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Capítulo 61 de 87
Parte 61 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
VALE OWEN captados pela roupagem daqueles que pairavam ali e que tornaramse muito embelezados por eles. Seu corpo brilhava nu, apesar de não estar desvestido o que é um paradoxo. O quero dizer é que a glória que Seu corpo emitia ia para todas as partes da região e banhava todos em seu fulgor. E entretanto alguns pareciam ser refletidos de volta quando batiam na nossa tela de nossa reverência de forma que eles, retornando, envolviamNo com o nosso amor correspondendo, como umagrande armadura dourada sobre Sua forma. E isto era muito doce, tanto para nós quanto a Ele.
Por nós Ele não se omitiu em circundar o santuário com Sua beleza natural. E nós tiramos a única túnica merecedora do serviço e as dispusemos em reverência a Ele, olhos baixos, e O amamos até sentir o coração doer por Sua confiança doce com todos os caracteres primorosos de nosso profundo e reverente amor. Mas tínhamos visto Sua glória e conhecemos Seu amor oprimido dentro d’Ele, e pronto. Portanto, apesar de Ele não usar armadura, estava vestido numa roupagem dourada, nossa oferta a Ele. D’Ele próprio, como tudo é d’Ele, nós retornávamos a Ele nossa apresentação.
Seus pés estavam descobertos, pois o que demos a ele não chegava à altura pelo que tínhamos absorvido em nós mesmos. Por isso na roupa faltava aquela parte no comprimento e ficou sobre Seus tornozelos. Sua face era muito solene e piedosa, enquanto ia de um grupo a outro, e mesmo assim nunca pareceu deixar aquele lugar central onde primeiramente o vimos em forma visível. Podíamos ler Seu semblante como um pergaminho desenrolado. A solenidade veio dos reinos inefáveis onde os pecados não são desconhecidos, mas conhecidos apenas como fatos, não como experiência.
A piedade vinha do Calvário. E os dois encontrandose no meio do caminho eram captados pela mão do Divino Filho do Homem Que, elevando Sua mão para sombrear Seus olhos para que pudesse olhar naqueles altos reinos distantes e ver o que fariam com o homem pelos seus pecados, deixou cair sobre Sua sobrancelha estas gotas de pecado da terra para sombrear Sua face dando uma beleza maior. Portanto a sublime solenidade e a tristeza fundiramse, e a piedade emergia, nascendo emanada, daqui em diante, para ser um atributo da Divindade. Ali havia amor, não o que delicia dar ou receber, mas amor que no fundo nos une a todos, e torna todos um, idênticos. Então Ele nos envolveu e nos levou a Ele naquela hora.
A majestade também estava em Sua cabeça, uma majestade que transforma uma constelação numa pulseira para usar no braço, e coloca como Seu lacre um sol com planetas em torno. Desta forma Ele veio, e assim parecia em Sua chegada. Esta comitiva passou, mas Ele permaneceu numa presença firme. Não O vemos hoje como O vimos então, mas ainda podemos revisualizar aquela cena e substanciála quando desejarmos. Isto também é um mistério.
Deixeme pôr desta forma: Ele passou pela terra, mas o rastro de Seu manto encompridou à medida que Ele chegou e cobriu com Sua luz todas aquelas esferas pelas quais passou. Ele continuou descendo, descendo, para baixo em direção àquele inferno terrível de vapor nocivo sobre a terra, e nós, que vimos aquela sombra de piedade sobre a majestade de Sua face, encontramos em nossos corações piedade por Ele também, mas para admiráLo e reverenciáLo. Por mais que tenha sido terrível a Ele, em sua pureza imaculada de santidade, olhar sobre aquele horror abaixo, nem assim parou, nem Se encolheu diante daquilo que tinha em Suas mãos para ser feito. Calmo e invencível, Ele Se aproximou do conflito para a purificação de um mundo, e soubemos que por Ele prevaleceríamos. Nenhum Líder jamais foi tão grande quanto Ele, meu filho.
Ele é o Capitão diretamente, e não seria de menos, porque há muito de materno em Seu coração. Arnel + 325 – A VIDA ALÉM DO VÉU VII COMO OS BATALHÕES DO CÉU LIDAM COM: CIÊNCIA TERRESTRERELIGIÃO–CRISTANDADE. O CRISTO DA TERRA. PARÁBOLA: VOVÓ E OS PLANETAS Quarta, 12 de março de 1919. Agora, quando o Cristo passou adiante, nós também, agora em Seu batalhão, O seguimos.
