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Capítulo 27 de 57

Parte 26 de 29

Da Bíblia aos Nossos Dias · Mário Cavalcanti de Melo

O Patriarca Abraão Ora o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da Terra. (Gên. XII, 1 a 3) Assim, partiu Abrão, como o Senhor lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de 75 anos, quando saiu de Harã. E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e Ló, filho de seu irmão, e toda a sua fazenda, que haviam adquirido; e as almas que lhe acresceram em Harã; e sairam para irem à terra de Caná e lá chegaram. E passou Abrão por aquela terra até o lugar de Siquem, até ao carvalho de Moré, e estavam então os cananeus na terra.

E moveu-se dalí para a montanha à banda do oriente de Betel, e armou a sua tenda, tendo Betel ao ocidente, e Ai ao oriente; e edificou alí um altar, e invocou o nome do Senhor. Depois caminhou Abrão dalí, seguindo ainda para a banda do sul e chegou, finalmente Abrão ao Egito. E aconteceu que, chegando ele para entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora bem sei que és mulher formosa à vista; 12 - E será que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é sua mulher. E matar-me-ão a mim, e a ti te guardarão em vida. 13 - Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma por amor de ti. 14 - E aconteceu que, entrando Abrão no Egito, viram os egípcios a mulher, que era mui formosa. 15 - E viram-na os príncipes de faraó, e gabaram-na diante de faraó: foi a mulher tomada para a casa de faraó. 16 - E fez bem a Abrão por amor dela; e ele teve ovelhas e vacas, e jumentos, servos e servas, e jumentas e camelos. (Gên. XIII, 11 a 16).

Esta aventura é edificante. A Escritura Santa não teve palavra de censura para o patriarca. Os comentadores verberam severamente a conduta de Abrão; mas Santo Agostinho a defendeu em seu lviro contra a mentira. Notemos de passagem que Sarai tinha, então, 65 anos; nem a idade, nem as fadigas de uma longa viagem através do deserto conseguiram diminuir-lhe a beleza. Se o faraó recompensava a soberba velha não acreditava, de forma alguma, que estivesse enganando um marido. O olho de Deus, porém, percebeu o que se estava passando no harém egípcio. Feriu, porém, o Senhor a faraó com grandes pragas, e a sua casa, por causa de Sarai, mulher de Abrão. 18 - Então chamou faraó a Abrão e disse: Que é isto que me fizeste? Por que não me disseste que era ela tua mulher; toma-a e vai-te. 19 - Por que me disseste: É minha irmã, de maneira que a houvera tomado por minha mulher; agora, pois, eis aqui tua mulher; toma-a e vai-te. 20 - E faraó deu ordem aos seus varões a seu respeito, e acompanharam-no a ele e a sua mulher, e a tudo o que tinha.

(Gên. XII, 16 a 20). Os comentadores, em face da flagrante injustiça do Senhor, com relação ao faraó, ficam estarrecidos. Se Sarai era irmã de Abrão, que mal havia que o faraó a tomasse como espôsa? Pois bem, esse Jeová insensato, pune com pragas o faraó e recompensa o proxeneta de sua própria esposa. É isto que não é compreensível. E depois do que se passou e que foi tão magistralmente defendido por Santo Agostinho, seguiu Abrão o seu caminho. Subiu, pois, Abrão do Egito para a banda do sul, ele e sua mulher, e tudo o que tinha, e com ele Ló. 2 - E ia Abrão muito rico de gado, em prata, e em ouro". (Gên. XIII, I e 2) Como se compreende que um homem protegido por Jeová, que devia ser, portanto, moralizado e escrupuloso, nada restituisse ao faraó? Como se admitir que um homem dessa espécie, fosse protegido por um Deus e venerado hoje pelos católicos? Surge depois uma questão entre os pastores de Abrão e Ló.

Abrão ficou no país de Caná e Ló seguiu para a planície do Jordão e se fixou em Sodoma, onde armou suas tendas. Depois veio a guerra dos quatro reis contra cinco, a prisão e cativeiro de Lá, etc... Isto consta do versículo 12 a 17 do Cap. XIV, do Gênesis. Vê-se pelo histórico dos capítulos citados, até onde vai o valor de um patriarca. Este nômade que não possuia uma polegada de terra no país, tinha sob suas ordens um número considerável de servos, pois, entre eles, armou trezentos; e com esse punhado de homens conseguiu desbaratar os exércitos de quatro reis, os mais poderosos da região: "Anrafel, rei de Sinar; Arioque, rei de Elasar; Quedoreaomer, rei de Elão e Tidal, rei de Goim". Vitória extrordinária, pois, ele, "perseguiu os monarcas até o Dan", que ainda não tinha sido construida. Alguns intérpretes substituiram Dan por Damasco, mas não há nenhuma estrada de cem milhas de Sodoma a Damasco.

