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Capítulo 3 de 87
Parte 3 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Ele, como você se recordará, estava a caminho da Cidade Santa, e esteve dizendo a Seus Apóstolos que seria assassinado ali. Agora, o que Ele evidentemente queria passar a eles era o fato de que, apesar de que para os homens Sua missão parecesse terminar em falha, ainda assim aos olhos que pudessem ver, como Ele faria que os deles vissem, Seu fim era apenas o começo de uma evolução muito mais poderosa e gloriosa da missão que lhe foi confiada pelo Pai, para a elevação do mundo. Pedro, por sua atitude, mostrou que não entendera isso. Está tudo claro e simples o suficiente, pelo menos, para ser entendido. Mas o que está frequentemente fora da visão é o fato de que o Cristo estava seguindo uma linha reta de progresso, e Sua morte foi apenas um incidente em sua estrada progressiva, e que aquela tristeza, como o mundo a entende, não é a antítese da alegria, mas pode ser parte dela, porque, se corretamente usada, torna se o fulcro no qual a alavanca pode se apoiar para aliviar um peso para fora do coração daqueles que entendem que tudo é parte de um planejamento de Deus para o nosso bem.
É somente conhecendo o real “valor” da tristeza que compreenderemos o quão limitada é em seu efeito, enquanto nos faz infelizes. Bem, Ele estava por infligir aos apóstolos a maior das tristezas que Ele poderia e, a menos que eles entendessem isso, seriam incapazes de usarem a tristeza para elevaremse a si mesmos acima da turbulência do mundo, e portanto, incapazes de realizarem o trabalhão que Ele tinha para eles cumprirem. “Sua dor deve ser convertida em alegria”, disselhes Ele, e assim aconteceu, mas apenas quando eles aprenderam o valor científico da tristeza – apesar de que numa medida limitada, entretanto razoável. Tudo isso soa muito simples quando está escrito deste jeito, e sem dúvida é, de certa forma, porque todos os fundamentos da economia de Deus são simples. Mas para nós, e agora para mim, tem uma importância que pode não ser aparente a vocês.
Pois o problema que é principalmente estudado na Casa na qual gasto a maior parte de meu tempo é este mesmo tema, isto é, transformar, ou converter, as vibrações de tristeza em vibrações que produzam alegria no coração humano. É um estudo maravilhoso, mas 21 – A VIDA ALÉM DO VÉU muitas dúvidas entram nele por causa das restrições impostas a nós pelo sagrado livre arbítrio. Nós não podemos derrogar o arbítrio de ninguém, mas temos que trabalhar através de suas vontades para produzirmos o efeito desejado e ainda deixálos livres todo o tempo, e assim, irem merecendo, de uma forma e em certa medida, as bênçãos recebidas. Cansome às vezes, mas passa, conforme vou me fortalecendo no trabalho. Qual é a sua pergunta?
Penso que quer formular uma. Não, obrigado. Não tenho nenhuma pergunta em particular em mente. Não havia algo que queria perguntar sobre... algo a ver com o método pelo qual o impressionamos? Realmente pensei em perguntar‐lhe isso pela manhã.
Mas havia esquecido. Suponho que não haja mais nada a ser esclarecido, não é? Eu chamaria de impressão mental. Sim, é correto, tanto quanto alcance, mas não vai muito longe. Impressão mental é uma expressão que encobre muita coisa que não é compreendida.
Nós impressionamos você através destas mesmas vibrações, algumas de natureza diversa das outras, todas direcionadas à sua vontade. Mas vejo que não está muito interessado neste tema agora. Retornaremos a ele, se quiser, em outra ocasião. Quero falar daquelas coisas que são de seu atual interesse. Então conte‐me mais sobre aquela sua Casa e sobre seu novo trabalho.
Então, muito bem, tentarei fazêlo o melhor que puder. Ela é lindamente acabada, por dentro e por fora. Internamente temos banheiros e uma sala de música e o aparato que nos ajuda nos registros de nossos trabalhos. É um lugar bem amplo. Chamei de casa, mas realmente é uma série de casas, cada uma destinada a um certo tipo de trabalho, progressivos como numa série.
Passamos de uma a outra conforme aprendemos tudo o que podemos de cada uma delas. Mas tudo é tão magnífico que as pessoas não entenderiam, nem acreditariam; portanto prefiro contarlhe de coisas mais simples. Os terrenos são bem amplos, e todos têm uma espécie de relação com os prédios, uma espécie de sensibilidade recíproca. Por exemplo, as árvores são árvores verdadeiras, e crescem mais que as árvores da terra, e têm um relacionamento com os prédios, e tipos diferentes de árvores respondem mais a uma casa que outros, e ajudam no efeito e no trabalho para os quais aquela casa em particular foi construída. Assim é também com grupos de árvores nos bosques, e as flores nos canteiros dos caminhos, e os arranjo dos regatos e cachoeiras que são encontrados em diversas partes do local.
