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Capítulo 7 de 87
Parte 7 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Podemos lêla em sua mente, e 1 sabíamos dela antes que escrevesse . A pombinha que a senhorita E... viu acima do altar de sua igreja foi uma Manifestação, em forma presente, tal qual esta que acabei de relatar. Era para a sua congregação invisível, e simboliza, de uma forma que eles rapidamente entenderiam, a simplicidade das presenças sobre o altar, que realmente estavam ali com amor, e prontos para ajudarem os que desejam receber seu auxílio, e, como uma lembrança de sua gentileza, uma pomba foi vista pairando perto deles e sem medo; um estado mental que os que não são muito evoluídos não podem manter na presença dos de plano mais elevado, cujo brilho da santidade algumas vezes, nas mentes dos que não conseguem julgar proporcionalmente, por causa de suas ligações ainda imperfeitas, eclipsa suas outras virtudes e fazem os pobres duvidosos ficarem temerosos. Quarta, 8 de outubro de 1913. Por causa de certos assuntos que são importantes aos que entenderão o que dizemos em seu sentido mais íntimo, nesta noite decidimos nos empenhar em transmitir lhe certas instruções que serão muito úteis e direcionais quando lidarem com o que está abaixo da superfície das coisas, e que geralmente não são levadas em conta pelas mentes comuns.
Uma delas é o aspecto que os pensamentos tomam quando projetados desde a sua esfera, até aqui a nossa. Os pensamentos que são bons aparecem com uma luminosidade que não há nos de menor santidade. Esta luz é emitida pela forma de pensamento daquele que pensa e, através das múltiplas irradiações de cores subdivididas, podemos chegar ao conhecimento de seu estado espiritual, não somente se seu plano é o de luz ou trevas, e qual seria o grau de luz, mas também os pontos nos quais ele se supera ou tem menor alcance, em qualquer que seja a direção. É através disso que podemos colocarlhe os guardiães que melhor podem ajudálo a fomentar o que já é bom nele, e eliminar o que não é bom ou desejável. Através de uma espécie de um sistema prismático, nós o classificamos subdividindo suas características, e desta forma chegamos a nossas conclusões que são baseadas nos resultados.
Na vida daqui, um método como esse não é necessário, já que ele é concernente ao corpo espiritual, e aqui, claro, este corpo é patente a todos, e, sendo um perfeito relato do espírito, demonstra suas características. Apenas posso dizer que as cores das quais falei aqui se apresentam, em forma graduada, em nossa roupagem, e as que dominam sobre outras servem para nos classificar dentro das mais variadas esferas e graus. Mas os pensamentos, que são o efeito da ação do Espírito, são vistos pelo efeito que, por sua vez, produzem no ambiente daquele que pensa, e não são apenas vistos, mas também sentidos, ou sensibilizados, por nós de uma forma mais acurada e intensa do que entre vocês. 1 Uma pessoa da congregação de All Hallows, Orford, havia me dito que uns poucos dias atrás ela tinha visto uma pomba pairando sobre o altar durante a celebração da Comunhão Sagrada. (George Vale Owen). 44 – Reverendo G. VALE OWEN Seguindo esta linha de raciocínio, naturalmente você verá que, quando pensamos qualquer coisa muito intensamente, nossos desejos podem produzir uma manifestação exterior que realmente é objetiva aos que a contemplam. Desta maneira são produzidos muitos efeitos maravilhosos.
Pode me dar um exemplo para ilustrar? Sim; vai ajudálo a perceber o que queremos dizer. Um grupo de amigos meus e eu, que havíamos sido instruídos neste conhecimento, encontramonos para vermos o quanto havíamos progredido, e resolvemos fazer uma experiência para isso. Selecionamos um bosque no meio de uma linda floresta, e, como teste, todos decidimos desejar uma coisa em particular, para vermos se seríamos competentes. O que escolhemos foi a produção de um fenômeno em campo aberto, que deveria ser sólido e permanente para que pudéssemos examinar o resultado depois.
Deveria ser uma estátua de um animal como um elefante, mas um pouco diferente; um animal que temospor aqui, mas que não habita mais na terra. Todos nós nos sentamos em torno do espaço aberto e concentramos nossas vontades no objeto a ser produzido. Este apareceu bem rapidamente e ficou ali diante de nós. Ficamos muito surpresos pela rapidez do resultado. Mas, do nosso ponto de vista, havia dois defeitos.
Era grande demais, já que falhamos em não regular a combinação de nossas vontades numa proporção correta. Também ele parecia muito mais um animal vivo que uma estátua, já que muitos de nós puseram em suas mentes um animal vivo com sua coloração, e então a mistura final resultou em algo entre pedra e carne. Também muitos pontos ficaram desproporcionais – a cabeça grande demais e o corpo pequeno demais, e assim por diante, mostrando que poder demais haviasido concentrado em algumas partes, e de menos em outras. E assim percebemos nossas imperfeições e aprendemos a remediá las, em todos os nossos estudos. Experimentamos, e então examinamos o resultado, e tentamos de novo.
