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Capítulo 74 de 87
Parte 74 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Tanto é assim que, sem dúvida, é capaz de responder às vibrações de nossas vontades, assim como 397 – A VIDA ALÉM DO VÉU tornarse dotada com o que na terra estaria na vida animal e quase de movimento consciente. Resumese em se dizer que, ao habitante da terra, vendo alguma de nossas operações com a substância básica desta esfera, ele certamente gritaria “Está vivo!” Não é assim nas Esferas próximas da Terra. Falo agora da esfera Sete somente. Agora, estando as crianças agrupadas ali, tudo estava pronto. Portanto, dos quatro portões colocados nas paredes correspondentes às quatro folhas no domo acima vieram seus professores, em torno de cem, mais ou menos.
Eles foram ao espaço circular e fizeram uma roda, olhando parafora, em direção às crianças. Quando tomaram suas posições desta forma, veio e ficou embaixo do pálio sua líder, uma mulher, e perto dela ficou Wulfhere. Wulfhere já lhe contei quem é. Como deveria contarlhe desta outra?–O AnjoMãe das Crianças da Esfera Sete? Desculpe‐me, Arnel.
Sentaremos novamente amanhã. Terça, 12 de outubro de 1920. UMA INTERRUPÇÃO DAS MENSAGENS: NOTA EXPLICATIVA, pelo Reverendo G. V. O.
– Antes de reassumir meu trabalho sinto‐me na obrigação de explicar por que as mensagens cessaram tão abruptamente em 11 de fevereiro. O nome do Anjo‐Mãe das Crianças foi dado a mim como sendo “Afrelda”. Eu me recusei a transcrevê‐lo, já que duvidei de sua autenticidade. Pensei que o meu processo mental estivesse interferindo e tivesse se imiscuído entre meus comunicadores e minha mão. A razão de minha dúvida foi esta: O nome “Afrelda” é aquele pelo qual conhecemos a mãe de minha esposa, que havia passado para lá há uns quinze anos atrás.
Eu não acreditava que ela pudesse ter atingido tão alta posição quanto a mensagem parecia querer dizer. Eu, portanto, interrompi as comunicações com a promessa de sentar‐me novamente na noite seguinte. Eu mantive esta promessa, mas nada aconteceu. Então resolvi suspender as sessões conjuntas, a menos que, e até que, recebesse uma solução satisfatória deste obstáculo. Foi somente algumas semanas mais tarde que uma tentativa para lançar luz neste tema foi feita com sucesso.
Outras se seguiram, e, como estas foram anotadas em nosso livro de anotações de nossas experiências, não é necessário que eu as coloque nesta nota. É suficiente dizer que finalmente eu estava inteiramente convencido de que o nome “Afrelda” estava corretamente dado e, minhas dúvidas quanto ao tema estando devidamente esclarecidas, eu então, estando de acordo com várias intimações dadas a mim através de minha esposa e outros, resolvi sentar‐me para as mensagens durante este inverno, como fiz no último. G. V. O .
Quinta, 14 de outubro de 1920. Se Wulfhere era a força e o poder incorporados, então esta outra era a doçura incorporada. Ela emanava para a atmosfera um sentido de graça, perfumado com humildade e santidade. Enquanto ela ficou no Pavilhão, ele primeiramente tomou uma forma de maior solidez pelo contraste com a sua delicadeza, pois ela aqui, e não Wulfhere, dava o tom dominante ao seu ambiente. Mas, aos poucos os pilares e o dossel acima absorveram estes fatores ambientes em sua substância, e tornaramse mais translúcidos que antes.
O nome desta outra era Afrelda. Sua face era mais oval e de matiz mais clara que a de Wulfhere, e seu cabelo era de um castanho mais claro, e também era talhada com menos seriedade. Ela era de compleição mais leve e um pouco mais baixa em estatura. 398 – Reverendo G. VALE OWEN Enquanto elas ficavam ali em silêncio, o círculo de mulheres, mãos cruzadas no colo e olhos velados, entraram em êxtase pela meditação. Então lentamente elevaramse do chão até que ficaram acima do dossel.
