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Capítulo 15 de 57
Parte 12 de 54
A História do Espiritismo · Arthur Conan Doyle
Esse corpo científico berrou contra o Professor Hare, quando àquele se dirigiu, e estabeleceu que o assunto era indigno de sua atenção. Entretanto os Espíritos registraram que aquela sociedade, na mesmíssima sessão, teve um animado debate para saber por que os galos cantavam entre meia-noite e uma da manhã e que, finalmente, haviam chegado à conclusão de que, especialmente naquela hora, passa pela Terra uma onda de eletricidade, na direção norte-sul, e que as aves, despertas de seu sono e “tendo uma natural disposição para cantar”, registram o acontecimento dessa maneira. Ainda não se havia aprendido — e dificilmente terá sido aprendido — que um homem, ou uma sociedade, podem ser muito sábios em assuntos de sua especialidade e, entretanto, mostrar uma extraordinária falta de senso comum ao defrontarem uma nova proposição, que requer um completo reajustamento de ideias. A ciência inglesa e, na verdade, a ciência do mundo inteiro, mostrou a mesma intolerância e falta de elasticidade que marcou aqueles primeiros dias na América. Esses dias foram tão bem descritos por Mrs.
Harding Britten, a qual nêles desempenhou importante papel, que todos os interessados podem acompanhá-los em suas páginas. Algumas notas relativamente a Mrs. Britten podem adequadamente ser aí introduzidas, de vez que nenhuma história do Espiritismo seria completa sem referências a essa notável senhora, que foi chamada o São Paulo feminino do movimento espírita. Era ela uma pequena inglesa que tinha ido para Nova Iorque com uma emprêsa de teatro e tinha permanecido na América com sua mãe. Sendo estritamente evangélica, repelia fortemente aquilo que considerava um ponto de vista ortodoxo dos Espíritas e fugiu horrorizada de sua primeira sessão.
Depois, em 1856, foi novamente posta em contacto com o assunto e teve provas cuja veracidade lhe foi impossível pôr em dúvida. Logo descobriu que era, também ela, um poderoso médium; e um dos melhores documentados e dos mais sensacionais casos no início do movimento foi aquele no qual ela recebeu a informação de que o navio “Pacific” tinha naufragado no Atlântico médio, perecendo todos os passageiros, e foi perseguida pela companhia proprietária do navio, por haver repetido o que lhe havia dito o Espírito de uma das vítimas da catástrofe. Verificou-se que a informação era exata e o navio jamais foi encontrado. Mrs. Emma Hardinge — que, por um segundo casamento, tornou-se Mrs.
Hardinge Britten trouxe todo o seu temperamento entusiástico para o novo movimento e deixou nele um rastro ainda visível. Foi uma propagandista ideal, pois reunia todos os dons. Era uma médium forte, oradora, escritora, pensadora equilibrada e trabalhadora infatigável. Ano após ano viajou de leste a oeste e de norte a sul dos Estados Unidos, proclamando a nova doutrina em meio a muita oposição, dado o seu caráter de militante e antiprotestante de seus pontos de vista, que confessava receber diretamente de seus guias espirituais. Entretanto, como esses pontos de vista eram que a moral das Igrejas estava demasiadamente relaxada e que se aspiravam mais altos padrões, não é de supor que o fundador do Cristianismo fosse atingido por sua crítica.
Essas opiniões de Mrs. Hardinge Britten diziam mais com o largo ponto de vista unitário dos corpos espiritualistas oficiais, que ainda existem, do que com qualquer outra causa. Em 1866 voltou ela para a Inglaterra, onde trabalhou infatigàvelmente, produzindo as suas ideias duas grandes obras “Modern Americctn Spiritualism” e, mais tarde, “Nineteenth Century Miracles”, ambas demonstrando interessante e volumosa pesquisa unida a um raciocínio claro e lógico. Em 1870 casou-se com o Doutor Britten, tão forte espírita quanto ela. Parece que foi uma união realmente feliz.
