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Capítulo 31 de 57

Parte 28 de 54

A História do Espiritismo · Arthur Conan Doyle

E isto eu repito, não por motivos que lhes afete o padrão moral, social ou literário na sociedade, mas simplesmente devido aos seus preconceitos contra a causa do Espiritismo.” Posteriormente avisou as Autoridades que deveriam ser excluídos da Comissão os senhores Fullerton, Thompson e Koenig. Mr. Hazard informou que, numa conferência feita a 3 de março de 1885, no Clube da Universidade de Harvard, o Professor Fullerton havia dito: “É possível que o meio pelo qual os médiuns contam a vida de uma pessoa seja o processo de transmissão de pensamento, pois cada um que tem noticia dessas coisas vai a um médium pensando exatamente naqueles pontos que o médium aborda. Quando alguém tem um resfriado, sente um zumbido nos ouvidos, e um louco, constantemente, ouve sons que jamais ouvira. Então é possível que uma doença mental ou dos ouvidos, ou uma forte emoção, sejam a causa de um grande número de fenômenos espíritas.” Estas palavras foram ditas depois que o Professor tinha servido na Comissão por mais de doze meses. Mr.

Hazard também cita o Doutor George A. Koenig, cujo ponto de vista foi publicado em Philadelphia Press, cerca de um ano depois de sua nomeação para a Comissão: “Devo admitir francamente que estou preparado para negar a verdade do Espiritismo, tal qual é agora popularmente entendido. É minha convicção que, sem exceção, todos os chamados médiuns são charlatães. Jamais vi Slade realizar algum de seus truques; mas, pelas descrições publicadas, convenci-me de que é um impostor, e o mais esperto da turma. Não penso que a Comissão veja com muito agrado o exame dos chamados médiuns espíritas.

Os homens mais sábios são capazes de ser enganados. Numa hora um charlatão pode inventar tantos truques que um homem honesto levará um ano para descobri-los”. Mr. Hazard soube, de fonte que considerava segura, que o Professor Robert E. Thompson era responsável por esse tópico que apareceu em fevereiro de 1880 no Penn’s Monthly: “Ainda que o Espiritismo fosse tudo quanto pretendem os seus campeões, ele nenhuma importância tem para os que professam a fé cristã.

A consideração e a discussão do assunto são comprometedoras de suas noções e arrastam a discussões com as quais nada tem que ver umcrente cristão.” Temos nestas expressões o meio de julgar como estavam capacitados os membros da Comissão para fazer aquilo que pedira Mr. Seybert — “uma completa e imparcial” investigação do assunto. Um periódico espírita americano, o Banner of Light, comentando o comunicado de Mr. Hazard, escreveu: “Tanto quanto estamos informados, não se tomou conhecimento do apelo de Mr. Hazard — certamente nenhuma medida, pois os membros citados continuam na Comissão até agora e seus nomes aparecem no relatório preliminar.

De fato o Professor Fullerton foi e é ainda o secretário; cento e vinte das cento e cinquenta páginas do volume que temos sob os nossos olhos são escritos por ele e exibem essa falta excessiva de percepção espiritual e de conhecimento do oculto e, podemos ainda dizer, das leis naturais, o que o levou a informar o auditório de estudantes de Harvard que ‘quando alguém tem um resfriado sente um zumbido nos ouvidos’; que ‘um louco constantemente ouve sons que jamais ouvira’; e sugere que os fenômenos espíritas devem proceder de tais causas”. E continua o Banner of Light: “Consideramos que a falta da Comissão Seybert, desatendendo o conselho de Mr. Hazard, como era de sua inteira obrigação, é a chave do fracasso completo de todos os seus subsequentes esforços. A insignificância dos resultados fenomênicos, aproximando-se daquele que seria desejável, até por um céptico, e que são registrados nesse livro, certamente é notável. É um relatório do que não foi feito, mais do que daquilo que foi.

