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Capítulo 23 de 57

Parte 20 de 54

A História do Espiritismo · Arthur Conan Doyle

Randall: “A falha não é dos imortais, mas nossa. Porque, conforme o pedido, assim é a entrega. Se não podemos ser alcançados de um modo, devemos e somos alcançados de outro. E a sabedoria do mundo eterno dá aos cegos aquilo que eles podem suportar e não mais. Se somos crianças intelectuais devemos alimentar-nos com sopinhas mentais, até que a nossa capacidade digestiva suporte e exija alimentação mais forte.

E, se o povo pode ser melhor convencido da imortalidade por processos grosseiros, os fins justificam os meios. A visão do braço de um espectro num auditório de três mil pessoas falará a mais corações, causará mais profunda impressão e converterá mais gente à crença no post-mortem, em dez minutos, do que todo um regimento de pregadores, por mais eloquentes que sejam, emcinco anos.” 51 “Um Mago entre os Espíritos. — N. do T.

As pesquisas de Sir William Crookes – de 1870 até o ano de 1874 s pesquisas sobre os fenômenos do Espiritismo por Sir William Crookes — ou Professor Crookes, como era então chamado — durante os anos de 1870 A a 1874 constituem um dos mais significativos incidentes na história do movimento. São notáveis devido ao elevado padrão científico do investigador, o severo e justo espírito com que o inquérito foi conduzido, os extraordinários resultados e a corajosa profissão de fé que as seguiu. A tecla favorita dos adversários foi atribuir certa fraqueza física ou crescente senilidade a cada nova testemunha da verdade psíquica, mas ninguém pode negar que essas pesquisas foram conduzidas por um homem em pleno apogeu de seu desenvolvimento mental e que a famosa carreira que se seguiu constituiu uma prova suficiente de sua estabilidade intelectual. É de notar-se que o resultado não só veio provar a integridade do médium Florence Cook, com quem foram obtidos os mais sensacionais resultados, mas também a de D. D.

Home e a de Miss Kate Fox, que foram, também, severamente controlados. Sir William Crookes, que nasceu em 1832 e morreu em 1919, era figura preeminente no mundo científico. Eleito Membro da Sociedade Real (F.R.S.) em 1863, recebeu dessa organização, em 1875, a Royal Gold Medal, por suas várias pesquisas no campo da química e da física, a Davy Medal, em 1888, e a Sír Joseph Copley Medal em 1904. Foi nomeado Cavaleiro pela Rainha Vitória em 1897 e recebeu a Ordem do Mérito em 1910. Ocupou diversas vezes a cadeira de Presidente da Royal Society, da Chemical Society, da Institution of Electrical Engineers, da British Association e da Society for Psychical Research.

Sua descoberta do novo elemento químico a que deu o nome de “Thallium”, suas invenções do radiômetro, do espintariscópio e do tubo de Crookes representam apenas uma pequena parte de sua grande pesquisa. Em 1859 fundou o Chemical News, que editou, e em 1864 tornou-se redator do Quarterley Journal of Science. No ano de 1880 a Academia de Ciências da França lhe concedeu uma medalha de ouro e um prêmio de 3.000 francos, em reconhecimento por seu importante trabalho. Confessa Crookes que iniciou as suas investigações sobre fenômenos psíquicos pensando que tudo fosse truque. Seus colegas sustentavam o mesmo ponto de vista e ficaram satisfeitos com a atitude que ele havia adotado.

Foi manifestada profunda satisfação porque a investigação ia ser conduzida por um homem tão altamente qualificado. Quase não duvidavam de que aquilo que consideravam as falsas pretensões do Espiritismo fosse desmascarado. Disse um escritor: “Se homem como Mr. Crookes trata do assunto... embreve saberemos em que acreditar.” Numa comunicação a Nature, o Doutor Balfour Stewart, mais tarde Professor, elogiou a coragem e a honestidade que levou Mr. Crookes a tomar aquela resolução.

