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Capítulo 13 de 87
Parte 13 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Não entende que os estudos destes que vêm para cá bem jovens são principalmente sobre a vida e as condições de sua nova morada, e que somente pouco a pouco lhes é permitido completar seu conhecimento sobre a terra e a vida lá que, apesar de tudo, deve ser aprendida conforme eles vão progredindo? Então todos os meios são usados, com discrição, para ensinálos. E que meio seria melhor, ou mais adequado, dos que você poderia usar, do que permitir que o pai seja o instrutor de sua própria criança? Não vou falar mais nada sobre isso. É suficiente.
Pense nisto com bom senso e talvez esclarecerá mais a sua mente. Bem, mas se o que diz é verdade, sempre temos que ter medo de se instruir as pessoas. Não se aborreça. Querido filho, não, não me aborreço. Gratificame, pelo menos, ver em você um certo esclarecimento sobre as condições desta vida e de sua naturalidade, e surge uma daquelas suas tolas ideias nebulosas bem no meio de sua mente.
Você está certo, entretanto, ao pensar que devia ser cuidadoso em como dar instruções. Mas isso se aplica não só a você, mas a todos; e a todos os pensamentos, palavras e atos de todos. Tudo é sabido aqui. Uma migalha de conforto você pode ter, entretanto. Esteja certo de que quando algo injusto ou indigno é pensado ou falado, nunca é permitido que encontre caminho até uma esfera como a que Ruby está.
Por isso fique à vontade, meu querido, e não tema expor suas ideias; porque algumas vezes o silêncio é menos bem vindo que um ensinamento errôneo, quando tal ensinamento for sincero. E agora, boa noite, e nosso grande amor a todos. Deus o abençoe, querido filho, e mantenhase verdadeiro e destemido. Terça, 28 de outubro de 1913. Seja lá o que for que tenhamos conseguido transmitirlhe nestas mensagens, foi passado a você impressionando sua mente com nossos pensamentos e palavras.
Ao fazermos isso, nós tomamos e fazemos uso do que vemos por aí, assim podemos colocar mais facilmente nossos pensamentos. Frequentemente, entretanto, somos obrigados, por necessidade, de tirarmos seu espírito das vizinhanças da terra e oferecermos uma visão dos lugares que estamos descrevendo, e você descreve o que viu. Não, realmente não tiramos você fora do corpo, porque você ficou consciente todo o tempo. O que fizemos foi prender e absorver sua atenção para que pudesse infundir poder à sua visão interior – a visão de seu corpo espiritual – e naqueles momentos você esteve bem pouco consciente de seu entorno. Você o esqueceu e ficou alheio a ele, então fomos capazes de transmitirlhe, até certo ponto, o poder da visão à distância; e a isso acrescentamos os acontecimentos que testemunhamos nós mesmos.
Por exemplo, quando descrevemos a chegada da Harpa de Luz à Cidade de Castrel, mostramos a você como é a cidade, mas reconstruímos o acontecimento da multidão nas muralhas e o encontro fora dos portões, e todas as partes da cerimônia que quisemos que transmitisse. Isso é o que foi feito. Como foi feito, algum dia você entenderá, quando vier para cá. Agora estamos tentando mostrarlhe outra cena. E aqui podemos dizer que 75 – A VIDA ALÉM DO VÉU usamos a palavra “tentar” porque, apesar de que com um bom tema não falhamos, nós não somos onipotentes, e há muitas coisas que podem intervir para barrar nossos esforços e impedir o nosso sucesso.
Bem, dênos sua atenção por um pouco, e contaremos a você sobre uma cerimônia que testemunhamos quando um grupo de pessoas veio visitar nossa colônia para aprender sobre nosso trabalho. Você deve entender que nós visitamos as Casas dos outros e aprendemos sobre seus modos de vida, e ficamos sabendo o que podemos sobre os vários aspectos do trabalho que está acontecendo nas diferentes paragens. Estávamos em pé perto do topo da colina, atrás desta Casa, observando sua chegada. Finalmente os vimos bem alto no céu, e bem distante sobre a planície. O céu atrás deles estava listado com linhas horizontais em cor de carmim, dourado e verde; e através disto soubemos de onde vieram e o tipo de seu trabalho.
Eram estudantes de um estabelecimento distante, cujo principal ramo de conhecimento era o próprio uso de cerimonial e rituais, e seus efeitos sobre aqueles que participam. Nós os observamos chegando através do caminho celeste, e então um grupo dos nossos, que estava esperando na planície, elevouse no ar e foi ao encontro dos visitantes. Foi muito interessante vêlos se encontrando no ar. Bem alto nos céus, eles se aproximaram uns dos outros, e quando ficaram a uma curta distância, nosso grupo fez soar as boas vindas pelas trombetas, e então outros tocaram outros instrumentos e, enquanto tocaram, os demais cantaram uma canção de recepção. Pararam, e então vimos que atrás deles estava uma carruagem e dois cavalos.
