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Capítulo 8 de 57

Parte 5 de 54

A História do Espiritismo · Arthur Conan Doyle

Fizeramlhe as piores acusações, que ele recorda com um sorriso de tolerância. Dá uma informação completa de seus dois primeiros casamentos, tão originais quanto tudo o mais a seu respeito, mas que apenas depõem em seu favor. Desde a data em que termina “A Vara Mágica”, parece que levou a mesma vida, alternando leitura e escrita, conquistando cada vez mais prosélitos, até que morreu em 1910, na idade de oitenta e quatro anos. Passou os últimos anos de sua vida como diretor de uma pequena livraria em Boston. O fato de a sua “Filosofia Harmônica” ter tido umas quarenta edições nos Estados Unidos constitui uma prova de que a semente que lançou com tanta constância não caiu em terreno sáfaro.

Para nós o que é importante é o papel representado por Davis no começo da revelação espírita. Ele começou a preparar o terreno, antes que se iniciasse a revelação. Estava claramente fadado a associar-se intimamente com ela, de vez que conhecia a demonstração de Hydesville, desde o dia em que ocorreu. De suas notas tomamos a passagem seguinte, que traz a data significativa de 31 de março de 1848: “Esta madrugada um sopro quente passou pela minha face e ouvi uma voz, suave e forte, dizer: ‘Irmão, um bom trabalho foi começado — olha! surgiu uma demonstração viva’. Fiquei pensando o que queria dizer semelhante mensagem.” Era o começo do enorme movimento do qual participaria como profeta.

Suas próprias forças, do lado mental, eram supranormais, do mesmo modo que as físicas o são do lado material. Elas se completam. Era, até o extremo de sua capacidade, a alma do movimento, e o único cérebro que tinha uma visão clara da mensagem, anunciada de maneira tão nova como estranha. Nenhum homem poderia receber aquela mensagem por inteiro, porque é infinita e cada vez se ergue mais alto, à medida que tomamos contacto com seres mais elevados. Mas Davis a interpretou tão bem para os seus dias e para a sua geração que, mesmo agora, muito pouco pode ser adicionado às suas concepções.

Tinha ido além de Swedenborg, embora não possuísse o equipamento mental deste, para abarcar os seus resultados. Swedenborg havia visto o céu e o inferno, tal como Davis os vira e descrevera minuciosamente. Entretanto Swedenborg não teve uma visão clara da posição dos mortos e da verdadeira natureza do mundo dos Espíritos, com a possibilidade de retorno, como foi revelado ao vidente americano. Tal conhecimento veio lentamente a Davis. Suas estranhas entrevistas com o que chamava de “Espíritos materializados” eram coisas excepcionais, das quais tirou conclusões importantes.

Só mais tarde é que tomou contacto com os atuais fenômenos espíritas, cuja significação completa era capaz de ver. Esse contacto não foi estabelecido em Rochester, mas em Stratford, no Connecticut, onde Davis foi testemunha dos fenômenos do Poltergeist, produzidos em casa de um clérigo, o Doutor Phelps, no começo de 1850. O seu estudo conduziu-o a escrever um panfleto — “Filosofia do Comércio com os Espíritos”. Mais tarde desenvolvido num livro que encerra muita coisa que o mundo ainda não aprendeu. Algumas destas coisas, na sua sábia redução, devem ser recomendadas a alguns espíritas.

“O Espiritismo é útil como uma vívida demonstração da existência futura”, diz ele. “Os Espíritos me ajudaram muitas vezes, mas nem controlam a minha pessoa, nem a minha razão. Bondosamente podem realizar — e realizam coisas para os que vivem na Terra. Mas os benefícios só serão garantidos com a condição de que lhes permitamos tornar-se nossos mestres e não nossos donos — que os aceitemos como companheiros, mas não como deuses a quem devamos adorar”. Sábias palavras — é uma moderna verificação da observação vital de São Paulo, de que o profeta não se deve sujeitar aos seus próprios dons.