Fizemos isso nesta hora. Tirando nossos pensamentos da estátua produzida desta forma e conversando juntos, ela gradualmente desapareceu. E então estávamos prontos e ajustados para nossa nova tentativa. Decidimos não selecionar o mesmo modelo de antes, ou nossas mentes provavelmente iriam em direção a aproximadamente o mesmo local. Escolhemos, desta vez, uma árvore com frutas –algo parecido com uma laranjeira, mas não ela em si.
Tivemos mais sucesso desta vez. Os principais pontos de falha foram que algumas frutas estavam maduras e outras ainda não. E as folhas não estavam da cor correta, nem os galhos corretamente proporcionais. E portanto tentamos uma coisa após outra, e nos púnhamos cada vez mais capazes a cada tentativa. Você pode imaginar a festa em um estudo desse, e as risadas e o bom humor que vinha dos nossos erros.
Estes, que estão próximos a você e que pensam que nesta vida de cá jamais fazemos piadas, e que nem mesmo rimos, um dia terão que revisar suas ideias, ou estranharão nossas companhias – ou talvez, nós os estranharemos. Mas logo eles aprenderão sobre o amor destas paragens, onde podemos ser perfeitamente naturais e irrestritos, e sem dúvida somos compelidos a isso, se quisermos ser aceitos em grupos respeitáveis, como diriam vocês. Temo que seja o contrário do que acontece na terra, não é? Bem, vivendo e aprendendo, e os que vivem nesta vida – e não meramente existindo, ou pior – aprendem bem rapidamente. Quanto 45 – A VIDA ALÉM DO VÉU mais aprendemos, mais nos maravilhamos com as forças a nosso comando. 2 Astriel , que veio ontem,está aqui agora?
Não esta noite. Mas estará, sem dúvida, aqui de novo, se assim o desejar. Obrigado. Mas espero que vocês venham e escrevam também. Ah, sim, faremos isso, já que é prática tanto para nós quanto para você já que, ao impressionarmos você, estamos aprendendo a usar nossas vontades e poderes numa maneira similar àquela que acabei de descrever.
Você não vê as imagens do que estamos contando em sua mente? Sim, algumas vezes bem vívida, mas não tinha pensado nisso. Ah, bem, meu menino, você vê agora, não é, que temos um objetivo ao escrevermos o que decidimos? Todo o tempo você esteve pensando que era bem inconsistente (e talvez o fosse – não diremos o contrário), e estava imaginando para que lado tenderia, e, mentalmente, ficou um pouquinho aborrecido. Digame, não ficou, querido?
Bem, estivemos sorrindo todo o tempo, e agora você entenderá que esteve interpretando nossos pensamentos, mais ou menos, enquanto os enviávamos a você, e o objetivo era explicarlhe como estas cenas apareciam diante de você tão vívidas e reais, como as descreveu. Até logo, querido filho, e Deus o abençoe e aos seus, agora e sempre. 2 As mensagens de Astriel foram transmitidas em datas variadas, as quais, entretanto, não foram em seguida. A razão pela qual foram transmitidas desta forma não é aparente. O efeito, porém, foi o corte das comunicações da mãe do Sr. Vale Owen de tal forma que interrompiam a continuidade das mensagens dela e também quebravam a sequência das do próprio Astriel.
Elas foram, portanto, coletadas e postas num capítulo em separado, no final do livro. 46 – Reverendo G. VALE OWEN III DA TREVA PARA A LUZ Sexta, 10 de outubro de 1913. Se estivéssemos compelindoo a escrever sobre temas que são do nosso dia a dia, você talvez os compararia com a sua própria vida diária, e perceberia então que todos, nós e vocês, estamos na escola, e que a escola é enorme, com muitas matérias, muitos instrutores, mas com um único esquema vigorando através do curso de instrução, e que há unidade de progresso do simples ao complexo, e que a complexidade não quer dizer dificuldade, pois, enquanto aprendemos mais sobre a Inteligência do Divino Autor de tudo, vemos quão maravilhosamente composto é o reino no qual Ele emana Sua Vontade de Amor para que possamos, pela nossa alegria pelo conhecimento, prestar homenagens à Glória d’Aquele Que sustenta todas as coisas na palma de Sua Mão. E assim, querido filho, mais uma vez retomaremos nosso tema, e contaremos de nossos afazeres daqui destes reinos de luz, e de como o amor do Pai abrange a nós todos como uma nuvem radiante, na qual todas as coisas aparecem mais plenas conforme progredimos em humildade e amor. Uma das coisas que importam por aqui é que deve ser mantida uma devida proporção entre sabedoria e amor.
