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Capítulo 25 de 57
Parte 24 de 29
Da Bíblia aos Nossos Dias · Mário Cavalcanti de Melo
reapareceram a oeste sobre um ponto muito afastado do seu antigo leito. [ ] Existem, fora do Gênesis, muitas tradições diluvianas. A mais importante e a mais aproximada da narrativa mosaica, é a tradição da Caldéia, da qual possuimos duas versões; - de Berose, conservada por Eusébio e a do poema de Gilgamés, decifrada em 1872. De acordo com a interpretação de Berose, sob o reinado de Xisouthras, deu-se o grande dilúvio, cuja história é contada da seguinte maneira nos documentos sagrados: Chronos lhe apareceu (a Xisouthros) em sonho e lhe anunciou que a 15 do mês de "daisios" todos os homens pereceriam por um dilúvio. Ordenou-lhe, assim, de começar o meio e o fim de tudo o que estava consignado por escrito e enterrar na cidade de Sol, em Suppara; de construir um barco e nele subir com a sua família, e com seus amigos mais caros; de depositar no barco as provisões de comida e bebida e de aí fazer entrar os animais de penas e os quadrúpedes, enfim, preparar tudo para a navegação.
E quando Xisouthros perguntou para que lado deveria orientar a marcha de seu barco; lhe foi respondido: ‘Para os deuses' e construiu um navio de cinco stades de comprimento e dois de largura; reuniu tudo o que lhe havia sido prescrito e embarcou sua mulher, seus filhos e seus íntimos. Havendo chegado o dilúvio e depois, decrescido a água, Xisouthros soltou alguns dos pássaros. Não havendo estes encontrado nem alimento, nem lugar de pouso, voltaram ao barco. Dias depois, Xisouthros lhes deu de novo liberdade, mas eles regressaram, ainda, ao navio com os pés cheios de lama. Enfim, libertos pela terceira vez, não mais regressaram. Compreendeu, então, Xisouthros, que a terra estava descoberta; fez uma abertura no teto do navio e viu que este havia ancorado sobre uma montanha. Desceu com sua mulher, sua filha e seu piloto, adorou a terra, ergueu um altar e sacrificou aos deuses. Neste momento, ele desapareceu com aqueles que o acompanhavam. No entanto, os que ficaram no navio, não vendo mais voltar Xisouthros, desceram à terra, por sua vez, e se puseram a procurá-lo e a chamá-lo pelo nome.
Não encontraram mais Xisouthros, mas uma voz celeste se fez ouvir, lhes prescrevendo serem piedosos para com os deuses; que eles receberiam a recompensa de sua piedade, sendo levados a habitar entre os deuses e Xisouthros, sua mulher, sua filha e o seu piloto, participavam desta honra. A voz disse que eles deveriam regressar a Babilônia, e conforme os decretos do destino, desenterrar os escritos escondidos em Sippara para transmití-los aos homens. E disse-lhes que o país em que se encontravam era a Armênia. Estes, após ouvirem a voz, sacrificaram aos deuses e voltaram a pé a Babilônia. Do navio de Xisouthros, que tinha, enfim, parado na Armênia, uma parte subsiste, ainda, nos montes Górdios, na Armênia, e os peregrinos carregam o asfalto que se desprende de suas ruinas, e que serve para afugentar as influências maléficas. Quanto aos companheiros de Xisouthros, estes voltaram à Babilônia, desenterraram os escritos depositados em Sippara, fundaram cidades numerosas, construiram templos que
entregaram a Babilônia. [ ] A outra versão que é mais interessante, ainda, está escrita sobre tabletes cuneiformes exumados da biblioteca de Assubarnipal, em Ninive e conservados no Museu Britânico em Londres. Estes tabletes foram copiados no VIIº século antes de nossa era, de um exemplar muito antigo, provindo de Erech, na Caldéia. A data do original é desconhecida. Não obstante, George Smith a fez remontar, mais ou menos, ao século XVII antes de Cristo. Esta narrativa do dilúvio, não é senão a narrativa do episódio de uma epopéia de doze cantos, que narra as façanhas do herói Gilgamés. É reproduzida sobre o 11º tablete e constitui onze cantos, quase que completos. Gilgamés foi encontrar o seu ancestral, Samas Napustin, no país, longínquo e de difícil acesso para onde os deuses o transportaram para fazer-lhe gozar uma eterna felicidade. Samas Napustin conta a seu filho pequeno a história do dilúvio e da sua própria preservação. A cidade de Surippak sobre o Eufrates já era antiga, quando os deuses resolveram o dilúvio.
