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Capítulo 47 de 57
Parte 44 de 54
A História do Espiritismo · Arthur Conan Doyle
E depois?’. Ernesto Bozzano, nascido em Gênova em 1862, devotou trinta anos a pesquisas psíquicas, reunindo as suas conclusões em trinta extensas monografias. 195 Será lembrado por sua crítica incisiva as referências inconscientes de Mr. Podmore a Mr. Stainton Moses. Seu título é “Uma Defesa de William Stainton Moses”.
Bozzano, em companhia dos Professôres Morselli e Porro, fez uma longa série de experiências com Eusapia Palladino. Depois de analisar os fenômenos objetivos e subjetivos, foi conduzido à “necessidade lógica” de aderir completamente à hipótese espírita. Enrico Morselli, Professor de Psiquiatria em Gênova, foi durante muitos anos, como ele próprio o confessa, um duro céptico em relação à realidade objetiva dos fenômenos psíquicos. De 1901 em diante fez trinta sessões com Eusapia Palladino, e ficou inteiramente convencido dos fatos, senão da teoria espírita. 194 “Annals of Psychical Science”, Volume 2º (1905), páginas 261 e 262. 195 Idem, Volume 1º (1905) páginas 75 e 129. Publicou as suas observações num livro que o Professor Richet descreve como um modelo de erudição” — “Psicologia e Spiritismo”, Turim, 1908. Numa análise 196 muito generosa deste livro, Lombroso se refere ao cepticismo do autor, em relação a certos fenômenos observados.
Diz ele: “Sim, Morselli comete o mesmo 197 erro de Flournoy e de Miss Smith, torturando a sua própria e enorme ingenuidade para achar que não são verdades, nem críveis, coisas que ele mesmo declara ter visto. Por exemplo, durante os primeiros dias depois da aparição de sua própria mãe, admitia comigo que a tinha visto e tivera um entendimento por gestos com ela, nos quais ela apontava quase que com amargura para os seus óculos e a sua calva parcial e lhe lembrou como o havia deixado ainda um belo rapaz.” Quando Morselli pediu à sua mãe uma prova de identidade, ela tocou com a mão em sua testa procurando um caroço; mas como tocasse primeiro no lado direito e depois no lado esquerdo, onde realmente estava o lobinho, Morselli não queria aceitar isto como prova da presença de sua mãe. Com mais experiência, Lombroso lhe mostra a dificuldade dos Espíritos em usar a instrumentalidade de um médium pela primeira vez. A verdade éque Morselli tinha, por estranho que pareça, a maior repugnância pelo aparecimento de sua mãe através de uma médium contra a sua vontade. Lombroso não põde compreender este sentimento.
E diz: “Confesso que não só não concordo, mas que, ao contrário, quando novamente vi minha mãe, senti uma das mais agradáveis sensações íntimas de minha vida, um prazer que era quase um espasmo, que despertou uma sensação, não de ressentimento, mas de gratidão à médium que novamente lançou minha mãe em meus braços depois de tantos anos. E esse acontecimento me fez es quecer não uma vez, mas muitas vezes, a humilde postura de Eusapia, que tinha feito para mim, ainda que de maneira puramente automática, aquilo que nenhum gigante em força ou em pensamento jamais teria podido fazer.” Em muitas coisas a posição de Morselli é a mesma do Professor Richet, no que diz respeito à pesquisa psíquica, mas como este último distinto cientista, tem sido ele o instrumento de influenciação da opinião pública para um maior esclarecimento do assunto. Morselli fala com veemência do despreso da ciência. Em 1907 escreve o seguinte: “A questão do Espiritismo foi discutida por mais de cinquenta anos; e, con quanto atualmente ninguém possa prever quando ela será resolvida, agora todos concordam em lhe conceder grande importância entre os problemas que ficaram como uma herança do século dezenove ao nosso século. Entretanto ninguém pode deixar de reconhecer que o Espiritismo é uma forte corrente ou tendência do pensamento contemporâneo.
