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Capítulo 62 de 87
Parte 62 de 87
A Vida além do Véu · Osvaldo Polidoro
Estes nós analisamos e, assim fazendo, vimos que não havia uma verdadeiramente branca entre todas elas. Todas estavam sujas e incompletas. 329 – A VIDA ALÉM DO VÉU Estudamos este tema por um longo tempo, e então nos foi dado a entender qual remédio deveria ser aplicado no caso. Era radical. Os homens não haviam somente tirado d’Ele algumas de Suas glórias, acrescentaram também outras glórias que não eram Suas. E ainda estas glórias acrescentadas eram de tipo tão forjado que O desmereciam no total.
Havia glórias de títulos e atributos terrestres. Soavam fortes e sonoros, desmerecedores na realidade. Poderia dar‐me, Arnel, alguns poucos detalhes? Os homens chamamNo de Deus, e disseram que Ele era Divino. Disseram muito, significando muito pouco.
Por um lado, o Cristo não é o único Supremo, o Único Ser dos Seres consumados. O Pai, em Si, não é assim, mas é a mais alta expressão de Ser que o homem conhece. E o Pai é Maior que o Cristo, Que é do Pai, Filho do Pai. Por outra parte, o Senhor Cristo tem poderes e glórias muito maiores que qualquer um dos que os homens atribuem ao Pai Deus. O mais alto de todos os Seres que a Cristandade reconhece é o Pai Todo Poderoso.
Estas palavras de atributo soam grandes e poderosas. Mas a ideiaque o homem infunde nelas é pobre e pequena em comparação com a real majestade, mesmo a do Cristo, como nós que falamos a você acabamos de conhecer. E somos apenas afastados da terra dez esferas. Qual portanto deve ser a verdadeira majestade d’Ele! Os homens dizem com um só suspiro que Ele é coigual ao Pai – o que Ele jamais disse.
Com o suspiro seguinte os homens dizem que o Pai é Senhor de Todos os Poderes. Quais poderes os homens têm de reserva, portanto, com os quais dotam o Cristo? Os homens dizem que o Cristo veio à terra em toda a plenitude de Seu Ser. Também dizem que todo o céu dos céus não pode contêLo. Não seguirei mais adiante, meu filho.
Pois eu O amo, e o reverencio em tal humildade aos pés de Seu trono Principesco que tal confusão de luzes quebradas focadas n’Ele é desgastante para mim, muito dolorosamente desgastante, meu filho. Seu manto, por causa disto, estava manchado com remendos de cores que se misturavam desarmonicamente. Se fosse possível macular a santidade, eles teriam feito n’Ele. Mas o manto de Sua Santidade protegia Seu corpo e lançava de volta aquele pano estampado aos espaços sobre a terra. Eles não passavam além d’Ele para cima, aos céus superiores ao que estávamos.
Eles eram refratados de volta para baixo. Assim nós os líamos e tomávamos nota. O remédio que nos foi revelado era não menos que isto: A demolição do Cristo da terra. Isto é a verdade exata, mas tem um som temerário. Tem também uma realidade temerária.
Deixeme explicar. Há alguns prédios muito mal embasados por trabalhadores não muito cuidadosos, mas capazes de uma reconstrução e conserto enquanto estiverem em pé. Alguns são tão ruins que devem ser demolidos e espalhados, e novo material deve ser trazido para que uma nova casa possa ser construída. A única parte deixada intacta é a fundação abaixo do solo. Esta casa posterior é o Cristo da terra.
Não digo o Cristo, mas o Cristo dos credos da terra, o dogmático Cristo da Cristandade. Tal Cristo como ele aparece nos Credos aceitos na Cristandade hoje em dia é desmerecedor d’Ele como Ele é. Deve ser demolido, seu material espalhado – tudo menos as profundas fundações. Então novos materiais serão agregados, e um santuário resplandecente e maravilhoso vai surgir, um santuário que Ele merece, para que seja ali colocado Seu Trono, merecedor de cobrir Sua cabeça enquanto estiver sentado em Seu Trono. Isto, meu filho, isto que clamo a você de onde estou, um tanto afastado, não é uma ameaça.
