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Capítulo 40 de 87
Parte 40 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Sem dúvida, até que isto seja bem feito e completamente, o homem não é bem nascido em espírito. É como um nascimento antes de ser completado o tempo na vida da terra, quando a criança é fraca e cresce apenas gradualmente, fortalecendose conforme puxa para si aquelas forças que lhe faltavam quando veio à luz do sol. Assim dizemos que a Morte é um sacramento, e indubitavelmente é muito sagrado. Alguns poucos de sua raça – e mais dos que você conhece, além disso – despiram se de seus corpos na terra sem passarem lentamente por esta desintegração que é a morte aos olhos dos homens. Mas o ato essencial é idêntico em ambos.
E para que a morte tenha a honra justa na sua forma mais usual, Ele Que é Senhor da Vida não duvidou em passar daquela forma da vida para a vida eterna, e pela forma de Sua morte Ele mostrou que, qualquer que seja a forma ou o valor aos olhos do homem, é um ato normal da jornada da humanidade, já que impulsiona em direção ao mais alto curso do Rio da Vida, que vem do Coração de Deus. 217 – A VIDA ALÉM DO VÉU VI CHEGADAS À VIDA ESPIRITUAL E UMA MANIFESTAÇÃO DO CRISTO VENCEDOR Sexta, 7 de dezembro de 1917. Fora da escuridão que paira sobre a esfera terrestre, e através da qual aqueles que vêm a você destes reinos mais brilhantes devem penetrar, emerge continuamente uma corrente de pessoas que passaram pelo Vale do Conflito para estes planos de luz do sol e daquela paz que raramente é conhecida entre vocês na terra. Falamos agora não daqueles que falham em perceber seu elevado destino, mas daqueles que, esforçandose em conhecer, sondam o significado de Ser, e de sua parte e relação nele, encaminharam sua vida no compasso de Seu Amor. Estes souberam que sobre toda esta treva e além de toda a perplexidade do crepúsculo, o sol que brilha é o sol da Integridade e da Justiça e do Amor. Então, estes vêm para cá algo preparados para corrigir aquilo que parecia ser errado, e com confiança naqueles que ajudaram a guiar seus passos hesitantes para que não tropeçassem demais ou perdessem seu caminho na peregrinação para a Cidade Celeste.
Isto com muita certeza. E ainda há poucos, ou realmente quase nenhum, que não levantam suas pálpebras de surpresa e assombramse pela grande beleza e serenidade que estão para sua imaginação assim como uma pessoa viva está para o quadro que, em um retrato plano de luz e sombra, esforçase em vão para transmitir a vida pulsante do original. Sim, posso bem acreditar tudo isso, Líder... É assim que é chamado, Kathleen contou‐me. Mas poderia, por favor, dar‐me um exemplo disto?
Quero dizer algo individual e definido. Dentre tantos, é difícil escolher. Assim, contaremos a você de um destes que vieram para cá recentemente. Não é das obrigações do nosso grupo no atual estágio ir próximo à fronteira e trazer aqueles que vêm em direção aos seus próprios lugares. Mas estamos sempre em contato com aqueles cujo trabalho é fazer isto, e sua experiência deve ser trazida para nós.
Era um jovem que veio através da parede bem recentemente, e estava deitado no gramado ao lado da estrada. Poderia explicar o que quer dizer com parede? Em seu reino material, uma parede é, diremos, de pedra ou tijolos. A pedra com a qual a parede é construída não é sólida no sentido de estar absolutamente coagulada. Cada partícula de que a pedra é feita está em movimento, como sua ciência apenas recentemente descobriu.
E as próprias partículas também são constituídas de movimento mais denso que o éter, que é como chamam o elemento no qual elas flutuam. O movimento é consequência da vontade, e a vontade é posta em ação pela personalidade. Ela portanto resulta nisto, considerandose inversamente: Uma pessoa ou um grupo de pessoas concentram sua vontade no éter, que é colocado em vibração, e desta vibração são resultantes partículas. Isto também pela operação da vontade de outros grupos – 218 – Reverendo G. VALE OWEN hierarquias, se quiser – adicionarão em formação mais ou menos densa, e o resultado será água ou pedra ou madeira.
Todas as espécies de matéria, portanto, são apenas uma manifestação externa de personalidade, e variam em composição e densidade de acordo com o tipo de personalidade, atuando sozinha ou em conjunto, com o exercício contínuo da força da vontade produz a manifestação que seja apropriada para sua classe. Aqui se obtém um sistema de lei operativa muito parecido com este que lhe detalhamos como o obtido entre os reinos espirituais ea sua contabilidade de matéria. A Parede da qual falamos é produzida e sustentada na posição pela força de vontade residente e operativa na esfera da terra. É encontrada neste lado pelo poder de vontade apropriado e operativo nas Esferas acima da terra e, sendo rebatida, tornase condensada e soldada numa parede de uma densidade e de uma substância quase apalpáveis por nós que somos de natureza mais sensitiva e refinada, mas que a vocês encarnados em corpos de substância mais bruta é perceptível somente como um estado mental de densidade impenetrável, e da qual falam como se fora uma nuvem de perplexidade, ou treva espiritual, ou algo parecido. Quando dizemos que é produzida pelas vontades de vocês da terra, falamos no sentido literal da faculdade criativa do Espírito.
