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Capítulo 32 de 87
Parte 32 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
O cenário era muito parecido com as partes internas de uma catedral, com um telhado de folhas enfeitado com gemas de luz; e as pessoas eram o coro e os frequentadores. Eles trouxeram guirlandas de flores e plantas, e lindos buquês e joias para suas novas irmãs. Com isto eles as enfeitaram, e suas peças de vestuário menos brilhantes desapareceram diante das novas roupas apropriadas à Esfera na qual estavam chegando agora. Então, cada uma misturouse com suas amizades, todos felizes por saudarem e serem saudados pela chegada ao lar; elas que tinham chegado viraramse e encheram o ar com um doce enlevo e com instrumentos melodiosos, e cantaram enquanto seguíamos adiante em direção à cidade. Agora as pessoas do local aglomeravamse nos muros e torres e portões, e gritavam saudações de boas vindas para acrescentar alegria à alegria já grande.
Assim é que iniciantes se fazem conhecer em sua boa vinda, e, quando duas ou três Esferas são ultrapassadas, ninguém teme mais que a estranheza dos novos lugares ou rostos possa sequer macular seu progresso; porque tudo é amor, conforme logo chegam a saber. Fomos por um pórtico à cidade, e chegamos ao Santuário. Era um prédio oval de uma arquitetura muito agradavelmente proporcional. O todo, na planta, era por uma significação, na forma de dois círculos unidos. Eles simbolizavam, um o amor e o outro a sabedoria; e a sutil junção destes na torre central interna era muito agradavelmente arranjada.
Aqui a luz jamais era parada, mas sempre mutante como aquela do Saguão dos Pilares que já descrevi antes. Apenas aqui havia duas cores dominantes, uma o rosa avermelhado e a outra violeta com verde e azul. As mulheres foram levadas para dentro, e uma grande congregação ajuntouse ali. Então elas foram até um lugar mais elevado no centro do Santuário, e fizeramnas ficar ali por um tempo. Os mantenedores do Santuário, juntamente com o seu líder, fizeram então suas oferendas de preces, quando os frequentadores juntaramse a eles, e uma nuvem de névoa brilhante saiu deles até o entorno das mulheres novatas, e banhouas nas condições da nova esfera.
Quando isso passou por elas e flutuou para cima, formando um pálio no alto, todos então permaneceram em profundo e silencioso êxtase, observando a maravilhosa nuvem, conforme ela subiu e também cobriu o espaço sobre todas as pessoas. Aí chegou o som de uma música, como se estivesse distante, apesar de vir de dentro da edificação. Era tão suave e doce, e mesmo assim tão cheio de poder, que todos nos sentimos estar na Presença, e inclinamonos em adoração, sabendo que Ele está sempre próximo. Aquela música sumiu, mas ainda permaneceu conosco, pois parecia tornarse parte da nuvem de luz acima de nós. E, de uma forma que você ainda não pode entender, isto é realmente a verdade.
Assim, aquela nuvem de cor e melodia desceu gradualmente sobre nós e foi absorvida por nossos corpos, e nos fez sentir todos unidos nas bênçãos do santo amor. Não havia Manifestação a mais que eles pudessem ver naquele instante. Mas eu, 174 – Reverendo G. VALE OWEN cujas faculdades tinham sido longamente treinadas, vi o que eles não puderam ver, e soube daqueles que estiveram presentes invisíveis a eles; e também soube de onde a voz veio, e o tipo de poder dado na bênção. Mas eles foram embora, todos contentes e muito felizes juntos, e as quinze não menos que todos eles.
E, Zabdiel, o que você ficou fazendo todo este tempo? Porque suponho que era o mais alto em grau ali, não era? Tornarseia imperfeito se eu dissesse de mim, que nada fiz a não ser administrar um trabalho num serviço muito feliz. O ponto principal de interesse eram aquelas quinze. Havia três e eu de nossa esfera, mas nenhum outro de alguma esfera acima daquela.
E para nós aquelas pessoas foram muito amigáveis e muito bondosas e amorosas; e tivemos muita felicidade com elas por esta razão. Antes que pudessem sofrer por deixarem seus amigos para irem para casa depois disso, as quinze queridas mulheres precisaram resistir para voltaremse a nós e agradecernos, e disseram palavras muito agradáveis de gratidão. Nós demos as nossas palavras em retribuição e prometemos que voltaríamos novamente depois de algum tempo para perguntarmos de seu progresso e talvez darmos algumas palavras de aconselhamento. Isto se fosse por sua própria vontade; pois elas também mostraram uma sabedoria corretamente aplicada. Será útil a elas, eu sei, e não será uma ajuda usual porque não será pedida frequentemente.
