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Capítulo 2 de 87

Parte 2 de 87

A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro

Por que Deus teria selado as fontes de inspiração de dois mil anos atrás? Que  garantia temos nós, em qualquer lugar, para uma convicção tão sobrenatural? Não é infinitamente mais razoável que um Deus vivo continuasse mostrando  uma força atuante, e aquele saudável socorro e a sabedoria que emanam d’Ele para  fomentar a evolução e o poder, aumentados em compreensão por uma natureza humana  mais receptiva, agora purificada pelo sofrimento? Todas estas maravilhas e prodígios, estes acontecimentos sobrenaturais dos  últimos 70 anos, tão óbvios e notórios que somente olhos fechados não os veriam, são  triviais  por  si  próprias,  mas  são  sinais  que  chamaram  à  atenção  nossas  mentes  materialistas  e  direcionaram‐nas  a  estas  mensagens,  das  quais  estes  escritos  em  particular podem ser tidos como sendo o mais completo exemplo. Há muitas outras, variando em detalhes, de acordo com a esfera descrita ou a  opacidade de seu transmissor, pois cada um dá toques de luz para maior ou menor  intensidade,  conforme  vai  passando  a  mensagem.

Somente  com  espírito  puro  será  possível  que  os  ensinamentos  sejam  recebidos  absolutamente  puros,  e  então  esta  história  de  Céu  deverá  estar,  podemos  pensar,  tão  próxima  a  isto  quanto  a  nossa  condição de mortais permite. 14 – Reverendo G. VALE OWEN  E  são  subversivos  às  velhas  crenças? Milhares  de  vezes  Não! Ampliam‐nas  definindo‐as, embelezando‐as, completando os vazios que sempre nos desnortearam,  mas também,  exceto aos pedantes de mente estreita para palavras esclarecedoras e que  perderam o contato com o espiritual, são infinitamente renovadores e iluminados. Quantas frases efêmeras das Velhas Escrituras têm agora sentido e formato  palpável?

Não começamos a entender aquela “Casa com muitas moradas” e perceber de  Paulo “a Casa que não é feita por mãos”, mesmo quando captamos algumas fugazes  percepções  daquela  glória  que  a  mente  humana  não  concebeu  nem  sua  boca  pronunciou? Tudo isto cessa de ser uma visão longínqua e torna‐se real, sólida, garantida,  uma luz à frente enquanto singramos as águas escuras do Tempo, acrescentando uma  alegria profunda a nossas horas de tristeza e secando a lágrima do pranto de dor ao  assegurar‐nos de que não há palavras que expressam a alegria que nos espera se formos  apenas verdadeiros perantea Lei de Deus e nossos maiores instintos. Aqueles  que  interpretam mal as  palavras  usadas  dirão  que Mr. Vale  Owen  obteve tudo de seu subconsciente. Podem tais pessoas explicar por que tantos outros  tiveram a mesma experiência, num grau menos elevado?

Eu mesmo sintetizei em dois pequenos volumes a descrição geral do outro  mundo, delineada por um grande número de fontes. Foi feita tão independentemente da  narrativa de Mr.Vale Owen quanto sua narrativa foi independente da minha. Nenhum  teve acesso possível ao outro. E ainda agora, enquanto leio esta, de concepção maior e  mais  detalhada,  não  encontro  nem  um  simples  ponto  relevante  no  qual  eu  tenha  cometido alguma incorreção. Como, então,  esta  concordância  é  possível  se  o  esquema  geral  não  estiver  baseado numa verdade inspirada?

O mundo precisa de uma força condutora mais poderosa. Tem sido regido por  velhas  inspirações  da  mesma  forma  que  um  trem  anda  quando  a  sua  máquina  é  removida. É necessário um novo impulso. Se a religião tem sido um fator impulsor, então  ela própria deveria ter se imposto no maior assunto de todos‐ os relacionamentos entre  as nações, e a recente guerra teria sido impossível. Qual igreja há que se saia bem neste  supremo teste?

