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Capítulo 30 de 87
Parte 30 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Quão deslumbrante ele estava enquanto permaneceu ali, banhado naquela suave e penetrante luz que se intensificava sobre ele e moviase e vivificava, até que seu corpo ficou como cristal líquido e ouro, e brilhou tão intensamente que olhei para baixo e cerrei meus olhos diante seu brilho que excedia tudo. Aí ele falou comigo e pediu que ficasse diante dele, enquanto ele se manteria na retaguarda, usando seu poder sobre mim, mas não me cegando com sua radiação. Assim ficamos, suas mãos sobre meus ombros e sua luz envolvendome também, e iluminando todos os lados; ela brilhava longe, atingindo longa distância, até aquelas outras luzes distantes sobre os picos. Assim uma alameda apareceu diante de onde eu estava, seus dois lados limitados com paredes de luz, e o espaço entre elas não era escuro, mas com luz menos intensa. Eu não pude penetrar estas paredes com minha visão à medida que elas se estendiam sobre os vales e os picos das montanhas, descortinandoas conforme se abriam para todos os lados em grande amplitude mas, quando ficava em pé, como devia ser, bem no ângulo em que as duas paredes de chama viva encontravamse, exatamente atrás de mim; estando eu diante deste ângulo, havia um espaço amplo entre as paredes de onde eu podia vêlas até bem distante. 163 – A VIDA ALÉM DO VÉU Então ele falou novamente e disseme para observar este espaço.
Assim fiz, e ali surgiu uma visão muito deslumbrante ao meu olhar, tanto que eu, que tinha visto muitas belezas e maravilhas, jamais tinha visto algo tão penetrante como isto. Os dois raios tornaramse um único em ambos lados do pico da montanha que atingia o céu, uma agulha afiada com menos irregularidades ainda abaixo. Enquanto eu a olhava, começou mudar e vi surgir diante de meus olhos um enorme Templo, e sobre ele uma hoste de elevados anjos em vestimentas de luz, movendose aqui e ali. Havia um alto pórtico e sobre ele estava um grande Anjo que segurava ao alto uma cruz, como se mostrasse aquele símbolo para alguma congregação de pessoas para outra esfera distante. Em cada braço da cruz estava uma criança, uma em vestimenta rosa, a outra em verde e marrom.
Elas cantavam uma canção que não pude compreender, e então, quando terminaram, cada uma levou suas mãos sobre o peito e inclinaram a cabeça em reverência. Mas agora meu guia levoume pela direita e outra paisagem veio ao meu poder de visão. Sobre a encosta de uma colina eu vi um Trono. Era de luz mesclada com fogo, e ali sentavase uma mulher que olhava silenciosamente para longe, muito longe, imóvel. Ela estava vestida de um tecido diáfano que cintilava como prata enquanto seu corpo transmitia seu brilho através dele; mas sobre sua cabeça estava um manto de luz violeta que caía sobre seus ombros e para trás, conferindo à sua beleza tal sabedoria que comparei a uma pérola disposta em um cortinado de veludo.
Sobre ela, mas abaixo de seu Trono, estavam seus servidores, homens e mulheres. Eles lá permaneciam em ambos lados do Trono e diante dele, esperando silenciosos. Todos eram de brilho maior que o meu, mas nenhum mais radiante que ela, que permanecia sentada ali, serena em todo seu amor. Observei sua face. Era plena do carinho que nasce do amor e da piedade, mas seus olhos eram escuros com a profundidade de sua alta sabedoria e poder.
Ela descansava seus braços nos braços do Trono, e também percebi que todos seus membros emanavam poder, mas um poder mesclado com a gentileza da maternidade. Então ela se agitou, apontou com sua mão para cá, acenou para outros enquanto determinava sem pressa, mas ativa e incisivamente, seus comandos. Repentinamente toda aquela multidão estava em movimento. Vi uma parte subir e volitar como um feixe de luzes indo para longe. Outra parte foi em outra direção.
E outra tropa eu vi trazendo cavalos, montaram e cavalgaram rumo ao espaço. Alguns tinham vestimentas fluidas, e alguns estavam encilhados com o que parecia uma armadura. Alguns grupos eram de homens, outros de mulheres, e outros de ambos, homens e mulheres. No tempo de um instante, assim foi, o céu ficou salpicado com diamantes e rubis e esmeraldas, como se estes aparecessem cintilantes em sua forma celeste; e a cor dominante do grupo brilhou em minha direção, enquanto eu permaneciaolhando em reverência e silêncio. Assim a alameda de luz foi movida de lugar em lugar por toda a extensão do horizonte, e a cada pausa, alguma coisa nova havia para eu ver.