Portanto veja que a regra aqui é, como para vocês, como Ele disse, “Para aqueles que pedirem será dado”. Estas palavras, meu irmão e bom amigo, eu deixo com você para que medite, com meu amor e boas palavras de bênção”. + Sexta, 2 de janeiro de 1914. Gostaria que agora voltasse sua mente para minha própria Esfera, porque há afazeres aqui sobre os quais gostaria de contarlhe. Pelo tanto que progredimos em aprender de Deus e Seus caminhos de sabedoria, neste mesmo grau chegamos a entender quão simples, ainda que tão complexas, são Suas forças em ação. Isto é paradoxo, ainda que verdadeiro, apesar disso.
A simplicidade é encontrada na unidade das forças, e no princípio no qual são usadas. Por exemplo, o amor fortalece, e menos amor enfraquece, na proporção de sua falta, cada corrente de poder que vem do Supremo Pai para nosso uso em Seu serviço. Aqueles que atingiram esta esfera são competentes, pela sabedoria que atingiram, de assimilar isso em suas próprias personalidades, e ver a tendência das coisas. Vemos, conforme nos aproximamos da Luz Inatingível, que todas as coisas têm uma tendência em direção a um princípio central, e que é o Amor. Vemos o Amor como Fonte de todas as coisas.
Encontramos dificuldades conforme nos afastamos de sua Fonte e Centro. O Amor continua rumando adiante, mas tem, necessariamente, que se tornar adaptado por causa da menor sabedoria das personalidades que prestam o serviço de Deus, e não é, por isso mesmo, tão claramente visto. Quando estas vibrações de atividade espiritual, emanadas por inúmeros trabalhadores do único grande Planejamento, alcançam o cosmos material, a dificuldade de adaptação e coordenação é muito mais aumentada. Se, então, mesmo na terra, Seu Amor pode ser discernido por aqueles que por si mesmos amam, em muito maior grau manifestase para nós. Mas todavia a sabedoria que temos diante de nós por atingir, se por um lado é mais simples, por outro lado é muito mais intrincada por causa das regiões mais vastas que nossa visão agora pode abranger.
Enquanto se vai de uma esfera para outra, encontrase 175 – A VIDA ALÉM DO VÉU com aqueles que tomam providências concernentes com sistemas de planetas cada vez mais amplos, e de sóis e de constelações. Você deve consultálos, e deve aprender deles cada vez mais sobre a constituição dos reinos tão amplamente espalhados do Pai, e as crianças destes reinos, e Seus tratos com eles, e deles para com Ele. Então você verá que fazemos bem em sermos cuidadosos em nossos passos para a frente. Que seja alcançada uma eficácia de entendimento, passo a passo, pois os compromissos concedidos a nós se tornam sempre mais amplos em seus efeitos, e as consequências de nossas decisões e ações são carregadas com maior solenidade, e têm responsabilidade para mais amplos alcances de espaço e seus habitantes. Eu não lido, entretanto, com outro a não ser o seu planeta, mesmo nestas mensagens que lhe passei, porque a época não está tão amadurecida para conhecimento tãoextenso.
O que temos em mãos agora, eu e meus companheiros trabalhadores, é ajudar as pessoas da terra a alcançarem uma sabedoria maior em relação ao seu compromisso de amar um ao outro, unidos a Deus, e do nosso ministério de ajuda aos que, com amor e humildade, estão desejando trabalhar conosco – nós deste lado do Véu, e vocês na terra sendo nossas mãos e olhos e ouvidos e as palavras de nossa boca para falar a alguém, enquanto ajudamos vocês, e assim possam os homens saber por eles mesmos como Deus os fez, potencialmente gloriosos e, no tempo em que estiverem em jornada tão curta sobre a terra, labutadores num mundo onde a luz obteve permissão de surgir em meio a escuridão. Agora deixemelhecontar daquelas coisas de que falei. Numa ampla planície nesta Esfera Dez há uma alta montanha completamente abrupta que se eleva dos campos gramados e domina suas montanhas companheiras como um reiem seu trono entre os cortesãos. Aqui e ali na ladeira ascendente, como é visto da planície, são vistas construções. Algumas são nichos abertos para a paisagem em todos os lados; algumas são santuários nos quais se fazem orações, e no topo está o Templo que está acima de tudo, e para ele todos ministram e se conduzem.
Deste Templo, de vez em quando, Manifestações da Presença são dadas àassembleiaagrupada na planície abaixo. É este o Templo do qual já havia me falado antes? Não, aquele era o Templo da Cidade Capital. Este é o Templo do Monte Sagrado. É de grau mais elevado e de uso diferente.