Se, durante muitos anos, a ciência acadêmica desprezou o conjunto dos fatos que, por bem ou por mal, certo ou errado, o Espiritismo absorveu e assimilou, considerando-os elementos formadores de seu sistema doutrinário, tanto pior para a ciência! E pior ainda para os cientistas que ficaram surdos e mudos diante de todas as afirmações, não de sectários crédulos, mas de sérios e dignos observadores como Crookes, Lodge e Richet. Não me envergonho de dizer que eu mesmo, até onde minhas modestas forças chegavam, 196 Idem, Volume 7º (1908), página 376. 197 Helene Smith, médium, no livro de Fournoy “Da Índia ao Planeta Marte”. contribui para esse obstinado cepticismo, até o dia em que fui capaz de romper as cadeias nas quais as minhas percepções absolutistas tinham acorrentado o meu 198 raciocínio.” É de notar-se que a maioria dos professôres italianos, enquanto aderiam aos fatos psíquicos, declinavam das conclusões daqueles a quem chamavam de espíritas.
Di Vesme bem o esdarece quando diz: “É mais importante salientar que a revivescência do interesse por estas questões, que foi exibido pelo público italiano, não se teria produzido tão facilmente se os homens de ciência que proclamaram a objetividade e a autenticidade desses fenômenos mediúnicos não tivessem tido o cuidado de acrescentar que o reconhecimento dos fatos de modo algum implicava a aceitação da hipótese espírita.” Houve, entretanto, uma forte minoria que viu o inteiro significado da revelação. 198 “Annals of Psychical Science”, Volume 5º (1907) página 322.
Grandes Médiuns Modernos á sempre uma certa monotonia em escrever sobre sinais físicos de inteligência estranha, porque eles tomam formas estereotipadas e de natureza H limitada. São mais que suficientes para a sua finalidade, que é demonstrar a presença de forças invisíveis, desconhecidas da ciência materialista, mas tanto os seus métodos de produção, quanto os resultados, conduzem a infindáveis reiterações. Essa manifestação em si mesma, ocorrendo, como ocorre, em toda a parte, deveria convencer cada um que pensa seriamente sobre o assunto que se acha em presença de leis fixas, e que não é uma esporádica série de milagres, mas uma ciência real que se está desenvolvendo. É em sua ignorante e arrogante guerra a esse fato que têm pecado os adversários. “Não compreendem que haja leis”, escreveu Madame Bisson, depois de alguma tentativa fátua dos doutores da Sorbonne para produzir o ectoplasma sob condições que lhes impossibilitavam a experiência.
Como se verá pelo que sucedeu antes, um grande médium de efeitos físicos pode produzir a Voz Direta fora de seus próprios órgãos vocais, bem como a telecinésia ou o movimento de objetos a distância, batidas, ou percussão do ectoplasma, transportes, ou a vinda de objetos distantes, materializações de rostos, de mãos ou de figuras inteiras, a fala e a escrita em transe, escrita em lousas fechadas, fenômenos luminosos, que tomam várias formas. Todas essas manifestações o autor viu muitas vezes e como elas lhe foram mostradas pelos principais médiuns da atualidade, ele se arrisca a alterar a forma desta história, falando dos mais recentes sensitivos que conhece pessoalmente e pôde observar. Fique entendido que uns cultivam um dom, outros outro, ao passo que os que exibem todas as formas de mediunidade em geral não são tão proficientes em nenhuma, como o homem ou a mulher que se especializou. A gente possui muita força psíquica para exteriorizar, e pode fazê-lo através de um canal profundo ou desperdiçá-la através de muitos canais superficiais. De vez em quando aparece uma criatura maravilhosa, como D.
D. Home, que possui todas as mediunidades — mas isto é raro. A maior médium de transe com a qual o autor já teve contacto foi Mrs. Osborne Leornad. O grande valor de seu dom é que, em regra, ele é contínuo.