Não está manifesto que as coisas do espírito precisam ser restabelecidas  e religadas aos fatos da vida? Uma  nova  era  está  começando. Aqueles  que  estejam  trabalhando  por  isto  podem ser desculpados se sentirem alguma sensação de satisfação reverente à medida  que veem as verdades pelas quais trabalharam e testificaram ganhando atenção mais  ampla no mundo. Não é ocasião para uma auto declaração, pois cada homem ou mulher  que foi honrado por ter sido permitido a eles trabalharem por tal causa é bem consciente  de que ele ou ela é nada mais que um agente nas mãos das invisíveis mas muito reais,  amplas  e  dominadoras  forças. E  ainda,  não  seríamos  humanos  se  não  ficássemos  aliviados  ao  vermos  novas  fontes  de  poder,  e  ao  percebermos  que  a  toda  preciosa  embarcação está segura, mais firme do que nunca, em seu curso.

Arthur Conan Doyle 15 – A VIDA ALÉM DO VÉU LIVRO I OS BAIXOS PLANOS DO CÉU 16 – Reverendo G. VALE OWEN  I OS BAIXOS PLANOS DO CÉU  Terça, 23 de setembro de 1913. Quem está aí? Mamãe e outros amigos que vieram ajudar. Estamos progredindo muito bem,  mas não podemos transmitir­lhe todas as palavras que gostaríamos ainda, pois sua mente  não está relaxada e passiva como gostaríamos.

Diga‐me alguma coisa sobre seu lar e sua ocupação. Nossa ocupação varia de acordo com a necessidade daqueles a quem auxiliamos. É variado, mas dirigido para a elevação dos que ainda estão na vida terrena. Por exemplo,  fomos nós quesugerimos a Rose a criação de um grupo de pessoas para virem auxiliá­la no  caso  de  ela  sentir  qualquer  perigo  quando  estivesse  no  quarto  escrevendo  enquanto  movíamos sua mão, e este grupo está agora encarregado do caso dela. Ela não sente, às  vezes, a presença deles próximos a ela?

Ela deveria, porque eles estão sempre alerta ao seu  chamado. Sobre nosso lar. É muito brilhante e lindo, e nossos companheiros das esferas  mais altas têm sempre vindo a nós para nos animarem a seguirmos em nosso caminho  para frente. Comentário de G. Owen: Ocorreu um pensamento em minha mente.

Eles podem ver estes seres dos planos mais altos, ou acontece a eles o mesmo que conosco? Posso dizer que aqui e ali, ao longo destes registros, o leitor chegará a passagens que são obviamente respostas para meus pensamentos não expressos, usualmente começando com “Sim” ou “Não”. Ficando isso entendido, não haverá necessidade para que eu as indique, a menos que alguma ilustração em particular requeira. Sim, podemos vê­los quando desejam que assim aconteça, mas depende do estado  de nossa evolução e do próprio poder deles de servir a nós. Poderia agora, por favor, descrever a sua casa, paisagens, etc.?

A terra aperfeiçoada. Mas é claro que realmente existe aqui o que chamam de  quarta dimensão, de certa forma, e que nos impede descrevê­la adequadamente. Temos  colinas, rios e lindas florestas, e casas também, e todo o trabalho daqueles que vieram para  cá  antes de nós, para deixarem tudo pronto. Estamos agora a trabalho, na nossa vez,  construindo e arrumando para aqueles que ainda devem continuar sua batalha na terra, e  quando vierem para cá encontrarão todas as coisas prontas e a festa preparada. Contaremos a você uma cena que presenciamos não faz muito tempo.