Está colocado aqui nem tanto para orações em seu interior, mas para a elevação e fortalecimento e educação dos reverentes reunidos na planície. Há guardiães e oficiantes que oram no Templo, mas estes são de um grau muito elevado e poucos entram com eles, a menos que sejam espíritos evoluídos de algumas esferas para a frente, retornando para algum compromisso nesta Décima Esfera. É uma Colônia de Poderes que está avançada além dos poderes da Décima Esfera por causa de seus frequentadores, que visitam este Lugar Elevado em missão de ajuda e de julgamentos de vez em quando. E há sempre alguns deles ali. O Templo jamais é deixado sem seu complemento.
Mas eu não estive lá dentro, e não estarei até que atinja um poder mais elevado e a sublimidade das esferas além. Nesta planície foi agrupado um grande número de pessoas, chamadas para lá de todas as partes desta ampla Esfera. De talvez meia milha – como você diria – da base da montanha, eles se estendem cruzando a região, grupo após grupo, até que pareçam um mar de flores em suave movimento, suas Joias de Ordem cintilando conforme se movem, e suas vestimentas de muitos matizes sempre reluzindo, de uma combinação de cores até outra. Lá em cima do Monte Sagrado fica o Templo e, de vez em quando, eles olhavam para lá com expectativa. Nesta hora emergiu dali do topo um grupo de homens cujas vestes brilhantes diziam de sua alta hierarquia.
Vieram e permaneceram sobre o Pórtico do Templo, sobre o Portão principal, e um deles levantou suas mãos e abençoou a multidão na planície. Cada 176 – Reverendo G. VALE OWEN palavra que ele pronunciou foi clara e alta até o último grupo. Os que estavam longe viram e ouviram com muita facilidade, tanto quanto os que estavam bem perto. Então ele contou de seu propósito ao chegar até eles.
Era porque alguém deveria ser apresentado diante de todos, e que brevemente seria promovido para a Esfera Onze, visto que seu progresso havia sido julgado para garantir uma jornada segura no caminho para cima. Bem, nenhum de nós sabia quem eram estes novos iniciados – se nós mesmos ou alguém vizinho. Isto ficou por ser dito. Então esperamos, numa espécie de silêncio, o que estava por acontecer. Estes no Pórtico permaneciam silenciosos.
Então do Portão do Templo chegou um Homem, vestido em branco límpido, mas radiante e amoroso. Em Sua cabeça estava um filete de ouro, e sandálias de ouro em Seus pés. Em Sua cintura estava um cinturão vermelho que brilhava e emitia raios carmim aqui e ali enquanto caminhava adiante. Em Sua mão direita carregava um copo de ouro. Sua mão esquerda estava sobre o cinto e perto de Seu coração.
Reconhecemolo logo, o Filho do Homem, pois ninguém é como Ele Que, em qualquer forma de Manifestação que seja visto, sempre mescla duas forças perfeitamente de Si: Amor e Realeza. Há sempre simplicidade em Sua grandeza, e majestade em Sua simplicidade. Mas estes você sente entrar em você e misturar com sua própria vida quando Ele Se manifesta, como agora. E quando a Manifestação finda, a bênção assim recebida não sai de você, mas permanece como parte de você para sempre. Ele ficou ali, todos juntos maravilhosamente, e mais docemente do que posso falar – doce e amorosamente, e com um toque de sacrifício piedoso que somava à alegria solene de Sua face.
Aquele rosto era o próprio sorriso mas Ele realmente não sorria. E no sorriso havia lágrimas, não de dor, mas de alegria em dar de Si aos outros, em amor. Seu aspecto por inteiro, e o que Sua forma expressava, era um desdobramento de poderes e graças combinados a fim de fazêLo Único entre aqueles outros que aguardaram por Ele ali, colocandoO acima de tudo, como Rei. Ele estava ali olhando não para nós, mas além de nós, para os reinos que não poderíamos atingir. E enquanto Ele permanecia assim extasiado, veio do Templo, por todas as suas portas, uma longa fila de atendentes, homens e mulheres, cuja sublimidade era vista na delicadeza de suas faces e formas.
Uma coisa percebi, e contarei tão bem quanto possa. Cada um desses espíritos abençoados tinha um caráter bem definido e poderoso gravado em seu semblante, e no andar e nas ações de cada um. Não havia dois com as mesmas virtudes em partes iguais em combinação. Cada um era um Anjo muito elevado em grau e autoridade, mas cada um com uma personalidade única nele, ou nela, mesmos, não havendo dois assim semelhantes. E Ele ali estava, e eles no outro lado, e outros na parte mais baixa da borda do local onde Ele estava.
E n’Ele, faces e formas estavam unidos em suave harmonia e comunhão, as belezas e qualidades e poderes de todos eles. N’Ele você podia ver cada uma das qualidades, neles distintas, mas todas já mescladas juntas. Sim, Ele era Único, e Sua Unicidade acrescentava majestade em Sua aparição. Agora, pense nesta cena, e contarei mais amanhã, se você encontrar oportunidade para minha companhia. Bênçãos e glória e beleza estão onde Ele está, meu querido amigo e tutelado, como pude ver, não uma ou duas vezes, mas muitas desde que deixei a vida na terra.
