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Capítulo 79 de 87
Parte 79 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Tragao até aqui entre nós, e trataremos disso mais tarde, Arnel. Eu não chamaria por seu nome primeiramente, senão pensaria que sou irracional. Mas você tinha quechegar a isto, bom Arnel”. “Você acha que ele será forte o suficiente para estar a nosso serviço, Wulfhere?” “Como lhe aconselhei antes, ele servirá.” Assim me apressei em buscar o menino Habdi e, chegando novamente com alguma velocidade, coloqueio diantedela. Terça, 16 de novembro de 1920.
Com a ajuda daqueles melhores, voltamos às filas. Os que conheceram na vida terrena estes que ainda dormiam nos disseram o que sabiam, tanto quanto eram capazes, para somarmos suas características. Usamos este conhecimento para nos ajudar no diagnóstico. Por este meio pudemos agrupar umas centenas deles de melhores qualidades em um só lugar. Estes foram arrumados em círculo, e acordados até estarem em plena consciência.
Observamolos bem de perto, ficando um tanto afastados, fora do círculo, invisíveis. Podíamos ler o processo mental de cada um, ao abrirem os olhos em seu novo ambiente. A ideia geral entre eles era de que seus inimigos os haviam transportado para o exílio, deixandoos neste tristonho local abandonado e, talvez, para padecerem de fome. 29 Ver “As Crianças do Céu”, capítulo IX. 426 – Reverendo G. VALE OWEN Realmente era este o tema de sua conversação quando quebraram o silêncio. Mas um e outro, em seguida, caíram logo em silêncio.
Era uma visão triste a que havia ali para eles verem. No meio do círculo ficou o jovem menino, sozinho e aprumado. Ele sorria para eles e então, indo até um que ele considerou ter uma aparência mais inteligente que seus companheiros, disse, “Eu vou tratar o senhor com bondade, senhor, porque tem um olhar de ternura em seu rosto. Poderia me tratar agradavelmente, senhor, por favor?” O homem olhou espantado para ele. Então levantouse e ficou em guarda com alguma suspeita de deslealdade ou conspiração trazida da terra.
“Quem é você, jovem”, disse ele, “que fala comigo tão audaciosamente? Você não é das nossas crianças. E você anda sozinho nestas paragens”. “Eu não sou precisamente destas paragens”, respondeu o garoto Habdi, “Vivo a algumas léguas de distância. Mas de alguma forma me foi dado conhecer estas partes e, se puder ajudar aos que são estrangeiros aqui, isso me daria muita alegria”.
“Você tem segurança, menino, e não gosto disso nem um pouquinho. Mas o que acontece que você não teme a nós, homens rudes, já que está sozinho e é apenas uma criança?” “Senhor, já lhes evidenciei alguma sabedoria, pois que cheguei ao que buscava e fiz com que medesse além disso”. “E o que é que buscava que eu lhe dei sem saber?” “Eu queria achar o que havia em seu coração, se é duro ou bondoso, e sei agora que não é nem um nem outro, totalmente, mas ainda há alguma bondade a mais que ódio ali, e por esta razão eu vou favorecêlo”. O homem, apesar de todo seu espanto e dos pensamentos amargos por causa do que passara recentemente nas mãos de seus companheiros, começou a rir. Nesta hora ele disse, “E ainda, jovem, você aparenta ter algo de estranho, tem mesmo.
Quem é você, ede que tribo é? Digame agora”. Habdi parou por instantes, mas não pediu nossa ajuda, nem nós mandamos. Finalmente ele respondeu, “Agora você não está sendo gentil somente, mas observador também. Talvez sejamos amigos algum dia, você e eu.
Bem, senhor, dême suamão e ficarei mais sábio ainda”. O homem deu sua mão sorrindo, e Habdi tomoua em suas mãos firmemente. Num instante o olhar na face do homem mudou. Não era medo, nem dor, nem espanto, mas composto de tudo isso, um pouco de cada. Ele buscava, com alguma hesitação, puxar sua mão, mas não conseguia.
Ainda Habdi seguravaa com seu olhar e, por seu turno agora, sorriu. E enquanto eles dois ficavam ali, o garoto gradualmente tomou uma aparência mais translúcida. Não atingiu o condicionamento à sua própria esfera, nem de nenhuma esfera além da qual estávamos. Mas efetivou uma transmutação parcial de seu corpo de tal forma que, ainda visível ao homem, aparecia mais radiante, mais frágil, e mesmo assim seu aperto era firme como no início. Então, lentamente, reassumiu sua condição e, ainda sorrindo, afrouxou seu aperto na mão do homem.