Em 1878 foram à Austrália e Nova Zelândia, como missionários do Espiritismo, aí demorando muitos anos, fundando várias igrejas e sociedades, que o autor encontrou ainda de pé, quando, quarenta anos mais tarde, visitou os Antípodas com o mesmo objetivo. Quando na Austrália, escreveu ela “Faiths, Facts and Frauds 22 of Religions History” , livro que ainda exerce muita influência. Houve então, indubitàvelmente, estreita conexão entre o movimento do livre pensamento e a nova revelação espírita. O Hon. Robert Stout, Procurador Geral da Nova Zelândia, era, ao mesmo tempo, Presidente da Associação dos Livre Pensadores e Espiritista ardente.
Entretanto, agora se compreende mais claramente que as manifestações espíritas e seu ensino são demasiadamente largos, para se ajustarem a qualquer sistema, negativo ou positivo, e que é possível a um Espiritista professar qualquer credo, enquanto tiver o respeito essencial ao invisível e desprendimento por aqueles que o cercam. Entre outros monumentos de sua energia, Mrs. Hardinge Britten fundou 23 “The Two Worlds” de Manchester, que ainda, tem tão grande circulação quanto qualquer jornal espírita no mundo. Transpôs os umbrais em 1889, tendo deixado suas pegadas indeléveis sobre a vida religiosa de três continentes. Essa digressão sobre os primeiros dias do progresso na América foi longa mas necessária.
Aqueles 22 “Fé, Fatos e Fraudes da História Religiosa” — N. do T. 23 “Os dois mundos” – N. do T. primeiros dias foram marcados por grande entusiasmo, muito sucesso, mas, também, por considerável perseguição. Todos os dirigentes que tinham algo a perder, perderam-no. Diz Mrs. Hardinge: “O Juiz Edmonds era apontado nas ruas como um espírita maluco”. Ricos negociantes eram compelidos a fazer declarações, a fim de serem considerados sãos e poderem manter os seus direitos comerciais pela mais firme e determinada atitude.
Profissionais e comerciantes foram quase reduzidos á ruína e uma perseguição perseverante, originada na imprensa e mantida pelo púlpito, descarregava toda sorte de impropérios contra a causa e os seus prosélitos. Muitas das casas onde se reuniam os grupos espíritas eram perturbadas por multidões, reunidas ao cair da noite, aos urros, aos gritos, aos assovios, quando não quebrando as vidraças e procurando molestar os quietos investigadores no seu insano trabalho de ‘despertar os mortos’, como piedosamente um dos jornais denominava o ato de invocar os ‘Mistérios dos Anjos’. De lado os altos e baixos do movimento, o aparecimento de novos médiuns, a ocasional denúncia dos falsos médiuns, as comissões de inquérito — quase sempre negativas pela falta de percepção dos investigadores de que o êxito de um grupo psíquico depende das condições psíquicas de todos os seus membros — o desenvolvimento de novos fenômenos e a conversão de novos iniciados, há alguns incidentes marcantes dessa primeira fase que deve ser particularmente frisada. Notável entre estes é a mediunidade de D. D.
Home, e a dos dois rapazes de Davenport, que constituem episódios tão importantes e atraem a atenção de tal maneira e por tanto tempo que são tratados em capítulos especiais. Há, entretanto, certas mediunidades menores, que reclamam uma breve referência. Uma destas é a de Linton, o ferreiro, um homem quase analfabeto, posto que, como A. J. Davis, tivesse escrito um livro notável e, ao que parece, ditado por um Espírito. 24 Esse livro de 530 páginas, intitulado “The Healing o! the Nations” é, certamente, uma notável produção, seja qual for a sua fonte, e é óbvio que não poderia ter sido produzido normalmente por tal autor.