Sim, uma 17 – A VIDA ALÉM DO VÉU  cena em nosso plano. Avisaram­nos que uma cerimônia iria acontecer numa certa planície  não muito longe de casa, à qual deveríamos estar presentes. Era a cerimônia de iniciação  de  alguém  que  havia  atravessado  o  portal  do  que  chamamos  preconceito,  isto  é,  do  preconceito contra aqueles que não eram de seu próprio modo de entendimento, e que  estava para seguir para uma esfera mais ampla e plena de benefícios. Fomos para lá, conforme o convite, e encontramos multidões chegando de todos  os  lados. Alguns  vieram  em...  por  que  hesita?

Estamos  descrevendo  literalmente  o  que  vimos – carruagens; chame­as de outra forma, se quiser. Elas eram puxadas por cavalos, e  seus condutores pareciam saber exatamente o que dizer a eles, já que não eram guiados  com arreios como são na terra, mas pareciam ir para onde os condutores desejavam. Alguns chegaram a pé e alguns através do espaço por voo aéreo. Não, sem asas, que não  são necessárias. Quando estavam todos reunidos, formou­se um círculo; usavam roupagem de cor  laranja, mas brilhante, não como aquele que se adiantou, o que estava para ser iniciado,  ele usou a cor como você a conhece; nenhuma de nossas cores é conhecida, mas temos que  lhe contar em nossa antiga linguagem.

Aquele que havia sido seu guardião, então, levou­o  pelas mãos e colocou­o num outeiro verde no meio do espaço aberto, e orou. E então uma  coisa linda aconteceu. O céu pareceu ter intensificado sua cor – principalmente azul e dourado – e de  fora dele desceu uma nuvem semelhante a um véu, mas que parecia ser feito de uma fina  renda, e as figuras dominantes eram pássaros e flores – não brancos, mas todos dourados e  irradiantes. Isto lentamente se expandiu e desceu sobre os dois, e eles pareceram se tornar  parte dele, e ele deles, e, à medida que esvaneceu lentamente, deixou ambos mais belos que  anteriormente – permanentemente belos, porque ambos haviam sido elevados para uma  esfera mais alta de luz. Então começamos a cantar, e, apesar de que não podíamos ver instrumentos,  mesmo assim a música instrumental misturou­se com nosso canto e uniu­se a ele.

Foi muito  bonito, e serviu tanto para galardão aos que mereceram, como também um estímulo para  os que ainda devem marchar no caminho que estes dois já marcharam. A música, como  mais tarde descobri, vinha de um templo instalado fora do círculo, mas sem dúvida não  parecia vir de nenhum ponto. Esta é uma qualidade da música por aqui. Frequentemente  parece fazer parte da atmosfera. Nem a joia faltou.

Quando a nuvem saiu, ou dissolveu, nós a vimos na testa do  iniciado, dourada e vermelha, e seu guia, que já tinha uma, usava a dele em seu ombro –  ombro esquerdo – e percebemos que havia aumentado de tamanho e em brilho. Não sei  como isso acontece, mas faço uma ideia, não o suficientemente definida para lhe contar,  entretanto,  e  é  difícil  de  explicar  o  que  nós  entendemos  por  nós  mesmos. Quando  a  cerimônia acabou, todos nós nos separamos, indo para os nossos trabalhos novamente. Foi  mais longa do que lhe descrevi, e teve um efeito muito encorajador em todos nós. Acima da colina, no lado mais distante da planície onde estávamos, percebi uma  luz intensificar­se e apareceu­nos um contorno lindo de uma forma humana.

Não penso  que tenha sido uma aparição de nosso Senhor, mas de algum grande Anjo Mestre que veio  para nos dar forças, e para cumprir Sua vontade. Sem dúvida alguns ali puderam ver mais  claramente que eu, porque conseguiam ver, e também entender, na proporção do estágio 18 – Reverendo G. VALE OWEN  de evolução de cada um. Não, meu menino, apenas pense por um momento. É de sua mente ou através  dela, como dizem vocês?

Quando você se sentou para escrever, como sabe, nada estava  mais longe de seus pensamentos que isso, porque tivemos o cuidado de não o impressionar,  e mesmo assim você saiu rapidamente com a hipótese de que nós o influenciamos. Não foi  assim? Sim, admito‐o fracamente. Muito bem. E agora sairemos...

