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Capítulo 6 de 57

Parte 3 de 54

A História do Espiritismo · Arthur Conan Doyle

Torna-se, assim, um verdadeiro filho e discípulo dos ensinos do outro mundo e todos os outros tipos de espíritas parecem acomodados. Isto não altera o fato de que a nobreza pessoal do caráter pode fazer do iniciado honesto um tipo muitíssimo mais elevado do que o simples espírita; mas isto só se aplica à atual filosofia. O campo do Espiritismo é imensamente vasto e nele cada variedade de cristão, como de maometano, de hindu ou de parsi pode viver em fraternidade. Mas a simples admissão do retorno do Espírito e da comunicação não é suficiente. Muitos selvagens o admitem.

Necessitamos também, um código de moral. E se consideramos o Cristo como um mestre benevolente ou como um divino embaixador, Seu ensino ético atual, de uma forma ou de outra, mesmo quando não conjugado com o seu nome, é uma coisa essencial ao soerguimento da humanidade. Mas deve ser sempre controlado pela razão e aplicado conforme o espírito e não conforme a letra. Isto, porém, é uma digressão. Nas vozes de 1831 há sinais de verdadeira força psíquica.

É uma reconhecida lei espiritual que toda manifestação Psíquica sofre uma distorção quando apreciada através de um médium de estreito sectarismo religioso. É também uma lei que as pessoas presunçosas e infatuadas atraem Espíritos malévolos e são alvo do espírito do mundo, dos quais se tornam joguetes através de grandes nomes e de profecias que as tornam ridículas. Tais foram os guias que desceram sobre o rebanho de Mr. Irving e produziram diversos efeitos, bons e maus, conforme o instrumento empregado. A unidade da Igreja, que tinha sido sacudida pela prévia censura do presbitério, não resistiu a esse novo golpe.

Houve uma grande cisão e o prédio foi reclamado pelos administradores. Irvíng e os partidários que lhe ficaram fiéis andaram à procura de um novo local, e vieram encontrá-lo na sala que usava Robert Owen, o socialista, filantropo e livrepensador, destinado, vinte anos mais tarde, a ser um dos pioneiros conversos do Espiritismo. Aí, no Gray’s Inn Road, Irving reuniu os fiéis. Não se pode negar que a Igreja, tal qual a organizou, com o seu anjo, os seus presbíteros, seus diáconos, suas línguas e suas profecias, era a melhor reconstituição da primitiva Igreja Cristã jamais realizada. Se Pedro ou Paulo se reencarnassem em Londres teriam ficado confusos e, até, horrorizados ante a Igreja de São Paulo ou a Abadia de Westminster; mas certamente teriam sentido uma atmosfera perfeitamente familiar na reunião presidida por Irving.

Um sábio reconhece que há inúmeras direções para nos aproximarmos de Deus. A mente dos homens e o espírito dos tempos variam de reações à grande causa central e apenas podemos insistir numa caridade muito ampla para consigo mesmo e para com os outros. Parece que era isso o que faltava a Irving. Era sempre pelo modelo daquilo que era uma seita entre seitas que media o universo. Havia ocasiões em que ele era vagamente consciente disso; e é possível que aquelas lutas com Apollyon, de que ele se lamenta, com o Bunyan e os velhos Puritanos que costumavam lamentar-se, tenham sido uma estranha explicação.

Apollyon era, realmente, o Espírito de Verdade e a luta interior não era entre a Fé e o Pecado, mas realmente entre a obscuridade do dogma herdado e a luz inerente à razão instintiva, dom de Deus erguendo-se para sempre em revolta contra os absurdos do homem. Mas Irving viveu muito intensamente e as sucessivas crises por que passou oesgotaram. Essas discussões com teólogos teimosos e com recalcitrantes membros de seu rebanho se nos afiguram coisas triviais, quando vistas a distância; mas para ele, com aquela alma devotada, ardente e tempestuosa, eram vitais e terríveis. Para uma inteligência emancipada, uma seita ou outra é indiferente; mas para Irving, quer pela herança, quer pela educação, a Igreja Escocesa era a Arca de Deus e ele o seu fiel e zeloso filho que, conduzido pela sua própria consciência, tinha avançado e encontrado as largas portas que conduzem à Salvação fechadas às suas costas. Era um galho cortado da árvore e ia secando.