Todo Espírito é criativo, e vocês na carne são Espíritos, cada um sendo ponto focal do Espírito Universal, assim como nós. Esta nuvem de vapor, portanto, que vem contra nossa Fronteira vinda da terra, é criação espiritual, da mesma forma que estas que provêm contra ela continuamente, vindas destes Reinos mais elevados, mantendoa constantemente no lugar. Não é uma diferença de natureza ou de espécie, somente de grau. É o encontro do mais alto e o mais baixo e, nesta extensão, conforme uma ou outra sobe ou desce em intensidade, assim é produzida a parede em nossa direção, ou empurrada em direção à terra. Mas seu lugar é quase constante, e nunca é encontrada distante de seu lugar principal.
Você nos determinou uma tarefa, amigo, ao fazer sua pergunta. Seria para dizer lhe nas palavras da terra sobre um destes temas que ainda estão adiante de sua ciência, conforme você entende o termo entre vocês hoje em dia. Algum dia, quando sua ciência tiver ampliado suas fronteiras para mais adiante, alguns de vocês serão capazes, talvez, com palavras mais familiares a você pelo uso, tornar conhecido mais facilmente aquilo que temos encontrado dificuldade em demonstrar. Penso que peguei um desvio do assunto. Obrigado pelo seu esforço de qualquer maneira.
Assim, acharamno deitado na relva próxima ao portal através do qual ele entrara, suspenso por aqueles que o trouxeram até aqui. Logo abriu seus olhos e olhou em torno de si com muito espanto, e quando acostumou seus olhos à nova luz, tornouse capaz de ver aqueles que vieram para guiálo no segundo estágio de sua jornada para sua nova casa. Sua primeira pergunta foi bem pitoresca. Ele perguntoulhes, “Por favor, o que foi feito de meu equipamento? Perdi?” Um deles, que guiava os outros, respondeu, “Sim, meu menino, temo que sim.
Mas neste lugar podemos darlhe outro equipamento, e melhor”. Ele estava quase respondendo quando percebeu o aspecto da paisagem e disse, “Mas quem me trouxe até aqui? Não me lembro deste país. Não é parecido com o que eu estava quando fui abatido”. Então arregalou os olhos e perguntou sussurrando, “Diga, senhor, parti para o outro lado?” “Foi o que aconteceu, meu menino”, foi a resposta, “você partiu para o outro lado.
Mas não são muitos os que percebem o fato tão cedo. Nós observamos você todo o tempo, observamos você crescer, e em seu escritório, e no seu campo de treinamento, e no seu trabalho no exército até que foi abatido, e sabemos que tentou fazer o que sentia que era o 219 – A VIDA ALÉM DO VÉU certo. Nem sempre, mas, no total, você tomou o caminho mais alto, e agora mostraremos seu novo lar”. Ficou em silêncio por um tempo, e então disse, “Posso fazer perguntas, ou é contra as regras?” “Não, faça suas perguntas, nós estamos aqui para respondêlas”. “Bem, então, foi o senhor que veio a mim numa noite de sentinela e conversou comigo a respeito de partir para o outro lado?” “Não, não foi nenhum de nós daqui.
Este está esperando por você ali um pouquinho mais adiante nesta estrada. Se você for forte o bastante, vamos leválo até ele. Tente levantarse e veja se pode andar”. Ele levantouse rapidamente e colocouse em prontidão pelo hábito que formara, e o líder sorriu e disse, “Meu querido menino, tudo isto já passou. A disciplina aqui é bem diferente daquela que você conheceu lá.
Conte conosco como seus amigos, e venha conosco agora. Serão dados comandos a você, e você vai obedecêlos, mas por enquanto ainda não. Quando este tempo chegar, tais comandos serão dados por aqueles que são mais altos que nós, e você vai obedecêlos, não por medo de reprimenda, mas pela grandezade seu amor”. Ele simplesmente disse, “Obrigado, senhor”, e foi com eles à frente, ao longo da estrada, silencioso e em profunda meditação naquilo que fora dito, e na estranha beleza de sua nova vizinhança. Eles subiram a estrada e passaram sobre uma colina, no outro lado da qual estava um bosque de muitas árvores altas e belas, com flores nascendo à beira da estrada, e muitos pássaros cantando entre a folhagem verdedourada.