Não é interrompido por longas pausas ou por intervalos improdutivos, mas flui exatamente como se a pessoa que se supõe falar estivesse presente. O processo usual é que Mrs. Leonard, uma senhora agradável, gentil, de meia-idade, cai num sono, durante o qual a sua voz muda inteiramente e o que vem através dela, se supõe ser de seu pequeno guia — Feda. O guia fala um inglês entrecortado, alto, com muitas expressões infantis e de intimidade, o que dá a impressão de uma inteligência infantil, suave e meiga. Atua como porta-voz do Espírito que espera, mas ocasionalmente este fala, ocasionando uma súbita mudança de forma de falar, da terceira pessoa do singular para a primeira, como, por exemplo: “Estou aqui, Papai.
Ele diz que quer falar. Sinto-me tão bem e tão feliz! Ele acha tão maravilhoso falar convosco...” e assim por diante. Pelo menos é uma experiência maravilhosa. Uma vez o autor recebeu uma longa série de mensagens referente à sorte futura do mundo, através da mão de sua esposa e de sua voz, no seu próprio grupo doméstico.
Ao visitar Mrs. Leonard, nada disse a respeito, nem havia de modo algum dado a conhecer o assunto. Apenas se havia assentado e tomado o bloco onde pretendia tomar notas do que ocorresse, quando seu filho anunciou a sua presença e falou seguidamente durante uma hora. Durante esse longo monólogo mostrou um íntimo conhecimento de tudo quanto tinha acontecido no grupo doméstico e ainda numerosos detalhes da vida da família, absolutamente desconhecidos da médium. Em toda a entrevista não houve qualquer engano em relação aos fatos, põsto houvesse referência a muitos deles.
Uma pequena parte dos menos pessoais pode servir de exemplo: “Há muito progresso falso no campo mecânico material. Isto não é progresso. Se se constrói um carro para andar mil milhas este ano, então se constrói outro para andar o dobro no ano seguinte. Nem por isso é melhor. Desejamos progresso real — a saber, da mente e do Espírito e tornar como um realidade que há um mundo espiritual.
Enorme auxílio poderia ser daíio do nosso lado, bastando que a gente da Terra se adaptasse para o receber. Mas não podemos forçar o nosso auxílio aos que não estão preparados para ele. Este é o vosso trabalho preparar gente para nós. Alguns são tão irremediavelmente ignorantes, mas lançam a semente, mesmo quando não a vedes germinar. O clero é tão limitado em suas ideias e tão amarrado a um sistema já obsoleto!
É como se servissem comida velha de uma semana, em vez de recentemente preparada. Sabemos quanto é maravilhoso o Cristo. Sabemos do seu amor e do seu poder. Ele pode ajudar a nós e a vós. Mas o fará acendendo novos fogos e não ciscando sempre as velhas cinzas.
Eis o que desejamos — o fogo do entusiasmo nos dois altares da imaginação e do conhecimento. Algumas pessoas afastam a imaginação, que é, muitas vezes, a porta do conhecimento. As Igrejas tiveram o ensino certo, mas não o puseram em ação. O conhecimento espiritual que se possui, deve ser demonstrado de modo prático. O plano em que viveis é um plano prático, no qual aguarda-se que ponhais em prática o vosso conhecimento e a vossa fé.
Em nosso plano, conhecimento e fé são ação — a gente pensa uma coisa e imediatamente a põe em prática; mas na Terra muitos há que dizem que uma coisa é certa, mas nunca a fazem. A igreja ensina mas não demonstra o seu ensino. Sabeis que por vezes o quadro negro tem utilidade. É o de que precisais. Deveis ensinar e, depois, demonstrar no quadro negro.