Éa revelou seu desejo a Samas Napustin e lhe ordenou de construir um barco de que indicou as dimensões, sugerindo-lhe a resposta às perguntas dos habitantes de Surippak. Samas Napustin deveria dizer que ele queria fugir da cólera de Bel que iria brevemente inundar o lugar. Terminada a arca, Samas Napustin ofereceu um sacrifício, reuniu suas riquezas e fez subir na arca seus servidores, servidoras, animais de campo e as sementes da vida. Assim que a chuva começou a cair entrou ele na arca e fechou a porta. A tempestade produzida pelos deuses foi tão terrível que eles mesmos se assustaram. A humanidade se havia transformado em lama. O vento, o dilúvio e a tormenta duraram sete dias e sete noites. No sétimo dia surgiu a aurora, a chuva cessou, o mar tornou-se calmo e amainou o vento. Tendo a luz aparecido, Samas Napustin viu a planície límpida como um deserto. Sua arca ancorou na montanha de Nizir e não pôde ir além.
Depois de sete dias de parada, Samas Napustin soltou uma pomba que foi e tornou a voltar, porque não havia encontrado lugar de pouso. Fez o mesmo com uma andorinha. Um corvo não mais voltou. Samas Napustin fez sair os animais e ofereceu aos deuses um sacrifício de agradável odor. Bel se mostrou muito irritado pela preservação de Samas Napustin. Éa lhe reprovou a exaltação e o aconselhou a punir daquele momento em diante, apenas, os culpados, em lugar de enviar à Terra outro dilúvio universal. Bel apaziguado fez Samas Napustin e sua mulher subirem no barco, os abençoou, lhes deu a imortalidade e fez com que eles habitassem “na embocadura dos rios”. (G. Smith - “Assyrian Descoveries”, pg.
193). [ ] Na "Histoire Ancienne de l'Orient jusq, aux Guerres Médiques" - 9a. edição - Paris, 1881, t. 1, pgs. 55 a 91; - Em "Les Origines de l'Histoire", 2a. edição, Paris - 1880, t. I, pgs. 382-411, de Fr. Lenormant, vamos encontrar narrações de dilúvios existentes nos livros históricos da China, sob o reinado de Yao e a legenda de Bitchica entre os Muyscas da América Meridional. Bem forte razão tem Will Durant, quando em sua "História da Civilização", declara que poucas são as montanhas da Ásia que não foram o ancoradouro de algum Noé ou de algum Samas Napustin.
Noé e sua missão E abençoou a Noé e a seus filhos, e disse-lhes: Frutificai e multiplicaivos, e enchei a Terra. E será o vosso temor e o vosso pavor sobre todo o animal da Terra, e sobre toda a ave do Céu; tudo o que se move sobre a terra e todos os peixes do mar, na vossa mão são entregues. Tudo quanto se move, que é vivente, será para o vosso mantimento, tudo vos tenho dado com a erva verde.” A carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue não comereis. E certamente requererei o vosso sangue, o sangue das vossas vidas: da mão de todo o animal requererei; como também da mão do homem, e da mão do irmão de cada um requererei a vida do homem. Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado; porque Deus fez o homem conforme a sua imagem. (Gên. IX, 1 a 6)
Antes dos versículos citados, um nos diz que Noé ergueu um altar ao Senhor e tomando de todo o animal limpo, e de toda a ave limpa os ofereceu em holocausto; e diz mais, que Deus cheirou o suave cheiro e em sinal de agrado, assim se expressou: Não tornarei mais a amaldiçoar a Terra por causa do homem, porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice; nem tornarei a ferir todo o vivente, como fiz. E enquanto a Terra durar, sementeira e saga, frio e calor, verão e inverno, dia e noite, não cessarão. Este Deus, pelo seu proceder e pelo seu constante arrependimento, é o mais versátil de todos os seres. De vez em quando ele tropeça em erros cometidos, e acusado pela voz da consciência faz uma declaração pública, e promete não mais cometer tais erros.
Um homem esclarecido, lendo esses dois versículos da Bíblia e procurando, no Levítico, quais os animais puros, e conhecendo que estes são todos aqueles que têm unhas fendidas e a fenda das unhas dividida em duas, e que remóem, e mais, que em matéria de aves, são as que não foram proibidas por Moisés e que dos répteis que se podem comer são os que voam, que andam sobre quatro pés, etc., certamente concluirá que há um exagêro grande demais para ser aceito. Se a Bíblia nos dissesse que o patriarca Noé ofereceu no altar improvisado, um boi, uma ovelha, uma galinha e mais alguns animais, não teriamos o direito de duvidar, muito embora, desfalcasse ele os casais que Jeová ordenou fossem conservados para a perpetuidade da espécie. Mas, da forma pela qual nos conta o Gênesis, não há quem possa engulir pílula tão indigesta.
