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Capítulo 24 de 57
Parte 21 de 54
A História do Espiritismo · Arthur Conan Doyle
Holmes, que recomendamos ao leitor. Seu nome era Morgan e King era antes um título comum a certa classe de Espíritos, do que um nome familiar. Sua vida decorrera duzentos anos antes, no reinado de Carlos 2º, na Ilha da Jamaica. Se isto é verdade ou não, certamente ela se adaptou ao papel e sua conversação era em geral concorde com a informação. Uma das filhas do Professor Crookes escreveu ao autor e aludiu a uma vivida lembrança das histórias da Espanha, contadas por esse gentil Espírito às crianças da família.
Ela mesma se fez amada por todos. Mrs. Crookes escreveu: “Numa sessão em nossa casa, com Miss Cook, quando um dos nossos filhos tinha apenas três anos, Katie King, um Espírito materializado, demonstrou por ele o mais vivo interesse e pediu para ver a criança. Então o menino foi trazido para a sala da sessão, posto nos braços de Katie que, segurando-o por algum tempo muito naturalmente, o devolveu toda risonha.” O Professor Crookes deixou registrado que a sua beleza e o seu encanto eram únicos em sua experiência. 56 “Researches in the Phenomena of Spiritualism”. O leitor pode muito bem pensar que a luz reduzida empregada pelo Professor Crookes comprometa o resultado da experiência. Contudo o Professor nos assegurou que na série de sessões foi verificada a tolerância e que a imagem era capaz de suportar uma luz muito mais intensa.
Essa tolerância tinha os seus limites, que aliás nunca foram ultrapassados pelo Professor Crookes, mas que foram verificados numa ousada experiência descrita por Miss Florence Marryat (Mrs. Ross-Curch). É preciso dizer que o Professor Crookes não se achava presente, nem Miss Marryat jamais o afirmou. Entretanto ela cita o nome de Mr. Carter Hall, como um dos presentes.
Katie havia consentido com muito bom humor que examinassem qual o efeito que seria produzido sobre a sua imagem por uma luz intensa. “Ficou de pé junto à parede da sala de visttas, com os braços abertos como se estivesse crucificada. Então foram acesos três bicos de gás em todo o seu poder, num espaço de cerca de dezesseis pés quadrados. O efeito sobre Katie King foi maravilhoso. Ela manteve o seu próprio aspecto durante um segundo, no máximo, e depois começou a fundir-se gradualmente.
Não posso comparar a sua desmaterialização senão a uma boneca de cera que se fundisse junto a um fogo intenso. Primeiro as formas se tornaram alteradas e indistintas; parecia que se interpenetravam. Os olhos desapareceram nas órbitas, o nariz desapareceu, o osso frontal sumiu. Depois os membros como que desapareciam debaixo dela, que se tornava cada vez menor, como um edifício que ruisse. Por fim havia apenas a cabeça no chão — depois apenas um pedaço de pano, que desapareceu de súbito, como se uma mão o tivesse puxado — e nós ficamos admirados, a olhar os bicos de 57 gás, no lugar onde Katie King havia estado”.
Miss Marryat acrescenta o interessante detalhe de que nalgumas dessas sessões o cabelo de Miss Cook ficou preso ao solo, o que de modo algum atrapalhou o aparecimento subsequente de Katie fora da cabine. Os resultados obtidos em sua própria casa foram honesta e destemerosamente relatados pelo Professor Crookes em seu Journal e produziram a maior impressão no mundo científico. Alguns dos maiores espíritas, como Russel Wallace, Lord Rayleigh, o jovem e brilhante físico William Barrett, Cromwell Varley e outros tiveram confirmados os seus pontos de vista anteriores ou foram encorajados a avançarem por um novo caminho do conhecimento. Houve, entretanto, um grupo ferozmente intolerante, chefiado pelo fisiologista Carpenter, que zombou do assunto e facilmente imputou tudo desde a maluquice até a fraude de seu ilustre colega. A ciência oficial pôs-se de fora da questão.