Nos memorandos dos registros de cada sessão, redigidos pelo Professor Fullerton, está mais do que visto o esforço para realçar tudo quanto uma mentalidade superficial pode considerar como prova de trapaça do médium e subtrair tudo quanto possa tornar evidente a verdade das alegações... É mencionado que, quando certos membros da Comissão se achavam presentes, os fenômenos cessavam. Isto prestigia a correta posição de Mr. Hazard. E não há ninguém que, tendo experiências com médiuns, bastante para que sua opinião seja tida como valiosa, não a endosse.

Os Espíritos sabiam com que elementos se iam encontrar; esforçaram-se por afastar aqueles que reduziriam as suas experiências; falharam devido à ignorância, à teimosia e aos preconceitos da Comissão, e as experiências falharam. Assim a Comissão, muito ‘cônscia de si mesma’, decidiu que tudo era fraude.” 89 Referindo-se ao relatório, diz Light aquilo que se precisa dizer agora, tanto quanto em 1887: “Noticiamos com alguma satisfação, con quanto sem qualquer admiração pelo que possa resultar do prosseguimento de maus métodos de investigação, que a Comissão pretende comtinuar o seu inquérito ‘com a mente tão sincera e honestamente aberta, como até aqui, para a convicção’. Desde que assim é, permitimo-nos oferecer algumas palavras de conselho baseadas numa larga experiência. A investigação desses obscuros fenômenos é conduzida com dificuldades e toda instrução que possa ser dada se deriva de um conhecimento que é, principalmente, empírico. Sabemos, porém, que prolongadas e pacientes experiências com um grupo constituído adequadamente são uma condição sineqüanon.

Sabemos que nem tudo depende do médium, mas que o círculo deve ser formado e variado experimentalmente de vez em quando, até que os próprios constituintes sejam garantidos. Não podemos dizer o que sejam esses elementos na Comissão Seybert. Eles devem descobri-lo por si mesmos. Que estudem a literatura espírita e as variadas características da mediunidade antes de fazerem experiências pessoais. E quando o tiverem Jeito e, talvez, quando tiverem verificado como assim é fácil conduzir um exame dessa natureza, para chegar a resultados negativos, estarão numa posição melhor para devotarem um cuidado paciente e inteligente a um estudo que não pode ser conduzido com proveito de outra maneira.” Não há dúvida de que o relatório da Comissão Seybert atrasou por algum tempo a causa da verdade psíquica.

Mas o prejuízo real caiu também sobre a instituição científica que aqueles cavalheiros representavam. Nos dias atuais, quando o ectoplasma, a base física dos fenômenos psíquicos, foi estabelecido acima de qualquer sombra de dúvida para quem quer que examine os fatos, é demasiado tarde para pretender que nada existe a ser examinado. Agora rara é a capital que não possui a sua sociedade de Pesquisas Psíquicas — resposta final à conclusão da Comissão de que não há campo para pesquisas. Se a Comissão Seybert tivesse tido o efeito de levar a Universidade de Pensilvânia a encabeçar esse movimento, inspirando-se na grande tradição do Professor Hare, como seria brilhante a sua posição final! Como Newton associou Cambridge com a lei da gravitação, assim Pensilvânia ter-se-ia ligado a um maior avanço do conhecimento humano.

A vários centros científicos da Europa coube partilhar essa honra. A restante investigação coletiva é de menor importância, desde que se dedica a um médium particular. Esta foi conduzida pelo Instituto Geral Psicológico, em Paris. Consistiu em três séries de sessões com a famosa Eusapia Palladino, nos anos de 1905, 1906 e 1907, num total de quarenta e três sessões. Não são conhecidas as listas com os nomes de todos os assistentes, nem houve um adequado relatório geral: o único registro é o do secretário. 89 1887, página 391. Entre os investigadores incluíam-se figuras distintas, como Charles Richet, o Casal Curie, Bergson, Perrin, o Professor d’Arsonval, do Colégio de França, que era o presidente da Sociedade, o Conde de Grammont, o Professor Charpentier e o Reitor Debierne, de Sorbonne.