Para explicar adequadamente a vida de Davis, há que ascender às condições supranormais. Mesmo assim, entretanto, há explicações alternadas, se forem considerados os seguintes fatos inegáveis: 1. que ele proclama ter visto e ouvido a forma materializada de Swedenborg, antes que soubesse algo de seus ensinos; 2. que alguma coisa possuía esse jovem ignorante, que lhe deu muita sabedoria; 3. que essa sabedoria cobriu os mesmos amplos e universais domínios que eram característicos de Swedenborg; 4. mas representavam um passo à frente, de vez que adicionavam aquele conhecimento do poder do Espírito, que Swedenborg deve ter atingido após a sua morte. Considerando estes quatro pontos, então, não será admissível que Davis fosse controlado pelo Espírito de Swedenborg? Bom seria que a estimável, mas estreita e limitada Nova Igreja tomasse essas possibilidades em consideração. Se, porém, Davis ficar só, ou se for o reflexo de alguém maior que ele, resta o fato de que era um milagre, o inspirado, o culto, o deseducado apóstolo da nova revelação.

Sua influência foi tão permanente que o conhecido artista e crítico Mr. E. Wake Cook, em seu notável livro “Regress&o em Arte” classifica os ensinos de Davis como uma influência moderna que poderia reorganizar o mundo. Davis deixou uma profunda marca no Espiritismo. “Terra do Verso”, por exemplo, como denominação para o moderno Paraíso e todo o sistema de Liceus, com a sua engenhosa organização, é de sua invenção.

Conforme a observação de Mr. Baseden Butt, “Mesmo agora é difícil, 2 senão impossível, avaliar todo o alcance de sua influência.” 2 Occult Review, Fevereiro 1925.

O Episódio de Hydesville cabamos de expor as várias manifestações, desconexas e irregulares, da força psíquica, nos casos que se apresentaram, e chegamos, por fim, ao episódio particular que, realmente, se achava em nível inferior ao dos A anteriores, mas ocorrido em presença de pessoas práticas, que encontraram meios de o explorar completamente e de introduzir raciocínio e sistema naquilo que havia sido mero objeto de admiração sem propósito. É verdade que as circunstâncias eram mesquinhas, os atores humildes, o lugar remoto, a comunicação sórdida, de vez que obediente a um motivo tão baixo quanto a vingança. É verdade que, na vida diária deste mundo, se quisermos verificar se um fio telegráfico está funcionando, examinaremos se uma mensagem passa por ele; mas a elevação ou a baixeza dessa mensagem será de consideração de segunda ordem. Diz-se que a primeira mensagem que foi transmitida pelo cabo submarino era uma trivialidade, uma pergunta feita pelo engenheiro inspetor. Não obstante, desde então o empregam reis e presidentes.

É assim que o humilde Espírito do mascate assassinado de Hydesville pode ter aberto uma passagem, através da qual se precipitaram os anjos. Há bens e maus e inumeráveis intermediários no Outro Lado, como do lado de cá do véu. A companhia que atraímos depende de nós mesmos e de nossos próprios motivos. Hydesville é um vilarejo típico do Estado de Nova Iorque, com uma população primitiva, certamente semi-educada, mas, provàvelmente, como os demais pequenos centros de vida americanos, mais livres de preconceitos e mais receptivos das novas ideias do que qualquer outro povo da época. Aquela povoação, situada a cerca de vinte milhas da nascente cidade de Rochester, consistia de um grupo de casas de madeira, de tipo muito humilde.

Foi numa dessas casas, residência que não satisfaria as exigências de um inspetor de conselho distrital britânico, que se iniciou o desenvolvimento que, atualmente, na opinião de muitos, é a coisa mais importante que deu a América para o bem-estar do mundo. Era habitada por uma honesta família de fazendeiros, de nome Fox — um nome que, por curiosa coincidência, tinha sido registrado na história religiosa como o do apóstolo dos shakers. Além de pai e mãe, de religião metodista, havia duas filhas morando na casa ao tempo em que as manifestações atingiram tal ponto de intensidade que atrairam a atenção geral. Eram as filhas: Margaret, de catorze anos e Kate, de onze. Havia vários outros filhos e filhas, que não residiam aí, uma das quais, Leah, que ensinava música em Rochester, deve ser citada nesta narrativa.