Era bem parecida com as carruagens dos velhos tempos. Não há razão pela qual não devamos usar carruagens de construção moderna; mas não é necessário, os antigos carros abertos persistiram até hoje em dia. Os visitantes pararam ao se aproximarem, e então os dois grupos ficaram frente a frente, pairando no ar. Tente imaginar isto. Parecerá estranho a você, mas um dia você verá que é muito natural em nosso estado atual e, se estivermos evoluídos o suficiente, podemos não só ficar em pé, mas também ajoelhar, deitar ou andar em pleno espaço, como sefosseàsólida terra.
Então, o líder de nosso grupo e o Chefe dos visitantes aproximaramse, adiantandose aos demais. Cumprimentaramse apertando as duas mãos, e beijaramse nas faces e na testa. Aí, nosso líder tomou a mão esquerda do visitante na sua mão direita e o conduziu até a carruagem, quando então nosso grupo dividiuse para dar passagem, curvandose respeitosamente enquanto passavam. Quando os dois Chefes entraram na carruagem, seus seguidores também vieram de mãos estendidas e saudaram alegremente uns aos outros, como antes acontecera. E, então, todos voltaramse em nossa direção e vieram numa caminhada lenta, descendo a pé até a base da colina.
Não posso fazêlo ver o efeito de uma aproximação pelo ar. Tentei fazêlo mais de uma vez, mas está fora do alcance de sua imaginação. Por isso posso apenas dizer que é muito lindo de se ver. O movimento destes Rspíritos elevados, como Castrel e Arnol, e outros de suas legiões, quando andam sobre o chão, não é apenas muito gracioso, mas é fascinante na beleza do movimento e seu porte. Mas no ar é mais que isso.
A ação suave, graciosa, e deslizante, cheia de quietude, dignidade gentil, força e poder, é nobre e angelical. Assim estes dois vieram a nós. Desceram e caminharam num caminho sinuoso até a Casa do Chefe. Ele governa aqui com nossa Mamãe Ajo, e não creio que haja muita diferença em seu tamanho ou evolução. Exceto num questionamento direto, o qual hesitamos em fazer, não é fácil dizer qual dos dois excederia o outro em pequeno grau, entre estes tão próximos, se não iguais em evolução.
Tão grande é o amor e a harmonia entre eles, que o comando e a obediência parecem se fundir num empenho de servir risonho e cheio de graça, e às vezes não podemos distinguir a hierarquia dos dois, tão altamente evoluídos como eles são. A residência do Chefe forçosamente relembraria a você um castelo medieval, 76 – Reverendo G. VALE OWEN construído no meio de uma encosta de uma montanha rochosa, circundado por árvores farfalhantes com folhagens multicoloridas – verdes, vermelhas, marrons e douradas – e infindas flores e gramados verdes. Passaram sob o pórtico e, estando eles já lá dentro, não os vimos mais. Percebemos que a presença daquela legião radiante, estando ali dentro, iluminava as janelas do castelo como se repentinamente milhares de lâmpadas elétricas fossem acesas.
E as luzes coloridas que víamos eram mais lindas ainda, já que não se misturavam formando uma só tonalidade mas, estando juntas, cada uma preservava seu matiz próprio, emanando através das frestas muitos fachos nas cores do arco íris. Tenho mencionado frequentemente os pórticos, mas observe que não falei de portões. Até aqui ainda não vi nenhum portão em nenhuma das aberturas que observei por aqui. Você leu no Livro das Revelações sobre a Cidade Sagrada e seus portais, mas pensei nisto porque me lembrei deles por causa destes portais que são, evidentemente, de cidades similares àquela que São João viu em Forma Presente, e duvido que aquela cidade tenha portões em seus pórticos. E isto pode ser o que ele queria dizer quando menciona que as portas não serão fechadas durante o dia e – relembrando que nas cidades que ele conhecera na terra, os portões não se fechavam durante o dia exceto em tempos de guerra, mas normalmente eram fechados durante a noite – ele acrescenta, a fim de explicar, que não há noite aqui neste mundo.
Estes são apenas pensamentos meus, e podem não estar corretos, mas você pode reler esta passagem, refrescar a memória e decidir por si mesmo. Não estive presente no festival dentro do Castelo, por isso não vou descrevêlo, já que apenas escutei de outros, e prefiro contarlhe sobre coisas que eu mesma presenciei, as quais posso transmitir mais vividamente. Foi um evento muito glorioso, entretanto, como se pode crer que acontece quando se agrupam tantosEspíritos elevados com suas glórias. Ah, bem, meu querido filho, você as verá todas, algum dia em breve, quando você e seus entes queridos estiverem aqui na boa terra de Deus, na qual Seu amor e Suas bênçãos caem como orvalho nas suaves pradarias, com a fragrância ao redor. Seria estranho se nós, que aprendemos que é mais abençoado dar que receber, procurássemos assoprar um pouco desta doçura através do Véu, para que os do seu lado possam aspirála também, e experimentar quão doce e gracioso é o Senhor, e quanto abençoados são os que n’Ele repousam?