O resultado obtido não foi desastroso para a médium, desde que o Professor Richet endossou a realidade de sua força psíquica, mas os pequenos desuses de Eusapia são registrados no subsequente relato de sua carreira e bem podemos imaginar o efeito desconcertante que teriam tido sobre aqueles para quem essas coisas eram novidade. Está incluída no relatório uma espécie de conversa entre os assistentes, na qual falam do assunto, muitos porém de maneira nebulosa e imprópria para mentes disciplinadas. Não se pode alegar que qualquer luz nova tivesse sido derramada sobre a médium ou que qualquer novo argumento tivesse sido aduzido, quer pelos cépticos, quer pelos crentes. Entretanto o Doutor Geley, que se aprofundou tanto quanto quem mais o fez no psiquismo, proclama que “as experiências” — e não o 90 relatório — constituem valiosa contribuição para o assunto. Baseia-se ele no fato que os resultados verificados, por vezes, confirmam notavelmente os obtidos em seu próprio Instituto Metapsíquico, com Kluski, Guzik e outros médiuns.

As diferenças, diz ele, são de detalhes: nunca essenciais, O controle das mãos foi o mesmo em ambos os casos, onde ambas as mãos eram presas. Isto foi mais fácil no caso dos últimos médiuns, especialmente com Kluski em transe, enquanto Eusapia era geralmente muito irrequieta. Parece que o meio termo era a condição característica de Eusapia e o que foi observado pelo autor no caso do Frau Silbert, Evan Powell e outros médiuns, onde a personalidade parece normal, e ainda peculiarmente susceptível de sugestão ou outras impressões mentais. A suspeita de fraude pode ser levantada muito facilmente em tais condições, porque o desejo geral da parte da assistência de que aconteça alguma coisa reage fortemente sobre a mente do médium, que no momento não raciocina. Um amador que tinha alguma força psíquica garantiu ao autor que necessita de considerável inibição para manter tais impulsos latentes e aguardar de fora a verdadeira força.

Nesse relatório lemos: “Estando controladas as mãos, os joelhos e os pés de Eusápia, a mesa ergueu-se subitamente, pelos quatro pés, que ficaram acima do chão. Eusapia cerra os punhos e os apóia na mesa, que então se ergue completamente do chão, cinco vezes seguidas, ao mesmo tempo que eram dadas cinco batidas. É de novo levantada completamente, enquanto cada uma das mãos de Eusapia se apóia na cabeça de um assistente. É levantada de cerca de trinta centímetros do solo e suspensa no ar durante sete segundos, enquanto mantém a mão sobre a mesa e uma vela acesa é colocada debaixo”, e assim por diante, com provas mais conclusivas com a mesa e outros fenômenos. A timidez do relatório foi satirizada pelo grande espírita francês Gabriel Delanne.

Disse ele: “O relatório insiste em dizer ‘parece’ e ‘dá a impressão’, de um homem que não está seguro daquilo que descreve. Os que realizaram quarenta e três sessões, com bons olhos e aparelhos de verificação devem ter uma opinião firmada — ou, pelo menos, ser capazes de dizer, se consideram determinado fenômeno como fraudulento; que numa determinada sessão tinham visto o médium 90 L’Ectoplasmie et la Clairvoyance” 1924, página 402. em ato de fraude. Mas não há nada disso. O leitor é deixado na incerteza — uma vaga suspeita pairando sobre tudo, muito embora sem qualquer base séria”. 91 Comentando isto, diz Light: “Mostra Delanne, pelos resumos do próprio Relatório, que algumas experiências tiveram êxito, ainda quando as maiores precauções foram tomadas, tais como usar lâmpada escura para verificar-se realmente Eusapia tocara os objetos que se moviam. Deliberadamente o Relatório ainda desconta essas observações diretas e positivas, com exemplos de casos ‘ocorridos em outras ocasiões e outros lugares’, nos quais ‘se dizia’ ou ‘se pensava’ que Eusapia tivesse indevidamente influenciado o fenômeno.