Estávamos de prontidão em várias ordenanças, mas sem nenhuma voz de comando exterior. Nossas autorizações vinham de nossos próprios corações, onde eram recebidas tais ordens, através de nosso preparo para entender exatamente onde estavam nossos campos de serviços, e o que era requerido de nós ali. Por isso estávamos à vontade em nossos lugares individuais, inspirados ali pela comunhão de Sua Presença, e mergulhamos em nossa tarefa. Vou explicarlhe resumidamente a ordem de nossa marcha em direção à terra. À medida que circundamos a terra por todos os lados e todas as esferas intervenientes, impulsionamonos para baixo e para dentro como se fosse em direção ao centro.
Isto é para explicar a você em termos de espaço – um espaço de três dimensões. Somente desta forma poderá chegar a uma leve noção do cômputo desta grande campanha. Bem, O Próprio Cristo, como eu disse, era ubíquo; Ele estava onipresente entre todas as miríades de seus batalhões em todos seus degraus de atuação, desde Seus supremos Senhores, que detinham enorme autoridade, até os mais humildes trabalhadores de Suas fileiras. Mas apesar de que internamente fôssemos inspirados para nossos vários deveres, mesmo assim externamente estava tudo exposto em perfeita ordem para a batalha. Aqueles que eram os mais elevados e mais próximos a Ele transmitiam Seus comandos através dos próximos em hierarquia aos oficiais abaixo, que os transmitiam a outros novamente, havendo muito poucos a serem alentados.
Esta condição nós tratamos pela expansão. Mergulhamos naquela direção, por assim dizer, arremessados amplamente para longe de nossa influência em socorro, ajudamos que este conhecimento se dilatasse ao máximo, e assim fosse obedecido. Sob a nossa pressão assim aplicada, expandiuse até que as fronteiras da matéria fossem atingidas. Mas o ímpeto que tínhamos dado a esta ciência material não poderia ter ficado ali. Gradualmente pressionou para fora de suas próprias fronteiras e começou a emergir aqui e ali a acolá adiante.
Assim aquela linha afiada, tão arbitrariamente colocada entre o material e o espiritual começou a cair e salientarse, e aqui e ali uma pequena brecha foi feita – pequena a princípio, aumentando mais tarde. Mas pequena ou grande, repare bem, jamais tais brechas foram consertadas. Uma vez o dique rompido, a pressão firme e irresistível do conteúdo espiritual fluiu de forma crescente para a sua ciência da terra, e isto continua hoje em dia. Desta forma não destruímos sua ciência por cataclismos, como aconteceu em eras passadas, não uma nem duas vezes. Não.
Porque restrita e limitada como estava, ministrou ao progresso como um todo, e assim deixamos naquele degrau em reverência. Assim nós a transmutamos pela expansão, e desta forma continuamos hoje. Este trabalho, no qual a senhorita Kathleen está ajudando a mim e aos meus 326 – Reverendo G. VALE OWEN amigos, pode parecer ter pequena relação com aquilo que acabo de descrever a você. Mesmo assim é um item da mesma operação e, se você reler as mensagens que recebeu de nós, e as que escreveu com a sua mão antes de nós, verá que aquilo que você foi capaz de receber de cunho científico lhe foi dado.
Nada a mais, garanto a você, mas naquilo que você falhou, não foi por sua vontade, mas por falta de habilidade. Direi isto a você, entretanto: há aqueles, que agora estão sendo preparados, que são mais capazes que você para esta fase especial de revelação, homens, sim, e algumas mulheres também, de mente científica, que serão instrumentos mais fáceis para o trabalho. Não serei pretor deles, não, já que isto não é muito de minhas qualidades. Cada um de nós segue aqueles em que o entendimento é feito pela própria simpatia. Desta forma cheguei a você, meu filho.
Posso não falar das ciências como outros de meu grau são capazes de falar, sendo tão competentes por seu treinamento. Mas o que sou, eu revelo a você, e o que tenho, eu dou. Você, com sua doce graça, receba minha oferta; assim estarei tão contente quanto satisfeito. Que a maior paz de Deus esteja com você, meu filho. Falaremos deste tema ainda.
Você está um pouco extenuado em suas forças agora. Arnel+ Segunda, 17 de marçode 1919. Outro elemento a ser tratado era o da religião. Este foi o mais difícil já que, enquanto seus pretores a clamavam como uma ciência, e uma ciência progressiva, eles a tolhiam com uma corda presa a seus fundadores. Para falar amplamente, a você jamais foi permitido, como a mim não foi, fazer carreira muito longe dos caminhos que lhe foram dados, para que não saísse para fora do círculo.
Quando distância não ampla da circunferência fosse alcançada, a corda rapidamente relembraria você – e às vezes violentamente, se você tivesse a cabeça muito aberta – que você estava atado ao centro e não deveria de forma alguma perderse tão longe dele. Este centro era, digo eu, o Fundador da forma da religião professada. Foi muito igual em seu sistema com o Islam e também com o Buda, e não muito diferente com a Cristandade. Temos muito a fazer então, porque as palavras promissoras dos religiosistas fizeram um alarde muito grande, e ainda têm o mesmo efeito operando quanto as dos velhos rabinos no período de Jesus, nosso Senhor. Em todos os casos nós, olhando de perto e em detalhes estes temas, encontramos que o erro procedia de uma grande causa.