O resto deles olhava para aquilo com a maior perplexidade. Então Habdi falou a eles todos, e explanoulhes completamente sobre o que lhes acontecera, disselhes onde estavam seus companheiros e as mulheres e as crianças, e convidouos a seguilo, já que ele os conduziria até ajuntaremse aos demais. Nem todos, mas quase todos foram com eles, porém alguns ficaram para trás. Estes logo caíram em torpor novamente, e vagaram de volta até os que deixáramos desacordados. A próxima operação era a penúltima das filas.
Vou contarlhe agora. Todas estas primeiras etapas ocuparam um considerável espaço de tempo de duração. Se eu fosse contar em termos terrestres de tempo, eu diria que duraram mais ou 427 – A VIDA ALÉM DO VÉU menos umas três semanas. Mas estes que foram salvos em primeiro lugar condicionaram se rapidamente à sua nova vida, especialmente as crianças. Agora tínhamos que tratar dos piores deles.
Novamente adotamos a formação circular, mas deixamos um espaço na direção da passagem onde ficavam as pedras na encosta de subida. Novamente Habdi ficou no meio, mas com ele estavam umas doze crianças do prado. Estas estavam bem felizes e brincavam o jogo de “Seguir o pato”. Para dentro e para fora das pedras, eles ficaram em fila, rodeando o círculo. Os que dormiam não os atrapalhavam porque não estavam nas condições deles, e por isso não eram muito aparentes para as crianças, apesar de serem não totalmente invisíveis.
Quero dizer que as crianças não podiam reconhecêlos se conhecessem algum deles, pois suas faces e formas ficaram, como devo dizer, sombreadas, e não com as características acuradamente delineadas. Isto é o mais próximo que posso trazer a você, meu filho. Então os acordamos. Esperei até que a crianças voltassem novamente a serem vistas num alegre andar de passinhos rápidos seguindo Habdi que, por sua vez, levouos em volta do círculo, a poucos passos à frente dos homens. Na segunda volta, um deles, que estava observando as crianças muito cuidadosamente, piscou seus olhos pelas vibrações delas, que não estavam sintonizadas ao estado mais bruto deles, e chegou à conclusão que uma destas crianças realmente era sua.
Então ele esticou a mão e pegou a criança em seus braços. Repentinamente, ao contato, ele emitiu um grito, pela dor. Caiu ao chão e ficou ali olhando, selvagem e também temerosamente. Você poderia explicar isto um pouco mais, senhor, se puder, por favor? Quando você tem uma dor no corpo, ela é consequência de uma série de vibrações adentrando no cômputo da parte afetada que não está em concordância com o sistema de vibrações já estabelecidas ali.
A nova série não combina nem com a velocidade nem com a qualidade das outras. Tanto a velocidade quanto a direção de seu movimento vibracional estão anormais. Obliteram também o fluido vital que seria coerente entre o corpo etéreo e o sangue. Há mais em matéria de dorfísica do que o homens de sua ciência já descobriram. E muito mais também do que acabei de lhe contar.
Muito bem. A ação entre o homem e a criança quanto a seus corpos, foi de certa forma da mesma natureza. O contato dos dois corpos foi doloroso a ele, porque o seu estava mais lento em vibração e não podia acomodarse à corrente mais alta de vibrações que lhe foi imposta vinda do corpo do menino. Mas se ele tivesse perdoado e fosse de coração bondoso, tudo teria saído bem? Assim é, meu filho.
O toque da criança teria agradado a ele, em vez de lhe causar dor. Bem, o fim disso foi que os outros acorreram em torno deles e quebraram o círculo para ver o que aconteceu ao seu companheiro neste desastre. Pois era o medo de um desastreo que lhes preenchia as mentes, como o ódio e a ânsia de vingança estavam em seus corações. Agora fomos em frente, eu e o Bispo e o Vereador, deixando os outros nossos socorristas no meio das pedras. Nós puxamos as crianças, e o Vereador pediu silêncio.
Ele explicou, como Habdi havia feito aos seus outros companheiros, de que forma haviam chegado ali, e seu atual estado. Isto resultou numa explosão de perguntas dentre eles, enquanto argüíam sobre o tema. Alguns se ajuntariam a nós e permitiriam ser conduzidos pela nossa liderança. Outros partiriam e explorariam a região com seus próprios poderes. Outros nada fariam, a não ser voltar para a terra e procurar meios de se vingarem de seus invasores. 428 – Reverendo G.
VALE OWEN Então nós, com paciência, separamos todos em três grupos. O primeiro grupo, deixei com líderes de nossa companhia. O segundo, designei ao Bispo e ao Vereador. Eu disse aos dois, e a alguns poucos dos melhores, que me manteria em contato com eles enquanto vagassem, e que estaria com eles de vez em quando novamente, e poderíamos socorrêlos quando a necessidade aparecesse. Eles eram grandes e fortes almas, aqueles dois, meu filho.