Ele traz bênçãos e deixaas com Seus companheiros. A glória está sobre Ele e uneO ao Trono nos Altos Planos dos Céus de Deus. A beleza está sobre Ele como uma roupagem de luz. E Ele está com você também, assim como conosco. Não vem em pessoa, mas de fato, para a escuridão do plano terrestre, e traz para ali Suas bênçãos e Glória e Beleza.
Mas ali elas são invisíveis, exceto em parte, e por poucos – invisível por causa da nuvem escura do pecado sobre o mundo, como nós a vemos, e a falta de fé para olhar, crendo. Ainda assim, Ele está com você. Abra seu coração a Ele e você, como nós, teremos o que Ele traz para nos dar. + 177 – A VIDA ALÉM DO VÉU Sábado, 3 de janeiro de 1914. Enquanto Ele ali permanecia em êxtase, silencioso, imóvel e encantador, todos o observavam. Enquanto isso, na multidão daqueles seres brilhantes situados acima d’Ele, um movimento começou.
Vagarosamente, e sem pressa, a multidão subiu nos ares, e tomou forma até que houvesse um cordão oval de luz em torno d’Ele. Os que estavam atrás estavam mais altos que Sua cabeça, e os da frente estavam mais embaixo de Seus pés. Então mudaram a formação e, enquanto tomava forma, seu brilho aumentou até que mal podíamos discernir as formas deles pelo brilho de suas glórias. Eles brilharam dourado sobre Ele, mas Ele irradiava mais ainda que todos os outros ao seu lado, que permaneciam imóveis e brilhando. Somente diante de Seus pés não havia um arco de luz, mas um espaço foi aberto, portanto o oval não era completo por este intervalo na parte mais baixa.
Então Ele Se moveu. Estendeu Sua mão esquerda e esticada em nossa direção abençoandonos. Com Sua mão direita, inclinou o cálice em nossadireção e derramou uma fina corrente de luzes multicoloridas que caiu na pedra diante d’Ele e escorreu pela face da montanha em direção à planície. E conforme ia escorrendo, aumentava de volume até que começou a descer a montanha em nossa direção, ainda aumentando em volume. Aquilo nos alcançou, um amplo rio de luz; e nele podiam ser vistas as cores em todos os seus matizes, da púrpura profunda até o pálido lilás, do vermelho profundo até o rosa esmaecido, do marrom alaranjado ao dourado.
E todas elas misturadas, aqui e ali, em correntes de verde ououtra tonalidade composta. E aquilo chegou em nós, e entre nós, enquanto permanecíamos ali meditando no feito e toda a beleza disto tudo. Agora foi tudo espalhado até todo o chão no qual estava a enorme multidão de pessoas ficar coberto. Mas elas não estavam num lago líquido, porque isto não subia em seus pés, mas formava um mar abaixo deles, e eles ficavam em pé sobre a luz. Também os olhos não podiam penetrar para ver o gramado por cima do qual estava acomodado, como o fundo do mar.
Parecia estar muito profundo abaixo de nós, um mar de cristal líquido, pintado com o arcoíris, e sobre este mar permanecíamos como no chão firme. Ainda assim tudo estava em movimento, aqui e ali em pequenas ondas, e aqui e ali em viravoltas de vermelho ou azul ou outra cor, fluindo entre nós, abaixo dos pés, muito estranho e muito lindo de se ver. Mas num instante percebeuse que aquilo não servia a todos igualmente. Havia um aqui, e outro a alguma distância, e isto se repetia através da multidão que se tornou consciente de uma mudança neles; e isto os fez ficarem silenciosos e em profunda meditação. Esta mudança logo se fez aparente para os vizinhos próximos.
Pois isto é o que eles viram: a torrente de luz sobre aquele que estava mudando tornouse amarela dourada, e alcançou seu quadril, e então, subindo como um pilar de cristal líquido, todo radiante, banhou seus joelhos, e então subiu mais ainda até que ficou sobre ele um pilar de luz, misturandoo numa radiação dourada. Então sobre sua cabeça, no lugar da joia, ou chapéu, ou qualquer coisa que ele usasse, ali apareceram onze estrelas. Elas também eram de ouro, mas de um brilho maior que o da correnteza, como se a luz se concentrasse em onze joias estreladas para coroar os escolhidos. Em cada um destes assim tratados, aquele filete de estrelas permaneceu sobre sua cabeça perto da testa, e cingiu suas cabeças em cada lado atrás das orelhas. Assim ficou, e brilhava fazendo mais bonito aquele que a usava, pois a luz parecia invadir seu semblante e todo o seu corpo, e elevavao acima de seus companheiros.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.