Deixo para trás os fatores menores de ganância por ouro e poder, daquela faceta estranha de sinceridade chamada fanatismo, da hipocrisia que gera tanta cegueira naqueles que pensam que são sinceros. Você pode ler sobre eles todos nas suas Escrituras dos homens bons de Israel e da primordial mãe Igreja, já que os que caíram vítimas dos mesmos erros também as leram através dos tempos. Digo que deixo tudo isto de lado e falo da única causa fundamental. Estávamos em um só grande exército, nós da campanha na terra, e agíamos e interagíamos juntos. Mas tínhamos também nossos departamentos de serviço onde principalmente concentramos nossas energias.
Já que tinha vivido na Cristandade, para este sistema de religião eu fui transferido, e dele falarei agora. A grande causa do erro de que eu falo é esta: Os homens falaram do Cristo como o Fundador de seu sistema. Bem. Mas o Cristo de Quem eles falam foi entronado no começo da era Cristã, e desde então viu o progresso de Sua Igreja. Quando o homem perguntava o que deveria fazer neste caso ou naquele, para que não falhasse em coordenar seus próprios atos de acordo com a Sua vontade, a resposta era, “Olhe para Ele e aprenda com Ele”.
E se qualquer homem inquirisse mais tarde onde poderia achar a vontade de Cristo expressa, a resposta era que tal expressão 327 – A VIDA ALÉM DO VÉU seria encontrada num livro, o livro dos registros de Seus atos e palavras. Nada além do que ali fosse achado teria que ser crido como Sua vontade. E em Sua vontade, como ali estava expressa, as atos da Cristandade tomaram forma. E desta forma chegou a acontecer que a Cristandade tornouse atada com uma corda a um livro. A Igreja verdadeiramente estava viva com Sua vida; Seu Espírito preenchiaa como a passagem vital do sangue no corpo humano.
Mas aquela vida estava sendo estrangulada e o corpo começou a parar, e finalmente andar em torno de si muito lentamente, naquela órbita circunscrita. Verdadeiramente Suas palavras e atos registrados foram uma herança muito preciosa. Foram feitos para ser uma Shekinah* para guiar a Igreja através da selvageria 23 das eras. Mas, repare bem, o Shekinah veio antes das Crianças de Jacó e os liderou. O Livro da Nova Concordata não foi adiante, mas estava entronizada antes disso.
A luz captada era verdadeira luz, como uma baliza no topo de uma colina. Mas iluminava os homens por detrás, e lançava suas sombras à frente deles. Se eles olhassem para a luz, deviam virar seu olhar em torno dos ombros para trás, Então eles tropeçaram. Não é próprio de um avanço ordenado que se olhe para trás para se saber como se dirigir à frente. Este foi o erro cometido pelo homem.
“Ele é o nosso Capitão”, diziam eles, “e Ele vai à nossa frente e nos O seguimos, através da morte e da Ressurreição, ao Seu Céu além”. E para avistar seu Capitão indo à frente deles, eles viravam a cabeça e olhavam atrás, que não conduz, digo eu, a um avanço ordenado, nem écompatível com a racionalidade. Assim começamos a nos achegar dos mais corajosos e ajudálos. Jesus apontara para frente naquilo a fazer no maior trabalho que Ele havia feito, e para a Sua Presença que lideraria os homens para a verdade, não para dirigilos lá de trás. Então houve alguns homens que, cuidando disto e entendendo, fizeram por mover os corajosos adiante, confiantes em sua liderança.
Sofreram na mão de seus companheiros, mas na geração seguinte, ou na próxima depois desta, a semente que haviam semeado brotou e rendeu sua colheita. Assim você entenderá, meu filho, que o erro que os homens fizeram foi impedir uma Vida vívida e móvel com um Livro. Eles observaram o Livro não como ele era e é, maravilhoso, belo e acima de tudo verdadeiro, mas como infalível e também completo. Mas a Vida do Cristo continuou no mundo e ainda hoje continua. As poucas palavras e atos d’Ele no Livro dos quatro evangelistas não são como a fonte de onde flui o rio da Cristandade.
Elas são meramente ondulações da maré mais ampla, para mostrar que caminho tomar para ir ao mar. Os homens estão começando a ver isto agora, e entender que se Ele falou por Seus anjos aos homens bons de antigamente, assim ainda o faz hoje em dia. Estes homens seguem adiante, felizes pela luzbaliza atrás deles, mas com maior alegria por irem para a frente, em direção a uma luz mais radiante adiante. Pois lá Ele está hoje, como Ele estava quando foi para Salém naquele tempo. Ele anda na sua frente.