É uma comparação e mais que isto, porque se tornou, físicamente, uma verdade. Aquele gigante da meia-idade murchou e encolheu. Seu arcabouço vergou. As faces tornaram-se cavadas e pálidas. Os olhos brilhavam de febre fatal que o consumia.

E assim, trabalhando até o fim, tendo nos lábios as palavras: “Se eu morrer, morrerei com o Senhor”, a sua alma passou para aquela luz mais clara e mais dourada, na qual o cérebro encontra repouso e o Espírito ansioso entra numa paz e numa segurança jamais encontradas na vida. Além desse incidente isolado da Igreja de Irving, houve uma outra manifestação psíquica naqueles dias, que levou mais diretamente à revelação de Hydesville. Foi o desabrochar de fenômenos espíritas nas comunidades dos “shakers”, nos Estados Unidos, e que despertou menos atenção do que merecia. Parece que de um lado essa boa gente se ligava aos shakers, e do outro aos refugiados das Cevennes, vindos para a Inglaterra para se subtrairem à perseguição de Luis XIV. Mesmo na Inglaterra as suas vidas inofensivas não os livraram da perseguição dos fanáticos e eles se viram forçados a emigrar para os Estados Unidos, durante a Guerra da Independência.

Aí fundaram estabelecimentos em vários lugares, vivendo vida simples e limpa, na comunidade de princípios, sóbria e castamente, na sua palavra de ordem. Não é de admirar que a nuvem psíquica das forças do além pouco a pouco descesse sobre a Terra e encontrasse repercussão naquelas comunidades altruísticas. Em 1837 existiam sessenta desses grupos e todos eles respondiam de várias maneiras à nova força. Então guardavam muito cuidadosamente a experiência para si mesmos, porque, como os seus maiores posteríormente exploravam, certamente teriam sido levados para os hospícios se tivessem revelado o que então ocorria. Entretanto, logo depois apareceram dois livros contando as suas experiências: “Santa Sabedoria” e “O papel sagrado”.

Parece que os fenômenos se iniciaram com os costumeiros sinais de avisos, seguidos pela obsessão, de quando em vez, de quase toda a comunidade. Cada um, homem ou mulher, demonstrava estar preparado para a manifestação dos Espíritos. Entretanto os invasores só chegavam depois de pedir permissão e nos intervalos não interferiam no trabalho da comunidade. Os principais visitantes eram Espíritos de Peles Vermelhas, que vinham em grupos, como uma tribo. Um ou dois presbíteros deveriam estar na sala de baixo, aí batiam à porta e os índios pediam licença para entrar.

Dada a licença, toda a tribo de Espíritos de índios invadia a casa e em poucos minutos por toda a parte ouvia-se o seu “Whoop! Whoop!” Os gritos de “whoop”, aliás, emanavam dos órgãos vocais dos próprios “shakers”. Mas, quando sob o controle dos índios, conversavam na língua destes, dançavam as suas danças e em tudo mostravam que estavam realmente tomados por Espíritos de Peles Vermelhas. Perguntarão por que deveriam esses aborígines norte-americanos representar um papel tão saliente não só na inícíação, mas na continuidade do movimento? Há poucos médiuns de efeitos físicos neste país, como nos Estados Unidos, que não tenham como guia um Pele Vermelha e cuja fotografia não é raro ser obtida por meios psíquicos, ainda com os seus vestidos e seus peitorais de couro cru.

É um dos muitos mistérios que ainda devemos solucionar. Com certeza apenas podemos dizer, baseados em nossa própria experiência, que esses Espíritos têm grandes poderes para a produção de fenômenos físicos, mas nunca demonstram um ensino mais alto do que nos chega de Espíritos europeus ou orientais. Entretanto os fenômenos físicos ainda são de grande importância, porque chamam a atenção dos cépticos o assim, o papel reservado aos índios é de importância vital. Parece que os homens da rude vida campestre, na vida espiritual estão especialmente destinados às grosseiras manifestações da atividade do Espírito. E tem sido constantemente afirmado, conquanto seja difícil prová-lo, que o primeiro organizador de tais manifestações foi um aventureiro, que em vida se chamava Henry Morgan e que morreu como Governador da Jamaica, um posto para o qual havia sido nomeado ao tempo de Carlos II.

