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Capítulo 55 de 57

Parte 52 de 54

A História do Espiritismo · Arthur Conan Doyle

Nada aborrece a gente aqui. E isto torna tudo mais feliz e mais completo.’ —‘Fale acerca da morada.’ — ‘É bonita nunca vi uma casa na Terra que se comparasse com ela. Tantas flores! Um mundo de cores em todas as direções; e tem perfumes tão maravilhosos, cada qual diferente, mas tão agradáveis!’ —‘Vê outras casas?’ — ‘Não; se o fizesse estragaria a paz. A gente só as vezes procura a natureza.

Cada casa é um oásis, se assim posso dizer. Além, há cenários maravilhosos e outras casas cheias de gente querida, suave, brilhante, risonha, alegre, pelo simples fato de viver em tão maravilhoso ambiente. Sim, é belo. Nenhuma mente terrena pode conceber a luz e a maravilha disso tudo. As cores são muito mais delicadas e, de um modo geral, a vida doméstica é muito mais radiosa’.” Outro resumo do Grupo Doméstico do autor, talvez seja permitido, de vez que as mensagens foram misturadas com muitas provas que inspiram a mais completa confiança naqueles que estão ligados aos fatos: “Pelo amor de Deus sacuda essa gente, esses cabeçudos que não querem pensar.

O mundo necessita desse conhecimento. Se ao menos eu tivesse tido tal conhecimento na Terra! Ele teria alterado a minha vida — o Sol teria brilhado sobreo meu caminho sombrio, se eu tivesse conhecido o que está àminha frente. “Nada é chocante aqui. Não há atravessadores.

Estou interessado em muitas coisas, a maioria delas humanas, o desenvolvimento do progresso humano e, acima de tudo, a regeneração do plano terreno. Sou um dos que trabalham pela causa braço a braço convosco. “Nada temais. A luz será tanto maior quanto maior a escuridão que tiverdes atravessado. Voltarei muito breve, se Deus quiser.

Nada poderá opor-se. Nem asforças das trevas prevalecerão um minuto contra a Sua luz. Todo o trabalho em massa será varrido. Apoiai-vos ainda mais em nós, porque a nossa capacidade de ajuda é muito grande.” — ‘Onde estais?’ —‘É tão difícil explicar-vos as condições aqui. Estou onde mais desejava estar, isto é, com os meus entes queridos, onde posso estar em íntimo contacto com todos no plano terreno.’ — ‘Tendes alimento?’ — ‘Não no vosso sentido, mas muito mais fino.

Tão amáveis essências e tão maravilhosos frutos, além de outras coisas que não tendes na Terra! “Muita coisa vos espera com as quais ficareis surpreendidos — tudo belo e elevado e tão suave e luminoso. A vida foi uma preparação para esta esfera. Sem aquele treinamento não teria sido capaz de entrar neste mundo glorioso de maravilhas. É na Terra que aprendemos as lições e neste mundo está a nossa maior recompensa o nosso verdadeiro e real lar e a vida — o Sol depois da chuva.” O assunto é tão enorme que apenas pode ser tocado em termos gerais num só capítulo.

O leitor é remetido para a maravilhosa literatura que se desenvolveu, dificilmente conhecida pelo mundo, em torno do assunto. Livros como o “Raymond”, de Oliver Lodge; “A Vida Além do Véu”, de Vale Owen; “A Testemunha”, de Mrs. Platts; “O Caso de Lester Coltman”, de Mrs. Walbrook e muitos outros dão uma clara e sólida ideia dessa vida do Além. Lendo essas numerosas descrições da vida depois da morte, a gente naturalmente pergunta até onde podem ser acreditadas.