Farão um bom trabalho aqui, e penso que a terra vai sentilos ainda no curso de suas operações. Tendo assim disposto estes dois grupos, aproximeime dos restantes. Eles estavam amaldiçoando seus inimigos e uns aos outros, e estavam numa situação bem angustiosa. Nenhuma mulher entre eles? Mulheres, não poucas, e alguns pastores também.
Não tenho gravado o número deles em minha mente. E pouco importa, ou pesquisaria em nossos arquivos para você. Sim, havia mulheres, e algumas eram mães cujos filhos estavam esperando por elas no prado. Sentimos muito, meu filho. Talvez não se arrependam de sua loucura até que seus doces bebês estejam além de suas aspirações, bem nas esferas superiores, e fora de seu alcance.
Ou talvez jamais desejem estes bebês para cuidarem até que tenham se passado eras. Nós deixaremos assim, meu filho. É, como digo, uma história triste para entristecer o coração de um anjo. Então quando uns, menos que uma dúzia, tinham se apartado deles, e isto com alguma dificuldade, deixamos os restantes partirem. Mandamos um despacho para Shonar, para fazêlo ciente de nossas atitudes e da chegada até a sua esfera de ação daqueles que não se arrependeram.
Ele lidaria com eles ali, e quando tivessem praticado o que queriam, e tivessem feito a maldade que podiam sobre o plano da terra, eles gravitariam para seus próprios infernos, para joeirarem e refinarem. Alguns deles insistiriam em visitar a terra de vez em quando, e isto não pode ser admitido. Somente aqueles de mente semelhante à deles em termos de maldade é que podem ser atingidos por eles. Estes são os que fazem de sua terra um lugar de dor, meu filho, onde poderia ser um lugar agradável. O que estava fazendo Wulfhere nesta hora, Arnel?
Ela, tendo feito o que podia, deixounos e foi primeiramente para o prado, e de lá para a Clareira. Uma seleção foi mandada para lá, um por um, e a colônia cresceu rapidamente, e a floresta tinia com os gritos das crianças; e elas e as mulheres e os homens foram escolarizados na novavida, e suas leis e maravilhas. 30 As crianças de Barnabas , meu filho; você lembra das Crianças de Barnabas? Sim, Arnel; oro por elas desde que me pediu para fazê‐lo. Deus esteja contigo, meu filho, você faz bem, saberá disso um dia. Ore por estas pessoas e assim um dia verá a alegria delas, como também terá a alegria de receber boas vindas do Povo de Barnabas por seus pensamentos bondosos, meu filho. 30 Veja volume III, “O Ministério do Céu”. 429 – A VIDA ALÉM DO VÉU VI AS RELIGIÕES DA TERRA: Uma cena num leito de morte Quarta, 17 de novembro de 1920.
Foi num tempo subsequente a estes eventos que acabo de lhe contar, que o Povo da Clareira foi agrupado para instruções. Foram misturados todos juntos e, sob a tutela bondosa e sábia de James, aprenderam a tolerar com boa vontade as diferenças entre eles, em termos de religiões, opiniões e costumes. Estas diferenças ainda remanesciam, e remanesceriam ainda por um tempo. Mas James buscou mostrarlhes que eram muitas as grandes verdades que elas tinham em comum, e como as pequenas verdades deveriam aqui ser misturadas entre si, para então completaremse em uma verdade maior. Assim a dimensão terrena passou, e deu lugar a um senso real de comunidade.
Mas nenhuma diferença foi ultrapassada. Foi encarada genialmente e com franqueza, e desta forma as pessoas encontravam muito prazer nestes encontros. Agora James estava no terraço na frente de sua casa, e Habdi sentavase nos degraus da frente, enquanto Ladena e Mervyn encostavamse num lindo telhado que tomava a frente da casa. Sim, meu filho, deste jeito, sim. Eu me encostei num dos pilares desta varanda, um pouco atrás e do lado esquerdo de James.
Vou darlhe um episódio destes acontecimentos. James disse, “Penso que aquele homem ali temalgo que gostaria de nos dizer”. Ele apontou um homem a meio caminho da Clareira, que estava encostado num banco embaixo de uma árvore grande, no lado esquerdo da clareira, se olharmos do ponto onde estávamos para ver as pessoas. Aquele que foi apontado estava um pouco hesitante, mas olhava para o rosto bondoso do jovem líder e, levantouse dizendo, “O que tenho em mente não é nada de importante, senhor. Queria fazer uma pergunta.
Estive pesquisando por que fomos feitos tão diferentes que não somos capazes de, com o passar do tempo, entrar em concordância nestas diferenças todas, embora devêssemos ser competentes de vermos tudo de forma igualitária”. James estava quase respondendo quando uma leve pausa nos foi dada a todos. Desta forma. As árvores que estavam paradas começaram a vibrar e suas folhas balançaram, como se uma brisa estivesse atravessando a Clareira. Mas não havia brisa.
