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Capítulo 51 de 87

Parte 51 de 87

A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro

Estas foram as últimas a serem postas em prática, porque a população encolhia­se diante  da ideia por causa do amargor de suas lembranças. Mas o metal era necessário, e os mais  corajosos e mais determinados estabeleceram­se para cavar por ele, e descobriram que  trabalhar como escravos e trabalhar como homens livres era muito diferente no efeito  sobre eles, e agora eles não têm mais falta de voluntários felizes para sua ajuda. Assim é que sua melhora no que é bom aumenta a luz sobre suas habitações e sua  Cidade. E que é sua força, porque é símbolo de seu avanço em direção a um estado melhor,  e isto significa um poder maior a eles. É por isso que seus inimigos são menos poderosos  para virem a eles e machucá­los.

Meu  filho,  repare  bem  que  não  é  sem  alegria  para  aqueles  que  em  sua  peregrinação  terrena  estão  cercados  de  inimigos  também. E,  sendo  estes  inimigos  encarnados ou espíritos,  em  nada diferem,  perceba, daqueles que  cercam  a Cidade de  Barnabas, mas sempre num cerco mais amplo conforme a Cidade emita mais e mais luz, e  sendo eles deixados mais e mais para trás na escuridão, para baixo. Meu amor a você, meu filho, e nossas bênçãos. Sexta, 1 de fevereiro de 1918. Kathleen tem uma palavra para você, meu filho, e quando ela tiver falado, nós  mesmos falaremos a você.

Bem, Kathleen? Sim, eu gostaria de contar­lhe que estivemos em contato com o grupo de Zabdiel,  e eles mandaram uma mensagem a você por mim. Eles gostariam que eu dissesse a você  que sua mente pode estar descansada. Desde que eles vieram para a nossa vizinhança,  quando estamos falando à sua esposa, você esteve questionando se era mesmo Zabdiel, ou  um de seu grupo, que transmitiu esta série de mensagens em seu nome. Foi o líder Zabdiel  mesmo que veio pessoalmente, mas com poucos amigos, e falou a você.

Não foi um de seu  grupo, mas ele mesmo. Ele queria que soubesse disso. Alguns de vocês que vieram umas noites atrás, disseram à minha esposa que 271 – A VIDA ALÉM DO VÉU  haviam  visto o nome Zabdiel no... foi nos cintos? Isto está certo, sim. Eu não sabia que ele tinha um grupo até então, e estive pensando se confundi  um deles com Zabdiel em pessoa, conforme ouvi que tais espíritos frequentemente dão  mensagens em nome de seu Líder.

É assim. É quase que um costume regular e de ordem. Mas no caso foi o Zabdiel  que veio e realizou a serviço por si. Obrigado, Kathleen. É tudo o que queria dizer?

Sim, Agora pode fazer suas perguntas ao Líder. Ele sabe que as tem em mente, e  está esperando para respondê­las. Muito  bem. Primeiro,  Líder,  revertendo  ao  tema  de  seu  último  encontro,  gostaria de perguntar isto: Naquele futuro Departamento de 144000 Redimidos, que  papel  você  mesmo  desempenhará? Sinto  que  haverá  alguma  conexão  com  eles  de  alguma forma.

É assim? Não é insignificante o fato de que aquele número preciso deveria ser selecionado  para formar um Departamento celestial novo. Pessoalmente, não sabia de seu número até  minha segunda visita a eles, depois de se estabelecerem com Barnabas. Desde então sinto o  que você suspeita, que pode haver alguma verdade nisto. Nada definitivo foi dito a mim,  pois o tempo de que você fala ainda não veio.

Eles ainda precisam de muita preparação  antes que emirjam na Luz em direção à qual estão continuamente fazendo seu caminho. Também, a velocidade de progresso é muito baixa e muito retardada, ou seu número,  estabelecido com evidente cuidado e capricho, tornar­se­ia sem sentido. Pois se fosse para  que avançassem individualmente quando chegassem a merecer avanço, eles acabariam  divididos, e o arranjo teria sido por nada. Como digo, a mim ainda não foi dada nenhuma incumbência concernente a eles e  seu futuro curso. Observo seu atual progresso e estou muito contente, e encontro muita  alegria no nosso trabalho.

