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Capítulo 37 de 87
Parte 37 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Então, que maravilha de encantamento foi para nós, quando nosso Grande Diretor desceu de seu alto reino mais uma vez para ver o trabalho e aprovar nossos esforços. Muitos pequenos detalhes foram corrigidos por ele, a maior parte pelo exercício de sua própria vontade criativa. Mas alguns ele nos convidou a terminar e remodelar para o nosso próprio treinamento. E então chegou o dia em que tudo estava pronto, e ele retornou com outro, um poderoso Senhor, cujo nível hierárquico era de uma sublimidade mais alta que a sua, e cujos poderes eram o que em Israel seriam chamados como os de Aarão, e daqueles que o seguiram; e pelos gregos, Hierofante; e pelos cristãos, Arcebispo. O processo que ele veio ordenar foi o que você chamaria santificação. 202 – Reverendo G.
VALE OWEN Consagração? Aquela palavra servirá muito bem. É o que liga um edifício a qualquer esfera – terrestre ou outra – àqueles que habitam em algum reino mais alto, para proteção e também para o contato de graça e poder aos que usarem o lugar para isto. Na terra seus templos são apenas uma cópia bem tênue destes dos nossos reinos. Mas eles são, em essência, do mesmo propósito e uso.
Em Israel a nuvem mostrou a comunhão entre as duas esferas da terra e o céu de Jeová. No Egito a nuvem foi também usada nos primórdios. Nas colônias da Grécia os templos eram de menor vitalidade no efeito, mas não sem vibrações. O Islã parece darse menos que todos a este aspecto especial de ajuda e elevação a estes Reinos. Visitei as esferas do Islã aqui, e encontro este trabalho particular de comunhão e graça sendo administrado principalmente de outras formas.
É assim nas Igrejas de Cristo em grande diversidade de graus. Em alguns dos templos consagrados ao Cristo Sua Presença e aqueles Seus Servos tudo é apenas visível, e penso que brevemente tornemse visíveis àqueles que desejam. Assim na terra você tem o princípio operando, e tem sido assim por longas eras passadas. Mas aqui é mais poderoso em efeito e mais visível em operação, e muito bonito e acentuado, com muitas bênçãos àqueles que estão galgando os degraus dos Altos Planos Celestiais de esfera em esfera. Qual é o uso particular do Templo?
Está começando agora a ser usado para armazenar energia na qual serão iniciados os que vêm de partes diferentes da esfera Cinco, e também das esferas abaixo, de tempo em tempo. Eles são imersos nas vibrações da cor dele, lavados nas correntes e fontes de água que estão lá dentro, ou envolvidos na trama e no enlevo da música; com o passar do tempo e sua natureza correspondendo, eles são fortalecidos na parte que lhes faltava força, e iluminados naquelas outras partes onde o intelecto estava toldado. Mas, repare, não é meramente um sanatório, mas, deveria dizer, um da mais alta qualidade. Seu uso será para o corpo e para a personalidade, para ajustar o Espírito para a jornada para frente, não somente em força corporal, mas também em lucidez intelectual, pelas quais ele poderá lucrar mais rapidamente e mais grandemente pelo conhecimento que é seu, a ser alcançado. Mas também o templo está sintonizado com aqueles cujo amor e vida estão focadosno Templo Glorioso que espera pelos peregrinos chegando a seus altos planos.
Todos têm que passar por aquele Templo em sua ascensão? Não, não todos, amigo, mas a maioria da Esfera Cinco. É uma esfera onde alguns, não muitos, ficam muito tempo. É uma esfera crítica onde a sintonia tem que ser feita nos vários traços do homem, e todas as desarmonias superadas. É uma esfera difícil de ser ultrapassada, e onde encontramos muitas delongas constantemente.
É por isso que construímos o Templo, pois a necessidade foi grande. Ele ainda é novo, mas já temos que ver de que forma servirá, e indubitavelmente, conforme as experiências continuem, modificações nos detalhes serão feitas. Mas há alguns que vêm e olham em torno deles e nada encontram para si aqui, para aprender ou compor em si mesmos. Estes, calados, fortes, passam adiante, abençoando conforme seguem, e o caminho que tomam fica mais brilhante porque por ali passaram; e aqueles que estão por perto ficam felizes e encorajamse por vêlos. Mas aqueles que vêm de muito alto, longe daqui, são de uma graça e de tal beleza de espírito, mais encantadora e forte, que acrescentam graça à sua graça, e certificam a realidade da Irmandade de Todos. 203 – A VIDA ALÉM DO VÉU Quarta, 28 de novembro de 1917.