Então vagarosamente dividiramse, até que formaramse três círculos concêntricos em cima, e o menor em diâmetro foi disposto exatamente sobre o Dossel. Conforme sua disposição tomou esta tripla forma, suas roupas mudaram de coloração. O círculo maior era dourado, o do meio prateado e rosa, e o mais baixo azul. Isto feito, Afrelda elevou sua mão, e as crianças começaram alegremente uma música e, conforme cantavam, ali formouse sobre os três círculos uma nuvem de luz tinta de rosa que, subindo, tocou as folhas douradas acima, que vibravam em resposta à melodia e lentamente elevaramse como pétalas de uma flor aberta à carícia do sol, até que ligeiramente curvaramse para dentro, deixando um espaço aberto sobre a Arena abaixo. Então outra nuvem flutuou sobre o anel dourado e ficou sobre as cabeças das mulheres até que, pela concentração, pareceu ficar sólida, e uma plataforma foi feita.
Sobre esta, as crianças, observando, viram uma cidade, modelada em forma circular e feita da substância ouro, vagarosamente emergindo à visibilidade. Havia torres e muros e portões e amplas avenidas, uma cidade completa. Agora esta cidade estava quase sólida no aspecto, e mais propriedade era inspirada a ela, até que permitiu que ficasse translúcida de tal forma que as paredes não eram mais obstáculo à nossa visão. As crianças abaixo podiam ver em detalhes tudo o que havia dentro. Perto do centro da Cidade havia um enorme espaço aberto no qual uma grande fonte jorrava coloridas águas.
Estas águas, passando pela base, misturavam suas cores e fluíam para as ruas e caíam pela plataforma circular numa chuva dourada. Eu era testemunha de tudo isso, ao tomar meu lugar numa porta de um dos corredoresgalerias atrás, onde as crianças estavam cantando seu hino de alegria. Então eu as observei, e digolhe, meu filho, como aquilo me parecia, do meu ponto de vista de observador. Esta correnteza dourada saindo da plataforma transformavase em nuvens de garoa que flutuavam sobre as crianças, caindo sobre elas como uma chuva de orvalho. Era de natureza muito dinâmica, e o efeito de seu contato sobre as crianças era para eleválas em suas aspirações e também sublimálas corporalmente.
Outro fator entrou em ação e teve o efeito de recondensar a garoa, mas agora não mais como substância líquida, como poderia dizer? contraiuse até que formou duas calçadas de material elástico e vibrante, porém forte e coesivo, que veio de duas saídas da ampla rua que atravessava a Cidade, indo da Fonte central e saindo do outro lado nos portões mais largos. Assim estes caminhos em galeria esticaram desde o lado oposto da plataforma onde estava a Cidade, assim como sua base, até bem na arena diante das crianças em círculo. Eu estava muito interessado em ver o que sucederia, e também as crianças. Mas algumas das mais velhas, como pude observar em suas faces, traíam o fato de que já tinham sido escolados nesta parte do que participariam. Estes irradiavam sua alegria pela surpresa e maravilhas que apareciam na face dos menores, ficando orgulhosos, sem dúvida, de sua superioridade em sabedoria e idade.
Eles amavam proteger os pequeninos, e notei que os meninos não eram menos ávidos por este prazer que as meninas. Muito bem. O que sucedeu foi isto. Afrelda deixou o Pavilhão e veio até o fim de uma destas calçadas inclinadas, então notei que havia com ela também outra mulher, a quem eu não havia visto antes. E para o outro caminhogaleria vieram duas jovens mulheres e tomaram seus lugares aos pés da subida na Arena.