O resto espera por decisões daqueles que nos dirigem das Altas  Esferas. Isto,  entretanto, eu posso dizer. Você pensa que eu disse o nosso número. Era  quinze. Eu lhe contei ali que os Quinze eram feitos de dois Setes e eu mesmo como o Líder.

Se pensar que somos dois grupos, cada um com Seis, com um Governador, e destes sujeitos  a Governo sobre todo o Departamento, então terá nosso complemento completo em Quinze. Será interessante a você observar esta nova Colônia dos Reinos Celestes. Você tomou parte  nesta presente início, ou, pelo menos, seu desenvolvimento inicial, e sem dúvida estará  sempreinteressado em seu progresso. Como tomei parte em seu desenvolvimento? Mas claro, certamente.

Você é o instrumento pelo qual uma prestação de contas  da presente condição destas pessoas foi dada destas esferas para a terra. As pessoas boas e  pensadoras que lerem isto rezarão por eles, e pensarão gentilmente neles, e em nós, seus  socorristas. Assim, eles e você ajudarão em seu desenvolvimento. Temo que ainda não tinha pensado em rezar por eles. Porque ainda não teve tempo para adentrar na verdadeira realidade daquilo que  escreveu até agora.

Quando o fizer, rezará por eles, ou eu o estranharei muito. Não, peço  que o faça. Certamente que o farei. 272 – Reverendo G. VALE OWEN  Sim,  e  quando chegar até aqui verá estas pessoas com seus próprios olhos, e  regozijar­se­á por tê­los ajudado assim, porque eles não estarão prontos para um avanço  até que você chegue aqui conosco. Ore por eles, portanto, e terá muitos que lhe darão seu  amor e gratidão, como ao que deu sua simpatia gentilmente quando eles precisaram tanto,  como agora.

Fale a eles, pense neles como o Povo de Barnabas. Por que não pensar neles como o seu povo, Líder? De forma alguma, amigo, não são meus. Você anda muito rápido. Penso que um  dia  serão,  e  espero  por  este  fim, por  serem  eles  como  minhas  crianças,  meus  próprios  filhinhos, tão desvalidos, recolhidos da morte.

Você pode imaginar em seu coração o que  isso  significa para  mim. Por  isso  realmente  peço  que  ore  por eles  e  mande­lhes gentis  pensamentos  de  amor,  assim  como  a  Barnabas  e  ao  Capitão. Sejam  todos  eles  seus  confrades, meu filho, e você, através de nós, será posto em contato real com eles. Peça a  outros que rezem por eles também. Obrigado por explicar o que temo haver esquecido.

Sim,  e  ore  pelos  outros de  quem  falamos; por  estarem  em  dor  necessitam  de  orações e ajuda para soerguê­los – falo do seu outrora Chefe naquela escura Cidade das  Minas, e também dos outros de quem falamos a você. Pudesse a população da terra chegar  a perceber o que podem fazer por aqueles nos Infernos, e diminuiriam pelas suas preces  por  eles  as  doenças  que  eles  mesmos  sofrem. Porque,  através  de  elevar  estes  pobres  espíritos  mais  em  direção  à  luz  e  atenuando  suas  angústias,  poderia  ser  diminuído  o  número e a malignidade daqueles que se lançam à terra para atrapalharem os de mesma  natureza que eles e, através deles, toda a humanidade. É bom para os homens olharem para cima e buscarem a luz. É mais virtuoso  olharem para baixo em direção àqueles que têm uma dolorosa necessidade de força para  poderem alcançar a saída de suas esferas infelizes.

Pois, pense bem, amigo, isto o Cristo fez  tempos atrás, e assim Eles fazem hoje. Que Deus lhe dê generosamente daquela generosidade,  meu filho,  a  qual  Ele  então enviou para a terra. E possa Ele sintonizar você em espírito e seus atos à mente d’Ele  Que trouxe isto. Quero dizer da Generosidade do Pai, a qual um dia Seu Filho trouxe ao  homem nesta esfera escura na terra,  e o faz hoje, e sempre. Lembre  isto,  e  escolherá  então  só  o  dar  aos  outros  como  você  mesmo  tem  recebido, para maior paz e alegria a você.

