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Capítulo 77 de 87
Parte 77 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
À medida que ela ficou mais visível, ao tomar as condições da Esfera Três, a moça chegou mais perto. Quando viu a mulher, ficou muito pálida e, ajoelhandose, encostou sua cabeça no chão soluçando se cessar. Sua linda cabeça ruiva abaixouse e foi de encontro a 414 – Reverendo G. VALE OWEN ela e percebi então que o menino, e também o homem, tinham a mesma cor de cabelos. Mas a mulher mais velha tinhaos castanhos, muito belos.
Bem, isto não era de minha conta. Eles poderiam fazer o que tinham que fazer, sozinhos. Desci ao vale onde o homem ainda jazia em estupor. Não o levantei, mas carregueio a um lugar de repouso onde, quando estivesse descansado, serlheia dada sua próxima tarefa a cumprir. Esta tarefa seria eliminar toda mancha de si e o ódio de seu coração, e preenchêlo novamente com humildade.
Isto levaria um longo, longo tempo. Pois quando um homem odeia quando devia penitenciarse e clamar por piedade, bem, é uma situação angustiosa de muito arrependimento a se alcançar, e difícil de consertar. Ele fará isso; terá que fazêlo antes que se movimente para cima mais uma vez. Mas levará muitos e muitosanos ainda. Suponho, Arnel, que você e a mulher mais velha podiam vê‐lo quando ele caiu, porque eram ambos de uma esfera mais alta que a moça?
Do que a moça mais jovem, que ainda era da esfera Três. É assim, meu filho. Mas eu lhe dei duas mensagens antes desta de hoje, como Chave para tais detalhes como este. Sim, a mulher mais velha e eu tínhamos um campo de visão mais amplo, em correspondência com o ambiente que a mulher mais jovem, ou o menino que naquela hora estava condicionado para a Esfera Três. E o homem, claro, tinha o menor campo de qualquer um de nós.
Quinta, 4 de novembro de 1920. Havia um brilho jovial nas águas que ondulavam gentilmente como ouro líquido. O bater das ondas na areia era macio e repousante como beijos de uma criança sonolenta na mão de sua mãe enquanto ela lhe canta canções de ninar. Tudo era repouso, e o ar parecia exalar suspiros de ternura. Verdadeiramente, sabíamos, aqui neste plano, como tais coisas como estas realmente respondiam às presenças benignas, que das esferas acima enviavam para baixo, para informálos com sua influência ativa.
Um pouco afastado da orla estava uma floresta. Ela se estendia para o interior por muitas milhas. Mas aqui havia uma alameda entre as árvores que saía da costa indo para uma ampla clareira onde estavam muitas casas. Elas estavam todas em seus próprios jardins, e algumas eram muito grandes, mas a maioria era de pequenos chalés. Mas, pequenas ou grandes, quase todas estavam numa encosta com um terraço à frente, e as águas ali deslizavam plácidas.
Era uma colônia muito linda, e sobre ela pairava um senso de retiro, um descanso que envolveria em paz os corações cansados. Para cá realmente acorriam pessoas para repousarem e, tendo ali absorvido vitalidade e recuperado algum equilíbrio, saíam pela doce clareira uma vez mais em direção aos seus compromissos. Nosso grupo havia chegado de uma longa jornada, pois isto estava nas regiões mais brilhantes da esfera Quatro. Eu, tendo conduzido o homem aos seus guardiães na esfera Dois, vim no encalço deles e cheguei na clareira da floresta quando eles vinham pela alameda da costa. Fui até a mulher e cumprimenteia.
Disse, “Então aqui nos encontramos, boa Ladena, e penso que foi bem na hora. Iremos, se for do seu gosto e do deles, para o final da clareira para olhar a casa, e então voltar para a costa para cumprimentar o jovem James, pois penso que já está chegando no nosso alcance de visão”. Assim fomos até a casa. Não era das mais amplas, nem das menores. A arcada era quase escondida por flores de muita cores e formas que cresciam em ramos sobre ela.
