medida que observávamos, parecia ampliarse e expandirse, e isto continuou por um longo espaço de tempo.
Então percebi que não era mais um disco redondo, mas assumia gradualmente outra forma e, finalmente, pude ver que forma tinha. Era uma harpa de luz, algo em forma de lira, parecia ser como uma joia cravejada de muitos brilhantes. Mas conforme chegava cada vez mais perto, pudemos ver que era composta de cavalos e carruagens e homens, ordenados desta forma, cavalgando através do espaço em nossa direção. Já podíamos ouvir as saudações de boas vindas das populações de outras paragens da Cidade e soubemos que eles também os tinham visto. “Agora sabem a natureza da ocupação deles naquela Cidade”.
“Música”, sugeri. “Sim”, ele respondeu, tem a ver com música. É o principal motivo da visita, de qualquer forma”. Conforme se aproximaram, pudemos perceber que o grupo era de centenas de pessoas. Era lindo de se ver.
Passaram pelos caminhos do céu, cavalos e carruagens de fogo – você conhece a frase familiar; acrediteme, não é bem entendida – com cavaleiros irradiando sua glória até muito longe deles, à proporção que cruzavam os caminhos nos céus. Oh, os cidadãos dos reinos superiores são todos maravilhosos demais para que possamos descrevêlos a você. O menos elevado em graduação de todos eles, era do mesmo nível que Castrel. Mas a sua própria glória era constrita e escondida, para que pudesse ser o Príncipe da Cidade e também um cidadão. Mas, conforme seus companheiros e pares aproximavamse, percebemos que também ele começou a mudar.
Sua face e formas brilharam com uma radiação cada vez mais cintilante até que, finalmente, brilhava com o brilho dos que vieram pelo céu. Eu podia entender, quando mais tarde pensei nisto, porque era necessário que ele se condicionasse para as esferas mais baixas onde trabalhávamos. Pois, se ele ficasse diante de nós agora, apesar de não ter atingido a intensidade plena de seu brilho natural, nenhuma de nós ousaria se aproximar dele, mas manteríamos uma distância, e deixaríamos que ficasse sozinho. Não teríamos medo, mas estaríamos desacostumadas–é a melhor forma que tenho para colocar tudo a você. Os membros dajoiaem forma de harpa cintilante finalmente sobrevoavam nossa região, e quando chegaram na metade do caminho entre nós e as cadeias de montanhas, diminuíram a velocidade e gradualmente mudaram a formação.
Nesta hora o grupo parecia ter a forma de um... Então, descendo, chegaram ao chão no espaço diante do portão principalda Cidade. Castrel deixounos por instantes e, quando desceram, nós o vimos indo a pé ao Portão da Cidade, seguido por seus principais homens. Ele estava vestido de luz – é quase tudo o que podia ver. Mas o diadema que ele usava brilhava mais intensamente do que jamais eu havia visto; assim como o cinturão.
Ele se aproximou do líder e se ajoelhou diante dele. Este Anjo era ainda mais brilhante que Castrel. Desceu de sua carruagem e alcançou nosso Príncipe, levantouo e o abraçou. O gesto era cheio de graciosidade e também de amor, e, pelos segundos que eles estiveram juntos houve um completo silêncio dentro das muralhas. Mas quando se completou o abraço e as palavras de bênçãos foram pronunciadas–numa linguagem que não entendemos–, Castrel inclinou sua cabeça diante 67 – A VIDA ALÉM DO VÉU do outro e então, levantandose, olhou para as muralhas da Cidade e elevou sua mãos, e a música e as vozes irromperam num glorioso hino.
Eu já havia lhe contado sobre a música em outra região. Esta era muito mais sublime, já que o plano destes era mais evoluído que o outro. Então, eles também entraram na Cidade, seguidos pelos outros visitantes, cercados das saudações da população e o toque dos sinos e acordes da música instrumental e do cantar dos milhares sobre os muros. Desta forma passaram pelo caminho que vai ao Palácio e, conforme entraram na alameda que saía da avenida principal, o Anjo Príncipe, nosso visitante, parou e, em pé em sua carruagem, voltouse e, levantando sua mãos, abençoou as pessoas em sua língua própria, e então voltou ao caminho e ficou, com seus iluminados atendentes, fora de nossa visão. Querido, tentei fazer o meu melhor para lhe passar uma pálida descrição daquele evento.
