[user_registration_my_account]
Capítulo 43 de 57
Parte 40 de 54
A História do Espiritismo · Arthur Conan Doyle
As “valiosas e conclusivas experiências” de Mr. John Beattie, segundo a expressão do Doutor Alfred Russel Wallace, só rápidamente serão tratadas. Mr. Beattie, de Clifton, Bristol, fotógrafo aposentado de vinte anos de atividade, teve dúvidas sobre a autenticidade de muitas fotografias de Espíritos que lhe foram mostradas, pelo que resolveu ele próprio examinar o assunto. Sem nenhum médium profissional, mas em presença de um amigo íntimo, que era um sensitivo de transe, ele e o seu amigo Doutor G.
S. Thomson, de Edimburgo, realizaram uma série de experiências em 1872 e obtiveram, inicialmente, manchas nas chapas e, depois, completas figuras extras. Verificaram que esses extras e as manchas na chapa apareciam muito antes que o assistente material, durante a revelação — peculiaridade frequentemente notada por outros experimentadores. A honestidade de Mr. Beattie é absolutamente endossada pelo redator do British Journal of 161 Photography.
Mr. Stainton Moses e outros dão detalhes das experiências acima referidas. Em 1908 o Daily Mau, de Londres, nomeou uma comissão para fazer “um inquérito sobre a autenticidade ou não das chamadas fotografias de Espíritos”, que não chegou a qualquer resultado. Era composta de três não espíritas — R. Child Bayley, F.
J. Mortimer e E. Sanger-Shepsherd e três defensores da fotografia espírita — A. P. Sinnett, E.
R. Serocold Skeels e Robert King. No relatório destes três últimos contavam que apenas podem relatar que a comissão falhou na obtenção de provas de que é possível a fotografia espírita, não devido á falta de provas abundantes no particular, mas devido à atitude infeliz e nada prática tomada pelos outros membros da comissão, que não possuíam qualquer experiência do assunto. 162 Detalhes sobre a Comissão podem ser encontrados em Light. Nos últimos anos a história das fotografias de Espíritos concentrou-se muito em torno do que é conhecido por Crewe Cirde, agora constituído por Mr. William Ilope e Mrs.
Buxton, ambos de Crewe. O grupo se constituiu mais ou menos em 1905, mas só atraiu a atenção em 1908. Descrevendo suas primeiras experiências, Mr. Hope diz que, quando trabalhava numa fábrica perto de Manchester, num sábado à tarde fez uma fotografia de um operário, numa pôse junto a um muro de tijolos. Quando a chapa foi revelada via-se, além do retrato de seu amigo, a forma de uma mulher ao seu lado, vendo-se o muro por transparência.
O homem perguntou a Hope como tinha ele posto ali o outro retrato, no qual reconhecia uma irmã falecida havia alguns anos. Diz Mr. Hope: “Então eu nada sabia a respeito de Espiritismo. Levamos a fotografia aos trabalhadores na segunda-feira, e um deles, espírita, disse que era o que se chamava uma fotografia de Espírito. Sugeriu que no sábado seguinte, no mesmo lugar e com a mesma máquina, tentássemos novamente.
Concordamos. E não só a mesma senhora apareceu na chapa, mas uma criancinha com ela. Achei isto muito estranho, fiquei interessado e continuei as experiências.” 161 Idem, Volume 8º (1874), página 300 e seguintes. 162 1908, página 526 e 1909, páginas 290, 307, 329. Durante muito tempo Hope destruia todas as chapas de Espíritos, até que o Arquidiácono Colley travou conhecimento com ele e o aconselhou a conservá-las. O arquidiácono Colley fez a primeira sessão com o Crewe Circle em 16 de março de 1908. Trouxe a sua própria máquina — uma Lancaster de um quarto de chapa, que Mr.
Hope ainda usa — seus caixilhos e suas chapas marcadas a diamante e revelou as chapas com seus próprios produtos químicos. A única coisa que Mr. Hope fez foi apertar o botão para a exposição. Numa das chapas apareceram dois Espíritos. Desde esse dia Mr.