Está ornado de um prefácio longo, da pena do Governador Tallmadge, que mostra quanto o digno senador conhecia a antiguidade clássica. Do ponto de vista clássico e da Igreja Primitiva, poucas vezes se tem escrito melhor. Em 1857 a Universidade de Harvard mais uma vez se notabilizou pela perseguição e expulsão de um estudante, chamado Fred Willis, pela prática da mediunidade. Dir-se-ia que o Espírito de Cotton Mather e dos perseguidores das feiticeiras de Salém haviam caído em Boston, sobre aquele grande centro de saber, pois naqueles primeiros tempos estava sempre em luta com aquelas forças invisíveis, que ninguém pensa em dominar. A coisa começou por uma intempestiva ação da parte de um certo Professor Eustis, para provar que Willis fraudava, quando todas as experiências provam que era um verdadeiro sensitivo, que fugia de toda demonstração pública de sua força.
O assunto produziu grande excitação e escândalo. Este e outros casos de violência podem ser citados. Não obstante, é preciso reconhecer que a esperança de êxito de um lado, e a efervescência mental causada por tão terrível revelação do outro, arrastaram, neste período, os supostos médiuns a um tal grau de desonestidade e a tão fanáticos excessos e grotescas afirmações, que 24 “A Cura das Nações” — N. do T. comprometeram o sucesso imediato que os espíritas mais sãos e corretos podiam esperar. Uma curiosa fase de mediunidade, que atraiu muita atenção, foi a de um fazendeiro, Jonathan Koons e sua família, que viviam num distrito rural de Ohio. Os fenômenos obtidos pelos irmãos Eddy são discutidos mais amplamente no capítulo seguinte e, como os dos Koons eram no mesmo sentido, não necessitam ser tratados minuciosamente.
Os instrumentos musicais foram largamente empregados em demonstrações da força dos Espíritos, e a cabana dos Koons tornou-se célebre em todos os Estados vizinhos — tão célebre que vivia cheia de gente, posto que situada a setenta milhas da cidade mais próxima. Parece que se tratava de um verdadeiro caso de mediunidade de efeitos físicos, de natureza vulgar, como era de esperar onde o centro era um fazendeiro bronco. Muitas investigações foram feitas, mas os fatos ficaram sempre inatingidos pela crítica. Contudo, eventualmente, Koons e sua família eram conduzidos de casa, pela perseguição da gente ignorante, em cujo meio viviam. A vida rude, ao ar Livre, do fazendeiro parece especialmente adequada ao desenvolvimento da forte mediunidade de efeitos físicos.
Foi no lar de um fazendeiro americano que ela primeiro se manifestou, e os Koons em Ohio, os Eddy em Vermont, Foss em Massachusetts e muitos outros mostraram sempre a mesma força. Podemos fechar este relato dos primeiros dias com muita propriedade, citando em fato onde a intervenção dos Espíritos provou a sua importância para a história do mundo. Foi um exemplo das inspiradas mensagens que determinaram a ação de Abrahan Lincoln no momento supremo da guerra civil. Os fatos estão fora de discussão e são citados com provas corroborantes do livro de Mrs. Maynard sobre Abrahan Líncoln.
O nome de solteira de Mrs. Maynard era Nettia Colburn e ela foi a heroína da história. A moça era poderosa médium de transe e visitou Washington no inverno de 1862, para ver seu irmão que se achava no Hospital do Exército Federal. Mrs. Lincoln, esposa do Presidente, que se interessava pelo Espiritismo, fez uma sessão com Miss Colburn, ficou muito impressionada com o resultado e, no dia seguinte, mandou a carruagem buscar a médium para ver o Presidente.