Era uma das mais lindas abóbadas dali, e dava uma visão de frescor que expressava a 415 – A VIDA ALÉM DO VÉU vitalidade do proprietário. Então nos voltamos e seguimos pela alameda para a costa. Aqui chegando, nosso pequeno amigo Habdigritou de alegria e, puxando a saia da jovem mulher gritava, “Ali ele está, minha mamãe. Veja, sua vela está enfunada mas nenhum vento há nestas paragens, e contudo ele chega com muita velocidade, mamãe, como sempre o faz”. “E quem é ele que vem, Habdi?”inquiriu a garota.
“É James, querida mamãe, e ninguém mais que ele, que vem a nós. Ele vem, muito frequentemente, mamãe. E todas as pessoas daqui ficam muito felizes quando ele chega, porque ele é muito bondoso e de grande poder para ajudálos, e está sempre procurando prestar serviços em sua companhia”. “Ele é um anjo, Habdi?” ela perguntou. O menino encaroua perplexo.
Você entenderá, meu filho, que as palavras aqui não são tão importantes quanto o significado atado a elas. É a palavra íntima, isto é, o significado traduzindo as palavras faladas que imprimem em nossos ouvidos, não somente a forma da palavra em si. A moça havia trazido com ela da Terra suas próprias ideias daquilo que um anjo deveria ser, e isto foi o que deixou perplexo o garoto. Mas ele logo conferiu o significado que ela dera, e respondeu, “Ele é jovem em idade, minha mamãe, e chegou a ser espírito depois de mim. Mas ele já era um anjo, ainda na vida terrena, pois ele foi muito bom, e muito bravo em fazer grandes sacrifícios por amor.
Porisso, quando ele chegou aqui, ele progrediu rapidamente, querida mamãe”. E nesta hora a face do menino ficou tomada de uma ternura profunda e uma grave reverência, e ele acrescentou, “Mas eu o amo muito e ele me ama muito também, minha mãe, e ele fala comigo e me diz coisas”. “De que coisas, Habdi, ele lhe fala, querido?” “De muitas coisas, mamãe. Ele me fala sobre o Cristo e os do Cristo acima de tudo, porque ele diz que temos nossas faces voltadas para lá, e devemos saber muito deles, o quanto possamos, para andarmos na estrada à frente com firmeza e direção segura. Então ele me diz que os corações das árvores trabalham para uma árvore ser verde e outra marrom, e uma reta e outra ampla.
E algumas vezes, minha mamãe, ele me fala de você”. “De mim? Habdi querido, o que está me dizendo, minha criança!” “Oh, mas claro, minha mamãe, ele sabe de muitas coisas sobre muitas pessoas, mais do que as pessoas desta esfera sabem. E por isso ele sabe de você também”. “Mas ele conhece todo mundo da Terra e seus compromissos?” “Nunca pensei nisto desta maneira”, respondeu o menino, hesitando.
E então ele continuou, mais vagarosa e pensativamente. “Penso, querida mamãe, que é porque ele ama seu pequeno amigo Habdi, e você é a mamãe de Habdi. James me ama muito bondosamente, querida, e ele e Ladena ensinaramme como amar você também. Há muito amor nestes reinos, querida, mais do que na vida terrena; eles me disseram isso. Em algumas partes eles não amam muito, mas estes estão distantes além das montanhas, e estas pobres pessoas não podem chegar até aqui, a esta região.
Ladena ama você, mamãe. E James está chegando, e ele vai amála porque você algumas vezes chora, e você é gentil comigo, e você é linda mas você ainda não é tão linda quanto Ladena ainda, mamãe, ou é?” Em resposta, ela parou e beijouo nas sobrancelhas, onde seus lindos cachos de cabelos chegavam aqui e ali em sua pele clara e brilhante como mármore. Então eu intervim e disse, “Bem, Habdi, meu pequeno filho, sua galanteria não lhe foi ensinada na terra, e não há nada pior que aquilo deveras. Mas agora devemos ir para a costa, a fim de nos encontrarmos com James, ou ele vai desencontrar de nós, e então nos repreenderemos uns aos outros pela nossa demora”. E desta forma fomos embora.