Vejamos, mais uma vez, o quanto é humano o Deus de Moisés: Este é o sinal do concerto que ponho entre mim e vós, e entre toda a alma vivente, que está convosco, por gerações eternas: 0 meu arco tenho posto nas nuvens, este será por sinal do concerto entre mim e a Terra. E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a Terra, aparecerá o arco nas nuvens. E então me lembrarei de meu concerto, que está entre mim e vós, e ainda toda a alma vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio, para destruir toda a carne. E estará o arco nas nuvens, e o verei, para me lembrar do concerto eterno entre Deus e toda a alma vivente de toda a carne, que está sobre a Terra. (Gên. IX, 12 a 16) Há homens na Terra que para cumprirem os seus compromissos não precisam de sinal algum que os venham lembrar, além da memória que Deus lhes deu.
Pois bem, Jeová de Moisés era tão esquecido, que, para lembrar-se do compromisso assumido com ele e com os demais animais viventes, necessitava do arco-iris, para não faltar ao prometido. E tudo isso, segundo Moisés, foi ditado pelo próprio Deus. Será possível que havendo raciocínio neste mundo, ainda haja quem aceite esta história de mil e uma noites? A história do dilúvio, diz Taxil, se completa com dois episódios interessantes: a embriagues de Noé, e a torre de Babel. Noé que era lavrador foi o primeiro que plantou a vinha. Ora, tendo tomado do vinho, se embriagou e se estendeu nu em sua tenda. E Cão, pai de Canaan, tendo visto a nudez de seu pai, saiu e deu conhecimento disto a seus dois irmãos. Então, Sem e Jafé tomaram um manto e marchando de costas, cobriram o sexo de seu pai e não olhando para trás, não viram suas vistas nudez de seu pai. (Gên. IX, 20 a 23).
Assim, Sem e Jafé se conduziram respeitosamente, como bons filhos, apiedados, que se sentiram na nudez de seu progenitor, enquanto Cão agiu de modo contrário, embora não saibamos que grande mal havia naquilo. Mas uma maldição não podia tardar; ides ver quem a recebeu. E tendo Noé despertado, soube que seu filho menor lhe fizera e disse maldito seja Canaan; servo dos servos seja a seus irmãos. Bendito seja o Senhor Deus de Sem, e seja-lhe Canaan por servo. Alargue Deus a Jafé e habite nas tendas, e seja-lhe Canaan por servo. (Gên. IX, 24 a 27) Eis, como foi amaldiçoado o jovem Canaan, que não havia zombado de seu avô. Não é admissível acreditar que mal terminasse Noé de cozinhar a sua bebedeira, pronunciasse sua sentença; e esta sentença injusta foi integralmente confirmada por Jeová. As expressões: "Bendito seja o Senhor Deus de Sem..." nos dá a entender que outros eram os deuses de seus outros filhos. O que não se daria se a exclamação fosse: "Bendito seja Deus que abençoará Sem, etc.".
Os teólogos estão acordes em reconhecer que Noé concedeu a Ásia a Sem, a Europa a Jafé e a África a Cão. Canaan e Cão se tornaram negros, e ele e sua raça foram desdenhados. Como seria possível que os filhos de Noé gerados do mesmo pai e da mesma mãe se tornassem os chefes de três raças diferentes, raças a que pertenceram e a que legaram as características que elas possuem? Perderiamos o nosso tempo se nos dispusessemos a decifrar tais charadas. É necessário, então, aceitar que Sem descende da raça asiática de pele amarela; Jafé da raça branca ou européia e Cão e Canaan, da raça negra ou africana. Mas, e os peles-vermelhas da América, de quem descendem? O Espírito Santo se esqueceu naturalmente de dizê-lo ao escrivão da Bíblia, ou a raça cor de cobre não teve pai. Milagre e mistério!... Mas é que naquele tempo não se conheciam os peles vermelhas para que se pudesse inventar um novo filho para Noé.
Há lendas de outros povos que não podem deixar de figurar neste livro, porque demonstram como os autores do "Pentateuco", a começar pelo grande sacerdote Hilquias e seguindo a daqueles que meteram a mão na confecção dos livros atribuidos a Moisés, tornando-os cada vez mais embaraçosos e contraditórios, eram hábeis compiladores. Todos sabem que as doutrinas antigas, quase sem exceção, eram conservadas e ensinadas no interior dos santuários. Não é de admirar, pois, que a religião hebraica que, como as demais, não podia se bastar a si mesma, fosse beber em fontes mais antigas, as suas lendas. Como o Noé da Bíblia, o Noé dos brâhmanes, Satyaurata, teve três filhos. Depois de sua saída do barco salvador, ele bebeu uma espécie de licor de arroz, embriagou-se e adormeceu desnudo. Seu filho Charma o viu neste estado e chamou rindo seus irmãos. Os dois outros filhos em vez de zombarem de seu pai, antes o cobriram com seus vestidos.