A casinha já gozava de má reputação. Os fatos tinham sido coligidos e logo depois publicados. Parece que se ligam tanto a essas informações quanto é possível. À vista da extrema importância de tudo quanto se liga ao assunto, alguns extratos de tais informações devem ser incertos; mas para evitar um desvio da narrativa, a informação sobre este ponto foi relegada para o Apêndice. Assim, passaremos imediatamente ao tempo da residência da família Fox, que alugou a casa a 11 de dezembro de 1847.

Só no ano seguinte foi que os ruídos notados pelos antigos inquilinos voltaram a ser ouvidos. Consistiam de ruidos de arranhadura. Tais ruídos pareceriam sons pouco naturais para serem produzidos por visitantes de fora, se quisessem advertir-nos de sua presença à porta da vida humana e desejassem que essa porta lhes fosse aberta. Exatamente esses arranhões (todos desconhecidos desses fazendeiros iletrados), tinham ocorrido na Inglaterra em 1661, em casa de 3 Mrs. Mompesson, em Tedworth.

Esses arranhões também são registrados por Melancthon, como tendo sido verificados em Opáginasenheim, na Alemanha, em 1520. Também foram ouvidos em Epworth Vicarage, em 1716. Aqui o foram uma vez mais e, por fim, tiveram a sorte de ver a porta abrir-se. Parece que esses ruídos não incomodaram a família Fox até meados de março de 1848. Dessa data em diante cresceram continuamente de intensidade.

Às vezes eram simples batidas; outras vezes soavam como o arrastar de móveis. As meninas ficavam tão alarmadas que se recusavam a dormir separadas e iam para o quarto dos pais. Tão vibrantes eram os sons que as camas tremiam e se moviam. Foram feitas todas as investigações possíveis: o marido esperava de um lado da porta e a mulher do outro, mas os arranhões ainda continuavam. Logo se espalhou que a luz do dia era inimiga dos fenômenos, o que reforçou a ideia de fraude; mas toda solução possível foi experimentada e falhou.

Finalmente, na noite de 31 de março houve uma irrupção de inexplicáveis sons muito altos e continuados. Foi nessa noite que um dos grandes pontos da evolução psíquica foi alcançado, desde que foi nessa noite que a jovem Kate Fox desafiou a força invisível a repetir as batidas que ela dava com os dedos. Aquele quarto rústico, com aquela gente ansiosa, expectante, em mangas de camisa, com os rostos alterados, num círculo iluminado por velas e suas grandes sombras se projetando nos cantos, bem podia ser assunto para um grande quadro histórico. Procure-se por todos os palácios e chancelarias de 1848: onde será encontrada uma sala que se tenha notabilizado na história como aquele pequeno quarto de uma cabana? Conquanto o desafio da mocinha tivesse sido feito em palavras brandas, foi imediatamente respondido.

Cada pedido era respondido por um golpe. Pôsto que humildes os operadores de ambos os lados, a telegrafia espiritual estava funcionando. Deixavam à paciência e à dedicação da raça humana determinar as alturas do emprego que dela faria no futuro. Havia muitas forças inexplicadas no mundo; mas aqui estava uma força que pretendia ter às suas costas uma inteligência independente. Isto era a suprema significação de um novo ponto de partida.