Mas não o deixaremos, já que estamos sempre  com você, de uma forma que não pode compreender – mas deixaremos esta escrita, com  nossa oração e bênçãos sobre você e os seus. Boa noite e até logo, até amanhã. Quarta, 24 de setembro de1913. Suponha que quiséssemos pedir­lhe  para  olhar  um  pouco  adiante,  e  tentasse  imaginar o efeito de nossas comunicações, vistas a partir de seu atual estado mental. Pense, então, qual teria sido o resultado dos acontecimentos, se vistos de nossa esfera no  mundo espiritual?

Seria algo parecido com o efeito da luz do sol quando é projetada na  bruma marítima, que gradualmente se esvai e a cena que ela envolvia torna­se mais clara  à visão, e mais bela do que era quando foi sombriamente discernida através da bruma  envolvente. Assim é que nós vemos suas mentes e, mesmo quando o sol fugazmente ofusca e  confunde mais do que clareia a visão, você sabe que no final será mesmo a luz, e no fim de  tudo, a Luz em Quem não há escuridão jamais. Mas a luz nem sempre conduz à paz, porém  em sua passagem frequentemente cria uma série de  vibrações que trazem destruição  àquelas espécies de criaturas viventes que não foram criadas para sobreviverem à luz do  sol. Deixe­as irem e, por você, siga em frente, e enquanto seguir, seus olhos vão tornar  acostumados à luz mais intensa, à beleza maior do Amor de Deus, à verdadeira intensidade  dela  que,  misturada  como  está,  com  a  Sabedoria  infinita,  confunde  os  que  não  estão  pertinentes a ela. Agora, querido filho, escute enquanto contamos a você mais uma cena que muito  nos alegrou aqui, nestas regiões da luz de Deus.

Estávamos passeando, pouco tempo atrás, num local bonito, numa floresta; e  enquanto andávamos conversávamos um pouquinho, nada mais que um pouquinho, por  causa da sensação musical que parecia absorver tudo o mais em seu sacro silêncio. Então,  num caminho diante de nós, estava aquele que pudemos interpretar como sendo um anjo  das esferas mais altas. Ele ali estava olhando para nós com um sorriso na face, mas nada  dizia, então ficamos esperando que ele entregasse alguma mensagem para algum de nós  em especial. Era isso mesmo, já que quando paramos e ficamos ali na expectativa, ele veio  em nossa direção e, levantando o manto que usava – era da cor do âmbar – colocou seu  braço e rodeou meu ombro e, colocando sua face em meu cabelo – já que ele era muito  mais alto que eu – disse suavemente, “Minha criança, fui enviado a você por seu Mestre, em  Quem você aprendeu a crer, e a estrada à sua frente é vista por Ele, mas não por você. A 19 – A VIDA ALÉM DO VÉU  você serão dadas as forças necessárias para o que tiver que fazer; e você foi escolhida para  uma missão que lhe é nova, em seu serviço aqui.

Você poderá, claro, visitar estes seus  amigos se desejar, mas agora deve deixá­los por um tempo, e eu lhe mostrarei sua nova  moradia e as novas incumbências”. Então os outros se aproximaram em torno de mim, beijaram­me e seguraram  minha mão na deles. Estavam tão contentes quanto eu – apesar de que não seja a melhor  palavra para ser usada em meu caso, não contém a paz suficiente. Depois de um tempo,  depois que ele nos deixou falar e imaginar o que a mensagem significaria, veio em nossa  direção mais uma vez e desta vez tomou­me pela mão e guiou­me para fora dali. Andamos por um tempo e então senti meus pés deixarem o chão e seguimos pelo  ar.