O próprio Crookes assentou que era dever dos cientistas fazer tal investigação. E escreveu: “Tem-se lançado em rosto dos homens de ciência a sua pretensa liberdade de opinião, quando sistemàticamente se recusam a fazer uma investigação científica sobre a existência e a natureza de fatos sustentados por tantos testemunhos competentes e fidedignos, e os convidam a um exame livre, onde e quando quiserem. Por minha parte dou muito valor à pesquisa da verdade e à descoberta de qualquer fato novo na Natureza, para me insurgir contra a investigação apenas por parecer que ela se choca com as opiniões predominantes”. Foi com esse Espírito que ele iniciou a sua investigação. Contudo deveria ser verificado que, conquanto o professor Crookes fosse severo crítico dos fenômenos físicos, já tinha ele tomado contacto com os fenômenos mentais e parece que os havia aceitado.

É provável que essa simpatia espiritual o tenha ajudado na obtenção de seus notáveis resultados, porque, nunca será por demais repetido, de vez que é sempre esquecido — a pesquisa psíquica da melhor qualidade é sempre “psíquica” e depende de condições espirituais. Não é o homem teimoso e opiniático, que investiga com uma grande falta de senso de medida para coisas espirituais o que consegue resultados; mas aquele que verifica que o estrito uso da razão e da observação não é incompatível com a humildade mental e com aquela delicadeza e cortesia que produzem a harmonia e a afinidade entre o investigador e o seu sensitivo. Parece que as investigações menos materiais de Crookes começaram no verão de 1869. Em julho daquele ano fez sessões com o conhecido médium Mrs. Marshall e em dezembro com outro médium famoso, J.

J. Morse. Em julho de 1869 D. D. Home, que havia feito sessões em S.

Petersburgo, voltou a Londres com uma carta de apresentação do Professor Butlerof para o Professor Crookes. Ressalta um fato interessante do diário pessoal de Crookes, quando de sua viagem à Espanha, em dezembro de 1870, com a Expedição do Eclipse. Em data de 52 31 de dezembro, escreve ele: 53 “Não posso deixar de recordar esta data no ano passado. Nelly e eu estávamos em sessão, comunicando-nos com queridos amigos mortos e, ao soarem as doze horas, eles nos desejaram feliz Ano Novo. Sinto que agora nos olham e, como o espaço não lhes é obstáculo, penso que ao mesmo tempo olham para Nelly.

Sobre nós ambos sei que há alguém e que todos nós — Espíritos e mortais — em sua presença nos curvamos como ante um Pai e Mestre; e minha humilde prece a Ele — o Grande Deus, como O chama o Mandarim é que continue sua misericordiosa proteção sobre Nelly e sobre mim, bem como sobre nossa pequena e querida família... Possa Ele também permitir que continuemos a receber comunicações espíritas de meu irmão, que atravessou os umbrais em alto mar, a bordo de um navio, há mais de três anos”. Depois acrescenta amorosos cumprimentos de Ano Bom a sua esposa e às crianças e conclui: “E quando os anos terrenos houverem passado, possamos nós viver outros mais felizes no mundo dos Espíritos, do qual tenho tido ocasionalmente alguns reflexos.” 52 “Life of Sir William Crookes” by E. E. Fournier d’Albe, 1923. 53 Sua esposa.

— N. do T. Miss Florence Cook, com a qual Crookes realizou a sua série clássica de experiências, era uma jovem de quinze anos, de quem se dizia possuir enorme força psíquica, que tomava as raras formas de materializações completas. Parece que era uma característica de família, porque sua irmã, Miss Kate Cook, não era menos famosa. Houve algumas dissensões sobre um suposto desmascaramento, nas quais um tal Mr. Volckman tomou posição contra Miss Cook e, no propósito de se vingar, colocou-se inteiramente sob a proteção de Mrs. Crookes, declarando que seu marido podia fazer quaisquer experiências sobre os seus dons e nas condições que quisesse, nada pedindo a não ser que pudesse demonstrar o seu caráter como médium, através de exatas conclusões apresentadas ao mundo.