Invoco Suas bênçãos a você e aos seus, agora e sempre. Amém. Quinta, 30 de outubro de 1913. Apoie sua cabeça na mão e perceberá que assim ficamos mais aptos a falar mais prontamente, ficando você mais capacitado a entender. Deste jeito?
Sim. Ajuda tanto a vocêquanto a nós. Como? Porque há uma corrente magnética que vem de nós até você, e procedendo desta forma quea sugerimosnão se dissipa tão rapidamente. Não entendo uma só palavra de tudo isso.
Pode ser que não. Há muitas coisas que ainda tem que aprender, querido, e o que dizemos agora é uma delas, pequenina por si, mas grande no contexto. Frequentemente é com estas pequenas coisinhas que alcançamos o sucesso. Agora, já que não estamos ansiosos demais para explicar os métodos que empregamos na transmissão destas mensagens, porque apenas podemos fazêlo entender 77 – A VIDA ALÉM DO VÉU imperfeitamente, mesmo assim diremos isso: o poder que usamos pode ser melhor descrito como magnetismo e, através dele, estas vibrações de nossas mentes são direcionadas à sua. Sua mão colocada desta forma serve tanto como uma espécie de magneto, como reservatório, e nos auxilia.
Mas não continuaremos nisto, iremos para algo que possamos ilustrar a você. Em nossa vida no Eterno Presente nos esforçamos a ajudar tanto os que vêm a nós como também seus amigos ainda na terra. Indubitavelmente, as duas fases de serviço são inseparáveis, pois os que vêm para cá estão sempre tensos e, por isso mesmo, incapazes de progredirem até que saibam que os que deixaram para trás estão sendo ajudados por este lado. Assim, frequentemente fazemos incursões ao plano terrestre por causa disto. Na semana passada recebemos uma mulher que havia deixado seu marido e três crianças pequenas, e ela implorava para ir ver como eles estavam passando em casa.
Ela estava tão ansiosa que finalmente a levamos, e chegamos exatamente na hora do jantar, quando todos estavam sentados para comer. O homem tinha acabado de chegar do trabalho e ia comer sua refeição antes de colocálos na cama. As crianças eram duas garotas, de cinco e sete anos de idade, e um garotinho de dois anos. Estavam todos sentados em torno da mesa na cozinha, um aposento bem confortável, e o pai convidou a mais velha para render as graças. Isto foi o que ela disse, “Deus, por Jesus, abençoenos a todos, e a mamãe.
Amém”. A mulher foi até a menina e colocou sua mão sobre a cabeça dela, falando com ela, mas não conseguiu fazêla a ouvir. Ficou perturbada com isto, e pedimos que ela esperasse e observasse. Aos poucos, a garota falou, depois de um longo silêncio, durante o qual ela e seu pai estiveram pensando naquela que havia passado para cá, e disse, “Papai, você acha que a mami sabe de nós agora, e da tia Lizzie?” “Não sei,” respondeu ele, “mas penso que sim, porque me senti bem triste nos últimos dias, como se ela estivesse muito preocupada com alguma coisa; e pode ser sobre a tia Lizzie”. “Bem”, disse a criança, “então não nos deixe ir.
A senhorita ____ cuidará do bebê, e posso ajudar quando chego em casa depois da escola, e então não precisaremos ir.” “Vocês não querem ir?” disse ele. “Eu não,” respondeu a criança. “Bebê e Sissi iriam, mas eu não quero ir.” “Bem, pensarei nisto”, disse ele. “por isso, não se preocupe. Aposto que nos arranjaremos bem.” “E mamãe ajudará, e os anjos”, persistiu a pequena menina, “porque ela agora pode falar com eles, e eles nos ajudarão se ela pedir.” Nesta hora o pai nada mais acrescentou, mas pudemos ver seu pensamento, e lemos nele que se a pequena criança tinha tanta fé, ele deveria ter pelo menos uma fé igual, e aos poucos ele refez suas ideias para tentar mudar e ver como as coisas ficariam.
A partida de seus filhos não estava em sua mente, e ele ficou feliz em achar uma desculpa para mantêlos consigo. Não posso dizer que a mãe ficou muito confortada com a visita dela. Mas no nosso caminho de volta conversamos sobre a fé daquela criança, e como se ela, reforçada pela do pai, formaria um poderoso meio de ajudar, ou estaríamos muito enganados. Ao retornarmos, reportamos tudo à Mamãe Anjo, e imediatamente foram tomadas medidas para que esta família não se desfizesse, e a mãe foi levada a começar a sua evolução para que pudesse ajudar também. Então, uma mudança ocorreu com ela.