Nota:  as  mensagens  seguintes  a  esta  continuam  na  noite  de  5  de  fevereiro,  1918  e  têm  continuidade, com uma ou duas interrupções, até 3 de abril de 1919, e estão publicadas no Volume  IV de VIDA ALÉM DO VÉU‐Os Batalhões dos Céus. 273 – A VIDA ALÉM DO VÉU LIVRO IV OS BATALHÕES DO CÉU 274 – Reverendo G. VALE OWEN I O TEMPLO DO MONTE SAGRADO  Terça, 5 de fevereiro de 1918. Você gostaria que lhe déssemos a descrição da forma e do aspecto do Templo do  Monte Sagrado. Fica entre as Esferas Dez e Onze, e quando dizemos isto, queremos dizer que é  visível a partir destas esferas, ainda assim não estando em nenhuma. Sua origem deu­se desta forma.

Épocas atrás, havia muitos que passavam de uma  esfera  para  outra  que  eram  qualificados  por  treinamento. Mas  a  Esfera  Dez,  de certa  forma, é o lugar onde são acolhidos e ordenados todos os atributos de poder e caráter que  foram ganhos em suas jornadas por aqueles que passaram através das esferas inferiores. Aqui termina um grande estágio de suas jornadas, e o estágio seguinte é aquele onde o  progresso  é  feito  de  uma  forma  de  evolução  de  certo  modo  diferente  do  que  o  desenvolvimento alcançado até aqui. Até aqui, os deveres cumpridos pelos Espíritos em sua evolução foram, como um  todo, de qualidade protetora e fortalecedora. Você poderia chamá­los de Anjos Guardiães,  talvez.

Esta ajuda verdadeiramente evolui e torna­se de um tom mais espiritual conforme  eles  sobem  mais  alto. Mas  essencialmente  é  de  mesma  ordem,  apesar  do  aspecto  ser  diferente em sua aplicação sobre aqueles que são tutorados e ajudados, ambos na esfera da  terra e em todas aquelas esferas intermediárias até a Décima. Mas aqueles que entram na Esfera Onze assumem agora outra série de deveres. Seu serviço agora se volta  ao que é Criativo. Começam a aprender os grandes mistérios do  Universo da Vida, agora não mais quanto ao poder operativo como manifestações mais  exteriores, mas quanto à sua potência íntima, como é encontrado mais junto aos Mais  Santos que já quase habitam a Casa do Pai.

Portanto eles acrescentam as maiores às  menores qualidades já assimiladas por suas personalidades e, tornando­se sintonizados  por  degraus  à  esfera  acima,  preparam­se  para  a  o  avanço  ao  reino  onde  a  Criação  descortina­se a eles em toda sua imensa panóplia de poderes e beleza majestática. Este é um dos usos daquele Templo e sem dúvida o principal, e os outros não  temos  necessidade  de  mencionar  por  agora. Porque  você  preferiria  que  tentássemos  descrever­lhe sua planta e elevação. Tentaremos fazê­lo, mas tenha em sua mente que,  tanto nesta descrição de seu uso quanto nesta nossa descrição de seu aspecto, falaremos  muito imperfeitamente, porque o Templo não está ali para coroar uma Esfera material,  mas uma de substância espiritual,  como também a atmosfera espiritual e  o ambiente  intensificados dez vezes mais pela sublimação. O que isto significa emtermos de dinâmica e  potencialidade de forças não paramos para avaliar, porque falharíamos ao fazer qualquer  explanação a você em seu vocabulário terrestre.