Este assunto de que lhe falo tem prosseguido por século e meio passado e continua. A demolição ainda não está completa nos países da Europa. Mas segue adiante. Quando Ele tira seu manto de Sua Divindade tecido nos teares da terra, então temos outro, 330 – Reverendo G. VALE OWEN um Manto de Divindade Real tecido nos teares dos Céus, iluminados com raios da luz eterna, feita suave com as linhas de seda do amor divino, entremeado com pérolas das lágrimas dos anjos, captadas enquanto vinham para a terra e inclinavam suas cabeças para ver as atitudes dos homens, captadas e espalhadas sobre o pavimento diante dos degraus do Pavilhão do Pai.
Lá estão até que se tornem lindas com o brilho dos raios de Seu amor e adornem a roupagem de Seu Filho. Porque, elas foram lágrimas de um grande amor. Arnel+ Quarta, 19 de março de 1919. Assim este despojamento do Cristo continuou e tem certa relação ao progresso materialista da ciência do qual eu já lhe falei. Embora o tratamento disto e deste tema variasse no processo de alguma forma.
Mas o fim e o nosso desejo são idênticos. A relação da qual falo é vista na tendência geral em direção à exaltação do natural e da eliminação do puramente espiritual. A ciência nesta matéria trabalhou de dentro para fora, e extrapola suas fronteiras emergindo no reino das coisas espirituais. No caso do Cristo, os homens têm trabalhado de fora, não preenchendo, mas aparando a casca, e então a polpa, até que somente a semente seja deixada. Mas é aquela semente que é vida, e vai brotar presentemente, e a mais linda fruta surgirá dela.
Mas a mente humana não é para ser medida com um único padrão pelo mundo todo em qualquer período. Porque sempre haverá o livre arbítrio para ser considerado no cômputo. Assim, o que se passa é que um total despojamento do Cristo para Sua Divindade não é de necessidade universal. Vimos que era assim em algumas comunidades onde as pessoas são de tal mentalidade que, se ficassem seguros de que o Cristo era um mero homem, perderiam toda a fé n’Ele que guia o Universo. Assim sua fé é deixada a eles, mas não intocada.
Mesmo eles escutariam sussurros das pessoas que dizem que o Cristo foi um mero homem. Eles ficam perturbados e, querendo coragem para encarar esta matéria e procurar achar a verdade real de tudo, ficam de lado a agarramse à Autoridade, como aos fragmentos de destroços, para fazêlos boiar. Outros têm coragem demais e dizem que resolveram o enigma do Cristo. A resposta é, dizem eles, “Homem, e meramente homem”. Meu filho, nós que falamos a você nesta grave matéria também pesquisamos.
Nossos pretores também são muito elevados, e de uma sabedoria muito grande. Ainda assim não resolvemos o problema até aqui, e eles nossos professores dizemnos que sabem mais deste alto mistério que nós sabemos, mas não todo. Repare, meu filho, que enquanto alguns de seus mestres de teologia sacrificam a natureza e os atributos até do Supremo Ser, precisamente e com decisão, há aqueles acima de nós que não se arriscam tanto quando falam apenas do Cristo. Bem, bem, o carneiro velho não anda tão vivaz quanto o jovem em suas brincadeiras. Mas ele tem de sabedoria, de dignidade, mais que o jovem.
Agora, embora haja comunidades de pessoas a quem será deixado seu credo, ainda a reabilitação do Cristo não virá deles. Virá dentre os de maior coragem que andaram a estrada toda, para sua surpresa. Poucos virão dos outros, mas a massa virá dentre os que pelo menos tenham lido com mente aberta os ensinamentos daqueles que ensinaram a doutrina aos meramentehomens. Há exceções em ambos lados, falo em linhas gerais. Eu permaneci nesta questão porque à Cristandade parecia ser de importância primordial.
