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Capítulo 17 de 87

Parte 17 de 87

A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro

O. 96 – Reverendo G. VALE OWEN LIVRO II AS ALTAS ESFERAS DO CÉU 97 – A VIDA ALÉM DO VÉU  Amor Angélico  I  Abram seu mundo a mim  Puros Anjos amigos  Seu mundo de paz e beleza e prazer  Com pessoas vestidas e adornadas com a cintilação  No rosto, no peito e nos ombros da gema  Da Ordem e Grau de Ministro  E a isto acrescido da Eternidade  Ou daqui embaixo, como lhes é determinado  Abram seu mundo a mim:  Mas não forte demais, faça refulgir o Shekkinah,  Caindo diante de minha pobre visão toldada ainda  A fim de que não perca meu coração pelo contraste;  para que não me impaciente  Deixando meus deveres agora, antes que o tema  Deste meu atual curso esteja completo –  Mas apenas para manter e guiar meus pés  Até que esta vida se mescle  Na Vida Suprema,  Puro anjo amigo. II  Abram seus corações a mim,  Puros anjos amigos;  Desvendem seu grande e completo amor,  E deixem­me ver o quanto pacificamente se movem,  Entre as maravilhas do Universo,  Onde desejar é ato concluído, onde cada peito  Suspira cintilando em resposta a todos  Os irmanados espíritos buscando contato  Abram seus amores a mim–  Saberão assim, seus olhos mais límpidos verão  O quanto é melhor dar e manter,  Para que eu, sendo mais corajoso na terra, não clame  A licença de sua maior liberdade  Mas apenas uma outorga fulgurante, nem busquem esconder  O quanto abençoados são os amores onde o amor é puro;  O quanto nosso amor vai  Em direção ao amor, para ser  Puro anjo amigo  Nota – Subsequentemente à recepção desta parte dos escritos que são incluídos neste volume, eu  recebi os versos acima. Foi colocado a mim, naquela época, que o propósito pelo qual este hino foi  transmitido era de que deveria ser observado como chave para esta série de mensagens. Vale Owen 98 – Reverendo G.

VALE OWEN I INTRODUTÓRIO  Segunda, 3 de novembro, 1913  Zabdiel, seu guia, está aqui, e gostaria de falar com você. Ficarei feliz se ele tiver a bondade de fazê‐lo. Estou apto, agora pela primeira vez, amigo, a juntar­me nestas mensagens que  sua mãe e seus amigos estão transmitindo através de você a seus companheiros. Agora o  tempo é chegado em que posso continuar a desenvolver, com sua ajuda, as instruções  dadas a você, se for de sua vontade continuar. Sou‐lhe muito grato, senhor.

Por favor, diga qual é seu desejo agora. Que se sente e transcreva minhas mensagens, aqui e agora, como fez nas poucas  semanas passadas,por sua mãe e seus amigos. Então minha mãe cessará e dará espaço para o senhor? Sim, este é seu desejo. Entretanto, de vez em quando ouvirá sobre ela, dela e  outros do seu círculo de amizades.

E de que tipo é seu curso de instrução projetado? Aquele do desenvolvimento do mal e do bem, e o propósito presente e futuro de  Deus com a Igreja de Cristo e, completando, o ser humano em geral. É para você, meu  amigo e tutelado, dizer se continuará, ou cessará por aqui, sem ir adiante. Advirto­o de  que, apesar de que observarei a regra aqui colocada de conduzir de forma elevada em vez  de revelar por cataclismos, muito daquilo que direi será de natureza tal que o perturbará  por um tempo até que tenha assimilado e venha a entender a sequência lógica dos ensinos  que devo comunicar. O que acontecerá com aquelas mensagens que recebi de minha mãe e seus  8  amigos?