Ela descreve a bondosa maneira com que o grande homem a recebeu à entrada da Casa Branca e cita o nome das pessoas presentes. Sentou-se, caiu no transe costumeiro e não se recorda de mais nada. E assim continua: “Durante mais de uma hora fizeram falar com ele e, pelos amigos, soube mais tarde que a conversa girava sobre coisas que ele parecia entender muito bem, ao passo que eles pouco entendiam, inclusive a parte relacionada com a próxima Proclamação da Emancipação. Foi-lhe ordenado com a maior solenidade e força de expressão que não modificasse os termos da sua proposição e não adiasse a sua trans formação em lei até o começo do ano; foi-lhe assegurado que isto seria o coroamento de sua administração e de sua vida; e que, enquanto ele estava sendo aconselhado por fortes elementos para adiar aquela medida, substituindo-a por outras medidas e por uma dilação, não deveria dar atenção a tais conselhos, mas firmar-se nas suas convicções e destemerosamente realizar o trabalho e cumprir a missão para a qual tinha sido elevado pela Providência.
Os presentes declararam que esqueceram a presença da jovem timida, em face da majestade de sua advertência, a força e o poder de suas linguagens e a importância da sua mensagem, que dava a impressão de que uma poderosa força espiritual masculina falava sob um comando divino.
Jamais esquecerei a cena em meu redor, quando recuperei a consciência. Achava-me de pé em frente a Mr. Lincoln, o qual se achava afundado em sua cadeira, com os braços cruzados sobre o peito, olhando-me intensamente. Recuei, naturalmente confusa com a situação — sem me lembrar de momento onde me achava; relanceei o olhar sobre o grupo no qual reinava absoluto silêncio. Durante um momento procurei recordar-me das coisas.
Um cavalheiro presente disse então, em voz baixa: ‘Senhor Presidente, notou algo de peculiar na maneira da mensagem?’ Mr. Lincoln levantou-se, como que abalado. Pousou o olhar sobre o retrato de corpo inteiro de Daniel Webster, acima do piano, e com muita ênfase, respondeu: ‘Sim, e é muito singular, muito!’ Mr. Somes disse: ‘Senhor Presidente, seria impróprio que eu perguntasse se houve qualquer pressão sobre Vossa Excelência no sentido de adiar a aplicação da Proclamação?’ Ao que o Presidente respondeu: ‘Nestas circunstâncias a pergunta tem toda propriedade, pois somos todos amigos’. E, sorrindo para o grupo, acrescentou: ‘Essa pressão abala-me os nervos e as forças’.
A essa altura os cavalheiros o rodearam falando em voz baixa, sendo Mr. Lincoln o que menos falava. Por fim ele virou-se para mim e, pondo a mão sobre minha cabeça, pronunciou as seguintes palavras que jamais esquecerei: ‘Minha filha, você possui um dom singular; e não tenho dúvidas que vem de Deus. Agradeço-lhe por ter vindo aqui esta noite. Isto é mais importante, talvez, do que a gente inimiga.
Devo deixar vocês todos agora, mas espero vê-la novamente’. Sacudiu bondosamente a mão, curvou-se ante o resto do grupo e se foi. Ficamos ainda uma hora, a conversar com Mrs. Lincoln e seus amigos e então voltei a Georgetown. Essa foi a minha primeira entrevista com Abraham Lincoln e a sua lembrança me ficou tão viva como na noite em que ela se deu.” Foi este um dos mais importantes exemplos na história do Espiritismo e também deve tê-lo sido na história dos Estados Unidos, não só porque animou o Presidente a dar um passo que levantou enormemente o moral do Exército do Norte e pôs nos homens algo do espírito de cruzada; mas uma mensagem que se seguiu apressou Lincoln a visitar os campos, o que ele fez com o melhor efeito sobre o moral das tropas.
Entretanto, em vão procurará o leitor qualquer referência nos livros de história da grande luta e da vida do Presidente a esse episódio vital. Tudo isto devido ao incorreto tratamento tanto tempo suportado pelo Espiritismo. É impossível que se os Estados Unidos apreciassem a verdade, permitissem que o culto, cujo valor ficou provado no mais sombrio momento de sua história, seja perseguido e reprimido por uma polícia ignorante e por magistrados fanáticos, na maneira agora tão comum, ou que a imprensa continue a mofar de um movimento que produziu a Joana D’Arc de seu país.