Então as quatro começaram a subir e, conforme subiam, as crianças ficaram em filas atrás delas e seguiramnas para cima, através dos dois grandes Portais da Cidade. 399 – A VIDA ALÉM DO VÉU Preciso parar por aqui para explicar algo, se for capaz. Repare, meu filho, tudo isso foi encenado na Esfera Sete, como numeramos as esferas nestas mensagens. Agora o elemento básico da matéria terrestre é o éter, como vocês o nomearam. Mas a substância básica da qual a matéria da esfera Sete é feita é de uma textura muito mais sublimada, e tem propriedades de manipulação que não entram na matéria do universo de vocês. Assim aconteceu que, embora toda a Cidade ficasse espacialmente dentro do Hall, tinha propriedades de distância que eram bem reais, mas não normais naquela esfera.
Eles ficaram infusos numa esfera superior que também dera gênese à Cidade em si. Bem. Então, as crianças, entrando na ampla avenida e continuando em direção ao Espaço da Fonte, apresentaramse à minha visão, enquanto isso fiquei na galeria perto da parede do prédio, e uma aparência de distância foi aumentando sempre, à medida que eles continuavam afastandose de mim. Eles ficaram visualmente menores, exatamente como seria se tivessem se afastado milhas em campo aberto. Vejo que a palavra “ilusão” toma forma em sua mente.
Mas, não, meu filho, não é bem o que você entendeu como ilusão de óptica, a qual gradualmente depende da lei da comparação. Não foi isso; foi uma qualidade não normal da Esfera Sete que desceu sobre os que estavam nesta esfera, transmutandoos na aparência de seus corpos até uma condição não normal a eles ordinariamente. Sinto muito, meu filho, não posso atingir mais porque não tenho registro mental armazenado em você para que pudesse acomodar meu propósito. Então a dupla procissão encontrouse no Espaço Aberto na Fonte e, misturando se, passou como uma só coluna pelo portal de um grande prédio. Era muito belo este Templo, muito brilhante com as luzes das esferas acima e, portanto, mais brilhante que todas as coisas em torno.
E sobre o portal através do qual a procissão passou estava escrita a legenda de seu propósito, isto é, “O Portal do Reino de Cristo”. Li isto e entendi então o significado de tudo o que tinha visto. Estas crianças foram chamadas juntas, foram borrifadas com a garoa dourada de Sua graça para condicionálas para a Sua Presença, e agora foram para a Sua Esfera para prestar a Ele sua reverência, e para receberem d’Ele Suas bênçãos. E certamente foi assim como escrevi, já que a Cidade toda, gradualmente, reassumiu sua condição de invisibilidade e saiu de minha visão com todas aquelas mulheres e crianças, e ninguém mais era visto. Você quer dizer que o Grande Hall, no qual eles estiveram, era uma espécie de vestíbulo para a esfera do Cristo?
Eu não diria desta forma, meu filho. Preferiria dizer que foi uma espécie de veículo de transmutação. Não fui com eles, subindo aos céus acima. Eu, então, não digo transporte, mas transmutação. Porque ele desapareceu de minha vista e, isto feito, eles também não mais foram vistos.
Eu sabia que seu condicionamento para o ambiente da esfera do Cristo começara na Rotunda, foi completada no templo diante do qual a Fonte jorrava. Aquela Fonte, como outras que conheço nas diferentes Esferas, tem sua fonte na esfera do Cristo, e era carregada com Sua graça e poder. E como as crianças e suas líderes voltaram para a Esfera Sete de novo, Arnel? Vieramao longo de um dos rios que atravessam a atmosfera destas esferas. Imagine um canal, ou um rio, de um líquido correndo através de um fluido como o cinturão da atmosfera sobre a Terra.
Há uns condutos de substância feitos mais densos que a atmosfera dos Céus por precipitação. Estes são feitos e dispostos por certos estudantes de química nas Esferas mais altas conforme aparece uma ocasião. As crianças foram mandadas para casa em barcos ao longo de um destes rios, e aportaram em um lago da Esfera Sete aonde dava este rio. Lembrese, eles eram crianças, muitos um pouco maiores que bebês, e a eles foi dado o que mais lhes agradaria. Eu os vi em sua chegada 400 – Reverendo G.