Tudo isso foi pensado com imensa sabedoria, e o efeito produzido é muito belo. A mesma coisa se obtém na terra, mas as vibrações lá são tão pesadas, comparativamente, tanto dos que emitem quanto dos que recebem, que o efeito é quase invisível. Apesar disso, assim é. Por exemplo, você sabe que algumas pessoas conseguem plantar com sucesso mais flores e árvores que outras, e que as flores permanecem vivas mais tempo em algumas casas – e suas famílias que em outras; quero dizer das flores colhidas. Tudo isso aqui é a mesma coisa, de uma forma geral.
Aqui estas influências são mais potentes em suas ações, e também os receptores são mais sensíveis na percepção. E isso, veja, é uma das coisas que nos ajudam em diagnósticos acurados dos casos que são 22 – Reverendo G. VALE OWEN registrados aqui a fim de que sejam lidados por nós. A atmosfera também é naturalmente afetada pela vegetação e pelas construções, já que, deixeme repetir, estas casas não foram construídas meramente de forma mecânica, mas são o desenvolvimento – fruto, se preferir – da ação da vontade dos mais evoluídos na hierarquia destes reinos, e portanto de mais poderosa vontade criativa. A atmosfera tem também um efeito em nossas vestimentas, e influencia as nossas próprias personalidades por seu efeito na textura e coloração.
Desta forma, se fôssemos espiritualmente do mesmo grau, nossa roupagem seria da mesma cor e textura, por causa da influência atmosférica; de fato ela é modificada na mesma graduação em que nossas características diferem uns dos outros. Também o matiz de nossas roupas muda de acordo com a parte do terreno em que estejamos. É muito interessante e instrutivo, e também muito bonito, vêlas variando de cor conforme percorremos uma estrada onde floresce vegetação diferente, ou onde o conjunto das várias espécies de plantas é diferente. A água também é muito bonita. Vocês ouvem das ninfas das águas e sobre seres semelhantes, na vida terrena.
Bem, posso dizerlhe que, de certa forma, são reais. Todo o lugar é envolvido e interpenetrado com vida, o que significa criaturas viventes. Eu tinha alguma ideia disso na esfera de onde recentemente cheguei, mas aqui, assim que me acostumei a tudo que era estranho e novo por aqui, vejo tudo mais amplamente e começo a imaginar o que haverá em algumas esferas adiante. Pois o que se imagina deste lugar parece ser o máximo que um lugar poderia conter. Mas, deixe estar.
Ele, que é Quem nos favorece em uma parte de Seu maravilhoso reino, favorecernosá em outra. Isto é um conselho a você, meu filho querido, com o qual eu o deixo agora, com minhas bênçãos. Nota de George Vale Owen: Enquanto escrevia a primeira parte desta mensagem, não pude perceber a linha do argumento, que me parecia fraca e confusa. Ao lêla por completo, entretanto, não posso mais dizer isso. Tomando o que é dito das vibrações de tristeza como sendo meramente uma sugestão sobre os “fundamentos”, e aplicando nisso alguns destes raciocínios como os da teoria que é aplicada na irradiação ondulatória de luz e calor, o resultado seria algo como: Ao se lidar com aquela combinação de vibrações que causam tristeza, o método não é tanto o de substituição como o de reajuste.
Ao direcionarmos à alma triste outras categorias de vibrações, aquelas de tristeza são, algumas delas, neutralizadas; e outras são modificadas e convertidas em outras vibrações, o efeito disso é alegria ou paz. Vista dessa forma, a mensagem acima parece realmente ter significação, e pode talvez lançar alguma luz na forma pelos quais os problemas são realmente tratados na vida. Certamente parecem ser parte de um método divino, não que o aspecto exterior e as circunstâncias de tristeza devessem ser remediadas (exceto em casos extremamente raros), mas que outros elementos deveriam ser infundidos, os quais deveriam ter o efeito de converter a tristeza em alegria. Isto é apenas uma questão de observação diária. Para a mente não científica, parecerá que está se dando uma grande volta.
A outros parecerá razoável sugerir que estas “outras vibrações” são vibrações reais de outra categoria ou “valores”. A passagem referida está em João, 16, 20: “Eu vos afirmo, e esta é verdade: chorareis e gemereis, enquanto o mundo se alegrará. Vós estareis na tristeza; mas vossa tristeza se converterá em alegria”. 23 – A VIDA ALÉM DO VÉU Sexta, 26 de setembro de 1913. Nossa última afirmação foi dada em resposta a um pedido de alguém de nosso grupo, para que tentássemos impressionálo numa forma mais profunda que antes, mas conseguimos apenas começar, como aconteceu, e não acabamos nossa explanação. Se a deseja, continuaremos no tema agora.