Hope e Mrs. Buxton fizeram milhares de fotografias de Espíritos sob todos os testes imagináveis e se orgulham de poderem dizer que jamais ganharam um tostão por seus trabalhos; apenas cobravam o material usado e o seu tempo. Mr. M. J.
Vearncombe, fotógrafo profissional em Bridgewater, Somerset, teve a mesma perturbadora experiência de Wyllie, Boursnell e outros, ao descobrir inúmeras manchas luminosas nas suas chapas e, como aqueles, chegando a fazer fotografias de Espíritos. Em 1920 Mr. Fred Barlow, de Birmingham, conhecido investigador, obteve com esse médium rostos extras e mensagens escritas, em 163 condições de testes, em chapas que não haviam sido expostas na máquina. Desde essa data Mr. Vearn. combe obteve muitos resultados probantes.
A mediunidade de Mrs. Deane é de data recente — sua primeira fotografia de Espírito data de junho de 1920. Foram obtidos muitos extras reconhecíveis em condições de testes e seu trabalho por vezes é igual aos melhores dos seus predecessores no gênero. Recentemente conseguiu ela dois magníficos resultados, O Doutor Allerton Cushman, conhecido cientista americano, Diretor dos National Laboratories, em Washington, fez uma visita inesperada ao British College of Psychic Science, em Holland Park, em julho de 1921 e obteve através de Mrs. Deane, uma bela fotografia extra, reconhecida como de sua filha morta.
Detalhes completos dessa sessão se acham com as fotografias, no Jornal da American Society 164 for Psychical Research. O outro grande resultado foi a 11 de novembro de 1922, por ocasião do Grande Silêncio, no Dia do Armistício, em Whitehall, quando uma fotografia foi tomada da multidão imensa em torno no Cenotáfio e na qual aparecem, visíveis, rostos de Espíritos, alguns dos quais foram reconhecidos. Isto se repetiu durante três anos. As pesquisas modernas provaram que esses resultados psíquicos não são obtidos, pelo menos em alguns casos, através das lentes da máquina. Em muitas ocasiões, em condições de testes, esses retratos supra-normais têm sido conseguidos em caixas fechadas de placas fotográficas, mantidas nas mãos de um ou mais assistentes.
Também quando tentada a experiência com mais de uma máquina, quando o extra aparece numa máquina, não aparece na outra. A teoria sustentada é de que a imagem é precipitada na placa fotográfica ou que uma tela psíquica é aplicada à chapa. Talvez possa o autor dizer algumas palavras de sua experiência pessoal, que foi principalmente com o Crewe Circle e com Mrs. Deane. Neste último caso 163 Ver Light, 1929, página 190. 164 Março, 1922, páginas 132 a 147. sempre houve resultados, mas em nenhum os extras foram reconhecidos.
O autor está perfeitamente certo da força psíquica de Mrs. Deane, que foi magnificamente demonstrada durante uma longa série de experiências feitas por Mr. Warrick, sob todas as possíveis condições de teste e que são minuciosamente descritas em Psychic 165 Science. Entretanto a sua experiência pessoal nunca foi evidente e, atendo-se a ela, não se pode falar com segurança. Ele empregou as próprias chapas de Mrs.
Deane e tem uma forte impressão de que os rostos podem ter sido precipitados nas chapas nos dias de preparação, quando ela as levava em pacotes. Ela tem a impressão de que facilitava assim os resultados obtidos; mas talvez se enganasse, pois o caso Cushman foi uma surpresa. Também há a consignar que uma vez ela foi vítima de um truque no Psychic College: seu pacote de chapas foi substituido por outro. Não obstante os extras foram obtidos. Bem que podia ser avisada, pois se abandonasse o 166 método que lhe dá resultados, embora legítimos, seriam eles passíveis de ataque.