Cessarão? Estão incompletas–não há uma conclusão apropriada a elas. Sim,  permanecerão  muito  bem  da  forma  como  tenham  sido  dadas  a  você. Lembre­se, elas não foram entregues para terem o formato de uma história completa ou  uma novela. Podem ser fragmentadas, mas não serão de pouca utilidade para aqueles que  as lerem com a mentalidade correta.

Devo confessar que estou um pouco desapontado pelo final, é muito abrupto. Recentemente alguma coisa foi dita a respeito da publicação. É de seu desejo que sigam à  frente da forma em que estão?  8  Refere‐se às mensagens recebidas da mãe do Sr. Vale Owen, que são parte de Os Planos Inferiores  do Céu. 99 – A VIDA ALÉM DO VÉU  Isto  deixamos  para  seu  próprio  arbítrio. Pessoalmente,  não  vejo  porque  não  deveriam.

Posso dizer­lhe, entretanto, que estes escritos que tem feito recentemente, como  todos que recebeu de nós, são preparatórios para um avanço para mais adiante, o qual  agora proponho a você. Quando quer começar? Agora; e você pode continuar como puder no dia a dia, como já tem feito. Sei de  seu trabalho e seus compromissos, e deverá chamar pelo meu de acordo com eles, já que  meu trabalho comvocê está acertado. Sim, farei o melhor de mim.

Mas confesso, muito sinceramente, que temo esta  tarefa. O que quero dizer é que não me sinto evoluído o suficiente, pois, conforme o  que  diz, senhor, há bastante trabalho mental duro em ação naquilo que propõe. Minhas graças deverão ser suficientes no poder de nosso Senhor o Cristo, como  até agora. Bem, então, começará dizendo‐me algo a mais daquilo que sei sobre o senhor? Não é sobre minha pessoa que deveria concentrar sua mente, amigo, mas nas  mensagens procedentes de mim para você, e através de você para nossas amizades cristãs  que lutam a seu modo através da névoa da controvérsia e dúvida e zelo mal direcionado.

Quero ajudá­los e você, meu tutelado; aos que têm será dado, e estes deverão encaminhar a  outros. Ainda é para sua escolha... Já fiz a escolha. Eu já disse. Por obséquio, Zabdiel, usar uma ferramenta pobre  como eu, foi escolha sua, não minha.

Farei o que puder. Só posso prometer até este  ponto. Agora, que me diz? Minha missão é mais importante que a minha própria personalidade, que será  delineada  melhor  através  dos  pensamentos  que  for  capaz  de  mandar­lhe. O  mundo  suspeita daquele que reivindica mais do que pode entender.

Acreditam quando leem: “Sou  Gabriel que estou aqui”, porque foi dito muito tempo atrás. Mas se eu disser a você: “Sou  Zabdiel, que veio dos Altos Planos com uma mensagem daqueles que são tidos nos Reinos  dos Céus como Sagrados e Príncipes do Amor e da Luz”, bem, você sabe, meu amigo e  tutelado, que formato os lábios deles tomariam. Por isso peço que me deixe falar, e que  julguem a mim, e a nós, pela mensagem da qual estou encarregado – se é verdadeira e  elevada, ou não – e será suficiente para você e para mim. Um dia, querido amigo, você me  verá como sou, conhecer­me­á melhor naquele dia, e ficará feliz. Muito bem, senhor, deixo com o senhor.

O senhor sabe de minhas limitações. Não sou nem clarividente nem clariaudiente, nem fisicamente compreendo de maneira  efetiva. Mas o que tenha já sido escrito, admito, convenceu‐me de que é externo a mim,  penso que já me convenci disto. Portanto, se quer, eu quero. Não posso dizer mais, e sei  que não estou oferecendo‐lhe muito.

É suficiente, e o que lhe falta devo completar com meu próprio poder. Nada mais  direi  por  hoje,  pois  sei  que  deve  ir,  tem  deveres  a  cumprir. Deus  esteja  contigo,  meu  tutelado, no Senhor Cristo. Amém +. Terça, 4 de novembro de 1913  Que as graças e a paz possam ser suas, amigo, e quietude de mente. 100 – Reverendo G.