VALE OWEN pela água e testifico a você, meu filho, suas faces gorduchas estavam iluminadas por sorrisos. Eu tinha como ter uma ideia de suas aventuras, já que muitas correram para mim gritando sobre seus fatos maravilhosos e de muito deleite. Mas todos tinham um semblante recatado em amor e reverência quando falavam da maior de todas as belezas e maravilhas. Pois eles tinham visto a Criança em Sua Própria Casa. Terça, 19 de outubro de 1920.
Lá, naquele grande espaço, ficou comigo mais alguém deixado de lado. Wulfhere sentouse no degrau do Pavilhão, silenciosa e em profunda meditação. Não me aproximei dela, não; confesso a você, meu filho, eu também estava muito extasiado pela beleza do que tinha acontecido desde que entrei ali. A inocência e a doçura destas queridas crianças foi acumulada na pessoa de seu AnjoMãe, e tudo se dissolveu da substância para a memória. Para os que são como eu, a conversação virginal estava entre estas pequeninas flores de Reino do Senhor Cristo; era como o tocar de uma oitava da harpa de algum grande anjo, e meu lugar no diapasão mais profundo parecia não combinar com suas belezas mais etéreas em harmonia.
Sua música soava lá em cima, a minha era básica e agregada a alguma escuridão das esferas mais baixas em seu timbre mais sombrio. E contudo, meu filho, ninguém é mais belo apenas pelo contraste com alguém, mas por atingir tonalidades pela mistura. Isto pelo menos me conforta, por causa de minha idade mais avançada. E uma coisa mais, um homem bonito é uma alegria para aqueles que observam seu semblante, mas a prata precisa ser muito bem polida, para que sempre seja possível observar prazerosamente seus atrativos plenamente. E assim é com estas pequenas ovelhas de nosso Pastor.
Os de mais idade podem gostar de levar em conta sua doce ternura, enquanto que eles mesmos nem percebem o quanto doces e ternos eles próprios são. Sua mente não se apresenta plácida com as minhas palavras, meu filho. Mas saberá um dia que nós, que descemos às profundezas para fazer o recolhimento de almas, não o fazemos sem nos ferir. Preste bem atenção a isto, para saber que nossas feridas têm ainda uma beleza própria. Nós que tivemos ferimentos na grande batalha e aqueles pequenos cujas feridas são luz ou nenhuma, somos Ele em Sua variada riqueza de conteúdo espiritualmente.
Eu O vi Criança, e O vi como o Real Capitão nos confrontos com os poderes das sombras dos mais profundos infernos, austero e inflexível, e muito grande em Seu papel, e não sei em que desempenho Ele era mais magnífico. Sim. Ele é para elas e para nós como Um. Bem. Mas agradeço a você, meu filho, pois aquela sombra de tristeza toldou seu espírito quando respirei no espelho de sua mente com o hálito de meu suspiro por um momento.
Era um tributo de seu desabrochado amor por mim, que amadureceu pelos tempos em que estamos conversando juntos assim. Deus o abençoe, gentil amigo, pela sua bondosa simpatia. Mas não nos alonguemos nisto, meu filho. Porque há trabalho a fazer, e o trompete rompe o véu e permite ver as esferas abaixo, e devemos ir para lá, já que há trabalhos sobre quais devo lhe contar; pois esta é a pauta que me foi dada no Conselho. E eu a aceitei, devo cumprila.
Basta apenas que eu não seja lento neste tema. Pois lá estava Wulfhere, aquela rainha indômita de rara força, sem dúvida tecendo pensamentos tão desanimados quanto os meus. Mesmo assim, entretanto, ela se levantou e chamoume para perto, acenando suas mãos. Quando me aproximei, ela apontou para onde as quatro folhas ainda estavam 401 – A VIDA ALÉM DO VÉU levantadas, deixando o espaço exterior exposto aos nossos olhos. E ela disse, “Bom Arnel, elas são muito encantadoras, estas grandes asas douradas vibrando ali como se fossem levantar e flutuar na companhia de quem, há pouco, esteve movendo seu brilho amplo com a emoção de sua música alegre; penso que são muito lindas, estas aqui”.