É confortador verificar quanto são concordes, o que constitui um argumento em favor da verdade. Poderiam contestar que tal concordância se deve ao fato de derivarem, todas, conscientemente ou não, de uma fonte comum. Mas é uma suposição inconsistente. Muitas delas vêm de gente que absolutamente não podia conhecer os pontos de vista dos outros, mas ainda concordam, até nos mínimos detalhes. Por exemplo, na Austrália o autor examinou tais relatos escritos por homens que viviam em lugares remotos, que honestamente se contentavam com 239 aquilo que haviam escrito.

Um dos mais notáveis casos é o de Mr. Herbert Wales. Esse cavalheiro, que tinha sido, e talvez ainda seja, um céptico, leu uma história do autor, sobre como são as condições além da morte; e foi rebuscar um trabalho que havia escrito há anos, mas que recebera com incredulidade. E escreveu: “Depois de ler o vosso artigo fiquei chocado, quase estatelado, pelas circunstâncias de que as coisas imaginadas por mim e relativas às condições da vida de alémtúmulo — penso que até nos menores detalhes — coincidem com as que descreveis como resultado de vossa coleção de materiais obtidos de várias fontes.” O resto das conclusões de Mr. Wales se acham no Apêndice.

Tivesse essa filosofia girado sobre os grandes altares recebendo uma adoração perpétua, poderiam dizer que era um reflexo daquilo que nos ensinaram na infância. Mas é muito diferente — e, certamente, muito mais razoável. Um campo aberto éapresentado para o desenvolvimento de todas as capacidades com que fomos dotados. A ortodoxia permitiu a continuada existência de tronos, de coroas, de harpas e de outros objetos celestes. Não será mais sensato admitir que se algumas 239 “The New Revelation”, página 146. coisas podem sobreviver, todas o poderão, em formas tais que se adaptem ao ambiente?

Como examinamos todas as especulações da humanidade, talvez os Campos Elísios dos Antigos e as felizes regiões de caça dos Peles-Vernelhas estejam mais próximas dos fatos atuais do que essas fantásticas representações do céu e do inferno, descritas nas visões extáticas dos teólogos. Um céu tão vulgar e caseiro pode parecer material a muitas mentes, mas devemos lembrar que a evolução foi muito lenta no plano terreno e ainda o é no espiritual. Em nossa presente baixa condição, não podemos atingir o que é celestial. Será trabalho de séculos — possivelmente de anos. Ainda não estamos preparados para uma vida puramente espiritual.

Como, porém, nós mesmos nos tornamos mais finos, também se transformará o nosso ambiente e nós evoluiremos de céu a céu, até que o destino da alma se perca no fogo da glória, onde não pode ser acompanhada pelos olhos da imaginação. APÊNDICE 1 NOTAS AO CAPÍTULO 4 Prova da assombração da casa de Hydesville antes de ser habitada pela família Fox Atesta a Senhora Ann Pulver: “Eu mantinha relações com o Senhor e Senhora Reli, que habitavam a casa em 1844. Visitava-os frequentemente. Minhas agulhas de tricô ficavam em seu quarto e lá eu fazia o meu trabalho. Uma manhã, quando lá cheguei, a Senhora Reli me disse que se sentia muito mal: quase não dormira de noite. Quando lhe perguntei a razão respondeu que não sabia senão de rumores; mas pensava ter ouvido alguém a andar de um quarto para o outro e que tinha feito o marido levantar-se e trancar as janelas.

Depois disso sentiu-se mais segura.” Perguntei-lhe se imaginava alguma coisa. Disse que podiam ser ratos. Ouvia-a falar, posteriormente, de rumores que não podia descrever. A senhorita Lucretia Pulver deu o seu testemunho: ‘Vivi naquela casa durante um inverno, com a família Reli. Trabalhava para ela uma parte do dia e o resto do tempo ia a escola ou bordava.

Vivi assim cerca de três meses. No fim desse período frequentemente ouvia batidas na cama e abaixo dos pés da mesma. Ouvi uma porção de noites, pois dormia nesse quarto todo o tempo que lá estive. Uma noite parece-me ter ouvido um homem andando pela dispensa. Esta peça era separada do quarto pela escada.

