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Capítulo 28 de 57
Parte 25 de 54
A História do Espiritismo · Arthur Conan Doyle
George Lewis e a defesa foi feita por Mr. Munton. As provas sobre a autenticidade da mediunidade de Slade foram dadas pelo Doutor Alfred Russel Wallace, por Serjeant Cox, pelo Doutor George Wyld e outros, mas só quatro testemunhas foram permitidas. O magistrado classificou a prova testemunhal como “esmagadora” dada a evidência dos fenômenos, mas no julgamento excluiu tudo, exceto a acusação de Lankester e de seu amigo Doutor Donkin, dizendo que era obrigado a basear a sua decisão em “inferências deduzidas dos conhecidos fatos naturais.” Uma declaração feita pelo conhecido mágico Maskelyne, de que a mesa usada por Slade era preparada para truques, foi desmascarada pelo testemunho do carpinteiro que a tinha feito. Essa mesa atualmente pode ser vista nos escritórios da Aliança Espírita de Londres e a gente fica estupefato pelo fato de uma testemunha ter sido capaz de comprometer a liberdade de um homem por um depoimento tão falso que alterou profundamente o curso do processo.
Na verdade, ante as declarações de Ray Lankester, de Donkin e de Maskelyne é difícil ver como Mr. Flowers podia deixar de condenar, pois diria, com razão, “O que se apresenta à Corte não é o que aconteceu em outras ocasiões — por mais convincentes que sejam esses testemunhos — mas o que ocorreu nessa ocasião particular, e aqui temos duas testemunhas de um lado e apenas um prisioneiro do outro.” A mesa-truque certamente arranjou as coisas. Slade foi condenado nos termos da lei contra a vagabundagem a três meses de prisão com trabalhos forçados. Houve apelo e ele foi solto sob fiança. Quando o apelo foi julgado a condenação foi anulada sob fundamento de ordem técnica.
É de notar-se que, embora se livrasse sob um fundamento de ordem técnica, isto é, de que as palavras “pela leitura da mão ou por outro meio”, que aparecem na lei haviam sido omitidas, não se deve pensar que, se o fundamento técnico tivesse falhado, ele não teria escapado pelos méritos de seu caso. Slade, cuja saúde ficou seriamente afetada com a prisão, deixou a Inglaterra pelo continente um ou dois dias depois. Depois de um repouso de alguns meses em Haya, Slade escreveu ao Professor Lankester oferecendo-se para voltar à Inglaterra e lhe dar exaustivas demonstrações particulares, com a condição de que não fosse molestado. Não obteve resposta a essa sugestão, que seguramente não seria feita por um criminoso. Em 1877 os Espíritas de Londres mandaram a Slade o seguinte manifesto: “À vista da deplorável maneira por que terminou a visita de Henry Slade a este país, os abaixo-assinados desejam exprimir o alto conceito de sua mediunidade e a reprovação ao tratamento que lhe foi dispensado.
“Consideramos Henry Slade um dos mais valiosos médiuns para experiências atualmente. Os fenômenos que ocorrem em sua presença se desenvolvem com uma rapidez e uma regularidade raramente igualadas... “Ele partiu, não só inatingido na sua reputação pelo procedimento de nossa Corte de Justiça, como também com volumoso testemunho em seu favor que provavelmente não teria sido obtido de outra maneira. Este é assinado por Mr. Alexander Calder, Presidente da Associação Nacional dos Espíritas Britânicos e grande número de espíritas de representação.
Infelizmente, entretanto, são os “contras” e não os “pros” que a imprensa ouve e, ainda agora, cinquenta anos mais tarde, seria difícil encontrar um jornal bastante esclarecido para fazer justiça. Entretanto os espiritistas mostraram muita energia na defesa de Slade. Em face do processo foi criado um Fundo de Defesa e os Espíritas da América mandaram um memorial ao Ministro Americano em Londres. Entre a sentença de Bow Street condenando-o e a apelação, um memorial foi mandado ao Ministro do Interior, protestando contra a ação do Governo ao prosseguir na perseguição depois da apelação. Cópias desse protesto foram mandadas a todos os membros da Câmara dos Comuns, a todos os magistrados do Middlesex, a diversos membros da Sociedade Real e a outros organismos públicos.