Falhei miseravelmente. Foi muito mais glorioso do que pude descrever. Gastei tempo na descrição desta cena de chegada porque isso eu pude entender melhor do que a missão a que vieram. Isto é acima de mim, e concernente aos professores da Cidade e os grandes homens da região. Tudo o que pude saber foi que principalmente era concernente aos estudos mais avançados daquela Colônia ligados à música e à faculdade criativa.
Não pude entender mais que isso. Mas talvez outros possam dizer mais do que eu sobre isso. Aquela palavra que não pude transmitir era “planeta” – a segunda formação, quero dizer–não “planeta”, mas “sistemas planetários”. Não se era o sistema solar, do qual a terra é uma unidade, ou outro–algum outro sistema pensando melhor, mas não sei. Isto é tudo, querido, por hoje.
Está esperando por nossas bênçãos? Deus o abençoe, querido filho. Eleve seu olhar e mantenha seus ideais brilhantes, e creia que a glória mais gloriosa que possa imaginar está para as glórias reais e verdadeiras desta nossa vida, assim como a luz da vela está para a luz do Sol. Quarta, 22 de outubro de 1913. Se todo o mundo fosse um grande diamante ou pérola refletindo ou irradiando a luz do sol e das estrelas distantes, quão brilhantes seriam seus arredores.
Mas numa certa medida ele o faz, mas somente num grau bem limitado, por causa da falta de brilho de sua superfície. E conforme a capacidade de refletir da terra seja como o mais perfeito espelho que uma pérola pode ser, assim é a vida da terra para a nossa daqui nestes reinos de luz e belezas, o Eterno Presente de Deus. À medida que olhamos sobre as vastas planícies e vales das terras Celestes, mal podemos lembrar do efeito da atmosfera da terra na relação que tinha com a nossa visão das coisas terrestres. Mas de fato lembramos de certas qualidades que aqui estão ausentes. A distância não é obscurecida, por exemplo.
Ela fica esmaecida. Árvores e plantas não surgem só numa estação para depois morrerem. Elas desabrocham perpetuamente, e então, quando colhidas, ficam frescas por muito tempo, mas não murcham nem secam. Também elas, esmaecem ou desaparecem na atmosfera. Esta mesma atmosfera não é sempre branca.
Nas vizinhanças da Cidade do Príncipe Castrel sentese que há um brilho do sol dourado em tudo. Não é uma névoa, nem tolda, mas banha tudo com sua irradiação dourada sem invadir as variadas cores. Em outros lugares ela é de um rosa claro ou azul. E cada região tem seu matiz particular, ou sentido, na coloração, de acordo com a natureza das pessoas, seu trabalho e inclinação mental. O matiz da atmosfera parece ser regido por este princípio, mas também é reflexo em sua ação sobre as pessoas.
Especialmente, é este caso dos visitantes de outras regiões. Os mais elevados em evolução, ao virem a um novo trecho da região, são capazes de dizerem, só por isso, a característica geral e ocupação das pessoas dali. A influência, 68 – Reverendo G. VALE OWEN entretanto, muito rapidamente se estende a eles. Não os muda nas características, claro, mas realmente afeta seus sentidos, e é quase instantaneamente percebido pela mudança de tonalidade de suas roupagens.
Desta forma, quando alguém visita um distrito estranho, bem rapidamente começa a sentir, interna e externamente, aquela sensação de irmandade e fraternidade que é uma das mais deliciosas bênçãos que encontrei. A todo lugar que se vá, encontrase irmãos e irmãs. Tente pensar nisto e veja o que seria se fosse assim na terra. Então a saudação de Paz e Boa Vontade do Anjo sem dúvida seria realidade, e a terra seria a antecâmara da Casa Celestial. Voltamos daquela Cidade perguntando a nós mesmos sobre a diferença que esta visita fez a nós mesmas, e o que aprendêramos.
De minha parte, não era difícil de se ver que o fato real de minha garotinha era o suficiente. Ela é a dádiva que eu não esperava. Mas quando retornamos lentamente pela planície, vimos que recebêramos, cada uma, uma bênção especial. Nós nos aproximamos da Cidade pelo ar, preferimos agora ir a pé através da planície até alcançarmos as montanhas. Enquanto caminhamos, conversávamos sobre o que presenciamos.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.