E ali, num montículo, estava sentado outro jovem que se levantou e aproximouse. Ele veio em direção ao grupo e, dirigindose ao jovem soldado, colocou seu braço sobre seus ombros, e andou ao seu lado em silêncio, o outro estando em silêncio também. Repentinamente o jovem soldado parou e, tirando a arma do outro, virouse e olhou intensamente para ele. Então um sorriso inundou sua face, e ele tomou suas duas mãos nas suas e disse, “Por que, Charlie, quem teria pensado nisto! Então, afinal de contas você não administrou tudo!” “Não, Jock, não administrei, graças a Deus.
Fui para o outro lado naquela noite, e posteriormente deixaramme ir e ficar com você. Fui com você muito bem a todos os lugares, e fiz o que pude para o seu conforto. Então me disseram que logo você estaria vindo para cá. Bem, pensei que você deveria saber. Eu lembrei o que você disse a mim quando tentou me tirar dali e levarme de volta às fileiras novamente, depois que levei aquilo no pescoço.
Então esperei que ficasse quieto por si mesmo, e então tentei tudo o que pude. Depois eu soube que eu tentara fazer você me ver e parcialmente ouvir o que eu disse sobre sua chegada a este lado”. “Ah, sim, é chegando neste ladoagora, não é maisindo, não é?” “É o jeito da coisa, velho amigo. E agora posso agradecerlhe pelo que tentou fazer por mim naquele dia”. Assim estes dois amigos seguiram adiante no resto, diminuíram o passo já que deveria ser assim e, na linguagem familiar como teriam gostado de falar, fizeram articular sua amizade recíproca.
Agora escolhemos este incidente em particular para mostrarlhe várias coisas, entre elas, esta: nenhum ato bondoso passa sem ser notado nestas esferas. Aquele que o pratica está sempre sendo agradecido aqui por aquele a quem o benefício foi feito. Aqueles que chegam ainda usam a linguagem e as maneiras terrenas de falar. Alguns de vocês ficariam muito chocados em ouvir as frases forçadas que saem dos lábios dos realmente brilhantes espíritos quando eles encontram pela primeira vez seus amigos da terra. Falo agora mais especialmente dos soldados que lutaram na guerra, como estes dois fizeram. 220 – Reverendo G.
VALE OWEN Marchar, aqui, acerta o passo com o mérito mais íntimo, e não é menos afetado também pela marcha na terra, ou pela educação da terra. Destes dois, aquele que cuidou do primeiro era um trabalhador antes de se alistar, e de ascendência pobre. O outro veiode uma família não pobre em bens materiais, e esteve por alguns anos num escritório de negócios, preparandose para uma posição de responsabilidade na casa de seu tio. Seus respectivos status não contaram muito quando o primeiro levou o outro ferido para fora das trincheiras inimigas. Aqui, não conta de maneira nenhuma.
Então os realmente amigos encontraramse aqui e iniciaram sua caminhada em frente. Porque aqueles que têm fé em seus compromissos na terra são bemvindos quando chegam até aqui a estes campos de beleza, e descansam onde não é ouvido o som da guerra, onde não entram feridas ou dores. Porque é o Reino da Paz, onde os cansados encontram refúgio dos problemas da terra, e onde há muita alegria de viver. Segunda, 10 de dezembro de 1917. Tais ocorrências, como esta que lhe contamos da última vez, não são raras nestes Reinos, apesar de que possa parecer algo estranho ouvir descrever uma cena de campos de batalha da terra sendo reproduzida nestas paragens de calma e paz.
Mas é de pequenas coisas que a teia da vida é tecida, e aqui a vida é indubitavelmente vida. Aqueles dois amigos não são os únicos que assim se encontraram, e tiveram a amizade, antes mantida entre a pressa dos negócios e o stress dos esforços humanos, renovada nestes reinos brilhantes. Vamos então seguir adiante um pouco e contaremos a você de outro encontro para esclarecer aqueles que habitam sob a névoa que está entre nós e vocês, e através da qual presentemente sua curta visão não pode penetrar. Não será sempre assim mas, por agora, até que seus olhos tornemse mais acostumados, devemos nos esforçar nesta direção para ajudálos no queveem. Há, na Segunda Esfera da terra, uma casa onde aqueles que recentemente vieram para cá esperam por sua saída, para serem levados, cada qual com seu guia, ao lugar que melhor estiver treinado para os primórdios de sua vida espiritual.