VALE OWEN  A fim de que aquilo que devo dizer não seja mal compreendido, deveria começar  por lhe dizer que nestes reinos nós não nos demoramos muito naquelas coisas que não são  de importância imediata, mas procuramos temas que sejam mais concernentes com nosso  atual modo vanguardeiro, priorizamo­las, e assim seguimos passo após passo em chão  firme e seguro. Verdadeiramente, as coisas do infinito não estão ausentes de nossas mentes  – a natureza e a presença do Absoluto e da Finalidade, e aquelas condições que são d’Ele,  estas não são postas de lado. Mas estamos felizes por deixá­las não entendidas, saiba, pois  julgamos, por nossa própria experiência destes reinos inferiores, que aqueles que estão  além de nós devem enviar bênçãos ainda maiores do que as que temos. E assim vamos à  frente em perfeita fé e confiança, e contudo sem impaciência pelo futuro que certamente  atua. Então, quando eu falar do mal e do bem, tratarei mais das coisas que formos capazes  de tornar claras a você, e serão o que uma gota de orvalho é para o arco­íris, e menos que  isso, certamente.

Há aqueles que dizem que não há o mal. Erram. Se o mal é o negativo do positivo  bem, então ele é real como o bem é real. Se fosse racional se dizer, não haveria uma  condição como a noite, mas ela nada mais é que o aspecto negativo da luz e do dia, tanto  quanto dizer que o mal não é, mas o bem é. Pois ambos são condições de atitude que seres  individuais  assumem  em  direção  Àquele  Que  É,  e,  conforme  cada  atitude  é  um  meio  qualificado  de  um  efeito  apropriado,  desta  forma  a  condição  de  rebeldia  é  a  causa  secundária de problemas e desastres ao rebelde.

A verdadeira intensidade do Amor de Deus torna­se terrível quando encontra um  obstáculo oponente. Quanto mais veloz é a torrente, tanto maior a arrebentação sobre as  rochas  oponentes. Quanto  mais  intenso  o  calor  do  fogo,  maior  é  a  dissolução  do  combustível que foi jogado contra ele, e onde se alimenta. E embora para alguns tais  palavras possam parecer terríveis ao serem ditas, contudo é a verdadeira intensidade do  Amor que energiza e flui através da Criação do Pai que, quando encontra oposição e  obstrução desarmônica, causa a maior dor. Ainda na vida terrestre vocês podem testar e provar esta verdade.

Pois o mais  amargo de todos os remorsos e arrependimentos é aquele que se segue à percepção de que  o amor trazido a nós veio daquele contra quem erramos. Este é o fogo do inferno, nada mais. E se isto não faz do inferno uma realidade,  então que coisa fará? Nós, que temos observado, sabemos que somente o arrependimento e  a percepção de que todas as ações de Deus são atos de amor fazem descer as aflições do  inferno sobre o pecador com toda a intensidade, e não antes disso. Mas se isto fosse assim, se o mal fosse real, então seres maus também o seriam.

A  cegueira é a inabilidade para ver. Mas não é somente essa a condição para a cegueira;  também há pessoas que são cegas. Cegueira também é uma condição negativa, ou menos. É  a condição daqueles que têm apenas quatro sentidos, em vez de cinco. Mas é real, apesar  disso.

Quando alguém nasce cego e lhe falam do sentido da visão, é somente aí que ele sente  falta dele, e quanto mais ele entende o que é a falta deste sentido, maior será o sentimento  desta falta. Assim é com o pecado. É usual que aqui chamemos os que estão na escuridão de  “não evoluídos”. Não é um termo negativo, que seria então “retrógrado”. Portanto, dos  dois, não digo “perda”, mas “falta”.