Cada cenário era diverso em sua característica, mas iguais aos outros em beleza. Desta forma eu vi alguns destes que eram de um grau mais alto de todos os que eu já tinha encontrado no trabalho na seara do Pai. E quando eu vi, pela mudança de cor, que meu amigo tinha se retirado mais uma vez para o Santuário atrás de mim, suspirei pela felicidade suprema, e sucumbi com a glória do serviço de Deus como o que vi em ação entre aqueles que nos observam, enquanto nós também trabalhamos e damos conta de nossas necessidades. Foi assim que cheguei a entender, como nunca antes, como todas as esferas inferiores são incluídas nestas acima, e não permanecendo altamente definidas, afastadas cada uma de suas companheiras. Esta Décima Esfera incluía nela todas as abaixo e era, por sua vez, incluída nas acima, juntamente com as outras acima da Décima.
Isto é bem entendido aqui, até no nosso próprio grau. Mas conforme avançamos, esta inclusão de esferas tornase mais complexa e maravilhosa, e há coisas para entender nisto que são desdobradas de pouco em pouco. Isto eu vim ver, e estou boquiaberto pelo avanço para 164 – Reverendo G. VALE OWEN adiante que farei quando estiver maduro para tal. Oh, a maravilha e a beleza e a sabedoria de nosso Deus!
Se o que sei for apenas um pouquinho de Seu plano de amor, então com o que será parecido o total, e quanto de extraordinário! Veladas ainda estão as glórias menores dos Planos Celestes para os olhos mortais que se esforçam para vêlas. Irmão, esteja feliz por ir devagar a estas coisas. Estas coisas estão veladas por amor e clemência. Pois se pudessem se descortinar sobre você em sua plenitude, sua mente ficaria confusa diante disto tudo, e você por longo, longo tempo poderia temer seguir adiante para que não acontecesse coisa pior a você.
Vejo isto agora como antes jamais pude. Isto é sábio e bom – toda a sabedoria e tudo de bem. E sem dúvida, Ele é amor. + Sábado, 27 de dezembro de 1913. Bem, foi maravilhoso que a mim fosse permitido ver estas maravilhas daquelas esferas além do meu plano. Pensei nisto depois, e achei que poderia entender algumas das principais intenções e motivos para aquilo que havia visto; mas havia muitas coisas a mais que eu não poderia sondar sem auxílio de modo algum.
Uma foi nesta aparição. Todo o céu entre os dois terminais dos raios de luz que formavam, cada qual, uma parede em ambos os lados de minha visão, estava inundado da cor carmim. Profunda, profunda e intensamente profunda era a região, a qual pude observar, com luz avermelhada. Parecia ser um movimento vulcânico gigantesco, porque nuvens desta luminescência subiam e agitavamse umas sobre as outras, e levantavamse grandes pedaços delas mesmas no alto, e varriam de um lado a outro, e desciam encontrandose com outros blocos de nuvens. Tudo era uma comoção de uma fúria resplandecente e catastroficamente destruidora.
Tão terrível pareceu à minha alma aquele redemoinho vermelho que tremi muito de medo daquilo. “Livreme disto. Por seu amor, senhor, leveme diante de alguma cena menos terrível. Porque esta é de um mistério terrível demais para que possa suportar estar diante de sua grandeza dominadora”. Assim pedi a meu amigo, que respondeu, “Descanse por um pouco, meu amigo, e verá que não é mais terrível.
Você está agora olhando em direção às próximas esferas, a primeira destas é a Esfera Onze. Em qual esfera aquela luz brilha não posso dizerlhe, a menos que eu depois leia o registro dela, mas não foi feita nesta Instituição, mas numa algo distante daqui. Isto que você contemplou está muito além de nosso dever de lidarmos com isso. Pode ser Esfera Treze, ou mesmo Quinze, aquela para a qual você olha tão amedrontado. Não sei.
Mas isto eu sei–oCristo passa por lá, e a Glória Carmim que você vê é a aura de Sua comunhão de amor com Seus amados. Encare firmemente a visão, pois ela não é vista assim tão bem a não ser raramente, e eu tentarei capacitálo a penetrar em alguns detalhes intrínsecos”. Sentio intensificando sua energização sobre mim, e esforceime por elevarme para ir de encontro a seus esforços. Não houve sucesso, entretanto, porque isto estava além de mim, como logo descobri. Tudo o que pude ver, mais doque já lhe contei, foram algumas formas vagas de beleza movendose na névoa avermelhada; ígnea glória, nada mais.
Então pedi a ele novamente, quase num lamento porque tinha medo, que me tolerasse e retornasse comigo. E assim ele fez. Mas nada mais pude depois. Não tinha coração para outra coisa qualquer. Tudo parecia pálido quando confrontado com o que eu tinha visto, e eu estava mesmo com dor no coração porque não pude seguir adiante, e ser como devem ser os que suportam tanta beleza e ainda deliciamse em viver.