SigaO sem medo. Ele prometeu que os guiaria. SigaO. Ele pode não esperar por sua hesitação. Leia o que foi escrito d’Ele no evangelho.
Mas leia enquanto caminha para adiante. Não volte ao tempo passado e de novo para o santuário da Autoridade inquirindo, como da pitonisa de Delfos, “Devo fazer isto ou aquilo?” Não. Traga os pergaminhos daqueles apontamentos resumidos com você enquanto segue adiante em sua jornada. Desenroleos em sua sela enquanto cavalga, porque será um bom mapa para o estágio atual. Se em alguns detalhes é obsoleto, mesmo assim o grande contorno do país ainda está bem desenhado e corajosamente 23 Shekinah: palavra hebraica para Habilitação ou Presença de Deus; muitas vezes usada no lugar da palavra Deus.
No judaísmo, vem do fato que Ele “habitou” ou “descansou” entre Seu povo – Nota da tradutora. 328 – Reverendo G. VALE OWEN constituído. Há outros mapas de assuntos posteriores. Consulteos também e acrescente ao antigo os detalhes que lhe faltam. Mas siga em frente o tempo todo.
E se alguém procurar amarrálo, firme seus tendões e aperte seus joelhos contra os flancos de seu cavalo e, indo adiante, estale a corda que eles usariam para prendêlo lá atrás. Haverá muitos, aliás, muitos mesmo, daqueles que, não querendo seguir adiante, ficam para trás, chocados com a poeira levantada por aqueles que seguiram– errantes – chocados e caídos pelas estradas estarão, imersos no sono da morte. Você não pode fazer nada por eles, porque o Capitão ainda está na frente encabeçando, e chama com voz clara e brava por voluntários para liderarem a caravana. Ele não clama em vão. E quanto aos outros, bem, serão suficientes para serem companhia para eles.
Os mortos devem enterrar seus mortos, e o passado morto deve pôlos em seu túmulo na calada da noite. Mas adiante a aurora está surgindo. Há verdadeiramente nuvens no horizonte, mas o lindo sol deverá espalhálas com seus raios – quando estiver completamente elevado. E naquele dia todos os homens verão que, desejando abençoar cada uma de Suas crianças, o Pai colocou apenas um Sol no meio do firmamento de Seu brilho. A visão dos homens em relação ao Sol tem diferentes ângulos de acordo com o lugar de sua habitação, seja ao norte ou sul de Seu celeste caminho, e para alguns Ele é mais brilhante e para outros brilha menos.
Mesmo assim é o mesmo Sol, e somente por Sua bondade para as justas bênçãos da terra. Não que Ele favoreça um povo com mais de Suas bênçãos e a outro dê menos. Ele emana Seus raios em todas as direções igualmente. É o livre arbítrio das pessoas que determina o tamanho de sua porção, uma por uma, ao se escolher a localidade de sua habitação. Leia direito esta parábola, meu filho, e verá que se o Cristo fosse o Sol de um só credo, Ele deveria necessariamente ser Sol a todos.
Porque um Sol não pode ser eliminado da face de um mundo – exceto quando o mundo virar sua face para longe do Sol. Aí então Ele tornase verdadeiramente escondido, e contudo, mesmo assim, apenas por uma estação. Arnel+ Terça, 18 de março de 1919. Falamos a você, meu filho, do Cristo, e apontamos para uma visão mais ampla d’Ele do que aquela que a Cristandade tem estado habituada a aprovar. Vamos então prosseguir neste tema um pouco mais adiante.
Conforme nos aproximamos da terra, nós das companhias cujo trabalho era com a Igreja da Cristandade, pausamos um pouco e fomos chamados a nos agrupar para que pudéssemos entender melhor os vários aspectos de nossa tarefa. Então o Cristo intensificou Sua Presença e tornouse pessoalmente visível diante de nós. Ficou, numa visão plena a nós, ali no meio do céu. Agora estávamos mais perto do estado da terra que estávamos quando Ele veio a nós daquela vez, como já lhe relatei. Por isso Sua aparência agora era de um aspecto mais material, e também mais cheia de detalhes.
Desta forma, vimos Seu manto completamente. Cobria Seu corpo até os joelhos, mas não Seus braços, que estavam livres. Foi em cima deste manto que tivemos que olhar, porque foi feito para refletir os sentimentos da terra em direção a Ele nos vários credos das Igrejas. Não posso dizerlhe como este conhecimento foi mostrado a nós, exceto por dizer que a luz que pairava em cima pela adoração e a pregação das religiões do mundo foi captada nesta roupa. Ela atuava como um espectroscópio e dividia os raios em seus verdadeiros elementos constituintes.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.