Este Templo foi levantado com o propósito de mesclar as duas esferas, com seus 275 – A VIDA ALÉM DO VÉU  vários aspectos de serviço, juntas. Aqui, então, aqueles que estão quase saindo de uma para  a outra são postos juntos e habitam aqui usualmente por um período prolongado, indo, de  vez em quando, para a Esfera Dez e as inferiores, no seu serviço de assegurar ajuda, ou  proteger, ou instruir, ou desenvolver aqueles que habitam ali. Mas também começam a acompanhar os da esfera superior em suas missões na  esfera Onze. No princípio não vão muito longe, nem por longo tempo. Mas conforme vão se  fortalecendo e sintonizando­se com as pulsações mais sutis daquela esfera, então seguem  mais adiante para o interior, e ficam ali mais e mais tempo.

Retornando, descansam no  Templo, e, talvez, no ínterim, vão às esferas inferiores para cumprir deveres de trabalho ali. Você já recebeu a descrição de uma destas missões enviadas numa jornada através dos  reinos mais baixos e nas trevas mais profundas. Aquela nossa missão, amigo, foi um teste  severo, porque englobava em sua totalidade, não uma ou duas, mas toda a gama de esferas  entre  a  terra  e  esta,  e  também  invadia  aqueles  locais  mais  distantes. Este  foi  um  extenuante  teste  de  resistência,  adaptabilidade  de  condições  e  de  sintonia  de  nossas  mentes, tanto quanto de nossos corpos, para lidarmos com problemas há tanto tempo  afastados de nossa condição normal e do temperamento de vida e de serviço; este foi o  intento. Meu teste final foi no Templo e estava pronto para avançar em direção à esfera  Onze, e para meus bons amigos que foram para mim uma companhia, também foi um teste  para seu avanço da Esfera Nove para a esfera Dez, e para dois deles da esfera Dez nesta  direção, para serem habitantes do Templo.

Também você notará uma certa significação no fato de que fui encarregado de ir  19  e agrupar aquela multidão de pessoas na escuridão completa  , e trazê­los em direção à  luz, como um teste final de trabalho antes de minha chamada para a série de esferas onde  a faculdade Criativa é acelerada e treinada. Não havia entendido então, nem agora ainda,  porque minha iluminação apenas iniciou, e parece que já vejo um pouquinho das glórias  que estão adiante para aqueles que uma vez estiveram em tão doloroso transe, e que agora  estão quase chegando ao alívio, e finalmente sendo capazes de saber o que é a felicidade  para aqueles que vão em direção do caminho apontado. Então você passou da Décima para a Décima Primeira Esfera? Não em permanência ainda. Ainda sou um habitante do Templo, mas mais e mais  sintonizo­me com as condições da esfera Onze.

Tantos são os itens que perfazem a soma de  nossa vida aqui, e que contudo são de muita importância ainda, que enquanto hesito ao  superar um deles, você não teria nem tempo nem material para escrever uma milésima  parte deles. Aqui está um:  O período de residência naquele Templo é quase sempre um longo período. No  meu caso será mais longo que o da maioria. Por esta razão: eu tenho tutelados (quero  dizer o Povo de Barnabás) para observar, para auxiliar, e para conservar no caminho do  progresso. Devo,  de  vez  em  quando,  visitá­los  pessoal  e  visivelmente;  devo  portanto  manter­me em boas condições para condicionar­me rapidamente não para alguma esfera  uma ou duas vezes afastada de meu atual reino, mas para uma bem distante, nos escuros  confins do espaço, para dizermos assim.

A minha tarefa é, portanto, dobrada. Fico aqui no Plano Intermediário, e devo  manter uma mão estendida para cima para captar, e a outra estendida para baixo para  doar. Bem, bem, eis aí, amigo, não é necessário que eu me alongue. Você entenderá o que  quero dizer. Zabdiel passou para a Esfera Onze, não foi?  19  “O Ministério do Céu”, Livro III, cap.

IX. 276 – Reverendo G. VALE OWEN  Sim, no que diz respeito a seu principal trabalho. Mas ainda ele vem ao Templo  em ocasiões  e,  sintonizando­se  uma  vez  mais  ao  seu  antigo  estado,  passa  adiante  em  direção à terra em alguma missão naqueles planos inferiores da vida. Retornando, passará  pelo Templo a caminhode seu próprio local de servir. E agora é suficiente, para esta ocasião, de falarmos de condicionamento e do  ambiente.