Mrs. Fox ficou admirada daquele resultado e da posterior descoberta de que aquela força, ao que parecia, era capaz de ver e ouvir, pois quando Kate dobrava o dedo sem barulho, o arranhão respondia. A mãe fez uma série de perguntas, cujas respostas, dadas em números, mostravam maior conhecimento de seus próprios negócios do que ela mesma o possuía, pois os arranhões insistiam em que ela tinha tido sete filhos, enquanto ela protestava que só tinha tido seis, até que veio à sua 3 “Saducismus Triumphatus”, pelo Reverendo Joseph Glanvil. mente um que havia morrido em tenra idade. Uma vizinha, Mrs. Redfield, foi chamada e sua distração se transformou em maravilha e, por fim, pavor, quando teve respostas corretas a questões íntimas.

À medida que se espalhavam as notícias dessas maravilhas, os vizinhos chegavam em bandos, um dos quais levou as duas meninas, enquanto Mrs. Fox foi passar a noite em casa de Mrs. Redfield. Em sua ausência os fenômenos continuaram exatamente como antes, o que afasta de uma vez por todas aquelas hipóteses de estalos de dedos e de deslocamentos de joelhos, tão frequentemente admitidas por pessoas ignorantes da verdade dos fatos. Tendo-se formado uma espécie de comissão de investigação, aquela gente, na maliciosa feição ianque, levou parte da noite de 31 de março num jogo de perguntas e respostas com a inteligência invisível.

Conforme sua própria declaração, ele era um Espírito; tinha sido assassinado naquela casa; indicou o nome do antigo inquilino que o matara; tinha então — há cinco anos passados — trinta e um anos de idade; fora assassinado por causa de dinheiro; tinha sido enterrado numa adega, a dez pés de profundidade. Descendo à adega, golpes pesados e brutais soaram, aparentemente vindos de dentro da terra, enquanto o investigador estava no meio da peça. Não houve sons em outras ocasiões. Aquele era, pois, o lugar da sepultura! Foi um vizinho, chamado Duesler, quem, pela primeira vez, usou o alfabeto para obter respostas por meio de arranhões nas letras.

Assim foi obtido o nome do morto — Charles B. Rosma. A ideia de coordenar as mensagens só se desenvolveu quatro meses mais tarde, quando Isaac Post, um quaker de Rochester, tomou a direção. Em poucas palavras, estes foram os acontecimentos de 31 de março, que se continuaram e se confirmaram na noite seguinte, quando não menos de duzentas pessoas se haviam reunido em volta da casa. No dia 2 de abril foi constatado que os arranhões tanto se produziam de dia quanto de noite.

Eis a sinopse dos acontecimentos da noite de 31 de março de 1848, à pequena raiz da qual se desenvolveu uma árvore tão grande. E como este volume pode ser chamado um monumento em sua memória, parece adequado que a história seja contada nas mesmas palavras das duas primeiras testemunhas adultas. Suas declarações foram feitas quatro dias após a ocorrência, e fazem parte daquela peça admirável de pesquisa psíquica, escrita pela comissão local, que será descrita e comentada posteriormente. Eis o depoimento de Mrs. Fox: “Na noite da primeira perturbação, todos nos levantamos, acendemos uma vela e procuramos pela casa inteira, enquanto o barulho continuava e era ouvido quase que no mesmo lugar.

Conquanto não muito alto, produzia um certo movimento nas camas e cadeiras a ponto de notarmos quando deitadas. Era um movimento em trêmulo, mais que um abalo súbito. Podíamos perceber o abalo quando de pé no solo. Nessa noite continuou até que dormimos. Eu não dormi até quase meia-noite.

Os rumores eram ouvidos por quase toda a casa. Meu marido ficou à espera, fora da porta, enquanto eu me achava do lado de dentro, e as batidas vieram da porta que estava entre nós. Ouvimos passos na copa, e descendo a escada; não podíamos repousar, então conclui que a casa deveria estar assombrada por um Espírito infeliz e sem repouso. Muitas vezes tinha ouvido falar desses casos, mas nunca tinha testemunhado qualquer coisa no gênero, que não levasse para o mesmo terreno. “Na noite de sexta-feira, 31 de março de 1848, resolvemos ir para a cama um pouco mais cedo e não nos deixamos perturbar pelos barulhos: íamos ter uma noite de repouso. “Meu maridoaqui estava em todas as ocasiões, ouviu os ruídos e ajudou a pesquisa.