Publicando o seu relatório, Crookes anexou as cartas nas quais pedia a Stokes, Secretário da Sociedade Real, que viesse ver as coisas com os próprios olhos. Recusando-o, Stokes colocou-se exatamente na mesma posição daqueles cardeais que não quiseram ver as luas de Júpiter pelo telescópio de Galileu. Defrontando um fato novo, a ciência material se mostrou tão fanática quanto a teologia medieval. Antes de deixar o assunto Katie King, algumas palavras devem ser ditas quanto ao futuro do grande médium, do qual aquela extraia o seu invólucro físico. Miss Cook tornou-se Mrs. Comer, mas continuou a exibir os seus 57 “There is no Death”, página 143 admiráveis poderes.
O autor conhece apenas um caso em que a honestidade de sua mediunidade foi posta em dúvida; foi quando ela foi pegada por Sir George Sitwell e acusada de fingir-se de Espírito. O autor é de opinião que um médium de materializações deveria ser manietado, de modo que não pudesse vagar pela sala — e isto com o objetivo de proteger o próprio médium. É pouco provável que o médium se mova em transe profundo, mas em semitranse nada impede que inconsciente ou semiconscientemente, ou ainda obedecendo a uma sugestão dos assistentes, passeie fora da cabine. É um reflexo de nossa própria ignorância admitir que uma infinidade de provas pudessem ser comprometidas por um único episódio dessa natureza. É digno de nota, entretanto, a circunstância de que, nessa ocasião, os observadores concordaram que a figura estava de branco, enquanto que, ao ser agarrada, Mrs.
Comer não estava de branco. Um investigador experimentado teria concluído que isso não era uma materialização, mas uma transfiguração, o que significa que o ectoplasma, sendo insuficiente para construir uma figura completa, foi usado para revestir o médium de modo que este pudesse carregar o simulacro. Estudando casos semelhantes, o grande investigador alemão Doutor Schrenck 58 Notzing diz: “Isto (uma fotografia) é interessante porque esclarece a gênese das chamadas transfigurações, isto é... o médium toma a si o papel de Espírito, esforçando-se para representar o caráter da pessoa em questão, revestindo-se do material fabricado. Essa fase de transição é encontrada em quase todos os médiuns de materialização. A literatura sobre tais casos registra um grande número de tentativas de fraude de médiuns que assim representavam Espíritos, como, por exemplo, a do médium Bastian pelo Príncipe Herdeiro Rudolph, a da médium de Crookes, Miss Cook, a de Madame d’Espérance, etc.
Em todos esses casos o médium foi agarrado, mas os estojos usados para o disfarçar desapareceram Imediatamente e não mais foram encontrados.” Assim, parece que a verdadeira censura, em tais casos, deve ser dirigida mais aos assistentes negligentes do que à médium inconsciente. A natureza sensacional das experiências de Crookes com Miss Cook e, sem dúvida, o fato de que eram mais acessíveis ao ataque, tenderam para fazer sombra aos resultados muito positivos com Home e com Miss Fox, que assentaram os dons desses médiuns sobre bases sólidas. Cedo Crookes deparou com as naturais dificuldades com que se encontram os investigadores, mas teve bastante senso para admitir que num assunto inteiramente novo a gente tem que se adaptar às condições e não abandonar o trabalho, aborrecido pelo fato de as condições não se adaptarem às nossas ideias preconcebidas.
Assim, falando de Home, diz ele: “As experiências que realizei foram muito numerosas mas, devido ao nosso imperfeito conhecimento das condições que favorecem ou não as manifestações dessa força, é aparentemente caprichosa maneira por que se exerce, e ao fato de que Mr. Home está sujeito a incontáveis flutuações dessa energia, só algumas vezes aconteceu que o resultado obtido numa ocasião fosse subseqüentemente confirmado e verificado com aparelhos imaginados para tal 59 fim”. 58 “Phenomena of Materialization” (Tradução para o Inglês). 59 “Researches in the Phenomena of Spiritualism”, página 10. O mais notável desses resultados foi a alteração no peso dos objetos, posteriormente confirmada completamente pelo Doutor Crawford, trabalhando com o grupo Goligher, e também no curso da investigação Margery, em Boston.