Miss Kislingbury, secretária da Associação Nacional dos Espiritistas, enviou uma cópia à rainha. Depois de sessões de êxito em Haya, Slade foi a Berlim, em novembro de 1877, onde despertou o mais vivo interesse. Dizia-se que ele não sabia alemão, mas apareceram mensagens nessa língua sobre as lousas e escritas em caracteres do século quinze. O Bertiner Fremdenblatt de 10 de novembro de 1877, publicou o seguinte: “Desde a chegada de Mr. Slade ao Hotel Kronprinz uma grande parte do mundo culto de Berlim vem sofrendo de uma epidemia que podemos chamar de febre espírita”.
Descrevendo suas experiências em Berlim, disse Slade que havia começado por converter o propriétário do hotel, usando as suas próprias lousas e mesas. O dono convidou o Chefe de Polícia e muitas pessoas eminentes de Berlim para testemunharem as manifestações, e estas se declararam satisfeitas. Escreve Slade: “Samuel Bellachini, prestigitador da Corte do Kaiser, fez uma semana de experiências gratuitas comigo. Dei-lhe de duas a três sessões diárias e uma em sua própria casa. Depois de sua mais completa investigação ele foi a um tabelião e fez um juramento de que os fenômenos eram autênticos e não havia fraudes”.
A declaração jurada de Bellachini, que foi publicada, confirma essa informação. Diz ele que, depois de minuciosa investigação, considera “absolutamente impossível” qualquer explicação de prestidigitação. A conduta dos prestidigitadores parece ter sido determinada, em geral, por uma espécie de inveja sindicalizada, como se os resultados do médium constituíssem uma espécie de violação de um monopólio. Mas esse alemão esclarecido, juntamente com Houdin, Kellar e outros mais, mostraram uma mente mais aberta. Seguiu-se uma visita à Dinamarca e em dezembro começaram as históricas sessões com o Professor Zõllner, em Leipzig. Um relato completo encontra-se na obra de Zóliner, “Física Transcendental”, que foi traduzida por Mr.
C. C. Massey. Zõllner era Professor de Física e de Astronomia na Universidade de Leipzig e em sua companhia, nas experiências com Slade, estavam outros homens de ciência, inclusive William Edward Weber, Professor de Física; o Professor Scheibner, ilustre matemático; Gustave Theodore Fechner, Professor de Física e eminente filósofo naturalista, todos na expressão do Professor Zõllner, “perfeitamente convencidos da realidade dos fatos observados, inclusive de que não havia impostura ou prestidigitação.” Entre os fenômenos contavam-se os nós dados numa corda sem fim, o rompimento das cortinas do leito do Professor Zóllner, o desaparecimento e imediato aparecimento de uma pequena mesa, descendo do teto em plena luz, numa casa particular e debaixo de observação, notando-se principalmente a aparente imobilidade do Doutor Slade durante essas ocorrencias. Certos críticos tentaram apontar aquilo a que chamavam de precauções insuficientes nessas experiências.