Muita dor é causada a muitos quando ouvem falar de seu Salvador em termos que parecem irreverentes. Isto é por causa de seu amor por Ele. Eu hesitei em contar isso, meu filho, apesar de que direi tudo, porque sou constrangido a fazer assim: seria melhor 331 – A VIDA ALÉM DO VÉU para eles se seu conhecimento d’Ele fosse grande como é seu amor. Porque muito de sua devoção é prestada a Ele através de nuvens de névoa e vapor que não são parte d’Ele, mas são o resultado de suas próprias imaginações. Apesar de serem sinceras, ainda são imaginações, e seus efeitos nas devoções de quem as cria é diluir tais devoções até seu tamanho ficar bem reduzido.
Esta adoração realmente O alcança, sim, mas há um medo mesclado nela que a enfraquece. Seria melhor, entretanto, que esses devotos pudessem afastar este medo de seu amor e pudessem amáLo tão verdadeiramente quanto estivessem assegurados de que Ele não ficaria desgostoso com eles se eles pensassem n’Ele bravamante, apesar de que humildemente, mesmo tendo, em alguns pequenos detalhes, chance de errar. Isto nós fazemos, mas não O tememos, porque sabemos que ainda não somos competentes para entendêLo no total, e que, se for com humildade e com boa intenção, podemos buscar a verdade como ela está n’Ele sem desastres ou reprimendas. Meu filho, faça também assim. E esteja seguro de que, como Ele é o de maior majestade que jamais a Cristandade sonhou, também Ele está bem longe além de nossos sonhos na perfeição de Seu amor.
Alguns dizem que o Cristo encarnou várias vezes, como, por exemplo, Crisna ou Buda. É assim? Não, meu filho, não em tantas palavras. Antes de ensinar assim, um homem deveria primeiro entender toda a natureza e o conteúdo daquela entidade que é dita como sendo o Cristo. Mas eu tinha dito que isto é, mesmo para nós e para os acima de nós, ainda um mistério.
Esta é a razão pela qual, talvez, ao tentar explicar tanto quanto eu saiba, eu caia em paradoxo. Bem. Não é verdade dizer que o Cristo que Se manifestou, e o Pai através d’Ele, em Jesus de Galileia é o mesmo Cristo que se manifestou em Buda. Mas não é verdade também que há mais Cristos que o único Cristo. Como o Cristo de Jesus é um aspecto do Pai Cristo manifesto, assim o Cristo de Buda é outro aspecto do Pai Cristomanifesto.
Além disso, Jesus e o Buda são, cada um, um aspecto diferente da manifestação do Único Cristo. Cada homem é uma manifestação distinta de Seu Criador. Mas todos os homens são consanguíneos. Por isso também as manifestações de Jesus Cristo e o Cristo Buda são ambas distintas e, mesmo assim, consanguíneas. Mas Jesus Cristo foi uma manifestação mais plena do Único Cristo que o Cristo Buda foi.
Entretanto ambos foram verdadeiros Cristos manifestos. Falei apenas destes dois, isto é, de Jesus e de Buda. Outras manifestações têm havido e a eles todos as mesmas palavras são aplicáveis em princípio. É bom, meu filho, que arremesse seus pensamentos para longe, em direção aos céus, sondando encontrar o Coração de Deus. Mas quando se cansar com as perplexidades, como estas do Cristo, então retome um simples registro da vida de Jesus e leia sobre Ele como um irmão e um amigo e, em assim fazendo, verá que mesmo em Sua doce masculinidade há Divindade suficiente para servir de alvo e de adoração.