Ela começou a trabalhar com muita vontade, e logo será permitido que ela pertença aos grupos que vão em jornadas em direção à terra de vez em quando, acrescentando o pequenino esforço dela ao serviço maior. Mas agora devemos deixar este caso e contarlhe outro. Pouco tempo atrás, um homem veio até a nossa colônia, recentemente vindo para este lado. Ele estava vagando, 78 – Reverendo G. VALE OWEN buscando algum lugar que lhe conviesse, e pensou que este estabelecimento parecia com o que ele queria.
Você não pense que ele estava sozinho. Acompanhavao, mas à distância, um guardião pronto a ajudálo se fosse necessário. O homem era de uma destas misturas curiosas que aparecem de vez em quando. Havia uma considerável luz e bondade nele, mas não podia ser usada para sua evolução para adiante, por causa de outras características que o tolhiam e detinham, e que ele não conseguia mudar. Ele foi encontrado num caminho algo distante da colina onde fica nossa casa, por um dos trabalhadores de outra casa, e mais tarde foi parado e questionado, porque foi percebido um ar estranho e espantado em sua face.
Quando foi parado, recebeu um sinal do guardião que estava a alguma distância, e que foi informado do problema, e por isso, tudo instantaneamente, foi equipado para lidar com tudo. Ele falou bondosamente, e a conversação seguiu assim: A – Você não parece estar familiarizado com esta região. Posso ajudálo de alguma forma? B–Não creio, apesar de ser muito gentil em se oferecer. A – Sua dificuldade é tal que podemos lidar com ela por aqui, mas não tão completamente como gostaríamos.
B–Temo que não você não saiba a dificuldade que tenho. A – Bem, parcialmente, sim. Você está espantado porque não encontrou nenhum de seus amigos por aqui, e imagina o porquê. B–Certamente, é isso. A–Mas eles o encontraram.
B – Não os vi; estive vagando por aqui para encontrálos. Parece tão estranho. Sempre pensei que nossos amigos fossem os primeiros que viessem nos encontrar quando desencarnamos, e não consigo entender tudo. A–Mas eles realmente o encontraram. B–Não vi ninguém a quem conheci.
A–Isso está quase certo. Eles o encontraram e você não os reconheceu; não pôde reconhecêlos. B–Não entendo. A – Veja o que quero dizer. Quando você chegou aqui, imediatamente foi guardado por seus amigos.
Mas seu coração, bom por um lado, e mesmo iluminado, estava endurecido e cegamente obstinado por outro. Esta é a razão de não ter reconhecido a sua presença. O homem olhou longa e duvidosamente para seu interlocutor, e ao final indagou. B – O que está errado comigo, então? Todos que encontro estão felizes e são gentis, e mesmo assim não pareço conseguir me agrupar em nenhum lugar, nem mesmo achar meu próprio lugar.
Que está errado comigo?” A – A primeira coisa que deve aprender é que suas opiniões podem não estar corretas. Falarei de uma que não é certa, para começar. Este mundo não é, como você tenta imaginar, um lugar onde as pessoas são todas boas ou todas más. Elas são bem como eram na terra. Outra coisa: sua esposa, que veio para cá alguns anos atrás, está numa esfera mais elevada que esta em que você será colocado, quando finalmente atingir a verdadeira perspectiva das coisas.
Ela não era mentalmente igual a você na terra, e não é assim agora. Mas você está num plano mais baixo que o dela, em linhas gerais e tudo sendo considerado. Esta é a segunda coisa que deve aceitar, e aceitar ex animo. Você não aceita 79 – A VIDA ALÉM DO VÉU isso, podemos ver em seu rosto. Mas terá de fazêlo antes de poder progredir.
Quando tiver aceitado, então provavelmente haverá permissão de se comunicar com ela. Agora não é possível. Os olhos do homem ficaram toldados pelas lágrimas, mas ele sorriu bem doce e tristemente, enquanto colocou, ”Senhor, percebo que o senhor é um profeta”. A – Bem correto, e isto me leva à terceira coisa que terá que aceitar, que é esta. Há um guardião sempre com você, sempre ao seu lado para ajudálo.
Ele é um profeta, ou melhor, um vidente, como eu; e foi ele que colocou esta frase em sua mente, para que a repetisse para mim. Neste instante a face do forasteiro ficou grave e pensativa. Ele estava tentando obter a visão correta e verdadeira das coisas. Perguntou, “Então é a vaidade, portanto, a minha falha?” A–Sim, mas a vaidade de uma espécie bem difícil. Em muitas coisas você é doce e humilde, e não sem amor, que é o poder maior de todos.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.