Ele havia acabado de encostar o barco na praia, e veio diretamente para nós, que o esperávamos embaixo da arcada da alameda da floresta. 416 – Reverendo G. VALE OWEN Seu passo era firme e constante. Seu corpo era esguio, mas muito poderoso, e balançava relaxadamente conforme movimentavase para frente. Seus cabelos eram castanhos escuros e seus olhos eram quase violeta em sua cor profunda. Realmente era muito bonito.
O que o garoto havia dito dele era verdadeiro. Ele era recémchegado à vida espiritual, da forma como a medida de serviço vale nestes reinos. Mas ele era uma das grandes almas, tão pouco discernidos entre as rudezas e turbulências da terra, e que passam para cá para serem avaliados em seu completo merecimento. Eles podem fazer muito pouco do que os homens podem considerar realização. Mas a terra deve a espíritos como esses, muito mais do que sabem seus residentes.
Assim, quando ele chegou aqui, aceleradamente foi elevado à esfera Sete, que era seu próprio lugar. Ali ele tomou conhecimento das coisas e logo requisitou que lhe fosse dado trabalho perto daterra, entre aqueles que estivessem atribulados em suas condições. Ele raciocinou que poucos agem assim, rapidamente avançando para uma esfera tão alta como a dele e, quando chegam para cá, muito do contato com a terra fica perdido para eles, e a terra em si fica parecendo um outro período. Mas a ele, tendo absorvido em si os poderes inerentes da Esfera Sete, eram recentes ainda os alcances de pensamento da terra, e os tempos na terra ainda não tinham mudado, pois ele tinha apenas há alguns meses feito sua travessia, e neste tempo subira para aquele alto plano. Então, ele trazia todas estas qualidades para ajudar, a serviço de sua gente ainda encarnada.
E uma em especial, ele não poderia deixar para trás: a garota Mervyn. A jovem mamãe? Ela mesma. Não lhedou os nomes terrenos aqui. Sem dúvida não achei necessário investigar quais seriam, e estes servirão muito bem.
Então, isto era o que eu devia falar sobre ele, por agora. Nesta Esfera Quatro, ele tinha um posto onde cumpria suas obrigações quando estas o levavam para estas paragens. Muitas vezes, em seu caminho a estas regiões mais próximas da terra, ele parava em uma casa ou outra nas esferas intervenientes, já que ele tinha uma casa em cada uma das esferas, da Sete até a Quatro. Desta última, ele fazia suas saídas para os infernos, mas não residia ali. Faça suas perguntas agora, meu filho.
Eu as vejo em sua mente. Como o barco andava, já que não havia vento? Ele tinha uma instalação de velas. A vela não era a propósito do vento, mas como uma tela. Nela, a corrente do poder da vontade é dirigida pelo velejador, e a tela, estando em oposição, move o barco para a frente.
Esta é a melhor maneira que encontro para lhe dizer disso. O processo é um dos mais usados naquela esfera. Há outros. Algumas vezes, em lugares mais rudes, há vento. Mas não é frequentemente usado para a locomoção.
Há quanto tempo James e o menino se conheciam? James viera para cá quatro anos depois da garota. Habdi, alguns meses antes dela. Foi o conhecimento da forma da morte dele que acelerou a chegada dela para cá. Tudo foi escondido dela naquele momento.
Mas ela descobriu, e isto a desvairou. James, como lhe disse, foi quase direto para a Esfera Sete. A garota Marvyn permaneceu longo tempo na esfera Um, e mais ainda na Dois. Ele a ajudava através de Ladena, até que ela pudesse encontrálo na metade do caminho, a saber, na Esfera Quatro. Antes disso, ele não poderia lidar com ela como ele gostaria.