O Doutor J. Maxwell, arguto crítico francês, deu 71 uma excelente resposta a essas objeções. Argumenta ele que, desde que investigadores de psiquismo, habilidosos e conscientes, deixaram de indicar explicitamente, nos seus relatórios, que todas as hipóteses de fraude foram estudadas e postas de lado, na suposição de que “sua afirmação implícita da realidade do fenômeno lhes parece suficiente”, e para evitar que seus relatórios se tornassem de difícil manuseio, críticos capciosos não hesitaram em os condenar e sugerir possíveis fraudes, quase inadmissíveis nas condições que foram observadas. Zõllner deu uma resposta digna à suposição de que havia sido ludibriado na experiência de nós na corda: “Se, não obstante o fundamento do fato, por mim deduzido na pressuposição de uma concepção mais larga de espaço, pudesse ser negado, só uma outra espécie de explicação restaria, surgindo de um código moral de consideração que, presentemente, é bem verdade, é muito habitual. Essa explicação consistiria na presunção de que eu próprio e os honrados cidadãos de Leipzig, em cuja presença muitas dessas cordas foram lacradas, ou eram vulgares impostores, ou não tinham senso suficiente para perceber que o próprio Mr.
Slade tinha feito aqueles nós, antes que as cordas fossem lacradas. A discussão, entretanto, de uma tal hipótese, já não pertence ao domínio da ciência: cai na 72 categoria da decência social”. Como uma amostra dessas impetuosas declarações dos oponentes do Espiritismo, deve mencionar-se que Mr. Joseph McCabe, que é ultrapassado apenas 73 pelo americano Houdini pelas grosseiras imprecisões, fala de Zôllner como “um professor decrépito e míope”, quando na verdade ele faleceu em 1882 aos quarenta e oito anos de idade e suas experiências com Slade haviam sido feitas entre 1877 e 1878, quando esse cientista se achava no vigor de sua vida intelectual. 71 “Metapsychicat Phenomena” (Translation 1905), página 405. 72 Massey’s Zóllner, páginas 2021. 73 “Spiritualism. A Popular History from 1847”, página 161. Os oponentes levaram tão adiante a sua inimizade que chegaram a declarar que Zõllner estava desequilibrado e que a sua morte, poucos anos depois, foi acompanhada de fraqueza cerebral.
Um inquérito feito pelo Doutor Funk os remeteu ao silêncio, embora e infelizmente seja fácil encontrar libelos como esse em circulação, mas seja difícil encontrar as contraditas. 74 Eis o documento: “Sua carta dirigida ao Reitor da Universidade, em data de 20 de outubro de 1903 foi recebida. O Reitor desta Universidade estava instalado aqui depois da morte de Zóllner e não tinha relações pessoais com ele; mas as informações recebidas dos colegas de Zôllner comprovam que durante todos os seus estudos aqui na Universidade até a sua morte era uma mente sólida; além disso, tinha a melhor saúde. A causa de sua morte foi uma hemorragia cerebral, na manhã de 25 de abril de 1882, quando almoçava com sua mãe, do que veio a falecer pouco depois. É verdade que o Professor Zôllner era um adepto ardente do Espiritismo e, como tal, tinha íntimas ligações com Slade”. Doutor Karl Bucher, Professor de Estatística e Economia Nacional na Universidade.
A tremenda força que, ocasionalmente, se manifesta quando favoráveis as condições, mostrou-se uma vez em presença de Zõllner, Weber e Scheibner, os três professôres da Universidade. Havia um forte bastidor de madeira a um lado da sala: “De repente ouviu-se um estalo violento como numa descarga de uma grande bateria de Leyden. Voltando-se alarmado para aquele lado, o mencionado bastidor caiu desfeito em dois pedaços. Os fortes para 1 usos de madeira de meia polegada de grossura tinham-se partido de cima abaixo, sem qualquer contacto visível de Slade com o bastidor. As partes quebradas achavam-se pelo menos a um metro e meio de Slade, que estava de costas; mas, ainda que tivesse tentado quebrá-lo com um hábil movimento lateral, teria sido necessário prendê-lo do lado oposto.