A senhorita Aurélia Losey ficou comigo naquela noite; ela também ouviu o barulho e ambas ficamos muito assustadas; levantamo-nos e fechamos as janelas e trancamos a porta. Parece que alguém andava pela despensa, na adega, e até no porão, onde o barulho cessava. Nessa ocasião não havia mais ninguém na casa, exceto meu irmãozinho, adormecido no mesmo quarto que nós. Isto foi cerca de meia-noite. Não tínhamos ido para a cama senão depois das onze e ainda não tínhamos dormido quando ouvimos o barulho, O Senhor e Senhora Bell tinham ido a Loch Berlin, onde ficariam até o dia seguinte’.

Assim fica provado que ruídos estranhos eram ouvidos naquela casa em 1844. Outra família, chamada Weekman, aí viveu de 1846 a 1847 e observou as mesmas experiências. DEPOIMENTO DA SENHORA HANNAH WEEKMAN “Ouvi falar nos ruídos misteriosos que eram ouvidos na casa agora ocupada pelo Senhor Fox. Nós moramos na mesma casa cerca de um ano e meio, daí nos mudando para onde agora estamos. Há cerca de um ano, quando lá habitávamos, ouvimos alguém, conforme pensamos, batendo de leve na porta de entrada.

Eu acabara de me deitar, mas meu marido ainda não. Assim, ele abriu a porta e disse que não havia ninguém. Voltou e já estava para se deitar quando novamente ouvimos bater à porta. Ele foi então abri-la e disse que não via ninguém; não obstante esperou um pouco. Então voltou e deitou-se.

Veio muito zangado, pois supunha fosse algum garoto da vizinhança querendo aborrecer-nos. Assim, disse que ‘eles podiam bater, mas não o levariam na brincadeira’, ou coisa semelhante. As batidas foram ouvidas novamente; depois de algum tempo ele se levantou e saiu. Eu lhe disse que não saísse, pois temia que alguém quisesse pegá-lo fora e o agredisse. Ele voltou e disse que nada tinha visto.

Ouvimos muito barulho durante a noite; dificilmente poderíamos dizer onde era produzido; por vezes parecia que alguém andasse na adega. Mas a casa era velha e pensamos que fossem estalos da madeira ou coisa semelhante. Algumas noites depois uma de nossas meninas, que dormia no quarto onde agora são ouvidas as batidas acordou-nos a todos soluçando. Meu marido, eu e a empregada nos levantamos imediatamente para ver o que se passava. Ela sentou-se na cama em pranto e nós custamos a verificar o que se passava.

Disse ela que algo se movimentava acima de sua cabeça e que ela sentia um frio sem saber o que era. Disse havê-lo sentido sobre ela toda, mas que ficara mais alarmada ao senti-lo sobre o rosto. Estava muito assustada. Isto se passou entre meia-noite e uma hora. Ela se levantou e foi para a nossa cama, mas custou muito a adormecer.

Só depois de muitos dias conseguimos que fosse dormir em sua cama. Tinha ela então oito anos. Nada mais me aconteceu durante o tempo em que lá moramos. Mas meu marido me disse que uma noite o chamaram pelo nome, de algum lugar na casa — não sabia de onde —mas jamais pôde saber de onde e quem era. Naquela noite eu não estava em casa: estava assistindo uma pessoa doente. Então não pensávamos que a casa fosse assombrada...” Assinado: Hannah Weekman 11 de abril, de 1848.

DEPOIMENTO DE MICHAEL WEEKMAN “Sou marido de Hannah Weekman. Morávamos na casa agora ocupada pelo Senhor Foz, na qual dizem que ruídos estranhos são ouvidos. Aí moramos cerca de um ano e meio. Uma noite, à hora de dormir, ouvi batidas. Supunha que fosse alguém que quisesse entrar.