Já o caso é diferente com Mr. Hope. Nas várias oportunidades em que o autor experimentou com ele, fê-lo com as suas próprias chapas, prêviamente marcadas na câmara escura e manejadas e reveladas por ele próprio. Em quase todos os casos um extra foi conseguido; e esse extra — conquanto não tenha sido claramente reconhecido — certamente foi uma produção anormal. Mr.
Hope suportou os costumeiros ataques da ignorância e da malícia, a que se acham expostos todos os médiuns, mas sempre deles saiu com a honra inatingida. Uma referência deve ser feita aos notáveis resultados de Mr. Staveley Bulford, talentoso estudante de psiquismo, que produziu os melhores e mais autênticos retratos psíquicos. Ninguém poderá olhar o seu livro de recortes e notar o gradual desenvolvimento de seus dons, desde as simples manchas de luz até os rostos perfeitos, sem ficar convencido da realidade do processo. O assunto é ainda obscuro e toda a experiência pessoal do autor é no sentido de defender o ponto de vista de que num certo número de casos nada de externo foi realizado: o efeito é produzido por uma espécie de raio, que carrega a figura, penetra os sólidos, como a parede do caixilho, e a imprime na placa.
A experiência já citada, na qual duas máquinas foram usadas simultaneamente, com o médium entre elas, parece conclusiva, de vez que mostra um resultado numa chapa e não na outra. O autor obteve resultados em chapas que jamais saíram do caixilho e tão bons quanto os das que haviam sido expostas à luz. É provável que se Hope jamais tivesse tirado a tampa da objetiva, por vezes os seus resultados teriam sido os mesmos. Seja qual for a eventual explicação, a única hipótese que atualmente abarca os fatos é a de uma sábia e invisível Inteligência presidindo à operação e trabalhando a sua maneira, e que mostra diferentes resultados em grupos diferentes. Tão padronizados são os métodos de cada um que o autor é capaz de dizer, à primeira vista, qual o fotógrafo que fez a chapa que lhe apresentarem.
Supondo que tal Inteligência tenha os poderes que lhe são atribuidos, podemos então ver 165 Julho, 1925. 166 Desde que escreveu esta observação, o autor tem experimentado a médium com as suas próprias chapas, fazendo ele próprio a revelação. Obteve seis resultados psíquicos em oito experiências. imediatamente por que cada lei normal de fotografia é violada, por que sombras e luzes não mais concordam e, por fim, por que uma série de armadilhas são preparadas para a generalidade dos críticos convencionais. Também podemos entender por que, desde que a figura seja simplesmente constituída pela Inteligência e posta na chapa, encontramos resultados que são reproduções de velhos quadros e de fotografias, e porque também é possível que apareça o rosto de uma pessoa viva na chapa do mesmo modo que o de um Espírito desencarnado. Num exemplo, citado pelo Doutor Henslow, a reprodução de um raro escrito grego do Museu Britânico apareceu numa das chapas de Hope, com uma ligeira alteração no grego, o que 167 provava que não era uma cópia. Aqui, ao que parece, a Inteligência tinha notado a inscrição, tinha-a gravado na chapa, mas tinha feito um ligeiro lapso de memória na transcrição.
Esta explicação tem o desconcertante corolário que o mero fato de termos o retrato psíquico de um amigo morto absolutamente não constitui prova de que o mesmo se ache presente. Sómente quando o fato éconfirmado independentemente numa sessão, antes ou depois, é que temos algo da natureza de prova. Em suas experiências com Hope, o autor teve a impressão de lobrigar o processo pelo qual as fotografias objetivas são construídas — tanto que pôde ele arranjar uma série de dísticos que mostraram os vários estágios. O primeiro desses dísticos, —tomado com Mr. William Jeffrey, de Glasgow, como assistente, — mostra uma espécie de casulo de veios finos, um material como fita, que poderemos chamar de ectoplasma, desde que os vários plasmas ainda não foram subdivididos.