Como se achava, o bastidor estava quase sôlto e as fibras da madeira, sendo paralelas ao eixo dos suportes cilíndricos de madeira, a fratura só se podia dar por uma força que atuasse longitudinalmente à parte em questão. Estávamos todos admirados dessa manifestação violenta e imprevista da força mecânica e perguntamos a Slade o que significava aquilo tudo. Mas ele apenas deu de ombros e disse que tais fenômenos por vezes ocorriam em sua presença, embora um tanto raramente. Enquanto falava e se achava de pé, colocou um pedaço de lápis sobre a superfície polida da mesa, e pôs em cima uma lousa que eu tinha comprado e acabara de limpar e fez pressão com os cinco dedos abertos da mão direita na superfície da lousa, enquanto a mão esquerda se apoiava no centro da mesa. A escrita começou na face interna da lousa e quando Slade a virou estava escrita a seguinte sentença em inglês: ‘Não tínhamos a intenção de causar um prejuízo.
Perdoai o que aconteceu.’ Estávamos mais surpreendidos com a escrita naquelas circunstâncias, principalmente porque estávamos observando que ambas as mãos de Slade ficavam 75 imóveis enquanto a escrita prosseguia.” 74 “The Widow’s Mite”, página 276. 75 “Transcendental Physics”, páginas 3435. Em sua desesperada tentativa para explicar esse incidente Mr. McCabe diz que provavelmente o bastidor já estava quebrado e repregado com um parafuso. Na verdade nãohá limites para a credulidade dos incrédulos. Depois de uma série de êxitos nas sessões de São Petersburgo, Slade voltou a Londres por alguns dias, em 1878, e então se dirigiu à Austrália. Um interessante 76 relato de seu trabalho ali é o livro de James Curtis “Rustlings in the Golden City” .
Então voltou à América. Em 1885 compareceu perante a Comissão Seybert, em Filadélfia e em 1887 visitou novamente a Inglaterra sob o nome de “Doutor Wilson”, posto se soubesse muito bem quem era ele. É possível que o disfarce fosse devido ao receio de renovação de velhos processos. Na maioria de suas sessões Slade demonstrou possuir clarividência e as mãos materializadas eram coisa familiar. Na Austrália, onde as condições psíquicas são boas, obteve materializações.
Diz Mr. Curtis que o médium não gostava dessa forma de sessões, porque durante algum tempo sentia-se enfraquecido e porque preferia sessões em plena luz. Entretanto concordou em experimentar com Mr. Curtis, que assim descreve o que aconteceu em Ballarat, em Victoria: “Nossa primeira experiência com o aparecimento de Espíritos materializados ocorreu no Lester’s Hotel. Coloquei a mesa a cerca de quatro a cinco pés da parede do lado oeste do quarto.
Mr. Slade sentou-se ao lado mais afastado da parede, enquanto me colocava no Lado norte. A luz do gás foi reduzida o suficiente para que fossem percebidos os objetos do quarto. Nossas mãos foram colocadas umas sobre as outras, numa pilha única. Sentamo-nos muito quietos durante uns dez minutos, quando observei algo como uma nuvem vaporosa entre mim e a parede.
Quando minha atenção foi atraida para o fenômeno, ele tinha a altura e a côr de um cavalheiro com uma cartola acinzentada. Essa como que nuvem cresceu ràpidamente e se transformou, de modo que vi à nossa frente uma mulher — uma dama. O ser assim vestido e perfeito, ergueu-se do solo até a altura da mesa, onde me foi possível examiná-la mais distintamente. Os braços e as mãos tinham formas elegantes; o rosto, a boca, o nariz, as faces e os cabelos castanhos se mostravam harmoniosamente, cada parte em concordância com o todo. Só os olhos eram velados, porque não podiam materializar-se completamente.
Os pés calçavam sapatos brancos de cetim. Toda a figura era graciosa e a toalete perfeita. O vestido brilhava à luz e era o mais bonito que eu jamais vira, nas suas cores brilhantes, com cambiantes de prata, cinza e branco, O Espírito materializado deslizou e andou um pouco, fazendo a mesa vibrar e mesmo oscilar. Também pude ouvir o frufru do vestido, quando a visitante celeste se movia de um lugar para outro. A forma espiritual, a dois pés de nossas mãos ainda empilhadas, foi se dissolvendo até desaparecer aos nossos olhos”.