Não estava com medo, pois era passado a mim um pouco de seu poder. Passamos por  cima de uma alta montanha onda havia muitas localidades, e finalmente, depois de uma  jornada  bem longa, descemos numa cidade onde jamais tinha estado antes. A luz não era ofuscante, mas meus olhos não estavam acostumados a tal grau de  brilho. Entretanto, logo percebi que estávamos num jardim que cercava um amplo edifício,  com degraus em toda sua frente, até ele que estava no topo de uma espécie de terraço. O  prédio  parecia  todo  de  uma  só  peça  de  um  material  de  vários  matizes  –  rosa,  azul,  vermelho e amarelo – que brilhava como ouro, mas suavemente.

Subimos, e na enorme  portaria, sem nenhuma porta nela, encontramos uma linda senhora, elegante, porém não  orgulhosa. Ela era o Anjo da Casa da Tristeza. Você cogita sobre a palavra usada neste  contexto. Significa isso:  A tristeza não é dos que habitam aqui, este é o local dos que os auxiliam. Os  tristes são os que estão na terra, e o encargo dos residentes nesta Casa é mandar a eles  vibrações que terão o efeito de neutralizar as vibrações dos corações entristecidos na terra.

Você deve entender que aqui temos que alcançar a profundidade das coisas e aprender as  causas de tudo, e é um estudo muito profundo, aprendido apenas em estágios graduais,  passo a passo. Eu, portanto, falo das causas das coisas quando uso a palavra “vibrações”,  como sendo a palavra que você melhor compreenderá. Ela me recebeu muito gentilmente e levou­me para dentro, onde mostrou­me  cada parte do lugar. Tudo era bem diferente de qualquer coisa da terra, por isso é bastante  difícil de descrever. Mas posso dizer que toda a Casa parecia vibrar com vida e responder  às nossas vontades e nossa vitalidade.

Esta é, então, minha atual e recente fase de serviço, e muito promissora para  mim. Mas apenas acabei de começar a entender que as orações que são trazidas a nós aqui  e registradas, e temos as visões dos que estão em problemas – ou melhor, elas também são  registradas, e nós as vemos ou sentimos, como aconteceram, e enviamos nossas vibrações  em retorno. Isso com o tempo torna­se involuntário, mas requer um grande esforço no  início. Penso que é assim. Mas mesmo o esforço tem um abençoado reflexo sobre os que  trabalham desta forma.

Há muitos lugares por aqui, como aprendi, todos em contato com a terra, o que  para mim pareceria impossível, só que, como os efeitos são também registrados e retornam  a nós, fico sabendo de quanto conforto e ajuda enviamos. Fico em serviço pouco tempo de  cada vez, e então saio e vejo as vistas da cidade e sua vizinhança. E toda ela é muito  gloriosa, mais bela ainda que minha antiga esfera, a qual também volto a visitar, para 20 – Reverendo G. VALE OWEN  rever  meus  amigos. Por  isso  você  pode  imaginar  as  conversas  que  temos  quando  nos  encontramos.

Dá quase que a mesma alegria que o trabalho em si. A Paz de Jesus nosso  Senhor é a atmosfera em torno de nós. E esta é a terra onde não há escuridão, e quando a  treva estiver no passado, querido, você virá para cá, e vou mostrar­lhe tudo isso – ou talvez  possa tomar­me pela mão, como ele fez, e levar­me para ver o trabalho em sua própria  esfera. Você está pensando que sou ambiciosa por você, querido rapaz. Bem, sou mesmo, e  esta é a maternal... fraqueza, eu diria, ou até mesmo uma bênção?

Até logo, meu querido. Seu próprio coração é testemunha de que tudo isso é real,  pois posso vê­lo brilhando feliz, e isso também é alegria para mim, sua mãe, meu querido  filho. Boa noite então, e Deus manterá você e os seus em paz. Quinta, 25 de setembro de 1913. O  que  mais  queremos  lhe  dizer  esta  noite  é  para  ser  entendido  como  uma  tentativa imperfeita de transmitir­lhe do que é o significado daquela passagem da qual  você sempre se lembra, onde nosso Senhor diz a São Pedro que ele é um adversário d’Ele.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.