Quando você igualar aquela perfeição em sua vida, então encontrará, por aqui, que Ele ainda está à sua frente. Então, enquanto você sondar os céus aspirando a isto, não esqueça que você têm maravilhas muito grandes sobre você, e muita doçura para ser achada na terra para seu conforto. Duas menininhas brincavam na frente da porta de sua cabana numa noite de verão, enquanto sua vovó sentouse à porta remendando suas roupas à luz da vela colocada ao lado de sua cadeira. Disse uma criança à outra, “Aquele é o meu planeta, lá em cima. É maior que todos os outros e mais brilhante.
Qual é o seu, Maria?” E Maria respondeu, “Meu planeta é o vermelho. É também muito grande, e eu gosto da cor dele, porque não é tão frio como os brancos”. Assim caíram numa argumentação sobre qual planeta era entre todos o mais digno de sua admiração. E não chegavam a um acordo entre elas. Então chamaram a Vovozinha para que viesse e mostrasse a elas o seu planetas 332 – Reverendo G.
VALE OWEN favorito, porque elas pensavam que ela provaria qual era o melhor de todos pela sua própria escolha. Mas ela continuou a remendar, nem levantou seus olhos, mas respondeu lhes, “Não tenho tempo, minhas crianças. Vovó está ocupada remendando suas roupas. E não há necessidade: estou sentada nele. E muito útil tem sido este planeta para mim”.
Arnel+ 333 – A VIDA ALÉM DO VÉU VIII POR QUE O CRISTO VEIO COMO HOMEM E NÃO COMO MULHER OFUTURO DA FEMINIDADE PARÁBOLA:O OURIVES E O DIAMANTE A FEMINIDADEDO FUTURO A MANIFESTAÇÃO CONTINUOU O JOVEM CONQUISTADOR ESUA AMADA Sexta, 21 de março de 1919. Vou seguir por muitos assuntos que seriam de seu interesse, porque não quero fazer minha mensagem ser longa demais. Mencionarei uma grande causa que levou à presente crise de conflito entre os irmãos homens. Foi a tendência a exaltar a manifestação externa na matéria acima das mais íntimas e mais dinâmicas atividades do Espírito. Este elemento entrou em todas as fases de vida do Ocidente, e começou a tingir também o pensamento e as motivações do Oriente.
Tornouse misturado, em maior ou menor medida, com a conduta nos negócios, e teve sua fase social, política e eclesiástica, e mesmo a arte não escapou de sua influência. Do que eu já lhe disse do curso da evolução do cosmos à matéria e forma para fora e para dentro, isto não parecerá estranho a você. Também já havia falado do Cristo em manifestação. Eu disse que em qualquer planeta em que Ele estivesse encarnado – ou qualquer estado que corresponda ao da encarnação na terra – Ele veio ao Seu trabalho na forma apropriada às pessoas com quem se relacionaria, tanto numa referência a um lugar, como também em referência ao período de Sua manifestação. Falo agora da última encarnação do Cristo em Jesus da Galileia.
Os homens perderam a grande significação do fato que na Mente Divina não há divisão de sexo – tão longe quanto saibamos – nemmacho nem fêmea, mas quando Ele veio naquela época para a terra, como todas as vezes antes daquela vez, Ele veio como Homem. Este é o mistério que quero explicarlhe. Até aqui a evolução de todo o cosmos tem sido em direção à autoafirmação, que se expressa em forma. Espírito, essencial e absoluto, não tem forma em nenhum sentido no qual vocês na terra entendam esta qualidade. Neste longo período de evolução, agora terminando, o homem tem tomado a liderança, não a mulher.
Isto por necessidade. Autoafirmação é masculino, não é feminino. Um homem afirma sua individualidade e incorpora sua mulher escolhida naquela individualidade. Ele a protege, agasalhaa, clama por ela como sua, contra todos os outros. Seu desejo é o desejo dela, ao seu desejo ela submete o dela.