Felizmente ela estava tratando com um homem de inatacável honestidade intelectual. Temos tido experiências, nestes últimos tempos, com médiuns que se entregavam com reservas às investigações científicas e foram atraiçoados por investigadores que não possuíam a coragem moral de admitir aqueles resultados que teriam conduzido à aceitação pública da interpretação espírita. O Professor Crookes publicou um relatório completo de seus métodos no Querterly Journal of Science, do qual era então redator. Em sua casa em Mornington Road, um pequeno gabinete se abria para o laboratório, por uma porta com uma cortina. Miss Cook jazia em transe num divã no quarto interno; no externo, com luz reduzida, ficava Crookes com as pessoas que houvesse convidado.

No fim de um período de vinte minutos a uma hora estava completa a figura com o ectoplasma da médium. A existência dessa substância e o seu método de produção eram então desconhecidos. Pesquisas posteriores lançaram muita luz sobre o assunto, razão por que foram incorporadas no capítulo sobre o ectoplasma. Completada a operação, abria-se a cortina e entrava no laboratório uma figura feminina, geralmente tão diferente da médium quanto duas pessoas podem sê-lo. Essa aparição, que se movia, falava e agia em todos os sentidos como uma entidade independente, é conhecida pelo nome que ela própria adotou, de “Katie King”.

A explicação natural dos cépticos é que as duas mulheres realmente eram uma e mesma e que Katie era uma clara imagem de Florence. O opositor podia apoiar-se no fato de que, como observaram Crookes, Miss Marryat e outros, por vezes Katie era muito parecida com Florence. Aqui está um dos mistérios da materialização que exige mais consideração cuidadosa do que zombarias. Experimentando com Miss Besinnet, famosa médium americana, o autor destas linhas observou a mesma coisa: quando era pouca a força psíquica, o rosto começava por se assemelhar ao da médium e por fim se tornava completamente diferente. Alguns especuladores imaginaram que a forma esférica da médium, seu corpo espiritual, teria tido liberdade pelo transe e constituía a base sobre a qual as outras entidades manifestantes construiam seu próprio simulacro.

Seja como for, a coisa não foi admitida; é semelhante aos fenômenos de Voz Direta, nos quais por vezes a voz se assemelha à do médium, logo de início, tomando depois um tom inteiramente diferente, ou se dividindo em duas vozes simultâneas. Entretanto o estudioso por certo tem o direito de proclamar que Florence Cook e Katie King eram a mesma individualidade, até que provas evidentes lhe demonstrem que isto é possível. Tal prova o Professor Crookes tem muito cuidado em oferecer. Os pontos diferentes que observou entre Miss Cook e Katie são os seguintes: “A altura de Katie varia; em minha casa eu a vi quinze centímetros mais alta que Miss Cook. Na noite passada estando descalça e sem pisar na ponta dos pés, ela era doze centímetros mais alta que Miss Cook.

O pescoço de Katie estava nu; a pele era perfeitamente lisa à vista quanto ao tato, enquanto o de Miss Cook é uma grande escara que, nas mesmas condições, é distintamente visível e áspera ao tato. As orelhas de Katie não são furadas, enquanto que Miss Cook habitualmente usa brincos. A compleição de Katie é muito alva, enquanto a de Miss Cook é muito morena. Os dedos de Katie são muito mais longos do que os de Miss Cook e seu rosto também é maior. Há também marcadas diferenças nos modos e nos ademanes”.