“O relatório Courtier provará cada vez mais ser aquilo que já dissemos ser — ‘um monumento de inépcia’ e a realidade dos fenômenos de Eusapia não pode honestamente ser posta em dúvida por frases sem sentido, con as quais o relatório foi enfeitado com liberalidade.” Aquilo que pode ser chamado uma investigação coletiva de um médium, foi empreendido nos anos de 1923 a 1925, com Mrs. Crandon, senhora de um médico de Boston, por uma comissão escolhida pelo Scientific Ámerican e depois por uma pequena comissão de homens de Harvard, tendo como chefe o conhecido astrônomo Doutor Shapley. A controvérsia sobre este inquérito ainda ruge e o assunto foi referido no capítulo que trata dos grandes médiuns modernos. Em resumo, pode dizer-se que dos investigadores do Scientif ia American, o secretário, Mr. Malcolm Bird e o Doutor Hereward Carrington proclamaram a sua completa conversão, Os outros fizeram declarações imprecisas, que envolvem a humilhante confissão de que, após numerosas sessões, feitas sob suas próprias condições e em presença de constantes fenômenos, não poderiam dizer se tinham sido enganados ou não.

O defeito da comissão era não contar com um espírita experimentado e familiar com as condições psíquicas. O Doutor Prince era muito surdo, enquanto o Doutor McDougall estava numa situação em que toda a sua carreira acadêmica se achava ameaçada pela aceitação de uma explicação impopular. A mesma observação se aplica à comissão do Doutor Shapley, toda composta de rebentos científicos. Sem imputar consciente desonestidade mental, há uma saída subconsciente em busca da segurança. Lendo o relatório desses cavalheiros, com sua concordância com todas as sessões e seus resultados, e seu veredicto final de fraude, não é possível descobrir nenhum caminho normal para quetivessem chegado às suas conclusões.

Por outro lado, o endôsso da mediunidade por gente que não tinha razões pessoais para extrema precaução era frequente e entusiástico. O Doutor Mark Richardson, de Boston, referiu que tinha estado em mais de trezentas sessões e não tinha a menor dúvida quanto aos resultados. O autor viu numerosas fotografias do fluxo ectoplásmico de “Margery” e, comparandoas com fotografias semelhantes, tiradas na Europa, não hesita em dizer que são inquestionavelmente genuínas, e que o futuro justificará o médium contra os seus críticos insensatos. 91 1909, página 356.

A Carreira de Eusapia Palladino mediunidade de Eusapia Palladino marca um estágio importante na história da pesquisa psíquica, porque foi ela a primeira dos médiuns de fenômenos A físicos a ser examinada por um grande número de homens de ciência. As principais manifestações que ocorreram com ela consistiam no movimento de objetos sem contacto, a levitação de uma mesa e outros objetos, a levitação do médium, o aparecimento de mãos materializadas, de rostos, de luzes, além da execução de músicas em instrumentos, mas sem contacto humano. Todos esses fenômenos ocorreram, como vimos, muito anteriormente com o médium D. D. Home, mas quando Sir William Crookes convidou seus colegas para que viessem examiná-lo, eles declinaram do convite.

Agora, pela primeira vez esses fatos estranhos eram submetidos a prolongada investigação por homens de reputação na Europa. Desnecessário é dizer que esses experimentadores inicialmente eram cépticos no mais alto grau e os chamados testes — frequentemente mesquinhas precauções que comprometem o objetivo visado — estavam na ordem do dia. Nenhum médium em todo o mundo foi mais duramente examinado do que essa mulher e, desde que foi capaz de convencer a grande maioria dos assistentes, é claro que a sua mediunidade não era do tipo comum. Desnecessário dizer que nenhum pesquisador deveria ser admitido à sala das sessões sem, pelo menos, um conhecimento elementar das complexidades da mediunidade e das corretas condições para a sua manifestação ou sem, por exemplo, uma compreensão da verdade básica que não é o médium só, mas igualmente os assistentes, que são fatores no êxito da experiência. Nem um só homem de ciência em mil reconhece isto; e o fato de ter Eusapia triunfado a despeito dessa tremenda desvantagem, éum eloqüente tributo à sua força.