Aquele que nasceu cego não tem a perda da faculdade  de ver, mas a falta dela. O pecador também antes tem falta, e não perda, de sua faculdade de apreender o  bem. Esta sua condição é como aquele que nasceu sem a visão, não é como ficar cego numa  fatalidade. E aqui temos a explicação das palavras de São João, sobre aqueles que, em sendo  trazido a eles o conhecimento da verdade, não poderiam pecar – não, se considerado  teoricamente, mas na prática, sim. Assim, é difícil entender como aqueles que entreviram a  luz e toda a beleza que ela revela poderiam desviar seus olhos e desta forma tornarem­se 101 – A VIDA ALÉM DO VÉU  cegos.

Estes, entretanto, os que pecam, agem assim pela falta do conhecimento e pela  inabilidade de apreciar o bom e o belo, e assim como os cegos caminham a um desastre a  menos  que  sejam  avisados  por  aqueles  que  podem  ver  –  guias  encarnados  ou  desencarnados–assim é com os que são cegos espiritualmente. Entretanto pode­se dizer que as pessoas de fato regridem perdendo graças. Estes  que assim agem são como aqueles que são parcialmente cegos ou têm a visão imperfeita ­  cegos  a  uma  ou  mais  cores. Estes  jamais  viram  perfeitamente,  e  sua  falta  é  apenas  desconhecida por eles, até que lhes seja oferecida uma oportunidade, e então a imperfeição  se manifesta. Pois aquele que é cego para as cores é alguém cuja visão é, em maior ou  menor medida, subdesenvolvida.

Somente posta em uso é que será mantida a visão que se  tem, e quando se negligencia o uso, há o retrocesso. Assim é com o pecador. Mas pode deixá­lo perplexo o fato de saber que muitos dos que aparentemente  vivem uma vida boa e direita na terra são encontrados aqui entre os menos evoluídos. Mas  é  assim. Foram  para  a  vida  com  muitas  de  suas  maiores  faculdades  espirituais  não  desenvolvidas, e quando adentram a um mundo onde tudo é espiritual, esta falta é sentida,  e somente gradualmente eles vêm a entender o que deixaram em falta, desconhecendo por  tanto tempo ­ exatamente como muitas pessoas cegas para cores vivem suas vidas e vão  embora sem saber de seu estado de visão imperfeita; que também é escondido de seus  companheiros.

Poderia dar‐me uma caso para efeito de ilustração? Aquele que ensina a verdade em parte somente, deve aqui aprender a ensiná­la  por inteiro. Um enorme número de pessoas aceita o fato da inspiração, mas negam que é  um recurso eterno e único da graça de Deus aos homens. Quando chegam aqui, por sua vez,  tornam­se inspiradores, se foram qualificados para tanto, e então aprendem o quanto  foram devedores perante aqueles com os quais tinham obrigação de, em sua vida na terra,  usar este método com eles. Devem primeiramente desenvolver este conhecimento que lhes  falta e aí podem progredir, e não antes disso.

Agora, o mal é a antítese do bem, mas ambos podem estar presentes, como sabe,  em uma pessoa. É somente pelo livre arbítrio que alguém se tornará responsável por  ambos, bem e mal, em seu coração. Sobre este livre arbítrio, e a natureza dele e seu uso,  deverei falar mais adiante, em outra oportunidade. Deus esteja com você, amigo, e mantenha­o em Sua Graça. Amém. +  Sábado, 8 de novembro, 1913.

Se você der sua mente agora, por pouco tempo, empenhar­me­ei em continuar  minhas  palavras  sobre  o  problema  do  mal  e  sua  relação  com  aquilo  que  é  bem. Na  realidade, estes termos são relativos e nenhum pode ser considerado absoluto sob o ponto  de vista do homem na terra. Pois não é possível que alguém, em quem ambos estejam  fazendo parte integrante, possa ser capaz de defini­los perfeitamente, mas somente, ou  principalmente, o efeito de como é visto atuando em cada um. Também deixe que seja lembrado que o que parece ser bem ou mal para um  homem,  não  aparece  necessariamente  desta  forma  diante  dos  olhos  de  outro. Especialmente entre aqueles que têm credos e hábitos de pensamento diferentes e modos  de viver em comunidade.