Posteriormente, acrescenta: “Ultimamente tendo examinado muito Katie, iluminada à luz elétrica, posso acrescentar aos pontos, já mencionados, de diferenças entre ela e o seu médium, que tenho a mais absoluta certeza de que Miss Cook e Miss Katie são duas individualidades distintas, no que se refere aos corpos. Vários sinais no rosto de Miss Cook não existem no de Katie. O cabelo de Miss Cook é de um castanho tão escuro que parece negro; um cacho do cabelo de Katie, que tenho agora em minha frente, e que ela me permitiu cortasse de suas tranças exuberantes, inicialmente examinado e, para minha satisfação, verificado que cresceu, é de um rico dourado escuro. “Uma noite contei o pulso de Katie. Tinha 75 pulsações, enquanto que o de Miss Cook pouco depois marcava 90 pulsações.

Aplicando o ouvido ao peito de Katie, pude ouvir o coração a bater ritmado e pulsando mais firmemente que o de Miss Cook, quando esta me permitiu que a auscultasse depois da sessão. Examinados do mesmo modo os pulmões de Katie pareceram mais fortes que os da médium, pois ao tempo em que a examinei, Miss Cook estava sob tratamento médico de uma tosse rebelde.” Crookes tirou quarenta e quatro fotografias de Katie King, empregando a luz elétrica. Escrevendo em The Spiritualist, em 1874, à página 270, assim descreve os métodos adotados: “Durante a semana anterior à partida de Katie, ela fez sessões quase que todas as noites em minha casa, a fim de me permitir fotografá-la à luz artificial. Cinco aparelhos completos foram dispostos para esse fim; consistiam de câmaras, umas chapas completas, outra de metade de chapas, uma terceira de quartos de chapas e duas câmaras estereoscópicas binoculares, preparadas para fotografarem Katie ao mesmo tempo, cada vez que ela posasse. Cinco banhos reveladores e de viragem-fixagem foram usados e bom número de chapas foi preparado antecipadamente, de modo que não houvesse complicações ou demoras durante a operação de fotografia que foi realizada por mim mesmo, com o auxílio de um assistente.

Minha biblioteca foi usada como câmara escura. Tem portas de sanfona, que abrem para o laboratório; uma dessas portas foi tirada das dobradiças, e uma cortina foi colocada em seu lugar, de modo a permitir que Katie passasse para um lado e para o outro facilmente. Os nossos amigos presentes ficaram sentados no laboratório, em frente à cortina e as câmaras foram colocadas um pouco atrás deles, prontas para fotografarem Katie quando ela saísse e fotografar também qualquer coisa na cabine, quando a cortina fosse levantada para isso. Cada noite havia três ou quatro tomadas de fotografias em cada uma das cinco máquinas, obtendo-se pelo menos quinze fotografias separadas em cada sessão. Algumas se estragaram ao serem reveladas, outras na regulagem da luz.

Ao todo tenho quarenta e quatro negativos, alguns inferiores, outros sofríveis, e alguns excelentes.” Algumas dessas fotografias estão em poder do autor destas linhas e certamente não há mais maravilhosa impressão em qualquer chapa do que aquela que mostra Crookes no auge de seu vigor com esse anjo — porque na verdade ela o era — apoiando-se em seus braços. O vocábulo “anjo” pode parecer um exagêro, mas quando um Espírito do outro mundo se submete ao momentâneo desconforto de uma existência artificial a fim de trazer a lição da sobrevivência a uma geração materialista e mundana, não há termo que melhor se lhe aplique. Surgiu uma discussão se Crookes alguma vez teria visto ao mesmo tempo o médium e Katie. Diz Crookes a certa altura de seu relatório que frequentemente acompanhou Katie até a cabine “e algumas vezes as via juntas, ela e a sua médium, mas na maioria das vezes não vi ninguém, a não ser a médium em transe, caída no chão, pois Katie e seus vestidos brancos tinham desaparecido instantaneamente”. Entretanto, um testemunho muito mais direto é dado por Crookes numa 54 55 carta a Banner of Light, USA. e que é reproduzida em The Spiritualist, de Londres, de 17 de julho de 1874, página 29.