A carreira mediúnica dessa napolitana humilde e iletrada, de tão grande interesse e de extrema importância quanto aos resultados, ainda oferece outro exemplo da humildade empregada como instrumento para esmagar os sofismas dos sábios. Eusapia nasceu a 21 de janeiro de 1854 e morreu em 1918. Sua mediunidade começou a manifestar-se quando tinha cerca de catorze anos. A mãe morrera quando ela nasceu e o pai quando ela estava com doze anos. Em casa de amigos, com quem foi morar, persuadiram-na a que se sentasse à mesa com outras pessoas.

No fim de dez minutos a mesa foi levitada, as cadeiras começaram a dançar, as cortinas da sala a ser puchadas, os copos e garrafas a se moverem. Cada assistente foi examinado por sua vez, para se descobrir quem era responsável pelos movimentos; no fim constatou-se que Eusapia era o médium. Ela não tomou interesse nas experiências e só consentiu em fazer novas sessões para agradar aos hóspedes e evitar ser mandada para um convento. Só aos vinte e dois ou vinte e três anos é que começou a sua educação espírita e então, de acordo com Flammarion, foi dirigida por um ardoroso espírita, Signor Damiam. Em conexão com esse período Eusapia relata um incidente interessante.

Em Nápoles uma senhora inglesa que se havia casado com o Senhor Damiani foi aconselhada nossa sessão, por um Espírito que dava o nome de John King, a procurar uma senhora chamada Eusapia, num determinado endereço. Disse que se tratava de uma poderosa médium, através da qual ele pretendia manifestar-se. A Senhora Damiani foi ao endereço marcado e encontrou Eusapia Palladino, de quem jamais ouvira falar. As duas senhoras fizeram uma sessão e John King controlou a médium, de quem passou, daí em diante, a ser o guia. Sua primeira apresentação ao mundo científico europeu foi através do Professor Chiaia, de Nápoles, que em 1888 publicou num jornal de Roma uma carta ao Professor Lombroso, dando detalhes de suas experiências e convidando esse célebre alienista a fazer investigações diretas com a médium.

Só em 1891 Lombroso aceitou o convite e em fevereiro daquele ano fez duas sessões com Eusapia, em Nápoles. Converteu-se e escreveu: “Estou cheio de confusão e lamento haver combatido com tanta persisténcia a possibilidade dos fatos chamados espíritas”. Sua conversão levou muitos cientistas importantes da Europa a investigar e daí em diante a Senhora Palladino esteve ocupada durante muitos anos em sessões experimentais. As sessões de Lombroso em Nápoles em 1891, foram seguidas pela Comissão de Milão em 1892, que contava com o Professor Schiaparelli, Diretor do Observatório de Milão, o Professor Gerosa, Catedrático de Física, Ermacora, Doutor em Filosofia Natural, Aksakoff, Conselheiro de Estado do Tzar da Rússia, Charles du Prel, Doutor em Filosofia de Munique, e o Professor Charles Richet, da Universidade de Paris. Foram realizadas dezesseis sessões.

Depois veio a investigação em Nápoles, em 1893; em Roma, entre 1893 e 1894; em Varsóvia e na França em 1894 esta última sob a direção do Professor Richet, de Sir Oliver Lodge, de Mr. F. W. H. Myers e do Doutor Ochorowicz; em 1895, em Nápoles; e no mesmo ano na Inglaterra, em Cambridge, em casa de Mr.

F. W. H. Myers, em presença do Professor e de Mrs. Sidgwick, de Sir Oliver Lodge e do Doutor Richard Hodgson.

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