Logo percebi que sua mente não estava focada na visão daquelas folhas, mas alcançava um raio mais distante. E pausadamente chegou a isso, pois disse, “Mas, meu amigo, poderia bondosamente olhar adiante e dizerme se os vê, aqueles pequeninos, e suas madrinhas, onde estarão eles com seu encanto? Você os vê, Arnel, e o que estão fazendo onde estão agora?” Mas eu não pude ver nada. Realmente olhei para cima através do buraco acima e penetrei nos espaços afora, esforçadamente. Nada pude ver, e eu disse isso a ela.
“Não”, respondeu ela, mas falando mais para seu próprio coração que de fato para mim, “Não, estivemos misturados demais com os afazeres nas trevas e nas tarefas sobre a Terra e estes reinos exteriores do Reino, este é o porquê. Mas aquilo de materno em mim, que me agitou nas épocas idas e passadas, ainda está em mim. Meus próprios bebês estão crescidos e têm limpado poderosamente, para cima e para baixo, as profundezas daquelas vastas regiões entre as extensas constelações nos confins do espaço. Não tenho mais pequeninos como estes mais, há tempos. Mas meu colo está pronto para aconchegar cabecinhas castanhas claras, e estas minhas mãos que romperam férreos poderes muitas vezes, abraçálosiam profundamente, muito carinhosamente.
Bem, bem, um dia meu atual trabalho concluirá por estas mesmas mãos, e então talvez um descanso sermeá dado, e terei para mim um bando destes pequeninos, então...“ Ela não terminou seu discurso. Ela continuou num tom monótono e depois ficou em silêncio. Em sua face estavam os sinais de quem sofreu, mas de quem, enquanto sofreu, mesmo assim comandou. Sim, era régia em qualquer coisa em que tocasse as mãos. Mas agora, enquanto estava ali, silenciosa, tive um relance de Wulfhere, a mulher, em seus anos virginais de juventude, saudosa do doce instinto feminino da maternidade em seu coração.
E era uma mulher muito adorável a que eu estava vendo. E contudo, quando o filme das épocas passadas saiu de diante de sua face e ela tornouse mais uma vez Wulfhere, a líder e a realizadora de tantas coisas, pensei o quanto graciosa ainda era. 402 – Reverendo G. VALE OWEN SEGUNDA PARTE ___________________________________________ I O PODER DE WULFHERE SUBJUGA UMA REBELIÃO Quarta, 20 de outubro de 1920. Penso que não eram menos de dez mil, ou aproximadamente isso, o número dos que se agruparam abaixo das escadas diante da Casa das Ordens. Wulfhere tinha seu posto sobre o topo da escadaria, e esperava enquanto chegavam a algum acordo, pelo qual poderiam apresentar diante dela seu apelo comum.
É assim na Esfera Três, já que aqui não estão completamente afastados das influências da terra, estando apenas dois estágios adiantados além dela, e este avanço não é tão grande para resultar em um acesso a um poder maior para educar certos elementos de fraqueza. Não é apenas um progresso para frente, mas uma preparação para o tempo em que o chamado lhes seja feito para seguirem em seus caminhos. Assim, é por isso que a Esfera Três é dividida em muitos departamentos de pessoas, cada um com uma linha especial de treinamento. Muitos dos que são admitidos nesta esfera precisam passar por muitos deles, e alguns por todos eles. É a esfera que ainda é muito sensível à terra e aos pensamentos dos que ainda lá estão encarnados, porque, primeiramente, é pouco afastada; em segundo lugar, muitos desta esfera têm amigos ainda na vida terrena.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.