Diz ele: “Em resposta a sua pergunta quero afirmar que vi Miss Cook e Katie juntas, no mesmo momento, sob a luz de uma lâmpada de fósforo, que era suficiente para que visse distintamente aquilo que descrevi. O olho humano tem naturalmente um grande ângulo de horizonte, de modo que as duas figuras eram abarcadas ao mesmo tempo no meu campo visual; mas como a luz era fraca, e os dois rostos por vezes estavam distanciados alguns pés um do outro, naturalmente eu movia a luz e meu olhar fixava alternadamente uma e outra, quando queria trazer o rosto de Miss Cook ou de Katie para aquela parte do campo visual onde a visão é mais nítida. Desde que a ocorrência acima referida foi verificada, Katie e Miss Cook foram vistas juntas por mim e por oito outras pessoas, em minha casa, iluminada fartamente por lâmpadas elétricas. Nessa ocasião o rosto de Miss Cook não era visível, pois sua cabeça ficava envôlta num xale grosso, mas eu, principalmente, tinha a satisfação de verificar que ela lá estava. Uma tentativa de dirigir a luz sobrea sua face descoberta, quando em transe, teve sérias conseqüências.” A máquina fotográfica também demonstra as diferenças entre a médium e a forma.

Diz ele: “Uma das mais interessantes fotografias é aquela em que me acho de pé ao lado de Katie; ela está descalça, em certo ponto do soalho. Depois vesti Miss Cook como Katie e nos colocamos, eu e ela, exatamente na mesma posição e fomos fotografados pelas nossas máquinas, colocadas exatamente como na outra experiência, e iluminadas pela mesma luz. Quando essas duas chapas são 54 “A Bandeira de Luz” — N. do T. 55 “O Espírita” — N. do T. superpostas, a minha imagem coincide, no que se refere á estatura, etc.; mas Katie é meia cabeça mais alta que Miss Cook e parece uma mulher grande, em comparação com esta última. Em muitos dos relatos diferem quanto à largura da face e quanto a vários outros detalhes.” Crookes rende uma grande homenagem à médium Florence Cook: “As sessões quase diárias com as quais Miss Cook me obsequiou lhe produziram severo desgaste de energias e quero demonstrar publicamente a minha gratidão para com ela, pela solicitude em ajudar as minhas experiências. Cada ensaio que eu propunha tinha a sua imediata aprovação e se submetia com o maior entusiasmo; fala franca e diretamente e jamais percebi a menor coisa que denunciasse o desejo de mistificar.

Na verdade não acredito que ela conseguisse mistificar, ainda quando tentasse; e se o fizesse seria pilhada incontinenti, pois tais atitudes destoam completamente de sua natureza. Aliás, imaginar que uma mocinha de quinze anos fosse capaz de conceber e, durante três anos, realizar tão gigantesca impostura; que, durante esse tempo, se submetesse a qualquer teste que lhe fosse proposto e mantido no mais rigoroso segredo; que se sujeitasse a ser examinada a qualquer momento, antes como depois da sessão e tivesse os melhores êxitos em minha casa, do que em casa de seus pais, sabendo-se que ela me visitava com o objetivo de se submeter a ensaios estritamente científicos — imaginar, digo eu, que a Katie King dos últimos três anos fosse fruto de uma impostura é maior violência para a razão humana e para o bom senso do que acreditar que ela seja aquilo que 56 diz ser”. Admitindo que uma forma temporária foi construída com o ectoplasma de Florence Cook, e que essa forma foi então utilizada como um ser independente, que se dizia “Katie King”, ainda enfrentamos a questão: “Quem foi Katie King?”

A isto só se pode dar a resposta que ela deu, quando reconhecia que não tínhamos provas. Declarou-se filha de John King, que desde muito era conhecido entre os Espíritas como um Espírito que presidia a sessões de fenômenos materiais. Sua personalidade e adiante discutida, num capítulo sobre os Irmãos Eddy e Mrs.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.