Entretanto, o que é possível para se distinguir entre estes dois é  que  os  princípios  claros  e  fundamentais  que  estão  subentendidos  em  cada  um  sejam  captados  claramente,  e  o  futuro  se  encarregará  das  graduações  menores  destas 102 – Reverendo G. VALE OWEN  qualidades, quando então serão gradualmente mais explicitadas. Agora, o mal é a rebelião contra aquelas Leis de Deus que estão manifestas em  Sua Criação. É o esforço de um homem sábio que o leva a andar na mesma direção em que  estas Leis fluem. Ele, ao se opor com selvageria e ignorância a esta corrente, num átimo  percebe  que  se  lhe  apresenta  um  obstáculo,  e  se  persistir  nesta  oposição,  aí  então  decorrerá uma fatalidade.

Pois a Vida do Supremo, que opera e sustenta a criação, é uma força que se opõe  àquilo que é destruição. E se um homem fosse poderoso o suficiente para, por si próprio,  enfrentar  tal  oposição  ficando  no  caminho  daquela  tremenda  força  para  testar  sua  torrente,  mesmo  que  por  um  momento,  sua  sina  seria  o  aniquilamento  assim  que  irrompesse sobre ele a energia reprimida mais uma vez. Mas nenhum homem é competente  para isto, e neste grau, para se opor a Deus; e, portanto, a nossa fraqueza em si é nossa  segurança contra uma aniquilação como esta. Algumas  vezes,  por  períodos  mais  longos  ou  mais  curtos,  e  na  verdade  frequentemente por alguns milhares de anos, da forma como computam o tempo na terra,  um homem pode manter sua obstinação. Mas o homem não foi criado para continuar  assim para todo o sempre.

E é o limite misericordioso que nosso Pai Criador colocou em  torno de nós, e em nós, para que Ele não nos perdesse, ou a qualquer um de Seus filhos,  para longe d’Ele e sem retorno para sempre. Deixe­nos, portanto, tendo visto esta fase de aberração da caminhada natural do  homem com Deus, agora olhar para o outro caminho, na direção do qual todas as coisas  estão tendendo. Verdadeiramente, o mal não é nada mais que uma fase transitória, e se sai  de Seu âmbito totalmente ou não, de todos os indivíduos certamente sairá quando a força  oponente  for  empregada,  e  então  eles  serão  liberados  para  seguirem  na  gloriosa  carruagem daqueles que brilham cada vez mais, na proporção em que forem de uma glória  para uma glória maior esuperior. Por esta razão também o Reino do Cristo um dia também será expurgado do mal,  porque os indivíduos compõem esta Igreja e, quando os últimos tiverem sido reunidos,  então estará completa na sua glória radiante para irradiar talvez, e como muitos daqui  acreditam, a outros mundos com a mesma necessidade de ajuda e socorro que seu mundo  tem hoje. Enquanto estamos no plano da terra, onde estou agora, e olhamos através do Véu  da diferença de condições entre nós e vocês na vida terrestre, nós frequentemente vemos  muitas pessoas de uma vez, em outras vezes vemos poucos.

Estas pessoas diferem entre si  em brilho, de acordo com o grau de santidade de cada uma; isto é, de acordo com o grau no  qual cada indivíduo em si mesmo está apto a refletir a luz divina do espírito que flui  passando por nós e através de nós para vocês. Alguns aparecem muito escuros, e estes,  quando vêm para cá, irão para regiões mais sombrias ou menos sombrias, de acordo com  sua própria obscuridade. Por  isso,  todos  aparecerão  para  os  outros  e  outros  aparecerão  para  eles  naturalmente, conforme o ambiente e a atmosfera na qual mereceram estar. Este é o “seu  próprio lugar”. Deixe­me ilustrar isto para tornar mais claro a você.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.