Faça o sinal da cruz quando se sentir duvidoso de nossa presença perto de você. Isto o ajudará a perceber nossa proteção e perceber que está livre de toda a intrusão daqueles que, intervindo, poderiam ser contra nós. Não no corpo, mas pela projeção de suas influências de pensamento, que fazem uma névoa que obscurece. Leve em consideração, amigo, que em grau eles se aproximam mais de você que nós, e tenha aí o ganho de vantagem que nós queremos. Como este sinal ajuda?
Por causa da realidade que representa. Quando você ponderar nisto, muito se elabora por sinais, não porque estes sinais tenham neles algum valor dinâmico, ou vindo deles, mas pela potência destas pessoas, ou forças que eles representam. Por exemplo? Por exemplo, as letras com as quais você está escrevendo no momento são apenas sinais, e aqueles que as lerem com simpatia e amor vão se colocar diante da aptidão armazenada neles mesmos, para progredirem quando chegarem aqui mais rapidamente do que aqueles que nem viram estes sinais. O nome de um rei é apenas um sinal daquele para o qual representa.
Já ele, que pouco o usa em seus lábios, se se descuidar de algum comando escrito sob aquele nome, será bastante responsabilizado, como também em qualquer ordenação expressa regularmente. Por outro lado, o progresso daquele estado teria muitos obstáculos por causa da desordem e da falta de unidade resultante. Os nomes são, portanto, considerados com reverência, não somente nos assuntos da terra, mas nestes reinos celestes também. Pois aquele que nomeia um grande Anjo Senhor compromete aquela pessoa com qualquer que seja o trabalho que tenha que ser feito. Isto é assim ordenado; e o mais alto de todos, Seu Nome, deve ser tido na mais profunda reverência, assim como em sua própria lei sagrada está também determinado.
O Sinal da Cruz é apenas um dos sinais de Santidade que nós conhecemos, e temos feito as crianças da terra conheceremno no passado e no presente. Mas é, no atual estágio de evolução, o sinal mais poderoso que qualquer outro, porque é o sinal de vida d’Aquele que Vive, emanado para o progresso na terra. E como outras épocas têm sido períodos de manifestações de Deus por outros – escreva isto, amigo, não hesite – Cristos de Deus Sua Majestade, assim esta era é uma era peculiar daquele Cristo de Deus Que, vindo por último daquele alto grupo, é Príncipe de Todos, Filho tanto de Deus quanto do Homem. Eles, portanto, que usam este sinal, usam Seu Sinal– escrito manualmente em sangue, o qual é a Vida, e antes disto mesmo aqueles nossos companheiros que não têm Sua Soberania nem entendem Seu Amor,devem respeitar, porque conhecem e temem Seu poder. Mesmo aqueles nos infernos, então, conhecem Seu Sinal.
Não é assim? Mais verdadeiro e terrível que isso. Por uns instantes deixeme ficar neste tema, porque podem haver muitos, como sabemos, que na terra não reverenciam este sinal o suficiente, porque não o entendem. Estive nas regiões de trevas várias vezes, mas quando vou lá – faz muito que não vou lá, tenho outros assuntos a tratar – eu uso este sinal muito pouco, sabendo da agonia a mais que ele provoca naquelas pobres almas que já tinham muita agonia em si mesmos desde antes. Você vai contar algum exemplo de quando usou este sinal?
Uma vez fui mandado para um homem que tinha, bastante estranhamente, sido trazido, na sua passagem da terra, para a segunda Esfera. Mas ele não se adaptou para habitar ali e gravitou para as esferas abaixo. Não pararei para explicar esse assunto em 204 – Reverendo G. VALE OWEN particular. É raro que tal se passe – mas não é novidade.
Tais erros são cometidos aqui e ali pelos guias de menor conhecimento. O zelo deles extrapola seus poderes de discernimento e de penetração, e quando uma personalidade difícil ou complexa chega aqui, algumas vezes os erros são cometidos. Eu desci para as esferas de treva, portanto, e quando, de certa forma, condicioneime para estar ali, comecei minha pesquisa. Fui de cidade em cidade, e finalmente cheguei num portão onde senti sua presença lá dentro. Talvez você não entenderá prontamente o que acabei de lhe passar.
Deixe estar, um dia você entenderá. Passando para dentro, atravessando um brilho obscurecido de uma luz, cheguei numa quadra onde uma multidão estava reunida. O ar parecia de uma tonalidade avermelhada, como numa casa de um ferreiro, flamejando e bruxuleando conforme a multidão ficava animada ou deprimida, tornandose raivosa ou cansada. Em cima de um bloco de pedra estava o homem que eu procurava. Ele falava seriamente às pessoas numa voz severa, e eu fiquei atrás deles e escutei por um tempo.