É tão tênue quanto uma bôlha de sabão e nada contém: isto poderia parecer o envoltório dentro do qual o processo é transportado, estando aí reunidas as forças, como se na cabine de um médium. No dístico seguinte vê-se que a face se formou dentro do casulo e que o casulo se abre debaixo do centro. São vistos vários estágios dessa abertura. Finalmente, a face aparece por fora, com o casulo festonado, para trás, e formando um arco sobre o rosto e um véu pendurado de ambos os lados. Esse véu é muito característico nas fotografias de Hope e quando falta em uma podemos sustentar que não houve presença objetiva e que é um puro efeito psicográfico.
O véu ou mantilha, de várias formas, podem ser encontrados numa longa série de fotografias anteriores, e e especialmente observável numa tomada de um amador na Costa Ocidental Africana, onde o Espírito escuro tem densas dobras sobre a cabeça e no chão. Quando semelhantes resultados são alcançados em Crewe, ou em Lagos, é simples questão de bom senso convir que se trata de uma lei comum. Apontando a prova do casulo psíquico, espera o autor haver dado uma pequena contribuição para uma melhor compreensão do mecanismo da fotografia psíquica. É um verdadeiro departamento da ciência psíquica, como verá qualquer investigador sério. Contudo não se pode negar que tenha sido transformado em objeto para patifarias, como não podemos garantir que, por serem genuínos alguns resultados conseguidos por médiuns, tenhamos que aceitar de olhos fechados tudo quanto nos mostrem, venha de onde vier. 167 “Proofs of the Truths of Spíritualism”, página 218.
Henslaw.
Vozes Mediúnicas e Moldagens impossível dedicar capítulos separados a cada forma de força psíquica, pois o resultado exorbitaria dos limites desta obra. Mas os fenômenos de produção de vozes bem como os de moldagens são tão claros e evidentes que não será É supérfluo um relato mais desenvolvido. Milhares de pessoas tornam-se eco daquelas palavras de Jó: “eu ouvi uma voz”, significando uma voz que não vinha de alguém que vivesse na Terra. E o disse com segura convicção, depois de uma série de testes. A narrativa bíblica é farta em 168 exemplos desse fenômeno e as constatações psíquicas dos tempos modernos mostram que aqui, como em outras manifestações supra-normais, o que aconteceu na aurora do mundo acontece ainda.
Os exemplos históricos de mensagens faladas são os de Sócrates e de Joana D’Arc, embora não seja claro que em ambos os casos as vozes tivessem sido audíveis para os outros. É à luz do inteiro conhecimento que chegamos a concluir, com alguma probabilidade, que as vozes ouvidas eram do mesmo caráter supranormal daquelas com que hoje estamos familiarizados. 169 Mr. F. W. H.
Myers faz-nos pensar que o Demônio de Sócrates era “um mais profundo extrato do próprio sábio”, a comunicar-se com “o extrato superficial e consciente”. E do mesmo modo explicaria as vozes que vieram a Joana. Falando assim, entretanto, ele nada explica. Que devemos pensar da história de que as estátuas antigas falavam? O ilustre autor anónimo, — que se supõe tenha sido o Doutor Leornard Marsh, da Universidade de Vermont, — daquele curioso livro “Apocatastasis”, ou “Progresso Regressivo”, cita as seguintes palavras de Nonnus: “No que respeita a essa estátua (de Apolo), onde se achava, e como ela falava, eu nada disse.