Assim, os fenômenos físicos são realmente mais importantes. Haverá alguns nesta violenta comoção social. Agora é difícil a nossa manifestação, porque a maior massa do pensamento coletivo está contra nós e não a nosso favor. Mas quando se der aquela comoção social o povo será sacudido de sua atitude de ignorante, de antagonismo de cabeças-de-galinha contra nós, assim se abrindo imediatamente o caminho para uma demonstração mais completa do que a que até agora temos podido dar. “Agora é como um muro, contra o qual nos batemos e onde perdemos noventa por cento da nossa força de bater e de tentar descobrir um ponto fraco, nesse muro de ignorância, através do qual possamos ligar-nos a vós.
Mas muitos de vós estão cavando e martelando do vosso lado para nos dar entrada. Vós não construístes o muro — estais ajudando a nossa penetração. Em pouco tempo tê-loeis tão enfraquecido que ele se esboroará e, em vez de penetrá-lo com dificuldade, emergiremos como um grupo glorioso. Este será o clímax o encontro do Espírito com a Matéria.” Se a verdade do Espiritismo dependesse apenas da força de Mrs. Leonard, o caso seria esmagado, pois ela atendeu centenas de visitas e raramente deixou de lhes dar completa satisfação.
Há, entretanto, muitos clarividentes cujos poderes são um pouco inferiores aos de Mrs. Leonard, e que talvez fossem iguais a ela, se mostrassem a mesma reserva em seu uso. Não há dinheiro que leve Mrs. Leonard a receber mais que dois clientes por dia, e é talvez por isto que ela mantém a excelência dos resultados. Entre os clarividentes londrinos que o autor usou, Mr.
Vout Peters ocupa lugar de destaque. Uma vez uma grande prova foi dada por seu intermédio, e que foi relatada em “New Revelation”, página 53. Outro excelente em seus dias foi Mrs. Annie Brittain. O autor costumava mandar a essa médium pessoas que tinham perdido parentes durante a guerra e colecionou as cartas nas quais eles narravam a sua experiência.
O resultado é notável. Nos primeiros cem casos, oitenta eram de sucesso no estabelecimento de um contacto com o objeto de seus desejos. Nalguns casos o resultado era superiormente evidente e dificilmente será superestimado o conforto oferecido aos consulentes. A transformação do sentimento, quando o que aqui fica tem a prova de que a morte não é silenciosa, mas que resta ainda uma voz, falando com uma entonação feliz, pode reanimar uma criatura. Uma senhora escreveu que estava absolutamente determinada a pôr um ponto na vida, tão chocante e vazia era a sua existência; mas deixou a sala de Mrs.
Brittain com a esperança no coração. Quando a gente tem notícia de que uma tal médium foi arrastada a uma delegacia de polícia, interrogada por um policial ignorante e condenada por um magistrado ainda mais ignorante, sente que está vivendo um daqueles escuros períodos da História. Como Mrs. Leonard, Mrs. Brittain tem o delicado apelido familiar de Belle.
Em suas extensas pesquisas o autor fez muitas relações com essas pequenas criaturas em diversas partes do mundo, encontrando o mesmo caráter, a mesma voz e as mesmas maneiras agradáveis em todas. Essa semelhança parece mostrar, quando se medita sobre o caso, que existe a ação de uma lei geral. Feda, Belle, Iris, Harmony e muitas outras, sussurram com fina voz e o mundo se torna melhor com a sua presença e a sua pregação. Miss Mc Creadie é outra notável vidente londrina, pertencente à velha escola e trazendo consigo uma atmosfera de religião que por vezes nos falta. Há muitos outros, mas nenhuma notícia seria completa se se não aludisse aos notáveis e elevados ensinos que vêm de Johannes e de outros guias de Mrs.