Pouco a pouco recobreime e, quando ele veio em direção do Santuário novamente em aparência e vestuário normais, 165 – A VIDA ALÉM DO VÉU pude então falar a ele palavras de agradecimento por sua grande bondade em me dar o tanto que houvera dado. Agora, o que posso dizerlhe mais dos afazeres naquele grandioso local elevado? Você guardará em sua mente que só um pouquinho de nossa vida e das ações aqui você é capaz de entender, e somente em parte. Por causa disto, tenho que escolher muito cuidadosamente quais itens vou lhe mostrar; que eles estejam num grau tal que eu possa reproduzilos em sua mente e no palavreado da terra. Mais uma coisa eu penso que posso redigir.
Quando as maiores visões estavam terminadas, ficamos uns instantes a mais naquela cobertura, e olhei para o país em torno de nós. Percebi, a alguma distância em direção à Nona Esfera, um enorme lago com uma floresta em torno e, aqui e ali, uma ilha, com edifícios agrupados entre as árvores ou despontando sobre elas. Também ao longo da floresta havia, agora aqui, agora lá, uma torre para ser vista. Perguntei ao meu guia que colônia seria aquela; porque parecia ser uma colônia pois estava tão bem disposta, parecendo um assentamento. Ele disseme que há muito tempo atrás uma dificuldade surgiu no trato com aqueles que chegaram nesta esfera vindos de outras regiões, os quais não tinham ainda progredido em todas as direções como haviam feito em alguns ramos da ciência celeste – eunão estou satisfeito com isto; tentarei tornar mais claro.
Há alguns que progridem igualmente em todas as suas faculdades; mas outros não desenvolvem todas as suas faculdades da mesma forma, ao longo de seu caminho de progresso. Estes, a minoria, são Espíritos muitíssimo evoluídos e chegaram à Décima Esfera no devido curso. Mas se tivessem desenvolvido seus poderes negligenciados na mesma proporção que os outros, teriam chegado aqui muito mais cedo. Ainda mais, chegados aqui, eles estão justamente em uma altitude tal, que o que serviu a eles nas esferas para trás, não servirá mais nas futuras. Eles devem tornarse mais equalizados com o que está adiante em suas faculdades, e portanto melhor balanceados por igual.
O problema que originou o estabelecimento daquele assentamento não foi outro que não esse. E ali eles continuam fazendo seu trabalho de ajuda aos outros, enquanto treinam a si próprios. Você pode se perguntar onde estaria a dificuldade. Se você pensou assim, é porque aqui prevalece uma perfeição muito mais complexa de condições aqui que no seu caso. Isto surge do fato de estas pessoas serem realmente da Décima Esfera em alguma porção de seu caráter, e talvez da Esfera Onze ou Doze em outra porção.
E a dificuldade é esta: Eles em alguns pontos estão avançados demais em poder e personalidade para o atual ambiente, e ainda são incapazes de prosseguirem para a próxima esfera, onde seus pontos inferiores sofreriam danos e seria catastrófico que provavelmente fossem lançados para muitas esferas abaixo, onde estariam facilmente tão imperfeitos quanto antes. Tornei claro o caso deles? Se você tirar um peixe da água mais densa para o ar mais rarefeito, você fará um desastre. Se tirar um mamífero da floresta e atirálo n’água, ele também morrerá pelo elemento mais denso. Um anfíbio é capaz de viver, se ele tiver água e terra seca.
Mas coloqueo em terra seca apenas, e ele adoecerá. Coloqueo somente na água, e da mesma forma adoecerá. Agora, estes de quem estive falando não são como estes, mas a analogia será suficiente para ajudálo a entender seu caso. Para eles, estar aqui é como estar numa gaiola. Para eles, penetrar no mais alto seria como uma traça voando para o fogo.
E como se lida com o caso deles? Eles estão lá para lidarem com eles mesmos. Penso que eles estão somente a caminho de encontrar a melhor solução para o problema. Quando fizerem isto prestarão 166 – Reverendo G. VALE OWEN um serviço a esta esfera que será cuidadosamente registrado para uso futuro.
Isto está continuamente acontecendo em vários ramos de estudo. Penso que eles atualmente têm sido capazes de classificar a si próprios de acordo com suas características, e estão trabalhando numa espécie de sistema recíproco. Cada classe esforçase por fomentar nos outros aquela virtude e poder que ele tem e nos outros falta. Assim cada um procede, e há um sistema muito complicado de educação que foi atingido, que é intrincado demais até para aqueles que habitam nos Altos Planos para analisar. Mas alguma coisa acontecerá que, quando finalmente amadurecerem para subirem, acrescentará em poder e influência a esta região, e isto, penso eu, numa larga escala.