Tendo, ainda, Abrão, dividido seus servidores, atirou-se sobre os reis, durante à noite, venceu-os e perseguiu-os até Hobar, fazendo aí um precioso saque e trazendo, além disso, Ló, as mulheres e todo o povo. (Gên. XIV,. 1 16) Depois destas coisas veio a palavra do Senhor a Abrão em visão, dizendo: Não temas, Abrão, eu sou o teu escudo, o teu grandissimo galardão. 2 - Então disse Abrão: Senhor Jeová que me hás de dar, pois ando sem filho, e o mordomo de minha casa é o damasceno Eliezer? 3 - Disse mais Abrão: Eis que me não tendes dado semente, e eis que um nascido em minha casa será o meu herdeiro. 4 - E eis que veio a palavra do Senhor a ele, dizendo: Este não será o teu herdeiro. 5 - Então o levou fora, e disselhe: Olha agora para os Céus e conta as estrelas, se as podes contar. E disselhe: Assim será a tua semente. (Gên. XV, I a 5) Abrão, ainda, não ficou satisfeito.

Ora, Sarai, a mulher de Abrão, não lhe gerava filhos, e ele tinha uma serva egípcia, cujo nome era Agar. 2 - E disse Sarai a Abrão: Eis que o Senhor me tem impedido de gerar; entra pois à minha serva; por ventura terei filhos dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai 2. (Gên. XVI). Pelo que se deduz, Sarai estava disposta a perfilhar os nascidos de Agar. Assim tomou Sarai, a mulher de Abrão a Agar, egípcia, sua serva, e deu-a por mulher a Abrão seu marido, ao fim de dez anos quo Abrão habitara na terra de Caná. 4 - E ele entrou à Agar, e ela concebeu e vendo ela que concebera, foi sua senhora desprezada aos seus olhos. 5 - Então disse Sarai a Abrão: Meu agravo seja sobre ti. Minha serva pus em teu regaço; vendo ela agora que concebeu, sou menosprezada a teus olhos. O Senhor julga entre mim e ti. 6 - E disse Abrão a Sarai: Eis que tua serva está em tua mão, faze-lhe o que é bom aos teus olhos. E afligiu-se Sarai, e ela fugiu de sua face. (Gên.

XVI) Que família ideal. O que seria de nossa sociedade se fossem permitidas essas coisas! Imaginemos um instante, as mulheres sem filhos a aconselharem seus maridos a entrarem nas empregadas, a fim de conseguirem descendentes! Se assim fosse, só as mulheres bonitas seriam aproveitadas em serviços domésticos, sempre na suposição que os patrões teriam da esterilidade das esposas legítimas. Dir-se-á que são coisas daqueles tempos; mas é nos tempos atuais que nos impingem a Bíblia como livro sagrado e matéria para servir de farol à humanidade. “Então lhe disse o anjo do Senhor: Torna-te para a tua senhora, e humilha-te debaixo de suas mãos”. 10 - Disselhe mais o anjo do Senhor: Multiplicarei sobremaneira a tua semente, que não será contada, por numerosa que seja. 11 - Disselhe, também, o anjo do Senhor: Eis que concebeste, e terás um filho e chamarás o seu nome “Ismael”: portanto o Senhor ouviu a tua aflição. (Gên.

VI) Eis aqui, diz Taxil, um curioso detalhe que os clérigos omitem em seus manuais de história santa, e que, no entanto, se encontra na Bíblia: o anjo que apareceu a Agar, e que ela tomou por um Deus, não se mostrou a ela face a face; ele só lhe mostrou as costas. Textual. Depois, fez Deus uma aliança com Abrão e mudou-lhe o nome para Abraão. A assinatura desse pacto, em vez de ser o preto no branco, exigiu Deus do patriarca que todo o seu povo se submetesse à circuncisão. Tu cortarás a carne de teu prepúcio, e isto será o sinal de minha aliança contigo e com os teus. Toda a criança do sexo masculino, desde que tenha oito dias, será circuncidada entre vós, na vossa geração, mesmo o nascido dos escravos, comprados do estrangeiro e que não pertençam à vossa raça. Assim, minha aliança será com a vossa carne, para que seja uma aliança eterna. E o macho incircunsiso, cuja carne do prepúcio não tenha sido cortada, será exterminado, que ele violou minha aliança.

