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Capítulo 41 de 87
Parte 41 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Mas você não viu, em sua fraqueza e falta de propósito valoroso e de força para sofrer vergonha e frieza, que o tempo pelo qual você esperava era o tempo em que sua ajuda não mais seria necessária, e a luta já teria sido vencida, mas por outros de caráter mais forte, pois você permaneceu entre os observadores e ficou olhando a batalha de uma posição vantajosa, enquanto aqueles outros brigavam e davam e tomavam golpes 222 – Reverendo G. VALE OWEN bons e fortes, e lançavamse na batalha porque, pela causa, não deviam renderse àqueles que eram seus oponentes.” “Mas por que tudo isto?” inquiriu. “Qual é a razão de sua vinda até mim, afinal?” “Porque ele me mandou”, disse ela, “ e porque ele também deveria vir a você, mas não é capaz até que sua mente esteja mais clara de propósitos, e até que você tenha dominado e conhecido os variados elementos que construiu na sua vida da terra em seus verdadeiros valores e avaliações.” “Entendo, pelo menos em parte. Obrigado. Estive numa nuvem todo este tempo.
Vim para cá, longe dos outros, para tentar entender tudo isto melhor. Você disse algumas coisas realmente diretas para mim. Talvez acrescente algo a este serviço dizendome o que devo fazer para começar.” “Esta é minha missão aqui e agora. É a única coisa de que fui encarregada. Devia sondar sua mente, fazêlo olhar para dentro de si e, se mostrasse qualquer desejo de progresso, devia darlhe uma mensagem.
Isto lhe será agora mostrado – não muito cordialmente, entretanto. E essa é a minha mensagem de seu Anjo guardião, que o espera para leválo quando tiver treinado a si próprio um pouco mais. Você está requisitado para assumir um quarto num lar, o qual vou mostrarlhe, na Primeira Esfera. De lá, você vai, de tempo em tempo, visitar o plano da terra e ajudar lá aqueles em comunhão com seus amigos daqui destas esferas de luz, e também ajudar confortando e encorajando os que estão nas esferas mais escuras, para que possam progredir para a luz e à paz de Sua Presença. Eles estão mesmo entre aqueles dos quais você foi ministro, vários que estão tentando fazer este bom trabalho pelos angustiados, e também dar e receber alegria através de sua conversa com aqueles seus queridos daqui.
Eles esperavam por sua liderança neste tema, e você não teve coragem de fazêlo. Vá e ajudeos agora, e quando for capaz de fazêlos conhecer a sua personalidade, desdiga o que uma vez disse, ou diga lhes que faltoulhe coragem para contar a eles do fato. Nisto talvez lhe apareça alguma vergonha, mas eles terão muita alegria e lidarão com você muito bondosamente, porque já sentiram a fragrância do amor dos Reinos mais altos e mais brilhantes que este no qual você esteve descansando. Mas ainda a escolha é sua. Vá, ou não vá, conforme seja a inclinação de seu coração.” Ele permaneceu com a cabeça inclinada, silencioso por um longo tempo, enquanto Naine esperava.
Ele travou sua batalha, e não era pequena para ele. E então ele falhou em tomar uma decisão, dizendo que pensaria sobre todas as suas atitudes e decidiria mais tarde. Assim, sua antiga falha de hesitação e medo pousou sobre ele como uma manta, e expulsou a liberdade em ir adiante sempre que pudesse. E Naine retornou à sua Esfera, mas não foi capaz de trazer de volta com ela a feliz resposta pela qual ela buscou. E... o que ele fez, a que decisão chegou?
Da última vez que ouvi sobre ele, ainda não tinha tomada decisão alguma. Todo este acontecimento é recente, e ainda não está terminado. Terminado não poderá estar até que ele se decida por sua própria livre vontade fazer o que deve fazer. Há muitos que visitam suas reuniões de Comunhão que são como ele, ou bem parecidos. Por reuniões de Comunhão o senhor quer dizer o Serviço da Santa Comunhão, ou sessões espíritas?
O que, se as chamaremos de natureza semelhante? Verdadeiramente na avaliação da terra elas são muito diferentes, uma da outra. Mas nós aqui julgamos não pelos parâmetros da terra. Aqueles que vão para uma ou para outra, vão por um propósito idêntico–comunhão conosco e com o nosso Mestre, o Cristo. Isto nos é suficiente.
Mas de nosso ministro: está em sua mente por que uma mulher foi mandada a 223 – A VIDA ALÉM DO VÉU uma missão destas, e para um ministro de Teologia, para fazêlo raciocinar sobre sua conduta e trabalho em vida. Responderemos o que notamos em sua mente. É muito simples, a resposta. Ele, em seu começo de vida, teve uma irmãzinha de somente poucos anos, e ela morreu e passou para cá, enquanto ele ficou e cresceu à maturidade. Esta mulher era aquela pequena criança.