Assim é que aquele serviço mútuo é prestado, e o prazer verdadeiro em progredir é ajudar os outros nesta direção, conforme nós vamos indo. Não é assim, meu amigo e tutelado? E assim, minhas bênçãos, e boa noite. + 167 – A VIDA ALÉM DO VÉU VIII VINDE, VÓS ABENÇOADOS, E HERDAI Segunda, 29 de dezembro de 1913. De outras coisas que vi lá, eu falarei agora. É mais fácil descrever em sua linguagem terrestre as paisagens e as pessoas e as atividades de quem esteja naquelas esferas mais perto da terrestre.
Quanto mais alto se vai, mais aparecem dificuldades no meio, e esta esfera é algo sublime comparativamente, e isto que acabo de escrever é dos Altos Planos desta esfera. Assim, como disse antes, sou apenas capaz de dar uma visão resumida e inadequada deste plano e de suas glórias. Portanto sigo para assuntos de importância mais imediata para você, e não menos úteis. Eu cheguei até o instante em que estava em meus ombros, pelo Anjo Chefe Senhor desta Décima Esfera, a tarefa de minha jornada pela Quinta Esfera num propósito especial, que explicarei agora. Eu devia ir à Cidade Capital daquela região e, apresentandome ao Chefe, inquirir pela razão de eu ter vindo até ali.
Ele dirmeia tudo, tendo já recebido o comunicado de minha chegada. Não era para eu ir sozinho, então comigo foram três colegas para minha companhia. Quando chegamos ao nosso destino, encontrei facilmente a Cidade, visto que eu a conhecia desde o tempo em que fui habitante naquela esfera. Mas quão diferente tudo parecia agora para mim, depois de tão longo tempo passado e tantas experiências minhas. Pondere, amigo.
Esta era a minha primeira vez que voltei para lá desde que evoluí da Esfera Cinco para a Sexta Esfera; e depois desta e das outras, fui trabalhando minha trilha evolutiva até que alcancei a Décima. Aí, depois de todos estes estágios, e cada qual com sua vida movimentada e muitos incidentes que me fizeram mudar e desenvolver, voltei a esta Esfera mais uma vez. Era estranha, mas muito familiar, mesmo nos detalhes. A estranheza estava naquilo de glória que, quando vim da Quarta Esfera para cá pela primeira vez, parecia tão grandiosa para minha compreensão. Isto me ofuscava.
Mas agora meus olhos têm que se adaptar à sua obscuridade e à necessidade de luz. Enquanto passamos através das esferas intervenientes, nós nos condicionamos a cada uma, mas prontamente seguimos. Quando alcançamos os confins da Quinta, entretanto, descemos e fomos a pé, vagarosamente, dos mais altos aos mais baixos planos, para que pudéssemos crescer naquelas condições pouco a pouco. Porque talvez devêssemos permanecer ali por algum tempo, e portanto deveríamos estar melhor adaptados para suportarmos e cumprirmos o trabalho que era nossa obrigação fazer. Foi interessante, como numa experiência, o descer de uma região montanhosa para os planos inferiores.
Havia, à medida que descíamos, uma escuridão contínua sempre crescente, e assim íamos acostumando os nossos olhos e corpos continuamente para esta condição. A sensação era estranha e não desagradável; e para mim era quase que nova 168 – Reverendo G. VALE OWEN naquele instante. Descortinavase para mim a sabedoria maravilhosa que está em tudo e em todos os detalhes necessários destes reinos, este coajustamento entre luz e menos luz, conforme íamos de uma em direção a outra. Se você entende alguma coisa de minha narrativa, então tente imaginar o que significa para nós passarmos através de todos estes reinos menos iluminados até chegarmos ao seu próprio, para conversarmos com vocês como estou fazendo agora.
Então você não estranhará, penso eu, que às vezes temos muito a fazer para entrarmos em contato com vocês, e frequentemente tudo falha. Se pudessem ver as coisas deste lado do Véu, vocês não se encantariam com isto–a maravilha está bem perto, mas no outro lado. Agora vou contar a você sobre a Cidade. Ficava na planície perto na parte central da região sobre a qual o Anjo Senhor ministrava seu governo. Não tinha paredes, como a maioria das cidades como esta tem; mas havia a série usual de Torres de Observação, e havia algumas fora na planície, solitárias, e outras na Cidade, aqui e ali, em posições escolhidas cuidadosamente.
A Casa do Chefe era quadrada, no alto da Cidade, e tinha um grande portão. Agora vou contar a você, não como aparece para nós que chegamos de um lugar mais alto, mas como é vista pelos olhos daqueles cujo ambiente normal é a mesma esfera, ou seja, os habitantes da Esfera Cinco. O Grande Portão é de pedra líquida. É assim que deve literalmente ser lido. A pedra não era sólida, mas em fluxo; e as cores do portão mudavam de momento a momento, afetadas tanto pelo que vinha de dentro da Casa, como também do que provinha do Plano anterior.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.