Ele estava falando a eles da redenção e do Redentor– nãopelo nome, repare, mas pela alusão. Por duas ou três vezes vi o nome em seus lábios, mas não veio à tona, pois quando isto acontecia ali, vi que uma onda de sofrimento tomava sua face e suas mãos crispavamse, e ele permanecia em silêncio por instantes, e então prosseguia. Mas d’Ele, de Quem ele falava, ninguém poderia duvidar a Personalidade. Por um longo tempo ele os convidou ao arrependimento, e contavalhes o que a falta de conhecimento espiritual fez a ele, trazendoo para baixo, querendo ou não, lá de sua rápida parada no Céu e na luz em direção à escuridão profunda destes mundos inferiores de sofrimento e remorso. O que ele lhes recomendava fazer era isto: ele disse que tinha chegado do alto com os olhos abertos, e marcou bem o caminho, o suficiente para retornar em seus passos e alcançar a luz finalmente.
Mas o caminho era longo, e de subida sofrida, e muita escuridão. Ele, portanto, conclamava aqueles que quereriam fazer sua partida com ele, e todos juntos, como um rebanho de carneiros, para companhia e ajuda mútua, e poderiam descansar no final. Somente para não deixálos ir sem destino pela estrada, pelos desfiladeiros e terras de florestas fechadas que deveriam passar ao lado, e os que se perdessem, perderiam a trilha por eras e vagariam sozinhos, até que ponto ele não saberia dizer, mas sempre na escuridão e no perigo da crueldade de quem espreita nestas regiões, para desafogar suas ânsias em quem venha contra seu poder. Então, que seguissem a Bandeira que ele transportaria à frente deles, e eles então não teriam nada a temer. Porque a Bandeira que ele faria para eles serlhesia um símbolo de grande força durante o caminho.
Este foi o fulcro de seu discurso a eles, e eles pareciam nem se lembrar de responder. Ele ficou ali, silencioso, por um tempo, e então dali veio uma voz de alguém da multidão, que gritou: “De que bandeira você fala? Com que armas vai enfeitar o brasão, para que saibamos qual é o líder que seguimos?” Então, o homem que estava em cima da pedra no meio do terreno levantou sua mão para o alto e tentou forçála para baixo para que fizesse um risco, mas não pôde. Tentou fazer isto muitas vezes, mas seu braço parecia paralisado a cada vez que tentava movêlo para baixo deliberadamente. Então, no final – era uma visão muito dolorosa para mim que o conhecia – ele o levantou, num alto suspiro e cheio de lágrimas de agonia, e sua mão caiu sobre si mesma e ficou pendurada ao seu lado.
Logo ele recomeçou, e ficou ereto mais uma vez, com determinação em seu rosto. Percebera que tinha feito uma linha vertical no ar, e eis que brilhou ali, ao longo do caminho que fez sua mão ao cair, um fraco raio de luz que permaneceu diante dele. Assim, com muito esforço e cuidado, ele mais uma vez levantou sua mão, esticoua pela linha e um pouco acima do meio de seu comprimento, e buscou aproximar e cruzar através dela, mas novamente não pôde. Eu podia ler sua mente e o que estava nela. Ele estava tentando dar a eles a Insígnia para a bandeira que deveriam seguir – o Sinal da Cruz.
Então, penalizado, impeli 205 – A VIDA ALÉM DO VÉU me em sua direção, e finalmente me pus ao seu lado. Tracei primeiro a linha vertical mais visível. Traceia vagarosamente e, enquanto o fazia, ela brilhou com uma luminosidade que iluminou o terreno e as faces da multidão reunida. Então fiz o desenho da cruz, e ela brilhou diante de nós, e nós, encobertos por sua irradiação, permanecemos atrás dela sem sermos vistos por eles. Mas escutei uma gritaria selvagem e um grande lamento, e olhei novamente.
A Cruz perdeu um pouco de seu brilho, e vi a multidão prostrada, enquanto se estorcia na areia do grande terreno, procurando esconder suas faces e arrancar de sua memória este sinal. Não era aquilo que eles odiavam – estes vinham através do caminho do remorso – mas foi o grande progresso feito em direção ao arrependimento que causou esta dor neste momento. O remorso estava misturado com a tristeza pelo pecado e a ingratidão deles, e este progresso acrescentou amargura à sua tristeza. O homem ao meu lado não rastejou como os outros, mas ajoelhouse com sua face coberta com suas mãos, e suas mãos em seus joelhos – dobrado em agonia e arrependimento. Agora eu tinha muito o que me apressar, já que o que eu tinha pensado para seu conforto causou sua desagregação, portanto teria muito trabalho para reestabelecêlos mais uma vez ao seu próprio modo calmo de ser, no qual eu deveria, tomando o trabalho de meu amigo para mim, começar a contatar a sintonização que ele começara.
Ao final eu havia obtido sucesso em minha tarefa, mas fiz minha resolução, ali e naquela hora, de ser mais restrito no uso daquele potente sinal nestes reinos escuros, pois poderia causar mais dor àqueles que já tinham muita em suas costas para suportar. Você chamou o orador de seu amigo? Sim, ele foi meu amigo. Ele e eu ensinávamos filosofia na mesma universidade, quando na vida terrena. Ele tinha uma vida direita, e com impulsos generosos em algumas ocasiões.