Ela o amara muito, e se ele estivesse sintonizado às partes mais elevadas dele, ele a teria reconhecido novamente, pela sua grande beleza e maturidade brilhante da feminilidade. Mas seus olhos estiveram fechados e sua visão obscurecida, e assim ela ficou desconhecida. Verdadeiramente, nós somos todos de uma família, agrupados por nós na alegria e na tristeza, e devemos beber do cálice forçosamente, mesmo como Ele fez com Seu copo cheio dos pecados do mundo, e o amor no mundo, misturados alegria e tristeza. Terça, 11 de dezembro de 1917. Quando chegamos para falar com você, como estamos fazendo, há entre nós e aquela esfera de nosso naturalhabitatuma linha vital, assim podemos chamála.
É tomada algumas vezes em sua própria forma, mas é melhor valorizar qualquer trabalho que fazemos para sua construção. Quando pela primeira vez descemos a estes reinos, tivemos forçadamente que fazer nossa descida de forma gradual. Tínhamos que viajar vagarosamente para baixo, de esfera em esfera e, à medida que chegávamos, evoluíamos em nós mesmos aquela condição de progresso no Espírito que fosse propícia às condições ambientais da cada esfera pela qual nossa jornada conduzia. Esta viagem para lá e para cá foi feita muitas vezes e, a cada vez que foi feita, tornouse mais fácil para nós nos reajustarmos em nossa constituição, e ficamos mais aptos a ir rapidamente de estado em estado do que nos foi possível da primeira vez. E agora podemos vir e ir quase que com a facilidade com que viajamos de um lugar a outro na esfera em que está nossa habitação.
Assim, aquilo de viajar de lá até você já não leva tempo, já que chegamos num instante pelo esforço de transposição, em vez de variados e repetidos esforços, como quando nos aproximávamos adaptandonos em cada esfera. Assim estabelecemos a linha vital da qual falamos e a qual usamos ao descermos de lá e ao subirmos para lá de tempo em tempo. Qual é sua esfera normal, por favor? Como Zabdiel numerouas a você, a nossa é a Décima. É aquela da qual ele resumidamente lhe contou e da qual ele mais tarde partiu para a próxima de cima, na ordem.
Poucos, e não frequentemente, vêm de qualquer esfera de mais alto grau para esta da terra. É possível assim fazer, e acontece muitas vezes, se você contar as eras, na soma delas. Mas quando acontece, algum grande propósito está direcionando tudo, e alguém, e não é de nossa competência, nós que vivemos na Décima Esfera ou mais baixas, entender tão bem para que sejamos escolhidos como mensageiros. Assim foi com Gabriel que está na Presença de Deus, pronto para cumprir Sua ordem nos reinos Celestes, tanto longínquos quanto próximos. Mesmo que ele tenha vindo para as mais baixas regiões sobre a terra, foi apenas raramente.
Agora, como é possível que venhamos a você, está no âmbito da sabedoria celeste também que outros de mais alto grau e estado venham a nós de vez em quando. E por um propósito bem semelhante, que é nos dado saber, em nossa felicidade de servir nestas esferas de luz e glória, da maior glória e felicidade do mais alto serviço e sabedoria para conhecer o Máximo que está acima de nós, em grande avanço, de força em força, de um estado a outro de maior sublimidade. Assim são dados a nós, assim como àqueles de vocês que receberão o benefício, 224 – Reverendo G. VALE OWEN relances de nossa caminhada acima. Assim não seremos estranhos naquelas regiões adiante, às quais subimos sempre.
E, assim como a vocês, a nós é permitido, de tempo em tempo, visitar aquelas glórias mais elevadas por curto espaço de tempo e, voltando, contar aos nossos companheiros de como eles, nossos irmãos, estão naquelas esferas mais intensas à frente de nós. Assim é no único cômputo geral de Deus, o que está progredindo nas esferas abaixo devem servir naquelas de mais alto degrau. E como você, que aceita nossa missão de esclarecimento, olha para a frente desejando sua vida e seu caminho futuro, assim mesmo estando sintonizados ao estado que agora gozamos, nós também olhamos ainda mais para a frente, para aqueles Reinos que esperam por nós quando, pela Graça e pelo nosso próprio esforço íntimo, enriquecermos a nós mesmos com aquelas qualidades que nos permitirão seguir adiante em nossa peregrinação. E assim chega desta maneira ao nosso conhecimento a vida dos reinos acima de nós, onde aqueles que habitam lá estão tão próximos ao Cristo e Sua Casa que suas faces e formas são vistos como sendo a forma e as feições do Próprio Cristo. Sobre estes reinos elevados, e sublimes em seu silêncio de energia potencial, o Cristo movese livremente, enquanto para nós Ele vem naquilo que lhe foi mostrado como Forma Presente.