Objetos pesados tornavam-se leves e os leves tornavam-se pesados, pela ação de uma força invisível que parecia estar sob a influência de uma inteligência independente. Os controles por meio dos quais era eliminada toda possibilidade de fraude foram sempre usados nas experiências e devem convencer qualquer leitor liberto de preconceitos. O Doutor Huggins, muito conhecida autoridade em espectroscopia, e Serjeant Cox, o eminente jurista, reunidos com diversos outros assistentes, testemunharam as experiências. Entretanto, como já ficou dito, foi impossível a Crookes levar alguns dos mais eminentes homens de ciência a dar ao assunto ao menos uma hora de atenção. O manejo de instrumentos de música, especialmente um acordeon, em condições que era impossível atingir as teclas, foi um outro fenômeno perfeitamente examinado e constatado por Crookes e seus distintos assistentes.
Admitindo que o próprio médium fosse capaz de tocar o instrumento, o autor não se acha em condições de admitir que o fenômeno seja uma prova de uma inteligência independente. Uma vez garantida a existência de um corpo etérico, com membros correspondentes aos nossos, não há uma razão plausível por que não se realizasse um desdobramento parcial e por que os dedos etéricos não se aplicassem sobre as teclas enquanto os dedos materiais repousassem sobre os joelhos do médium. O problema se resolve simplesmente, então, admitindo-se que o cérebro do médium pode comandar os seus dedos etéricos e esses dedos podem adquirir a força suficiente para fazer pressão sobre as teclas. Muitos fenômenos psíquicos, como a leitura com os olhos vendados, o toque em objetos distantes, etc. podem, na opinião do autor, ser referidos ao corpo etérico e ser classificados antes como um materialismo elevado e sutil do que como Espiritualismo. Acham-se numa classe muito distinta da dos fenômenos mentais, tais como as evidentes mensagens dos mortos, que constituem verdadeiramente o centro do movimento espírita.
Falando de Miss Kate Fox, diz o Professor Crookes: “Observei muitos casos em que, parece, a inteligência do médium participa largamente dos fenômenos.” E acrescenta que isto não ocorre de maneira consciente e desonesta, e continua: “Observei alguns casos que parecem indicar seguramente a ação de uma 60 inteligência exterior, não pertencente a quemquer que seja presente na sala”. Eis o ponto a que chegou o autor, e que é expresso por uma autoridade maior que a sua própria. Os fenômenos que melhor ficaram estabelecidos na investigação de Miss Kate Fox foram o movimento de objetos a distância e a produção de sons percutidos ou batidas. Estas últimas cobriam uma larga escala: “leves batidas, sons agudos como os de uma bobina de indução em trabalho, detonações no ar, agudas pancadas metálicas, estalos como os de uma máquina de fricção, sons como de 61 arranhaduras, chilrear de pássaros, etc.” 60 “Researches in the Phenomena of Spiritualism”, página 95. 61 Idem, página 86. Todos quanto tivemos experiência com esses sons fomos obrigados a nos perguntar até onde estariam eles sob o controle do médium. O autor chegou à conclusão, como já ficou dito, de que até certo ponto estão sob o controle do médium e, dai por diante, não.