Ele a amara muito na vida terrena. Então a sombra desceu sobre ela. Ele não sabia por quem a sombra foi lançada. Mas ela esfriou pela necessidade, apesar de que seu coração estava partido por amor a ele ainda. É melhor não prolongar mais, meu filho.
É uma das muitas tragédias da vida que 417 – A VIDA ALÉM DO VÉU aguardam um foco de luz destas esferas. Isto é onde o inferno está localizado para muitos, mesmo dentro dos raios da luz que, sendo para eles como escuridão, mesmo assim mostram cada mácula e cada vergonha secreta e pensamentos doentios. Pois nada aqui pode ser escondido. Você sabe de que forma Ele disse, “Por causa das más ações eles odeiam a luz”. Luz e Deus, meu filho, estão próximas aqui.
A casa na clareira, que mostrou à garota, era a casa de James; acertei, Arnel? Sim. Era a casa dele na Esfera Quatro, e as pessoas daquela colônia nunca estão completamente felizes quando a luz de sua presença não é vista ali. Disto direi mais em seguida. 418 – Reverendo G. VALE OWEN IV DIAGNOSTICANDO RECÉMCHEGADOS DATERRA Terça, 9 de novembro de 1920.
À medida que James chegava perto de nós, Mervyn observouo com uma ansiedade cada vez maior, mesclada com perplexidade. E quando ela percebeu que este era realmente aquele em quem estava pensando, um olhar de medo cobriu sua face e ela se virou, envergonhada diante dele. Mas ele sorriu dando suas boas vindas para nós todos e, indo direto para a garota, colocou suas mãos em seus ombros e, gentilmente virandoa de volta, tomoua em seus braços. Enquanto ela estava ali aninhada e lamentava sua longa angústia, não falavam, mas ficaram em silêncio, apoiados um no amor do outro, dando e recebendo em perfeito entendimento. Então todos nós tomamos a alameda da floresta, e ele a conduzia pela mão e nós vínhamos atrás, em passos mais lentos, para a Casa de James.
Nenhuma palavra era dita, nenhum choro era ouvido nesta chegada. E contudo, à medida que ele entrou pelo portal da casa dele, a clareira recebeu um e outro dos habitantes dali. Eles vinham para lá sorrindo ao afirmarem, respondendo a outros, que James estava em sua casa, e eles estavam felizes pela grande alegria de sua presença. Ele se agruparam no espaço aberto e, enquanto ficaram ali olhando a casa, a intuição deles recebeu a confirmação. As paredes lentamente ficaram mais translúcidas e com uma radiação cintilante, emitindo em direção a eles no lado de fora, tocando a folhagem e as flores, e mesmo toda a atmosfera em torno da habitação, até que tudo brilhou com a luz de sua presença ali.
Ele saiu e foi em direção a um e a outro deles, perguntando de seu progresso, e de como evoluíra o assunto de sua última advertência a eles em sua última vinda. Ele sabia das necessidades e das condições de cada um em geral, e todos ficavam felizes pela silenciosa energia e competência para progredir que irradiava dele a cada vez que vinha. Por isso eram cordiais e todos felizes, porque sabiam que ele tinha ido para lugares mais brilhantes na frente deles, portanto tinha o avanço deles também no coração. Assim ele fez o que tinha a fazer e foi para o interior, para os que estavam nos locais onde era necessária a sua ajuda. Para estas jornadas Habdi sempre pedia permissão para acompanhálo, e frequentemente este benefício era concedido ao menino, para seu grande deleite.
Mas Marvyn ficou dentro da casa, contente por descansar e receber as novidades quando eles voltassem. Ladena também estava por perto para conduzila em sua nova esfera de progresso. Ladena tinha muito trabalho nestas paragens onde ela e James faziam esforços mútuos para instruir as pessoas naquela região da Esfera Quatro. Enquanto isso, retornei para perto de Wulfhere, para ajudála em suas difíceis tarefas, já que me cabia fazêlo. Um dia, senteime com ela no pátio central da Casa das Ordens.