As condições dessa bela sessão, na qual as mãos do médium estavam seguras e havia luz suficiente para a visibilidade, parecem satisfatórias, desde que aceitemos a honestidade da testemunha. Como o prefácio contém o valioso testemunho de um membro responsável de um Governo Australiano, que também se refere, de início, ao extremo cepticismo de Mr. Curtis, bem podemos aceitá-lo. Na mesma sessão, a figura reapareceu quinze minutos depois: 76 “Ruídos na Cidade de Ouro”. — N. do T. “Então a aparição flutuou no ar e pousou sobre a mesa, deslizou rapidamente e três vezes curvou a suo figura em cumprimento gracioso, cada mesura com passada e profunda, trazendo a cabeça até seis polegadas de meu rosto.
Ouvia-se o frufru do vestido, a cada movimento como se fora sêda. A face estava parcialmente velada, como antes. A visibilidade foi diminuindo e por fim desapareceu, como na primeira materialização”. São descritas outras sessões como esta. Diante dos complicados e rigorosos testes a que foi submetido com sucesso, a história do desmascaramento de Slade na América em 1886 não convence, mas nós a referimos por motivos históricos e para mostrar que tais incidentes não se acham excluídos de nosso exame do assunto.
O Boston Herald de 2 de fevereiro de 1886 assim abre os títulos de seu relato: “O célebre Doutor Slade pilhado em Weston, West Virgínia; escreve sobre lousas que descansam em seus joelhos debaixo da mesa e inove mesas e cadeiras com os artelhos”. Observadores numa sala anexa, olhando através de fendas embaixo das portas viram esses atos de agilidade sendo executados pelo médium, embora os que com ele se achavam na sala não o percebessem. Parece, entretanto, que houve neste, como em outros casos, ocorrências que tomaram a aparência de fraudes e havia Espíritas entre os que o denunciaram. Numa sessão pública, que se seguiu, para Escrita Espírita Direta, no Palácio da Justiça de Weston, Mr. E.
S. Barret descreve como um “espírita” viu e explicou de que forma a impostura de Slade havia sido descoberta. Convidado a explicar-se, Slade parecia mudo e apenas pôde dizer, segundo o relato, que se os seus acusadores tinham sido enganados, ele também o tinha, pois se o engano era coisa sua, o tinha praticado inconscientemente. Mr. J.
Simmons, administrador dos negócios de Slade, fez uma declaração franca, que parece indicar a operação de membros ectoplásmicos, como ficou provado, anos mais tarde, ser o caso com a famosa médium italiana Eusapia PalLadino. Diz ele: “Não duvido que esses senhores tenham visto aquilo que dizem; mas, ao mesmo tempo, estou convencido de que Slade é inocente daquilo de que é acusado, assim como o senhor (o redator) teria sido em similares circunstâncias. Mas sei que minha explicação não teria valor numa Corte de Justiça. Eu mesmo vi uma mão, que eu juraria ser de Slade, se fosse possível que sua mão ficasse naquela posição. Quando uma de suas mãos estava sobre a mesa e a outra segurava a lousa a um canto da mesa, apareceu uma terceira mão com uma escôva de roupa (e que momentos antes me havia escovado do joelho para cima), no meio do lado oposto da mesa, a qual tinha um metro e seis centímetros de comprimento.” Slade e o seu empresário foram presos e soltos mediante fiança, mas nenhuma medida posterior foi tomada contra eles. 77 Também Fruesdell, em seu livro “Spiritualism, Bottom Facts” , declara que viu Slade efetuar um movimento de objetos com o pé, e pede aos leitores que acreditem que o médium lhe fez uma completa confissão de como eram produzidas as suas manifestações.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.