Quanto a Sarai não a chamarás mais por este nome, mas, doravante, ela será Sara. E eu a abençoarei. Ela te dará um filho, cujo nome será Isaque e que eu o abençoarei. O que eu te peço disse o Senhor é que Ismael viva. O que se pode pensar de um homem centenário gerando um filho em uma mulher nonagenária? Primeiramente, antes de qualquer comentário, apreciemos a bondade de um Deus, que manda exterminar criaturas sem culpa pelo fato de não se encontrarem circuncidadas. Que culpa poderia caber a inocentes, irresponsáveis, de seus pais, tutores ou senhores, não haverem cumprido neles a determinação do Senhor? E que determinação pueril! Conhece-se pouco a diferença que possa existir entre Abrão e Abraão. Pretenderam insinuar que Abrão significava pai ilustre e que Abraão, pai de muitos. Os persas, segundo Voltaire, acreditavam na existência de um Abraão por sobrenome Zerdust, que lhe ensinou a religião; os gregos o chamaram Zoroastro.

Alguns sábios asseguram que Abraão não era outro senão o Deus Brâhma dos hindus; e que a religião dos hindus que ainda subsiste é a mais antiga de todas. É muito difícil penetrar nas trevas, fiquemos, pois, na claridade. Quanto a Sarai e Sara, os mesmos comentadores afirmam que o primeiro nome significa senhora e o segundo, dama. Não vemos, assim, qualquer diferença substancial. Não precisamos dizer que Abraão cumpriu rigorosamente as ordens do Senhor, a começar pelo seu filho. Léo Taxil, diz com muito espírito, que nunca teria passado pela imaginação de Alexandre o Grande, quando ele fez aliança com os reis indianos Taxile e Porus, de lhes propor a circuncisão e de o prepúcio de todos os seus subordinados, como a marca de uma amizade indissolúvel. E quando Napoleão, em Tilsitt, sôbre a histórica jangada de Niemen, recebeu em seus braços o Imperador Alexandre, não sonhou senão no ódio comum contra a Inglaterra para cimentar, de uma maneira indestrutível, a aliança que sinceramente desejava entre a França e a Rússia.

Se Murat que acompanhava o vencedor de Friedland, lhe houvesse dito, então: "Majestade, em vez de pedir ao tzar de por sua assinatura abaixo do tratado de aliança ofensiva e defensiva, exigi dele que vos traga amanhã, o seu prepúcio cortado e os prepúcios de todo o Estado Maior, pois, isto será extraordinária caução de um pacto entre dois impérios", é provável que Napoleão tivesse acreditado em uma demência súbita de Murat e o confiasse imediatamente aos cuidados de seus melhores médicos. Mas Alexandre e Napoleão não passavam de homens! Somente o cérebro de um Deus poderia conceber a idéia divina de uma eterna aliança baseada sobre um holocausto de prepúcios, perpetuando-se de geração em geração! Essa imbecilidade nunca feriu a imaginação de ninguém!... De outro modo, sabendo que a circuncisão é uma instituição divina, ficamos estupefatos, vendo que os católicos não seguem esta determinação de Deus. Se devemos imitar a Jesus Cristo, não teriamos mais que seguir o seu exemplo, pois, o Messias foi circuncidado.

E a prova do que afirmamos está mais uma vez em Léo Taxil, que é uma espécie de Voltaire para os católicos, o qual nos conta que o prepúcio do Mestre é venerado como uma das mais preciosas relíquias, em S. João de Latrão, em Roma, e que ele se multiplicou por efeito de um milagre muito significativo, pois a mesma relíquia se encontra, também, em Charroux (perto de Poitiers), em Puyén-Velay, em Coulombs (perto de Chartres), em Châlons-sur-Mame, em Antuérpia e em Hildesheim. O Imperador Juliano, o filósofo, em sua crítica ao Catolicismo, não deixou de acentuar o quanto seus adeptos violam as prescrições da religião judaíca da qual eles se dizem continuadores, e mostra a diferença de ritual, a supressão dos sacrifícios, a violação da lei no uso de carnes, a substituição do dia de sábado pelo domingo, etc. Esse mesmo Juliano, assim se expressa: É necessário que eu vos pergunte, por que não vos circuncidais? Não ordenou Jesus que a lei fosse cumprida?