Sim, obrigado. Então você deve, por uns momentos, tentar pensar conosco como se estivesse do nosso lado do Véu. As coisas, você deve entender, aqui tomam um aspecto muito diferente do que elas têm quando são vistas a partir do plano terrestre, e um aspecto, temo, que os que ainda na terra desejam, pelo menos em muitos casos, que é usar um semblante de irrealidade e romance. E as mínimas coisas aqui são forradas com tanta dúvida pelos que são recémchegados que, até que eles tenham perdido o hábito de pensar em termos tridimensionais, ficam impedidos de progredir para longe. E isso, creiame, é assunto de muita dificuldade.
Agora, o termo “vibrações” deverá servir, mas está longe de ser adequado para as coisas materiais serem entendidas. Pois tais vibrações, como estas que mencionamos, não são meramente mecânicas quanto ao seu movimento e qualidade, mas têm nelas uma essência de vitalidade, e é dessa vitalidade que nos apropriamos e usamos. Esta é a ligação que conecta nossas vontades e a manifestação exterior em vibrações, já que é realmente isso que são todas elas. São apenas fenômenos da vida mais profunda que nos envolve e a todas as coisas. Com elas, como material básico, somos capazes de executar coisas, e construir coisas que têm uma durabilidade que o termo em si pareceria não corresponder.
Por exemplo, é por este método que a ponte sobre o abismo* entre as esferas de luz e de trevas é construída, e aquela ponte não é toda de uma cor só. No lado mais distante ela está imersa na escuridão e, conforme vai emergindo gradualmente, em direção à região de luz, assume um matiz cada vez mais brilhante, e, onde ela está assentada nas alturas em que começam os planos mais luminosos, é o matiz de cor de rosa e raios de luz que a envolvem como uma prata rara ou ainda o alabastro. Sim, claro, há uma ponte sobre o abismo. De outra forma, como poderiam sair aqueles que venceram os caminhos acima, através da escuridão? Verdadeiramente – e eu havia esquecido isso – há alguns que vêm dos terríveis reinos da escuridão, e escalam as regiões deste lado do abismo.
Mas estes são poucos, e são os obstinados que rejeitam ajuda e guia dos guardiães do caminho que ficam parados no lado mais distante, para mostrar a saída aos que se qualificaram a isso. Também, devem saber, estes guardiães somente são visíveis a estas pobres pessoas na proporção em que a luz foi gerada em seus corações; e por isso uma certa cota de confiança é necessária se se entregarem à sua guarda. Esta confiança também acontece quando atingem uma mentalidade melhor, pela qual se tornaram, em certo grau, capazes de discernir entre luz e treva. Bem, as complicações do espírito humano são múltiplas e espantosas, portanto vamos a algo mais fácil de ser colocado em palavras. Eu acabo de chamar de ponte, mas.. eu deveria ter me referido a uma passagem, “A luz do corpo é o vosso olhar”.
Leia isso ligando a tudo, e verá que faz parte do caso, não somente na terra, mas dos daqui também. 24 – Reverendo G. VALE OWEN Eu chamei depontemas, de fato, tem pouco a ver com uma ponte na terra. Estas regiões são muito vastas, e a ponte é mais uma variação do terreno que outra coisa a mais que eu pudesse pensar para expressar a você. E lembrese de que eu apenas vi uma pequena parte destas esferas, e por isso conto a você da parte que conheço. Sem dúvida há outros abismos e pontes – provavelmente numerosos.
Através do precipício, ou da ponte, então, aqueles que buscam a luz empreendem sua jornada, e a jornada é bem lenta, e há muitas casas de repouso onde eles podem descansar, de vez em quando, em sua viagem progressiva; mudam de um para outro grupo de anjos mantenedores, até que o último estágio entregueos aqui deste lado. Nosso trabalho na casa, ou colônia, à qual agora pertenço, é também direcionado a estes espíritos que progrediram até aqui, tanto quanto aos da terra. Mas este é um departamento diferente do meu, atualmente. Ainda não fui tão longe em meus estudos. É mais difícil, porque as influências em torno dos que estão nas trevas aqui são muito mais danosas que as influências na terra, onde boas influências estão sempre se mesclando com as más.
Somente quando as pessoas carecentes e enfraquecidas chegam até aqui é que percebem a terrível tarefa diante delas, e este é o porquê de tantos permanecerem por tanto tempo numa condição de desesperança e desespero. Quando estão a salvo sobre a ponte, eles são recebidos por esses nas encostas onde a grama e as árvores crescem, e ficam estupefatos pelo prazer, em vez de se prepararem gradualmente. Pois ainda não estão acostumados ao amor e sua doçura, depois das experiências adversas lá embaixo. Eu disse que esta ponte se assentava nas alturas; falava comparativamente. O local da chegada é mais alto comparando com as regiões de escuridão lá embaixo.