Uma não é contrária à outra, mas são duas grandes fases de um grande princípio. O amor está para a sabedoria como a árvore está para as folhas, e se o amor atua e a sabedoria respira, então o fruto é saudável e são. Para ilustrar isso a você, nós daremos um exemplo concreto de como nos ensinam a considerar adequadamente tanto o amor quanto a sabedoria em nossos tratos ente nós e os outros a quem nos permitem auxiliar. Deramnos uma tarefa a cumprir, pouco tempo atrás, na qual um grupo nosso, de cinco pessoas, deveria ir a uma colônia em uma parte bem distante daqui, e ali perguntar a eles qual seria o melhor meio pelo qual a ajuda poderia ser dada aos da terra que estivessem com dúvidas, ou assombrados quanto ao Amor de Deus. Ficamos muitas vezes embaraçados por nossa falta de experiência em tratar de tais casos que, como sabe, são muitos.
O Diretor do Colégio era um homem que na vida terrena havia sido um político de muita competência, mas sua fama não era tão grande, e foi somente quando ele veio para cá queele achou lugar para seus poderes, e entendeu que a terra não era o único campo no qual o treinamento terrestre poderia ser posto em prática e efetivarse no reino de Deus. Apresentamos a ele o objetivo de nossa missão, e ele foi muito cortês e bondoso, apesar de seu cargo elevado. Suponho que vocês o chamariam de grande anjo, e de fato, se ele pudesse vir à terra assumindo visibilidade, seu brilho inspiraria devoção. Ele é muito bonito, tanto em aparência quanto sua face, radiante, brilhante e luminoso seria a melhor forma de descrevêlo. Ele nos ouviu e nos encorajou, sempre, com sua palavra sutil, a encararmos nossas dificuldades, e nos esquecemos de que estávamos com alguém de tão alto plano e conversamos sem medo ou restrições.
Então ele disse, “Bem, meus queridos alunos – já que são bons o bastante para o serem por um tempo –, o que me disseram é 47 – A VIDA ALÉM DO VÉU muito interessante, e também muito comum no trabalho em que estão se empenhando. Agora, se eu lhes resolvesse todos os problemas, voltariam ao seu trabalho com corações leves, mas achariam que a solução, quando tivessem que decidir por ela, estaria com muitas imperfeições na apresentação, porque justamente estes pontos que são mais necessários para serem lembrados são os pequeninos fatos que podem ser melhor aprendidos pela experiência; e a experiência é a única coisa que pode mostrarlhes o quão grandiosas estas pequeninas coisas são. Venham, portanto, comigo, e vou ensinálos o que é necessário para que aprendam da melhor maneira.” Assim fomos com ele, e ele nos levou para os campos que circundavam a casa, e ali vimos que havia jardineiros que cuidavam das frutas e das árvores frutíferas, fazendo o trabalho normal de um jardim. Ele nos levou longe pelos caminhos, parando aqui e ali, através da plantação de árvores e arbustos, onde pássaros cantavam e pequeninos animais peludos brincavam por toda parte. Finalmente chegamos a um córrego, e ao lado havia um caramanchão de pedra que me fez lembrar uma miniatura de um templo do Egito, e ali entramos com ele.
Sentamonos num local embaixo de um emaranhado de plantas floridas de diferentes cores, e ele sentouse em outro banco, perpendicular ao nosso. Desenhado no chão, em traços entalhados, havia uma planta, e ele apontou para ela dizendo, “Bem, esta é a planta de minha casa e destes campos por onde os conduzi até aqui. Aqui está marcado este pequeno lugar onde estamos sentados. Andamos, como podem ver, uma longa distância desde o portão onde os encontrei, e vocês todos estiveram falando tanto sobre as coisas lindas que viram enquanto caminhavam, que nenhum de vocês prestou atenção no caminho pelo qual vieram. Será de boa prática, por isso, e não faltará prazer apesar de tudo, que encontrem seu caminho de volta a mim, e, quando chegarem, talvez poderei darlhes alguma ajuda para instruílos nas dificuldades que tiverem me apresentado”.
Dito isso, ele nos deixou, e ficamos nos olhando, uns aos outros, e então caímos na gargalhada, rindo de nós mesmos, por termos sido tão ingênuos em não nos questionarmos qual seria o propósito dele em nos trazer a este lugar, por caminhos tão tortuosos. Então examinamos a planta muitas vezes, e era toda de traços e triângulos e quadrados e círculos, e pouco podíamos fazer a princípio. Gradualmente, entretanto, começamos a entender. Era o mapa de um estado, e a clareira estava no centro, ou perto dele, mas não mostrava a entrada, e como havia quatro caminhos levando a ela, não sabíamos qual deles tomar para voltarmos. Nós, de qualquer forma, raciocinamos que não importava muito (já que todos pareciam levar ao círculo exterior) porque havia muitos caminhos entre nós e lá, e eles se cruzavam, e cruzavam de novo, cada um deles.