Deixe­me  contar­lhe  do  Templo  em  si. Mas  paremos  por  agora;  você  está  desgastado em suas forças.  20  Mas antes de eu ir, Líder  , eu gostaria que dissesse seu nome. “Líder” é o único  pelo qual o conheço, e para mim ele não é muito recomendado. Bem, bem, meu filho, pode ser que há algo em um nome, ademais, para tudo o  você tem de sabedoria, o seu dito. Sou conhecido por outro nome nestas esferas superiores  ao Templo.

Mas nestas abaixo, sou chamado pelo nome “Arnel”. Por isso pode chamar­me  assim também,se lhe agrada mais, meu amigo.  21  Minha mãe havia me dito de alguém chamado “Arnol”. Não há no abecedário terrestre letras que transcrevam os nomes celestiais, para  colocá­los em forma terrestre. Eu sou aquele de quem sua mãe falou – escreva com uma ou  outra letra, como queira; será suficiente que você me conheça por este nome daqui em  diante. Isto lhe satisfaz – devo dizer que é “recomendado” agora, meu filho?

Isto é uma crítica a mim, senhor. Bem, posso admiti‐la. Sim,  deve  admiti­la,  porque  agora  aqui  esteve  mais  duro,  não  esteve  com  um  sentimento mais gentil. Então, boa noite – tão estranho está este som nestes meus lábios  que nunca exalam o ar noturno, quanto meu nome está nos seus. Arnel+  Sexta, 8 de fevereiro de 1918.

Eu  havia  lhe  dito  do  uso  do  Templo  do  Monte  Sagrado. Agora  darei  uma  descrição  da  estrutura  em  si,  mas  não  em  detalhes,  porque  não  seria  possível. Um  precipício escarpado eleva­se sobre o campo, e no platô superior está o Templo. Aquela  porção dele é vista da planície embaixo, mas uma pequena ala, e não o prédio principal. A  multidão ali reunida, e olhando para cima, vê o pórtico e as arcadas das laterais da ala que  está de frente para aquela parte.

De sua posição mais alta, seu tamanho e os elementos  proporcionais  de  arquitetura  são,  assim  são  vistos,  tanto  majestáticos  quanto  belos. Entrando pelo  portal  e  passando  através  dele,  viramos  à  direita  e  contornamos  uma  colunata  a  céu  aberto,  coberta,  porém  sem  paredes  laterais,  que  contorna  o  prédio  principal  ficando  à  alguma distância  dele,  interrompida  em  intervalos  quando então é  atravessada por corredores formando cruzamentos, à esquerda, levando em direção ao  Templo Central, e à nossa direita levando a outras alas separadas, com seus portais. Todas  estas, entretanto, defrontam­se com distritos na esfera Onze, e somente aquela que você já  conhece dá para a Esfera Dez. Estas alas, cada uma é devotada para um uso especial, e são  em número de Dez. Este número não se refere às dez Esferas inferiores, mas às que estão à  frente.  20  “Os baixos planos do Céu”, Livro I.  21  Foi nesta sessão que Arnel pela primeira vez afixou seu nome, e daqui em diante assinou cada  uma das comunicações, sempre acrescentando o sinal da cruz. 277 – A VIDA ALÉM DO VÉU  Este número inclui o Portal em frente à Décima esfera?

Não, este é como se fosse único, e refere­se somente às esferas abaixo. Esses dez  referem­se à Décima Primeira Esfera e às esferas que se sucedem. Em cada ala há um  grande Saguão; e as alas não são idênticas em tamanho, não há duas parecidas. De uma  forma que você não entenderia, cada um destes Saguões está imbuído dos elementos da  esfera ao qual se referem, e está também em comunhão com aquelas esferas. É aqui que as  mensagens são recebidas daquelas esferas, transcritas para a linguagem da esfera Onze, e  ali discutidas, ou são mandadas para o distrito ao qual são concernentes.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.