Deve, entretanto, entender-se que havia uma estátua em Delfos, que emitia uma voz inarticulada. Porque deveis saber que os Espíritos falam, com vozes inarticuladas, de vez que não possuem órgãos pelos quais possam falar articuladamente”. Assim o comenta o Doutor Marsh: “Parece que o autor não estava bem informado relativamente ao poder de falar dos Espíritos, desde que toda a história antiga declara que muitas vezes a sua voz era ouvida no ar, falando articuladamente e repetindo as mesmas palavras em diversos lugares; e essa voz era chamada, e universalmente conhecida, pelo nome de ‘Vox Divina’.” E prossegue dizendo que com a mencionada estátua o Espírito evidentemente estaria experimentando com o grosseiro material de que era feita — 168 Veja-se “The Voices”, de Usborne Moore (1913), página 433. 169 SOCIETY FOR PSYCHICAL RESEARCH Jornal, Volume 3º (1887) página 131. provavelmente de pedra — a ver se poderia produzir sons articulados, mas não o conseguia, pois que a estátua “não possuia laringe ou outros órgãos da voz, como os modernos médiuns”. Em seu livro o Doutor Marsh procura demonstrar que então (1854) os fenômenos espíritas eram crus e imaturos, em comparação com as manifestações espíritas da antigüidade. Os antigos, diz ele, falavam disso como de uma ciência, e declaravam que os, conhecimentos obtidos por seu intermédio eram exatos e controláveis “a despeito de todos os demônios fraudulentos”.
Garantindo que o sacerdote era um médium de vozes, facilmente se explicam os oráculos falantes. É digno de nota que a Voz, que foi uma das primeiras formas de mediunidade associada ao moderno Espiritismo, é ainda preeminente, ao passo que outros aspectos da mediunidade inicial se tenham tornado raros. Mas como há um bom número de investigadores competentes que consideram o fenômeno da voz entre as, mais convincentes das manifestações psíquicas, lancemos um olhar sobre o que há a respeito. Jonathan Koons, fazendeiro em Ohio, parece ter sido o primeiro dos modernos médiuns com quem isto se verificou. Na choupana já mencionada, chamada a sua “Casa do Espírito” teve ele em 1852, e durante muitos anos, uma porção de fenômenos surpreendentes, entre os quais havia vozes de Espíritos, que falavam através de um pequeno megafone ou trombeta, Mr.
Charles Partridge, conhecido homem público, que foi um dos investigadores dos primeiros dias, assim descreve como ouviu o Espírito conhecido como John King, falando numa sessão em casa de Koon, em 1855: “Ao terminar a sessão, como de costume, o Espírito de John King tomou da trombeta e fez uma pequena palestra através dela — falando clara e distintamente — mostrando o benefício que se colheria no tempo e na eternidade, da conversa com os Espíritos, e nos exortando a sermos discretos e firmes no falar, aplicados em nossas investigações, fiéis às responsabilidades que tais privilégios impunham, caridosos para com os que estão no erro e na ignorância, temperando o nosso zêlo com a sabedoria, etc.”. O Professor Mapes, conhecido químico americano, disse que em presença dos Davenport havia conversado durante meia hora com John King, cuja voz era alta e distinta. Mr. Robert Cooper, um dos biógrafos dos Irmãos Davenport, ouviu muitas vezes a voz de John King à luz do dia, e à luz da lua, quando passeando pela rua com os Davenport. Atualmente chegamos a formar uma ideia de como tais vozes se produzem nas sessões.
Aliás esse conhecimento foi corroborado pelas, comunicações recebidas dos próprios Espíritos. Parece que o ectoplasma procedente do médium, mas também, em menor proporção, dos assistentes, é usado pelos Espíritos operadores na moldagem de uma espécie de laringe humana. E a utilizam para a produção da voz. Na explicação dada aos Koons pelos Espíritos, estes, falavam do emprego combinado de elementos do corpo espiritual, e o que corresponde ao nosso atual ectoplasma, “uma aura física que emana do médium”. Compare-se isto com a explicação dada através de Mis.
Bassett, a conhecida inglesa médium de vozes, aos setenta anos: “Dizem eles que tomam as emanações do médium e de outros membros da assistência, com o que fazem um aparelho para falar e que o 170 empregam” . Mrs. Mary Marshall, falecida em 1875, e que foi a primeira dos médiuns públicos ingleses, era canal para vozes vindas de John King e outros. Em 1809, em Londres, Mr. W.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.