É uma Casa muito interessante de ser visitada, porque aqui são encontrados juntos muitos tipos variados de caráter e alguns que, trazendo bons informes sobre suas provações terrenas, ainda não estão bem assentados nas convicções daqui ou naquelas necessárias para serem rapidamente classificados. Não, note bem, por faltar habilidade em algum setor por parte dos trabalhadores destes Reinos, mas porque não é bom mudar nenhum recémchegado em direção a uma rota definida até que ele venha a conhecer a si próprio plena e completamente, e onde está em falta, e onde excede, e do que se compõe seu caráter. Portanto, nesta Casa eles descansam quietos e em companhia compatível por um tempo, até que extravasem um pouco da febre e da inquietação que trouxeram da terra, e sejam capazes de conduzirem, a si mesmos e seu ambiente, com deliberação e mais certeza. Um de nosso grupo, não muito tempo atrás, foi a esta Casa e viu um homem que chegou lá neste estado. Na terra, fora ministro de religião que lera algo do que vocês chamam de assuntos psíquicos, e sobre a possibilidade de conversar um com o outro entre nós e vocês, como estamos fazendo agora.
Mas ele não conseguia entender completamente, e estava com medo de expor aquilo que em seu coração sabia ser verdadeiro e bom. Então, ele fez o que muitos de seus companheiros estão fazendo. Deixou o assunto de lado. Ele poderia encontrar outras formas de ajudar seus companheiros, e este fato poderia esperar pelo tempo em que fosse mais e mais amplamente entendido e aceito pelos homens, e aí então ele seria um dos pioneiros a proclamar o que sabia, e não fugiria de seu dever naquela hora. 221 – A VIDA ALÉM DO VÉU Mas quando outros vieram a ele e perguntaramlhe primeiramente se era possível falar com seus queridos que chegaram aqui; e em segundo lugar, se era da vontade de Deus fazer isso, ele expôs a mentalidade de sua crença Cristã na Santa Comunhão, mas exortouos a serem pacientes até que a Igreja tenha testado e peneirado o assunto e emitisse uma conduta para aqueles que eram do rebanho. E enquanto ele esperava, eis que seu tempo na terra completouse e ele foi trazido para cá a esta Casa, onde deveria descansar um pouco e chegar a uma decisão sobre qual atitude assumiria nos diversos assuntos de suas tendências, e sobre o uso que fez de suas oportunidades.
O trabalhador de quem falei... Por que não me diz o nome dele e economiza palavras? Não é o nome dele, meu amigo, pois o trabalhador é mulher. Vamos chamála de “Naine” e servirá. Ela foi à Casa e o encontrou andando numa alameda em um bosque, uma alameda verdejante muito bela com folhagens e flores e luzes e cores e sombras de matizes suaves, muito pacífica e silenciosa e, naquele local, solitária.
Pois ele queria estar só, porque precisava pensar mais claramente naquilo que tinha em mente. Ela foi até ele e ficou à sua frente, e ele inclinouse e teria passado adiante, mas ela falou com ele, dizendo, “Meu amigo, foi a você que fui mandada, para falarlhe”. E ele respondeu, “Quem a mandou a mim?” “O Anjo que tem que responder ao nosso Mestre sobre seu trabalho em vida enquanto esteve na esfera terrestre”, disse ela. “Por que teria ele que responder por mim?” perguntou a ela. “Certamente cada um deverá responder porsua própria vida e trabalho–não é assim?” E ela disse, “Isto com certeza é assim.
Ainda mais, para sua tristeza, nós aqui sabemos que não é tudo. Pois nada que você faz ou deixa de fazer termina em você, somente. Ele, que o tinha a seu encargo, esforçouse, e novamente o fez, para seu bem estar e, em parte, teve sucesso, mas não totalmente. E agora que o período terreno terminou para você, ele deve fazer a soma total de sua vida, e responder pelo encargo que tinha sobre você, para a alegria dele, e também para a tristeza dele”. “Isto não me parece muito justo em minha mente”, ele respondeu a ela.
“Não é de minha ideiade justiça que outro possa sofrer pelas faltas de alguém”. Naine disse: “E ainda, isto é o que você pensava das pessoas lá – isto foi o seu entendimento das coisas no Calvário, e você lhes passou isto. Nem tudo o que você disse foi verdadeiro, e mesmo assim foi verdadeiro em parte. Por que nós compartilhamos alegria quando outro está alegre, e não o fazemos em sua tristeza? Isto seu Anjo faz por você agora.
Ele está tanto alegre quantotriste com você”. “Por favor, explique”. “Ele se alegra naquilo que você fez de bom trabalho na caridade, pois seu coração estava muito banhado de amor por Deus e pelo homem. Ele se entristece por você naquilo que você não realizou, e que lhe foi ensinado que foi feito por vocês no Calvário. Porque você não estava querendo tornarse desprezado pelos homens nem ser diminuído com a desaprovação deles, porque você valorizou o elogio dos homens mais que o elogio de Deus, e esperou ser capaz um dia de comprar mais barato sua recompensa por ter espargido luz sobre a escuridão, quando a escuridão deveria começar a passar de noite para aurora do dia que amanhecia.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.