À medida que o homem for se refinando mais em sua natureza, assim esta afirmação de sua vontade sobre a de sua mulher temperarseá com doçura e amor, ou mais, ou menos. Mas este refinamento não é em direção ao ideal masculino, mas em direção ao ideal feminino. Repare você nisto: isto tem significação. 334 – Reverendo G. VALE OWEN Assim, para falar da terra, e não de outros mundos por agora, as eras desenvolveram esta expressão da dominação da força corporal e intelectual. Esta expressão dual de força foi o elemento dinâmico em todos os ramos de progresso, político, científico, social e outros.
Foi o princípio guia na vida do mundo até agora. “Homem, o líder”, tem sido o emblema a Faixa da Humanidade. É o porquê do cristo ter vindo à terra não como mulher, mas como Homem. O clímax acabou de passar. Não, está apenas passando.
A expressão exterior daquele clímax foi a última Guerra. Tivemos tanto de Guerra ultimamente, Arnel. Você não vai falar dela, vai? Não no total, meu filho. Mas se mantivesse silêncio no tema deste evento catastrófico, estaria faltando a culminância de linhas de evolução muito importantes e convergentes.
Elas acharam expressão natural e inevitável na Guerra. Se você enxergar tudo isto sem paixão, verá que, enquanto o melhor lado do princípio de autoafirmação é que o homem deveria em sua própria vida exibir sua semelhança ao Criador, no lado mais geral leva ao monopólio e à absorção. Enquanto o homem de caráter refinado honrará sua mulher, o homem bruto vai dominála. Também desta forma uma nação refinada procurará estar a serviço de outras nações e, se outras forem fracas, ajudálasá com sua força maior. Mas a maioria de pessoas não fará isto, mas buscará escravizar as nações mais fracas, absorvêlas.
Mas tanto as mais altas como as mais baixas, ainda o ato é masculino, e depende do prazer do homem. O homem bom dará; o homem mau tomará. Mas ambos, dar e tomar, dependem do prazer do homem, não da mulher. Se no homem dar é contado como mérito e graça, na mulher é normal. No homem é uma graça adicionada, é inclusa na unidade da feminidade.
O Cristo exibiu em Si o princípio da autoafirmação que foi o motivo guia da raça por qual Ele veio. Ele clamou tudo, e tomou tudo, como um homem faz, como uma mulher não faz. Tendo afirmado este princípio, Ele renunciou a tudo, e deu tudo como um homem deveria fazer. Mas se Ele fizer isto, Ele não estará agindo de acordo com seu ideal masculino, mas de acordo com o ideal feminino. E contudo, ao fazer isto, é homem mais perfeito que o que falha não fazendo isto.
Você verá logo minha justificativa para este paradoxo. Agora relembroo de alguns dos dizeres de Jesus Cristo, Que em Sua natureza mostrou a Si mesmo enquanto Homem em forma corporal exterior, mas uma expressão muito perfeita da Divindade na Qual ambos elementos, macho e fêmea, persistem conjugados. “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá sua vida por seus amigos”. Bem. E ainda há um amor maior que este humano.
É o que dá sua vida por seus inimigos. E quando vejo o amor apegado de algumas mulheres por estes homens que as usam doentiamente, eu poderia representar este maior ato de amor como particularmente dela. Jesus realmente deu Sua vida pelos doentios, e foi, pareceme, pelo estímulo do elemento feminino emSua natureza, em vez do masculino. Assim também Suas palavras “é mais abençoado dar, que receber”. É difícil a um homem perceber estas palavras em pensamento ou em atos, mas é fácil e natural a uma mulher.
O homem concordará com esta verdade e continuará seu receber. A mulher atua e busca suas bênçãos no que dá. Se ela não dá em retorno em medida multiplicada por aquilo que aceitou, ela vai dormir insatisfeita. Pode ler isto com reverência a este mistério pelo qual a raça tem continuidade. Alimentar o povocom o pão foi uma leitura da Bíblia atuada neste mesmo tema.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.