Não disse o costumeiro ‘pode entrar’ fui até à porta. Não encontrei ninguém, voltei e exatamente quando ia para a cama ouvi novas batidas e rápidamente abri a porta, mas não vi ninguém. Então me deitei. Pensei que alguém estivesse querendo divertir-se. Depois de alguns minutos ouvi novas pancadas e, depois de esperar um pouco e, ainda as ouvindo, levantei-me e fui à porta.

Desta vez saí e rodeei a casa mas não encontrei ninguém. Voltei, fechei a porta e segurei o ferrôlho, pensando que se viesse alguém seria pilhado. Dentro de um ou dois minutos nova batida. Eu estava com a mão na porta e a batida parecia na porta. Podia sentir a vibração das batidas.

Abri instantâneamente a porta e saí rápido, mas não havia ninguém à vista. Então dei nova volta à casa mas, como da outra vez, nada encontrei. Minha mulher tinha dito que era melhor não sair, pois talvez fosse alguém que me quisesse agredir. Não sei o que pensar, pois parece estranho e incrível. Então relata o caso da menina assustada, como ficou dito acima.

Uma noite, após isto, despertei cerca de meia-noite e ouvi pronunciarem o meu nome. Parecia que a voz vinha do lado sul do quarto. Sentei-me na cama e escutei, mas não mais ouvi. Não me levantei, mas esperei que repetissem. Naquela noite minha mulher não estava em casa.

Contei-lhe isto depois e ela me disse que eu estava sonhando. Freqüentemente minha mulher se assustava com estranhos ruídos dentro e fora da casa. Tenho ouvido tais coisas de homens fidedignos acerca dos ruídos que agora se ouvem que, ligados ao que ouvi, não posso deixar de supor que sejam sobrenaturais. Desejo prestar uma declaração dos fatos acima, caso necessario.” Assinado: Michael Weekman 11 de abril, de 1848. RESUMO DO ARTIGO DE HORACE GREELEY NO NEW YORK TRIBUNE, 240 SOBRE AS IRMÃS FOX E SUA MEDIUNIDADE A senhora Fox e suas três filhas deixaram ontem a nossa cidade, de regresso a Rochester, depois de uma estada de algumas semanas, durante as quais se submeteram a misteriosa influência, pela qual parecem acompanhadas, a todos os testes razoáveis e a uma investigação sagaz e crítica de centenas de pessoas que quiseram visitá-las ou que as convidaram a uma visita.

Os aposentos que ocupavam no hotel foram constantemente rebuscados e revistos; elas foram levadas, sem aviso prévio de ao menos uma hora, para casas onde jamais haviam estado; foram inconscientemente colocadas sobre uma superfície de vidro, disforçado debaixo do tapete, a fim de interromper vibrações elétricas; foram despidas por uma comissão de senhoras nomeadas sem aviso e insistiu-se para que nenhuma delas deixasse o aposento antes que a investigação fosse feita, etc., etc., e, apesar disso, pensamos que, até este momento, ninguém pretende ter pilhado qualquer delas produzindo ou sendo a causa de batidas, nem pensamos que qualquer de seus detratores tenha inventado uma teoria plausível para explicar a produção desses sons, nem a singular inteligência que, ao menos por vezes parece manifestar-se por intermédio delas.

Há uns dez ou doze dias elas deixaram os aposentos do hotel e dedicaram os restantes dias de sua estada aqui a visitas a diversas famílias que as haviam convidado através de pessoas interessadas no assunto, submetendo a singular influência a um exame mais atento e mais calmo do que o que podia ser feito no hotel, e perante estranhos ocasionais, reunidos por uma vaga curiosidade, mais do que por um interesse racional, ou por uma hostilidade invencível e predeterminada. Nossa própria residência se achava entre as que assim foram visitadas; não só a submetendo a um exame, mas à mais completa e acirrada investigação relativamente às supostas “manifestações” do mundo espiritual, pelo qual elas eramassistidas. Dedicamos a maior parte do tempo que nos foi possível subtrair dos nossos deveres, com exceção de três dias, a esse assunto e seria enorme covardia não 240 Capron, “Modern Spiritualism”, página 179 a 181. declarar que, fora de qualquer dúvida, estamos convencidos de sua perfeita integridade e boa fé quanto ás premissas. Seja qual for a origem ou causa das batidas, as senhoras a cuja presença elas ocorrem não as produzem.