Naquela noite fomos cedo para a cama — apenas escurecera. Achava-me tão quebrada e falta de repouso que quase me sentia doente. Meu marido não tinha ido para a cama quando ouvimos o primeiro ruído naquela noite. Eu apenas me havia deitado. A coisa começou como de costume.

Eu o distinguia de quaisquer outros ruídos jamais ouvidos. As meninas, que dormiam em outra cama no quarto, ouviram as batidas e procuraram fazer ruídos semelhantes, estalando os dedos. “Minha filha menor, Kate, disse, batendo palmas: ‘Senhor Pérocluido, faça o que eu faço’. Imediatamente seguiu-se o som, com o mesmo número de palmadas. Quando ela parou, o som logo parou.

Então Margareth disse brincando: ‘Agora faça exatamente como eu. Conte um, dois, três, quatro’ e bateu palmas. Então os ruídos se produziram como antes. Ela teve mêdo de repetir o ensaio. Então Kate disse, na sua simplicidade infantil: ‘Oh! mamãe!

Eu já sei o que é. Amanhã é primeiro de abril e alguém quer nos pregar uma mentira’. “Então pensei em fazer um teste de que ninguém seria capaz de responder. Pedi que fossem indicadas as idades de meus filhos, sucessivamente. Instantâneamente foi dada a exata idade de cada um, fazendo uma pausa de um para o outro, a fim de os separar até o sétimo, depois do que se fez uma pausa maior e três batidas mais fortes foram dadas, correspondendo à idade do menor, que havia morrido.

“Então perguntei: ‘É um ser humano que me responde tão corretamente?’ Não houve resposta. Perguntei: ‘É um Espírito? Se for dê duas batidas.’ Duas batidas foram ouvidas assim que fiz o pedido. Então eu disse: ‘Se foi um Espírito assassinado dê duas batidas’. Estas foram dadas instantaneamente, produzindo um tremor na casa.

Perguntei: ‘Foi assassinado nesta casa?’ A resposta foi como a precedente. ‘A pessoa que o assassinou ainda vive?’ Resposta idêntica, por duas batidas. Pelo mesmo processo verifiquei que fora um homem que o assassinara nesta casa e os seus despojos enterrados na adega; que a sua família era constituída de esposa e cinco filhos, dois rapazes e três meninas, todos vivos ao tempo de sua morte, mas que depois a esposa morrera. Então perguntei: ‘Continuará a bater se chamar os vizinhos para que também escutem?’ A resposta afirmativa foi alta. “Meu marido foi chamar Mrs. Redfield, nossa vizinha mais próxima.

É uma senhora muito delicada. As meninas estavam sentadas na cama, unidas uma à outra e tremendo de mêdo. Penso que estava tão calma como estou agora. Mrs. Red.

Field veio imediatamente seriam cerca de sete e meia pensando que faria rir às meninas. Mas quando as viu pálidas de terror e quase sem fala, admirou-se e pensou que havia algo mais sério do que esperava. Fiz algumas perguntas por ela e as respostas foram como antes. Deram-lhe a idade exata. Então ela chamou o marido e as mesmas perguntas foram feitas e respondidas.

Então, Mrs. Redfield chamou Mr. Duesler e a esposa e várias outras pessoas. Depois, Mr. Duesler chamou o casal Hyde e o casal Jewell.

Mr. Duesler fez muitas perguntas e obteve as respostas. Em seguida, indiquei vários vizinhos nos quais pude pensar, e perguntei se havia sido morto por algum deles, mas não tive resposta. Após isso, Mr. Duesler fez perguntas e obteve as respostas: Perguntou: ‘Foi assassinado?’ Resposta afirmativa. ‘Seu assassino pode ser levado ao tribunal?’ Nenhuma resposta. ‘Pode ser punido pela lei?’ Nenhuma resposta.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.