Não devo contarlhe sobre todas as nossas tentativas de resolver este problema, já que levaria muito tempo. Finalmente tive uma ideia, que considerei bem, e então, achando que poderia talvez ajudar, contei aos outros. Eles disseram que era o que eles estavam esperando, e que gostariam de testar esta chave para o enigma. Não era nada demais, apenas seguir em frente e tomar cada caminho que levasse o mais direto desde onde partimos. Não está claro – o que quero dizer é isto: ir pelos caminhos que nos levassem na linha mais reta, desde o caramanchão, em qualquer direção.
Então, quando alcançássemos o limite, que havíamos visto pela planta que era um círculo perfeito, poderíamos seguilo e, inevitavelmente, chegaríamos ao portão, mais cedo ou mais tarde. Partimos, e foi uma longa e prazerosa jornada, e também não foi sem aventuras, já que o local era amplo, com colinas, vales, florestas e rios, e tudo tão lindo que tínhamos que manter muito firme o nosso objetivo diante de nossa mente, ou nos esqueceríamos de escolher o caminho correto quando chegávamos a uma encruzilhada. Alcançamos o limite mais externo, entretanto, apesar de que, penso eu, não pegamos a rota melhor e a mais direta. Esta fronteira, digo de passagem, era feita de um 48 – Reverendo G. VALE OWEN amplo campo gramado, e vimos, pelo formato de seu limite, que era circular, apesar de que não conseguíamos ver muito dele.
Então voltamonos para a esquerda e então, quando seguimos, a volta da região circular pareceu sem fim. Mesmo assim continuamos, e eventualmente chegamos ao portão onde encontramos nosso instrutor pela primeira vez. Ele nos cumprimentou encorajando, e fomos até um terraço diante da casa, e então contamos a ele nossas aventuras – muitas mais do que as que narrei a você – e ele nos escutou como da primeira vez, e então disse, “Bem, vocês não se saíram tão mal, já que atingiram seu objetivo, retornaram a este portão. E agora devo contarlhes sobre a lição que aprenderam. “Antes de mais nada, o primeiro ponto é ter certeza da direção em que querem seguir; e então o ponto seguinte é pegar, não o caminho que pareça mais curto, mas o que pareça dar certeza de que levará vocês direto ao objetivo.
O caminho nem sempre será o mais rápido, e poderá leválos à região fronteiriça onde o infinito obscurece a visão do reino que conhecem. Ainda, quanto mais além das fronteiras estiverem, mais capazes de ver a extensão e os limites da região em que pisam, e como é apenas uma questão de perseverança e paciência, a meta a que almejam é quase certo que seja atingida. “Também, logo além dos limites entre o local e o infinito poderão ver que, apesar de conterem em si caminhos tortuosos e variados, e vales e bosques de onde não podem ver muito longe, mesmo assim, visto como um todo, é perfeitamente geométrico – de fato, um verdadeiro círculo, o qual, apesar de parecer um labirinto e ser confuso, mesmo assim, sendo círculo, contém em si uma entidade geométrica perfeita, simples por si mesma, considerada como uma unidade de um ponto de vista mais amplo; espantoso quando se ultrapassa sua linha limítrofe em direção aos seus caminhos internos. “Também perceberam que, enquanto seguiam pela curva no lado mais externo, foram capazes de ver somente uma pequena porção dela de uma só vez. Ainda, sabendo que por seu formato ela os levaria ao local que buscavam, ficaram contentes ao seguirem por ela, numa fé baseada em conclusões raciocinadas, e, suficientemente verdadeiras.
Aqui estão vocês, provando por sua presença que seu raciocínio foi, pelo menos no principal, seguro. “Agora, eu poderia seguir neste tema consideravelmente mais longe, mas tenho que leválos agora até alguns de meus amigos que estão aqui comigo e que me ajudam no trabalho, e eles vão lhes mostrar mais de nosso lar e seus arredores, e, se quiserem, ficarão felizes em acompanhálos pelos campos afora, já que por lá há muito de seu interesse para ser mostrado. Também poderão falar com eles sobre as lições que fiquei feliz em poder lhes passar, e entre vocês, verão, sem dúvida, que haverá algo mais a contarem e a perguntarem para mim quando nos encontrarmos logo mais”. Desta forma ele se despediu de nós, e um grupo de pessoas alegres veio da casa e nos levou dali. Mas, como o tempo está esgotado para que você vá para seus outros compromissos, devemos parar por agora, com nosso amor e a certeza de nosso prazer em vir neste intercâmbio com você assim, mesmo que por estes pequenos momentos.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.