Verificamos isto rigorosamente e com inteira satisfação. Sua conduta e atitudes é tão diversa da dos trapaceiros quanto possível e pensamos que ninguém que as conheça seria capaz de admitir que elas estivessem comprometidas em tão atrevida, ímpia e descarada trapaça, qual seria se elas produzissem os ruídos. E não é possível que uma tal trapaça fosse durante tanto tempo praticada em público. Um jogral pratica um truque ràpidamente e logo passa a outro; ele não dedica semanas e semanas sempre à mesma coisa, deliberadamente, em frente a centenas de pessoas que se assentam ao lado ou à sua frente em plena luz, não para uma diversão, mas para descobrir o truque. Um trapaceiro naturalmente evita conversar sobre o assunto de sua velhacaria, mas essas senhoras conversam livre e desembaraçadamente sobre a origem dessas batidas, desde alguns anos, em sua casa, sobre as variadas impressões que elas causaram, a excitação criada pela vizinhança, o progresso de seu desenvolvimento — aquilo que elas viram, ouviram ou sentiram desde o princípio até agora.

Se tudo fosse falso, não poderiam deixar de se ter embaraçado num labirinto de terríveis contradições, desde que cada uma dá separadamente, um relato dos mais interessantes acontecimentos nesta ou naquela ocasião. Criaturas suficientemente insensatas para se entregarem a isto sem reservas e precauções não teriam resistido a uma tal exposição nem por uma semana. Aliás, a variedade de opiniões sobre um assunto tão estranho naturalmente teria sido formada pelas várias pessoas que as visitaram, e presumimos que aqueles que apenas acorreram aos seus aposentos por cerca de uma hora e escutaram, num borborinho de estranhos, uma mistura de perguntas — das quais muitas não comportavam respostas proveitosas — tivessem certeza de inteligências invisíveis que respondessem por batidas ou ruídos originais no soalho, na mesa, etc., ou pelas letras do alfabeto ou qualquer outro meio e naturalmente saíssem intrigadas, talvez aborrecidas e raramente convencidas. Ë difícil admitir que um assunto, ostensivamente tão grave, pudesse ser apresentado sob as mais desfavoráveis condições para convencer. Mas daqueles que tiveram oportunidades felizes para uma investigação completa pensamos que três quartas partes estão convencidos, assim como nós, de que esses ruídos singulares e aparentes manifestações não são produzidos pela senhora Fox e suas filhas, nem por qualquer ser humano de parceria com elas.

Como são causados e de onde procedem são questões que abrem um mais amplo campo de investigações e com cujos indícios não estamos familiarizados. Aquele que se julga dogmaticamente apto para decidir se essas manifestações são naturais ou sobrenaturais deve achar-se muito familiarizado com os arcanos do universo. Dizem as senhoras que estão informadas de que apenas isto representa o início de uma nova era, ou economia, na qual os Espíritos vestidos na carne são mais próximos e em contacto com os que atingiram a imortalidade; que as manifestações já se deram em muitas outras famílias e se destinam à difusão e se tornarão mais claras, até que todos possam comunicar-se livremente com os seus amigos, que se libertaram dessa prisão mortal. Nada sabemos nem fazemos a menor ideia de tudo isso. Mas se tivéssemos apenas de imprimir (o que não faremos) as perguntas que fizemos e as respostas que recebemos, durante uma conferência ininterrupta de duas horas com as batidas, logo seríamos acusados de o havermos feito com o propósito deliberado de reforçar a teoria que considera essas manifestações como provindas do Espírito dos mortos.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.