Mas, de fato, é região baixa; o plano mais baixo sem dúvida, da região celeste. Você está pensando na “garganta profunda”, ou precipício, “descritos” na Parábola. Está quase de acordo com o que lhe descrevi, e você já teve esta explanação em outro local. Também a razão pela qual estes que chegam fazem isso, em vez de atingirem este lado por viagem aérea, ou “voo”, como talvez você chamaria, é porque eles não são capazes de completar a jornada desta forma por causa de sua fraca espiritualidade. Se eles tentassem isso, cairiam no vale escuro, perdendo então seu caminho.
Não fui longe nestas regiões escuras, mas fiz uma pequena parte do percurso, e a miséria que vi foi mais que suficiente por bastante tempo. Quando eu progredir no atual trabalho, e tiver por algum tempo ajudado estas pobres almas lá do ponto avantajado daquela casa, e tiver permissão, e provavelmente terei, irei mais adiante entre eles. Mas não é para agora. Uma coisa mais eu posso dizer – já que por agora devemos parar. Quando eles surgem e chegam até a outra extremidade da ponte, devo dizerlhe que o barulho que é ouvido, vindo por detrás deles, é horrível, e fagulhas vermelhas incandescentes são vistas.
O que causa isso, não sou capaz de explicar claramente, mas nos dizem que os gritos, uivos e lamentações, e também as fagulhas, são enviadas por aqueles que ficaram para trás, que ficam enraivecidos por sua impotência de recapturar o fugitivo, ou de retêlo em sua fuga; porque o mal é sempre impotente diante do bem, mesmo que o bem seja bem pequeno ao final das contas. Mas não devo continuar mais por agora, e o que estou dizendo agora não é o que vi pessoalmente, mas ouvi dizer, que quer dizer, foi dado a você de segunda mão, mas é verdadeiro, apesar de tudo. 25 – A VIDA ALÉM DO VÉU Boa noite, meu querido filho, e possa o Pai de Todos cobrir com Sua luz e paz a você e aos seus. Possa você ver luz na Sua luz, e o brilho daquela luz seja de uma aurora de paz. Sábado, 27 de setembro de 1913. Eu pediria aos meus amigos para que tentassem impressionar‐me mais vividamente...
Quase não é necessário que tenhamos o cuidado de impressionálo mais vividamente do que já fizemos, pois direcionamos as mensagens da forma como as desejamos para ajudálo a conceber alguma coisa de nossas vidas, das condições que por aqui prevalecem. Apenas acrescentaríamos algo que precisa estar bem claro a você: é que quando chegamos até aqui, não estamos em nosso elemento próprio, mas num elemento que é natural a você e bruma para nós, e é através dela temos que trabalhar o melhor que podemos. Vocês podem me ver enquanto estou aqui sentado escrevendo? Realmente vemos você, mas com olhos diferentes dos seus. Nossos olhos não estão acostumados ao efeito da luz que vocês têm na terra.
Nossa luz é de um tipo diferente, uma espécie de elemento interpenetrante pelo qual somos capazes de discernir o mais íntimo de sua mente, e é por ela que conversamos – com você mesmo, e não, é claro, com os seus ouvidos exteriores. Por isso é você mesmo que vemos, e não seu corpo material, o qual é apenas uma vestimenta envolvente. Quando o tocamos, entretanto, você não sente o toque fisicamente, mas espiritualmente, e se deseja apreender nosso toque, terá que mantêlo na mente e olhar mais profundamente que o corpo e o cérebro mecânico dele. Você gostaria de saber algo mais sobre a forma que trabalhamos aqui e as condições em que usamos nossa vida. Não são todos os que vêm para cá que podem entender uma das verdades elementares que é necessário assimilar para se progredir: que Deus não é mais visível aqui do que na vida terrena.
Esperam encontráLo pessoalmente, e ficam muito desapontados quando lhes contam que esta é umaideiaerrônea sobre a forma com que Ele age sobre nós. A vida e a beleza d’Ele são quase aparentes na terra para aqueles que conseguem olhar mais profundo que a aparência externa. Assim é aqui também, com esta modificação: a vida aqui é mais tangível, e mais fácil de ser percebida e usada por aqueles que estudam sua natureza, e em tudo em torno de nós ela palpita, e nós, estando num estado mais sensível, podemos sentila mais que quando estivemos na vida da terra. Ainda mais, tendo dito isso de forma genérica, é verdadeiro dizer que, de vez em quando, manifestações da Presença Divina nos são dadas, quando por algum propósito em particular se faz necessário; e uma dessas, passo a contarlhe agora. Fomos chamados a uma parte desta região onde muitas pessoas deveriam estar reunidas, de diferentes credos, doutrinas e localidades.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.