Brilhante, entretanto, mais do que devoto, e, bem, ele está no caminho de subida agora, e praticando muito o bem entre seus camaradas. Eles tinham sua bandeira afinal, como eu tentei contarlhe. Mas não era fruto de um excelente artesanato – meramente um par de galhos de árvore, muito retorcidos e ásperos, do jeito que as árvores crescem aqui nestes territórios escuros – mas eles os ajuntaram e chamaram isto de cruz, mas a peça em cruz inclinavase às vezes para cima, às vezes para baixo, e era grotesco apenas pela seriedade deles e o que aquilo significava para eles; porque a eles era o poder que ela significava, e era Ele, de Quem o poder fluía, e desta forma, para eles, era sem dúvida o Sinal mais Sagrado e que devia ser seguido bravamente, mas em silêncio e em reverência. E a faixa vermelha de tecido com que amarraram na interseção caía como uma torrente de sangue. E eles seguiam onde a viam indo na frente deles ao longo do caminho, longa jornada, cansativa e sempre com os pés doloridos, mas sempre em direção aos Planos Superiores, onde sabiam que encontrariam luz.
Obrigado. Antes que paremos, gostaria de fazer‐lhe uma pergunta. Aquele templo sobre o qual falou ontem à noite. Na primeira parte você disse que o propósito dele era ajudar as pessoas na esfera terrestre. Mas depois mencionou um propósito bem diferente, não é?
Não estou satisfeito. Poderia, por favor, explicar? O que dissemos, amigo, foi suficientemente verdadeiro, apesar de não tão claro quanto poderíamos ter dito. Sua mente estava de alguma forma pesada ontem à noite. E agora também você está fatigado.
Explicaremos o que estava em sua mente quando da próxima vez que se sentar para nós, portantoas bênçãos de Deus e boa noite. 206 – Reverendo G. VALE OWEN Quinta, 29 de novembro de 1917. Prometemos explicarlhe sua dúvida sobre o Templo. Há realmente algo de difícil entendimento. Pensará que dissemos que era para o propósito do serviço a ser rendido aos da Esfera Cinco e das esferas inferiores.
Incluídas nestas está a terra, que não é diversa daquilo que você distingue pelo nome de esferas espirituais, exceto em sua manifestação exterior. As influências projetadas daquele prédio vão longe, através das esferas abaixo e para a terra. Nós não fomos muito explícitos, não por causa de nossa pressa, mas por suas limitações, tanto de relaxamento quanto de receptividade, um dependendo grandemente do outro. Pois aqueles que não relaxam silenciosamente e em paz não são capazes de responder aos nossos pensamentos que vêm de reinos tão diferentes, e ao virmos trazemos conosco, sempre na proximidade de seu plano, muito daquela força pacífica que temos em nós quando começamos esta jornada. Nem toda ela é dispersa de nós pelas esferas conforme chegamos de lá; e o que permanece sempre procuramos repartir com aqueles da terra que correspondem à nossa busca, e com quem precisa muito da paz que temos para dar.
Quando nós, também, nos esvaziamos de nossa graça e do poder compartilhado com vocês, com o pouquinho que nos resta, então, voltamos para casa para preencher a cisterna no ar livre e claro dos Céus de Deus, dos quais vêm toda a força e paz. Isto foi apresentado no tema do templo, porque este é um de seus usos: ser reservatório no qual sejam acumulados tanto os poderes quanto as bênçãos dos altos reinos, para serem ofertados, conforme a oportunidade aparecer, para aqueles na terra e nas esferas próximas, na ordem de ascensão. Como o trabalho deverá evoluir, outros usos para ele serão encontrados, e coordenados com o trabalho feito atualmente perto dali. Agora você foi impedido de vir para nós esta noite, e até que o próximo compromisso com os seus familiares leve você daqui mais uma vez, o tempo não é muito longo. Assim, seremos resumidos esta noite e diremos apenas umas poucas palavras mais, e num tema que você não entendeu muito claramente.
Quando chegamos à terra, nós, crianças dos Céus, às vezes temos muitas dificuldades em entrar em contato com aqueles que esperam por nós e ouvem nossa chegada. Você mesmo é um exemplo disto. Pois frequentemente percebemos que você praticamente acorda com a nossa presença próxima a você e, tendo nos escutado, termina duvidando, e algumas vezes conclui que é apenas sua própria imaginação, e que não é a respiração de seus amigos espirituais aquilo que você sente e ouve. Agora, a razão destas falhas de nossa parte em dar, e da sua em receber, é principalmente a falta de coragem de acreditar. Você pensou que tinha esta coragem em si, e em algumas coisas é verdade.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.