Ele não pode esquecer o mal-estar e o embaraço de um grande médium camponês do norte quando, em presença do autor, batidas fortes e sons como os estalos dos dedos se fizeram ouvir em torno de sua cabeça na sala do café de um hotel em Doncaster. Se ele tivesse dúvidas de que as batidas eram independentes do médium, estas não teriam prevalecido naquela ocasião. A respeito da objetividade desses ruídos, diz Crookes de Miss Kate Fox: “Parece que lhe basta pôr a mão sobre uma coisa para que se ouçam ruidos altos, como uma tríplice pulsação, por vezes tão altos que são ouvidos de outras salas. Assim os ouvi numa árvore, num pano de vidraça, num pedaço de fio de ferro, num pedaço de membrana, num tamborim, no forro de um tilbori, no piso de um teatro. Além disso não é necessária a permanência do contacto.
Ouvi tais sons provenientes do chão, das paredes, etc., quando as mãos do médium e os pés eram seguros — quando ela estava de pé numa cadeira — quando ela estava num gancho presa do teto — quando presa numa jaula de ferro — e quando caía desmaiada num sofá. Ouvi-os numa caixa harmônica e os senti em meus ombros e debaixo das próprias mãos. Ouvi-os numa folha de papel, segura entre os dedos por um fio atravessado numa das pontas. Conhecendo todas as hipóteses aventadas, principalmente na América, para explicar tais sons, experimentei-as de todos os modos possíveis, até que não houve meio de fugir a convicção de que eram ocorrências reais, não produzidas por truques ou por meios mecânicos”. Assim ficam liquidadas as lendas do estalo dos artelhos, da queda das maçãs e de outras explicações absurdas que têm sido aventadas para se compreenderem os fatos.
Apenas é preciso dizer que os lamentáveis incidentes ligados aos últimos dias das Irmãs Fox de certo modo justificam aqueles que, sem conhecimento real dos fatos, tiveram a sua atenção voltada para aquele único episódio — que é abordado alhures. Pensou-se por vezes que Crookes houvesse modificado as suas opiniões a respeito dos fenômenos psíquicos, segundo expressou em 1874. Pode, ao menos, dizer-se que a violência da oposição e a timidez dos que deviam tê-lo sustentado o alarmaram e o levaram a considerar em perigo a sua posição do ponto de vista científico. Sem buscar subterfúgios, ele esquivou-se. Recusou reeditar os seus artigos sobre o assunto e não quis que circulassem as fotografias maravilhosas nas quais o Espírito materializado de Kate King aparecia de braço com ele.
Tornou-se excessivamente cauteloso em definir a sua posição. Numa carta citada pelo 62 Professor Brofferio diz ele: “Tudo quanto me interessa é que seres invisíveis e inteligentes dizem que são Espíritos de pessoas mortas. Mas nunca tive provas de que sejam realmente as pessoas que dizem ser, como as exigia, para que pudesse acreditá-lo. Entretanto inclino-me a acreditar que muitos dos meus amigos tenham recebido, como declaram, as provas desejadas e eu próprio frequentemente me tenho inclinado para essa convicção”. 62 “Fur den Spiritismus”, Leipzig, 1894, página 319. À medida que envelhecia, essa convicção se arraigou ou, talvez, se tornou mais consciente das responsabilidades que essas excepcionais experiências podem determinar. Em seu relatório presidencial perante a Associação Britânica em 1898, em Bristol, Sir William se refere ligeiramente às suas primeiras pesquisas.
E diz: “Ainda não toquei num outro interesse — para mim o mais sério e o de maior alcance. Nenhum incidente em minha carreira científica é mais conhecido do que a parte que tomei durante anos em certas pesquisas psíquicas. Já se passaram trinta anos desde que publiquei um relatório das experiências tendentes a mostrar que fora do nosso conhecimento científico existe uma força utilizada por inteligências que diferem da comum inteligência dos mortais... Nada tenho de que me retratar. Confirmo minhas declarações já publicadas.