Também as trepadeiras sobre as casas, e as casas em si tremeram levemente. Pela nossa roupa passaram tremores também, dando a impressão de que um passarinho passou voando por nós e encostou suavemente em nossos corpos com suas asas. Mais ainda, leves sombras de cores ondularam através do material de que foram feitas nossas roupas e então, vagarosamente, foram embora findando o tremor das casas, árvores e atmosfera. Então tudo ficou parado. Foi uma agradável experiência, e fez nossos corpos formigarem com um vigor 430 – Reverendo G.
VALE OWEN que era muito revitalizador. Mas muitos dali não entenderam. Nem nós os esclarecemos naquele momento. Em vez disso, acenei com a cabeça para James que olhava para mim, e sorri aquiescendo a seu pedido e então prossegui. Eu disse, “Um homem decidiu limpar seu trecho de floresta para que pudesse construir uma casa neste novo local.
E ele deveria fazer um jardim ali. Assim, chamou seus filhos e convocouos para completarem o plantio do jardim com as árvores e plantas que escolheriam entre as mais proveitosas em frutos. Mas eles não entravam em acordo. Disse um, “Plantarei macieiras, pois a fruta é saudável e abundante”. Disse o outro, ‘Mas no inverno a fruta não é gostosa.
Plantarei azevinho, o qual dará um aspecto alegre durante o ano inteiro”. Disse o terceiro, ‘Mas a fruta do azevinho não é saudável para ser comida. Plantarei couve, queé bom e abundante na colheita”. Então todos foram ao pai e cada um expôs sua escolha. Mas ele não recomendou uma em detrimento das outras.
Mandou que plantassem o jardim, cada um de acordo com sua vontade. “E assim aconteceu que, ao final do ano, ele os chamou a todos, e disse, “O jardim foi plantado, meus filhos, e o jardim foi colhido. E percebi que quem plantou a maçã não desdenhou comer a couve em sua época. E o que plantou a couve não teve escrúpulos em admirar o azevinho quando a neve chegou. E quem plantou o azevinho ficou feliz com o cesto de couves e maçãs”.
“Vocês agiram muito bem, cada um em sua própria forma. Mas eu demonstrei uma sabedoria mais amadurecida que a de qualquer um de vocês, por causa de minha idade. Pois, tivesse prevalecido de cada um de vocês a sua própria vontade, este teria plantado o jardim inteiro com a sua escolha. E, vejam, teríamos sentido falta de algo, da mesma forma que a cada um faltou plenitude de sabedoria. Eu aconselho, portanto, que depois disso ajudemse uns aos outros, e plantem e colham juntos.
Desta forma sentirão o trabalho mais leve ao ser executado, e, paralelamente, mais prazeroso”. “Assim, meus bons filhos, vocês também estão colocados aqui no jardim de seu jovem líder James, e não duvido que ele encontre prazer na variedade de suas ofertas vindas da comunidade em geral.” Fiz uma pausa e continuei. “Vocês notaram um leve distúrbio vibrante momentos atrás, boa gente. Também percebi que vocês ficaram espantados e também agradados conforme aquilo passou por nós. Tocounos em cada um e a todos da mesma forma, como se estivéssemos unidos em coração e mentes.
É assim quando por momentos aspiramos à nossa mais alta destinação. As coisas menores então se encaixam facilmente, e os elementos mais elevados de dentro de nós palpitam em união e alegria, como foi vivido por nós há apenas pouco tempo atrás. “Vocês não sabiam, minhas crianças, o que estava sendo enviado para nós naquela onda agradável de paz e boa vontade. Aqueles que plantaram o jardim enxergavam somente com visão parcial. O pai deles era capaz de visualizar o todo, da forma que funcionaria nas estações.
Então foi o que vi, enquanto cada um de vocês plantou uma ou outra verdade neste jardim de almas, contudo, como num todo, vocês foram um jardim muito lucrativo e unido em suas aspirações mais profundas. Somente para tais grupos é que os altos anjos são capazes de enviar os raios brilhantes de seu amor e bênçãos. “Então quando um grupo destes ministrantes brilhantes passou sobre a Clareira instantes atrás, todo o lugar, e vocês, foram capazes de receber da corrente de amor deles, quando eles pararam por momentos e olharam para baixo, e sorriram, e emanaram o doce orvalho de suas bênçãos sobre vocês, e continuaram a caminho da terra em alguma tarefa que tinham a cumprir. “Tenham coragem, portanto, e continuem no caminho que iniciaram, e a Clareira brilhará conformeseu amor comunitário aumentar”. 431 – A VIDA ALÉM DO VÉU Quinta, 18 de novembro de 1920. Estando terminada esta lição a estas crianças grandes, pois não eram nada mais que isso, fiquei observandoos com certo interesse misturado com prazer.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.