Hester Dowden, filha do famoso shakespeariano. Também deve ser feita uma referência ao Capitão Bartlett, cujos maravilhosos escritos e desenhos permitiram a Mr. Bligh Bond descobrir as ruínas de duas capelas em Glastonbury que se achavam tão enterradas que só o sentido da clarividência lhes poderia marcar a exata posição. Os leitores de “The Gate of Remembrance” compreenderão todo o valor desse notável episódio. Os fenômenos da Voz Direta diferem da mera clarividência e da fala em transe, por isso que os sons não parecem vir do médium, mas de fora, às vezes de uma distância de alguns metros e continuar quando a boca está cheia de água e, outras vezes, se fazendo ouvir em duas ou três vozes simultâneas.
Nessas ocasiões uma trombeta de alumínio é empregada para aumentar a voz; e também, como supõem alguns, para formar uma pequena câmara escura, na qual as cordas vocais então usadas pelo Espírito, se podem materializar. É um fato interessante e que trouxe muita confusão aos que têm pouca experiência, porque em geral os primeiros sons se assemelham à voz do médium. Isto logo desaparece e a voz ou se torna neutra ou muito parecida com a do morto. É possível que a razão desse fenômeno seja que o ectoplasma com o qual os fenômenos são produzidos seja tirado do médium e, assim, leve algumas peculiaridades dele ou dela, até que o tempo e as forças exteriores tenham o predomínio. Seria bom que o céptico fosse paciente e esperasse o desenvolvimento, pois eu conheci um investigador ignorante e opiniático que jurava que havia fraude apenas porque notava a semelhança das vozes e então estragava toda a sessão com grosserias malucas, quando, se tivesse esperado, teria esclarecido as suas dúvidas.
O autor fez experiências com Mrs. Wriedt ouvindo a Voz Direta, acompanhada de batidas na corneta, em plena luz, estando a médium sentada a poucos metros de distância. Isto por causa da ideia de que no escuro pode o médium mudar de posição. Não é raro ter duas ou três vozes de Espíritos falando ou cantando ao mesmo tempo, o que, por sua vez, é fatal para a teoria da ventriloquia. Também a corneta, que por vezes é pintada com tinta fosforescente, pode ser vista suspensa ao longe, fora do alcance das mãos do médium.
Uma vez, em casa de Mr. Dennis Bradley, o autor viu a corneta iluminada girando e batendo no teto, como um vagalume. Depois pediram ao médium, Valiantine, que subisse na cadeira e verificaram que com o braço estendido e segurando a corneta não era possível tocar no teto. Isto foi testemunhado por um grupo de oito pessoas. Mrs.
Wriedt nasceu em Detroit, há uns cinquenta anos e e talvez mais conhecida na Inglaterra do que qualquer médium americano. A autenticidade de seus poderes pode ser melhor julgada por uma pequena descrição dos resultados. Uma vez, numa visita à casa de campo do autor, ela se sentou com este, sua esposa e seu secretário numa sala bem iluminada. Foi cantado um hino e antes de terminada a primeira estrofe juntou-se uma quinta voz de excelente qualidade e continuou até o fim. Os três observadores estavam prontos para dizer que a própria Mrs.
Wriedt estivesse cantando todo o tempo. Na sessão da noite vieram muitos amigos, com todas as possíveis provas de identidade. Um assistente sentiu a aproximação de seu pai, recentemente falecido, que começou pela tosse sêca e forte, que aparecera em sua última doença. Discutiu a questão de um legado, de maneira perfeitamente racional. Um amigo do autor, aliás um irascível anglo-indiano, manifestou-se, tanto quanto é possível manifestar-se pela voz, reproduzindo exatamente a sua maneira de falar, dando o seu nome, e aludindo a fatos de sua vida material.
Outro assistente recebeu a visita de alguém que se dizia sua tia-avó! O parentesco foi negado; mas, perguntando em família, verificou que tinha tido uma tia daquele nome, morta na infância. A telepatia tem que ser afastada da explicação de tais fatos. Ao todo o autor experimentou pelo menos com vinte produtores de Voz Direta e ficou muito chocado pelas diferenças em volume de som com os diversos médiuns. Por vezes é tão fraca que com dificuldade se escuta a mensagem.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.