Satyaurata despertando, e sabendo do que se havia passado, amaldiçoou Charma e lhe disse: "Tu serás o servidor dos servidores de teus irmãos". Não há para onde apelar. Se a India, e ninguém ousará afirmar o contrário, é uma civilização muito mais antiga que a hebraica, se seus livros existem muito antes daqueles atribuidos a Moisés, é lógico que os autores do "Pentateuco" fossem buscar essa lenda de Noé entre os hindus. Mais uma vez fica patenteado que a Bíblia nada possui de original.
*** Não pretendemos encerrar este capítulo sem que lhe acrescentemos mais algumas considerações que reputamos importantes. Com relação ao arco-iris há qualquer coisa que nos causa espécie. Procuremos aclará-la. O texto sagrado não diz: "Meu arco que está nas nuvens será doravante o sinal de meu pacto", mas "Eu porei meu arco nas nuvens", o que nos faz supor que antes não havia arco-iris. Foi isto que fez pensar que antes do dilúvio universal não havia chovido, pois o arco-iris é formado pelas refrações e reflexões dos raios do Sol nas gotas de chuva. É claro, assim, que a Bíblia não nos foi dada para nos ensinar Física. "Noé não passou por ser o inventor da vinha entre os judeus; pois, entre todas as outras nações se admite que foi Bak ou Bacchus o primeiro que ensinou a arte de fazer vinho. É surpreendente que Noé, o restaurador do gênero humano, seja ignorado de toda a Terra; mas ainda é mais estranho que Adão tenha sido mais
ignorado que Noé.” [ ] Voltaire, depois da citação acima, nos apresenta o filósofo Philon e sua opinião a respeito da invenção do vinho. Eis como este judeu de tradição já bem antiga fala na narrativa que fez de sua deputação junto a Caio Calígula: Bacchus le premier planta la vigne, et en tira une Iiqueur si utile et si agreáble au
corps et à l'esprit, qu'elle leur fait oublier leurs peines, les réjouit, et les fortifie. [ ] Bacchus foi o primeiro a plantar a vinha e dela extraiu um licor muito útil e agradável ao corpo e ao espírito, pois ele faz esquecer as tristezas, reconforta e fortifica. Como é possível que Philon, tão arraigado a sua seita não reconhecesse Noé como inventor do vinho? Outra coisa que causa espécie aos comentadores é o fato de Jeová não haver feito um pacto, apenas, com os homens, mas, também, com os animais. É opinião geral que estes tinham raciocínio como nós, o que ainda não foi contestado. Ora, como conceber que um Deus fosse capaz de assumir um compromisso com leões, tigres, elefantes, asnos, ao mesmo tempo em que com os homens? Um autor alemão escreveu, segundo Voltaire, que se tratava de um pacto de família. Eis porque no "Levítico" se punia igualmente os animais e os homens que juntos cometessem o pecado abominável da carne. Era proibido aos animais trabalhar no sábado.
O "Eclesiaste" diz: "que os homens são semelhantes aos animais, que aqueles nada têm a mais que estes". Jonas em Ninive fazia jejuar animais e homens. Sem, Cão e Jafé são representados como havendo reinado na Europa, na Ásia e na África; pois Eusébio disse que Noé, por seu testamento, deu toda a Terra a seus três filhos: a Ásia a Sem, a África a Cão, e a Europa a Jafé. Ora, pensando bem, não é amaldiçoar Cão, dar-lhe a terceira parte do mundo. Não é possível conciliar a maldição com uma bênção tão prodigiosa. É difícil compreender, como os três filhos de Noé deixaram seu pai, que se embriagou provavelmente na Armênia, para reinar em partes do mundo onde não havia ninguém. Antes de ser possível reinar sobre um povo, é preciso que este povo exista. "Por estes foram repartidas as ilhas das nações nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações".
(X. 5) Por esta transcrição, que não foi inventada, fica demonstrado que os descendentes de Noé falavam cada um, uma língua diferente, o que, de qualquer forma, vem contradizer a história da Torre de Babel, quando Deus confundiu as línguas que eram "uma só na face da Terra". Estas obscuridades existem em cada página da Bíblia e não podem ser clareadas senão por uma fé cega e incondicional que mate no homem todo o poder de raciocínio. Como se pode compreender que todos os homens falassem uma mesma língua, quando é o próprio autor que nos diz que cada povo tinha a sua língua diferente? Como é possível haverem surgido depois do dilúvio universal tantos povos? O espírito humano não achará nunca solução para estas dificuldades; terá forçosamente que aceitar o milagre. Muito poderiamos acrescentar a esta história de Noé; mas vamos dar uma trégua ao leitor.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.