Naquela maneira, também, Ele é todo amor, tanto quanto sei. E se assim é, então que sóis de esplendor devem ser Seus olhos, e quanta glória rósea deve vir de seu vestuário ao olhar para aqueles que são menos que Ele, para que fiquem pasmados perante a beleza de Sua presença. Já O viu então, Líder? Naquela forma, sim; mas não em sua total bondade, como falei por último. Mais de uma vez?
Sim, amigo, e em mais de uma esfera. Nesta forma, Ele pode e realmente penetra também na terra, e lá Ele é visto não raramente. Mas ali, somente pelas crianças ou por aqueles que levam em seu coração sua pureza infantil, ou aqueles que em grande angústia precisam muito d’Ele. Poderia contar‐me uma destas ocasiões na qual O tenha visto, por favor? Vou contarlhe a vez em que havia alguma movimentação numa esfera onde alguns iriam ser escolhidos e classificados, a esfera da qual falei da última vez em que nos sentamos para escrever.
Muitos haviam chegado lá, e a esfera estava repleta de muito trabalho e algum atordoamento. Os trabalhadores ali estavam com dificuldade em colocá los, em saber como melhor ajudar os muitos que ainda não tinham sido classificados. E a mistura dos saudáveis com os doentios na multidão estava causando alguma rebelião entre eles, pois estavam se machucando e adoecendo facilmente, e sentindo que não foram tratados com justiça e sabedoria. Isto não acontece com frequência. Mas já soube de ter acontecido assim bem maisde uma vez.
Repare, aqueles naquela esfera não são maus, mas pessoas agradáveis. Não compreendiam totalmente. Em seus corações sabiam que tudo estava sendo bem feito para eles. Mas a confusa mistura de névoa e luz deixouos com prevenção contra o entendimento. E mesmo quando não murmuravam abertamente, ainda assim estavam com o coração triste e faltavalhes coragem para a tarefa de conheceremse a si próprios – um trabalho difícil, também – veja bem – para aqueles que negligenciaram o fato em sua vida na terra.
Parece mais difícil chegar até aqui, do que em sua esfera. Não seguirei adiante nisto agora. O Anjo Senhor da Colônia veio de sua Casa e chamou a multidão, e eles vieram com suas faces tristes, muitos com seus olhares fixos ao chão, sem vontade de olhar para 225 – A VIDA ALÉM DO VÉU tanta beleza. Quando estavam reunidos diante do alto lance de escadas no qual ele estava em pé, do lado de fora do pórtico de sua moradia, ele lhes falou num tom de voz cálido, e disselhes para que não fossem pobres de coração, pois Alguém antes deles já ficara abatido como eles estavam agora, e Ele venceu porque, quando a névoa apareceu entre Ele e a face de Seu Pai, ele se segurou e não caiu em descrença, e ainda assim chamaraO de Pai. E enquanto ele falava, um após outro levantavam seus olhos para ele e viam sua majestade e seu brilho, pois ele era de uma esfera mais alta, este que tinha a seu encargo esta colônia difícil.
E gradualmente, enquanto falava gentilmente a eles com palavras de sabedoria penetrante, eles viram uma neblina começar a vir sobre ele e envolvêlo, e ele vagarosamente pareceu se dissolver na nuvem de neblina que, condensando, vestiuo como um manto colocado sobre ele. Ao final quase não mais podiam vêlo, mas eis que sobre suas pegadas, no lugar onde estava, começou a aparecer outra forma, a forma d’Aquele de faces mais amorosas e de radiação mais brilhante que a dele. Apareceu Ele, mais brilhante, e então emergiu às vistas de todos, tendo sobre Sua testa uma coroa de espinhos, com gotas de sangue abaixo dela e sobre seu peito, como se tivessem acabado de cair. Mas conforme ele crescia em brilho, aqueles milhares de olhos cansados ganharam brilho também, e fundiramse na maravilha de Sua imensa glória e amor. A coroa transformouse numa outra de ouro e rubis, e as gotas vermelhas sobre seu peito ajuntaramse num botão sobre Seu ombro, para segurar Seu manto no lugar, e a túnica que usava embaixo do manto cintilou com a luz dourada de Sua radiação interior, o que a fazia brilhar em sua leveza como prata fundida no brilho da luz do sol em sua textura.