E disse mais o Mestre: Aquêle que faltar ao menor dos preceitos da lei, e que ensinar aos homens de não observá-la, este será o menor no reino dos Céus. Ora, se Jesus ordenou expressamente o cumprimento da lei e se ele estabeleceu penas para punir aqueles que pecassem contra o menor mandamento desta lei, vós galileus, que faltais a todas, que justificativas podeis apresentar? Ou Jesus não disse a verdade ou do contrário sois uns desertores da lei. (Discurso do Imperador Juliano, traduzido para o francês pelo Marquês d'Argens). Mostra o mesmo Marquês d'Argens como S. Cirilo pretendeu refutar os argumentos de Juliano e o considera um refutador fraco e lastimável. Vejamos, diz S. Cirilo, para que serve a circuncisão carnal, uma vez que rejeitamos o seu sentido místico. Se é necessário que os homens sejam circuncidados em seus membros viris que servem para a procriação e se Deus desaprova e condena o prepúcio, por que, desde o começo Ele não o suprimiu e por que, ainda, não formou Ele o orgão masculino como êle deveria ser de fato?

A esta primeira razão da inutilidade da circuncisão, juntemos uma outra. Em todos os corpos humanos que não estejam estragados ou alterados por uma moléstia qualquer, não se vê nada que não seja útil, e que seja supérfluo ou que falte: tudo está organizado pela natureza, de uma maneira útil, necessária e perfeita: e eu penso que os corpos seriam defeituosos, se fossem desprovidos de qualquer das coisas que lhes são, por assim dizer, inatas. Será que o Criador do Universo não sabia o que era útil e decente? Será que ele não empregou no corpo humano a sua ciência, ele que criou e formou as criaturas em estado de perfeição? Onde reside, pois, a utilidade da circuncisão? Talvez alguém argumente em favor de seu uso, adiantando que a circuncisão seja necessária por uma questão de higiene, para evitar o acúmulo de imundícies; seria, assim, necessário despojar o membro da pele que o reveste. Eu não penso desta forma. Penso que é ultrajar a natureza, que nada tem de inútil ou de supérfluo.

A natureza do corpo, mesmo quando ela sai das leis naturais, não maculam o espírito. O Imperador Juliano poderia ter respondido ao bispo de Alexandria: “De nada serve a circuncisão, se quiserdes, mas não é disto que se trata, trata-se de saber se o Deus de Abraão ordenou a este patriarca a circuncisão como uma marca eterna entre Ele e os fiéis de sua religião”. Depois, as perguntas de São Cirilo e constantes de sua resposta a Juliano, só mesmo Jeová poderá respondê-las, uma vez que estas ordens absurdas são sempre determinadas por ele. Muito teriamos, ainda que falar sobre este assunto, estribado em elementos de grande prestígio na Igreja de Roma, mas, não é nosso intuito cansar demasiadamente o leitor.

Antes, porém, pretendemos provar ainda que, este hábito da circuncisão não é originário de Moisés: Todos os escritores da antiguidade concordam em afirmar que foram os egípcios e os etiópicos os inventores da circuncisão; mas no Egito, apenas, os padres e os iniciados faziam cortar o prepúcio, como um sinal de associação que os distinguia do gênero humano. Os árabes tomaram este costume. Dizem que na Etiópia se circuncidava também as meninas. Deus ordenou a Abraão de matar todo aquele que não fizesse cortar o prepúcio. No entanto a circuncisão não foi observada pelos judeus no Egito durante duzentos e cinco anos; e os seiscentos e trinta mil combatentes que o texto diz haver seguido Moisés não foram circuncidados no

deserto. [ ] Segundo vimos na citação de Voltaire, são os próprios judeus que confessam que ficaram durante duzentos e cinco anos no Egito e que durante esse espaço de tempo não foram circuncidados; isto deixa patente que os egípcios durante todo esse tempo não receberam dos judeus a circuncisão. Será que o Egito adotou essa prática depois que os judeus lhe roubaram todos os vasos de ouro e vestimentas e com sua presa fugiram para o deserto, segundo a sua própria testemunha? Haverá quem acredite que um povo dominador, um povo superior, haja adotado o princípio marcante da religião de seu escravo ladrão e fugitivo? Isto não é cabível na natureza humana. O mais lógico é que os israelitas hajam tomado esse costume de seus senhores. Léo Taxil, em sua "La Bible Amusante", diz o seguinte: A verdadeira razão é que os padres de todos os países imaginaram consagrar às suas divindades alguma parte do corpo. Uns faziam incisões, como os padres de Belone e de Marte, outros se tornavam eunucos, como os padres de Cibéle.

Os monges budistas da Birmânia e do Islam, usavam um prego nas nádegas; os faquires um anel no membro viril. Outros açoitavam seus devotos, como o jesuita Girard açoitava La Cadiere. Os padres hotentotes cortam um testículo em honra de suas divindades, e colocam no lugar uma bola de ervas aromáticas. Os supersticiosos egípcios se contentavam em oferecer a Osíris um pedaço do prepúcio; os hebreus que copiaram deles quase todas as cerimônias, cortavam o

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.