A Aurora na Inglaterra s primeiros espíritas frequentemente têm sido comparados aos primeiros cristãos e, na verdade, há muitos pontos de semelhança. Num ponto, O entretanto, os espíritas levam uma vantagem: as mulheres da antiga dispensação representaram nobremente o seu papel, vivendo como santas e morrendo como mártires; mas não aparecem como pregadoras e missionárias. A força psíquica e o conhecimento espírita, entretanto, são tão grandes num sexo quanto no outro; daí muitos dos grandes pioneiros da revelação espírita terem sido mulheres. Isto deve ser reclamado especialmente em relação a Emma Hardinge Britten, criatura cujo nome cresce à medida que o tempo passa. Contudo, houve várias outras missionárias destacadas; e a mais importante destas, do ponto de vista inglês, é Mrs.
Hayden, a primeira a trazer os novos fenômenos a estas plagas, no ano de 1852. Tínhamos dos velhos apóstolos a fé religiosa. Finalmente aqui estava um apóstolo do fato religioso. Mrs. Hayden era uma senhora notável tanto quanto excelente médium.
Era esposa de um respeitável jornalista da Nova Inglaterra, que a acompanhava em sua missão, organizada por um tal senhor Stone, o qual tinha alguma experiência das faculdades dela na América. Por ocasião de sua visita foi descrita como “moça, inteligente e, ao mesmo tempo, de maneiras simples e cándidas”. Acrescenta o seu crítico britânico: “Ele desarmava a suspeita por uma atitude de naturalidade sem afetação e muitos que vinham procurar divertir-se à sua custa eram forçados ao respeito e, até, à cordialidade pela paciência e bom humor que ela demonstrava. A invariável impressão deixada por uma entrevista com ela era que, conforme a observação de Mr. Dickens, se os fenômenos produzidos por ela fossem atribuidos a artifícios, era ela, até onde a arte poderia chegar, a mais perfeita artista, jamais apresentada ao público”.
A ignorante imprensa britânica tratou Mrs. Hayden como simples aventureira americana. Seu verdadeiro calibre mental, entretanto, pode ser avaliado pelo fato de que, alguns anos mais tarde, depois de seu regresso aos Estados Unidos, Mrs. Hayden formou-se em medicina e exerceu a profissão durante quinze anos, O Doutor James Rodes Buchanan, famoso pioneiro da psicometria, a ela se refere como “um dos mais hábeis e bem sucedidos médicos que jamais conheceu.” Foi-lhe oferecida uma cadeira de professor de medicina numa faculdade americana e ela foi empregada pela Globe Insurance Com pany, no serviço de proteção da companhia contra os prejuízos nos seguros de vida. Um dos aspectos de seu sucesso era aquilo que Buchanan descreve como o seu gênio psicométrico.
E acrescenta um único tributo ao fato de seu nome ter sido quase esquecido pela Junta de Saúde, porque, durante muitos anos, ela não deu nenhum atestado de óbito. Tudo isto, entretanto, estava acima do conhecimento dos cépticos de 1852, que não podem ser censurados por insistirem para que essas estranhas manifestações de além-túmulo fossem examinadas com o máximo rigor, antes de serem admitidas. Ninguém poderia opor-se a essa atitude da crítica. Mas o que parece estranho é que uma proposição que, se verdadeira, envolveria tão boas novas quanto a transposição das barreiras da morte e a verdadeira comunicação dos santos, provoque não uma crítica serena, conquanto rigorosa, mas uma tempestade de insultos e de abusos, inescusáveis em qualquer momento, mas principalmente quando dirigidos a uma senhora que visitava os nossos meios. Diz Mrs. Hardinge Britten que Mrs.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.