Era um local 419 – A VIDA ALÉM DO VÉU bastante agradável, escondido no meio do grupo de prédios que correspondiam a esta denominação. Era um parque todo ajardinado, como um pátio isolado das condições daquele local da Esfera Três, de uma forma que sabemos como usar aqui, quando necessário. Neste pátio, com suas agradáveis fontes, árvores, flores e gramado, o condicionamento era mais para o da Esfera Seis, na sua melhor parte, que o da Esfera Três. Para cá acorríamos quando um descanso, ou o silêncio para pensar, era necessário. E aqui éramos capazes de comungar mais efetivamente com a Esfera Quatro e adiante, e para nossas avaliações para a ajuda neste reino de certa forma tumultuado.
Agora vou tentar explicar o que se passou quando ali nos sentamos juntos, conversando de vez em quando entre os intervalos de silêncio quando cada um fica ocupado em comungar com o reino que esteja nos chamando. Finalmente eu disse, “Wulfhere, eu tenho conhecimento de que James está me chamando, mas não consigo entrar em sua mente. Você, talvez, poderia olhar para lá com sua visão?” “Não”, ela respondeu, “não consigo. Digame, Arnel, o que lhe parecem os pedidos dele?” “Não acho que ele esteja precisando de algo; mais parece que ele está oferecendo sua ajuda, que ele sente que é necessária aqui. Também o menino Habdi está em seus pensamentos, para leválo com ele.” “Você disse para trazer o menino Habdi para cá, Arnel?” “Parece que sinto isso, sem muita certeza.” “Se você estiver incerto, é porque ele não está requisitando, nem está com uma oferta definida, mas envia uma pergunta.” Então fiquei silencioso para escutar James, e então descobri que Wulfhere estava certa.
“É isso”, disse a ela. “Ele não está oferecendo ajuda. Ele foi requisitado para que a ajuda dele fosse dada. Ela é definitivamente necessária. A do menino Habdi também.
Sua indagação era,Onde descerei na Esfera Três?“ Então ela respondeu, “Arnel, bom filho, fique quieto enquanto eu desvendo este assunto”. Depois de um tempo ela continuou, “Agora se faz claro para mim aquilo que me punha em dúvida um pouco antes de que você me falasse, Arnel. Eu estava arriscando uma resposta a um chamado de lá de baixo, mas não conseguia entender. Agora está tudo claro para mim. É Shonar quem me chama.
Ele chamou, em primeiro lugar, além daqui, passando o recado através de nós para James, para que ele trouxesse o garoto. E ele nos chama para encontrarmos estes dois e ele próprio no limite desta Esfera, onde pessoalmente deliberará conosco sobre sua comissão. Envie sua palavra para James, para que nos encontre no Porto Pedregoso. Bom. Agora vamos nós para lá.
Este assunto tem realmente um quê de urgência”. O Porto Pedregoso era um lugar inóspito na fronteira extrema da Esfera Três. Havia muitas pedras grandes, e entre elas havia umas marcas ou algo que fez uma passagem irregular sobre a encosta da colina em direção à região abaixo. Era um lugar de certa forma escuro e de atmosfera pesada, com uma sensação depressiva de uma presença infeliz por ali. Aqui chegamos, não pelas estradas nem pelas planícies, mas diretamente pelo ar.
James também chegou, mas o menino não estava presente. A ele, Wulfhere dissera, “O que você acha, jovem amigo, que seja o propósito deste encontro?” “Não sei”, disse James, “não sei de nada, a não ser que o menino está nisso. Mas eu não o traria nestas condições. Deixeio no jardim da Casa das Ordens”. “O comando para você veio de Shonar?” “Sim, e era de alguma urgência”. 420 – Reverendo G.
VALE OWEN “Assim penso eu, bom James. Quanto ao menino, você pode ter feito bem, ou não. Não posso dizer. Devemos esperar pela chegada de Shonar”. Logo vimos, distante na terra deserta da Esfera Dois, o movimento de pessoas.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.