E Sua face, não posso descrevê la porque não é possível, com as suas palavras da terra, dizer nada mais do que a majestade do Redentor todo vitorioso estava ali. Sua fronte era a fronte de um Criador de mundos e cosmos, e ainda com a delicada beleza da fronte de uma mulher, onde o cabelo caía repartido no centro. A coroa falava da Realeza, e mesmo assim não havia o orgulho de governar na suavidade do seu cabelo ondulado, e Seus longos cílios acrescentavam ainda mais suavidade, enquanto Seus olhos faziam com que nos inclinássemos diante de seu amor com reverência. Bem, vagarosamente a visão d’Ele fundiuse à atmosfera– não digo que se tornou tênue–porque sentimos que Ele Se tornara mais e mais invisível à vista, Sua forma ficando mais eterizada enquanto o ar foi tornandose mais e mais fortalecido com a Sua real Presença. Então, finalmente Ele se foi de nossa visão e, onde Ele havia estado, mais uma vez vimos o Anjo Senhor da Colônia.
Mas agora ele não estava mais em pé, mas com um joelho no chão e seu corpo apoiado no outro e suas mãos, postas, colocadas à frente de seu pé. Ele ainda estava imóvel, em êxtase na comunhão, e o deixamos ali e fomos embora. Somente agora dávamos passadas mais leves com os corações elevados. Não estávamos mais cansados, mas prontos para nossa tarefa, qualquer uma que fosse. Ele não disse uma só palavra enquanto olhávamos para Ele, mas em nossos corações “Estarei convosco por toda a eternidade” soava claramente.
E assim, fomos resolutos para nosso trabalho com grande contentamento. 226 – Reverendo G. VALE OWEN VII A DESCIDA E A ASCENSÃO DO CRISTO Quarta, 12 de dezembro de 1917. Não é assim, que estejamos longe de você, que você deve pensar de nós. Estamos bem perto. Você tem em mente que, só porque a Kathleen escreve com você diretamente, nós, que falamos a você através dela, estamos à distância.
Não é assim. Sendo que ultrapassamos a dificuldade de descer pelo reajustamento, chegamos muito bem à esfera da terra e, sendo assim, não encontramos dificuldade em sintonizar nossas mentes assim que estejamos bem perto de você. Pois há graus de estado na esfera da terra, assim como há nestas mais avançadas. Seria muito difícil, se possível afinal, que viéssemos ao ambiente mais próximo daqueles que não subiram espiritualmente muito acima do que o estado animal. Mas àqueles que procuram estar perto de nós, de nossa parte, nós nos direcionamos a eles e encontramolos no ponto mais alto que possam alcançar.
E assim fazemos com você. Isto de alguma forma tranquilizao, amigo? Bem, eu me senti como foi descrito, certamente. Mas, se na profundidade sua explanação é verdadeira, que necessidade há de termos a Kathleen, afinal? Isto, em parte, já foi explicado antes.
Acrescentaremos um pouco mais agora. Você deve ter em mente fatos, tais como: Kathleen é mais de sua época que nós, que na maioria vivemos na terra há muito tempo atrás. Ela normalmente está mais próxima a você neste estado que nós, e, enquanto podemos entrar em contato com você no mais íntimo, ela acha mais fácil que nós tocar a parte mais externa, onde a fala e a movimentação de seus dedos tomam lugar, que é o cérebro de seu corpo material. Também na transmutação de nossos pensamentos em palavras ela tem uma boa atuação entre nós. Mas para tudo isto, bem que estamos, você e nós, com uma boa sintonia e contato recíproco.
Posso fazer umas poucas perguntas? Com certeza – mas você está apressando tudo com certa ansiedade pelo sabor do conhecimento, amigo. Pergunte uma e, se tivermos tempo para mais, veremos as outras também. Obrigado. Sobre a descida do Cristo: quando Ele desceu da Casa do Pai para se tornar encarnado, suponho que tenha sido necessário a Ele Se condicionar às Esferas, uma após a outra, até que alcançasse a esfera da terra.
Vindo de um lugar tão alto, levaria muito tempo para isso ser feito, não é? Pelo tanto quanto nos tenham ensinado, amigo, o Cristo esteve presente na Esfera da terra quando ela não tinha forma, isto quando ela era imaterial. Quando a matéria 227 – A VIDA ALÉM DO VÉU começou a ser, Ele foi o Espírito Mestre através de quem o Pai comandou forjar em constelações o material universal, da forma como vocês entendem isto. Mas, apesar de que Ele estivesse presente, Ele também não tinha forma, e coube a Ele não a forma material, mas a espiritual, enquanto o Universo foi sendo dotado de sua manifestação exterior, tomando assim sua forma de matéria. Ele esteve por trás do fenômeno inteiro, e o processo todo passou pelo Cristo conforme vieram passando as eras, e a matéria evoluiu do caos ao cosmos.
Isto não seria possível exceto para uma entidade dinâmica operando do exterior e do superior ao caos, e trabalhando na descida até o caos. Pois a ordem não pode sair de onde há falta de ordem, exceto pela adição de um novo ingrediente. Foi o contato da Esfera do Cristo com o caos que resultou no cosmos. Caos era matéria em estado potencial. Cosmos é matéria percebida.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.