Na verdade, muito teria que acrescentar a isto.” Cerca de vinte anos mais tarde sua crença era ainda mais forte. Durante 63 uma entrevista disse ele: “Jamais tive que mudar de ideia a tal respeito. Estou perfeitamente satisfeito do que disse nos primeiros dias. É muito certo que um contacto foi estabelecido entre este mundo e o outro.” Em resposta à pergunta se o Espiritismo não havia liquidado o velho materialismo dos cientistas, acrescentou: “Penso que sim. Pelo menos ele convenceu a maioria do povo, que sabe alguma coisa relativa à existência do outro mundo”.
Por gentileza de Mr. Thomas Blyton, tive ultimamente a oportunidade de ver a carta de pêsames escrita por Sir William Crookes, por ocasião da morte de Mrs. Comer. É datada de 24 de abril de 1904, e nela diz: “Transmita a mais sincera simpatia de Lady Crookes e minha própria, à família, por essa perda irreparável. Acreditamos, como verdadeira crença, que os nossos entes queridos, ao passarem para o Além, ainda nos observam — e essa crença que deve muito de sua certeza à mediunidade de Mrs.
Comer (ou Florence Cooh, como aparecerá ela por vezes à nossa lembrança) — fortificará e consolará aqueles. Que aqui ficaram”. Anunciando a sua morte, disse a filha: “Ela morreu em grande paz e felicidade”. 63 The International Psychic Gazette, Dezembro, 1917, 612.
Os Irmãos Eddy e os Holmes entro de certos limites é difícil acompanhar o aparecimento de vários médiuns nos Estados Unidos. O estudo de um ou dois casos proeminentes é suficiente para servir de exemplo do todo. Os anos de 1874 e 1875 foram D marcados por grande atividade psíquica, e produziram convicção por um lado e escândalo pelo outro. No conjunto parece que predominou o escândalo; mas se com ou sem razão, é uma questão que também pode ser discutida. Os adversários da verdade psíquica contam com o clero de várias igrejas, com a ciência oficiaL e com a enorme massa inerte da humanidade material; tinham a imprensa profana às suas ordens; de modo que tudo quanto lhe fosse favorável ou era sonegado ou distorcido e tudo quanto lhe fosse contrário tinha a mais larga publicidade.
Daí ser necessária uma constante verificação de passados episódios e uma reconsideração de valores. Mesmo agora a atmosfera é saturada de preconceitos. Se um homem de responsabilidade entrasse agora na redação de um jornal londrino e dissesse que tinha pilhado um médium em fraude, a coisa seria aceita com satisfação e espalhada por todo o país. Se o mesmo homem proclamasse que, debaixo do mais rigoroso controle os fenômenos eram autênticos, é pouco provável que lhe consagrassem um período. A edição já estaria sobrecarregada...
Na América, onde pràticamente não existe uma lei contra a difamação, e onde a Imprensa é por vezes violenta e sensacional, esse estado de coisas era e, possivelmente, ainda é — talvez mais evidente. O primeiro incidente notável foi a mediunidade dos irmãos Eddy, que talvez jamais tenha sido superada no terreno da materialização ou, como podemos agora chamar, das formas ectoplásmicas. A dificuldade então em aceitar esses fenômenos repousava no fato de que os mesmos pareciam regidos por leis desconhecidas e se acharem isolados de toda a nossa experiência da Natureza. Os trabalhos de Geley, de Crawford, de Madame Bisson, de Schrenck Notzing e de outros removeram essa dificuldade e nos deram, quando mais não seja, uma hipótese perfeitamente científica, apoiada em prolongadas e cuidadosas investigações, de modo que podem pôr alguma ordem no assunto. Istonão existia em 1874 e podemos admitir a dúvida, mesmo nos espíritos mais honestos e cândidos, quando lhes pediam que acreditassem que dois rudes camponeses, desajeitados e sem instrução, podiam produzir requintados que eram negados ao resto do mundo e completamente inexplicáveis pela ciência: Os irmãos Eddy, Horatio e William, eram primitivos moradores de uma pequena propriedade na aldeia de Chittenden, perto de Rutland, no Estado de Vermont.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.