Deve admitir-se que essas afirmações não provadas nenhum valor possuem no atual estado dos nossos conhecimentos, mas deveriam ser registradas, desde que informações posteriores podem um dia lançar sobre elas uma nova luz. John King, que é o nome do Espírito do suposto Henry Morgan, é um ser muito real: poucos espíritas experimentados há que não tenham visto a sua cara barbuda e ouvido a sua voz máscula. Quanto aos índios que são seus companheiros ou subordinados, apenas épossível aventurar uma conjectura: são as crianças da Natureza, talvez mais próximas dos primitivos segredos do que outras raças mais complexas. Pode acontecer que o seu trabalho especial seja da natureza de uma expiação — explicação que o autor ouviu de seus próprios lábios. Parece que essas explicações constituem uma digressão da atual experiência dos “shakers”, mas as dificuldades que se erguem na mente do investigador se devem, em grande parte, à quantidade de fatos novos, sem ordem nem explicação, que é preciso contornar.

Sua inteligência não possui escaninhos suficientes aos quais os possa adaptar. Entretanto, nestas páginas o autor procura, na medida do possível, fornecer, de sua própria experiência ou da daqueles em quem pode confiar, aquelas luzes que podem tornar o assunto mais inteligível e, pelo menos, dar uma ideia daquelas leis que os regem e que estabelecem a ligação entre os Espíritos e nós mesmos. Acima de tudo, o investigador deve para sempre abandonar a ideia de que os desencarnados sejam, necessàriamente, entidades sábias e poderosas. Eles têm a sua individualidade e as suas limitações, assim como as temos, e essas limitações se tornam mais destacadas quando se manifestam através de uma substância tão alheia quantoa matéria. Os “shakers” contavam com um homem de notável inteligência, chamado F.

W. Evans, que fez um claro e interessante relato de todo esse assunto e que os curiosos podem encontrar no New York Daily Graphic, de 24 de Novembro de 1874 e foi largamente citado na obra do Coronel Olcott “Gente do Outro Mundo.” Mr. Evans e seus companheiros, depois da primeira perturbação física e mental, causada pela irrupção daqueles Espíritos, puseram-se a estudar o que aquilo realmente significava. Chegaram à conclusão de que a matéria poderia ser dividida em três fases. A primeira consistia em provar ao observador que a coisa era verdadeira.

A segunda era a fase de instrução, na qual mesmo o mais humilde Espírito pode trazer informações de sua própria experiência das condições post-mortem. A terceira fase, dita fase missionária, era a de aplicação prática. Os “shakers” chegaram à conclusão inesperada de que os índios não tinham vindo ensinar, mas aprender. Assim, catequizaram-nos como foi possível, exatamente como o teriam feito em vida. Uma experiência semelhante ocorreu desde então em muitíssimos centros espíritas, onde humildes espíritos muito primitivos vieram aprender aquilo que deveriam ter aprendido neste mundo, se tivesse havido professôres.

Certamente perguntarão por que Espíritos mais elevados do além não cuidam desse ensino? A resposta dada ao autor, numa notável ocasião, foi a seguinte: “Essa gente está muito mais próxima de vocês do que de nós. Vocês podem alcançá-los onde nós não podemos”. Daí se conclui claramente que os bons “shakers” jamais estiveram em contacto com os guias mais elevados — talvez não necessitassem de ser guiados — e que os seus visitantes eram de um plano inferior. Durante sete anos as visitas continuaram.

Quando os Espíritos os deixaram, disseram-lhes que se iam, mas que voltariam; e que, quando voltassem, invadiriam o mundo e tanto entrariam nas choupanas quanto nos palácios. Foi justamente depois de quatro anos que começaram as batidas de Rochester. E quando se iniciaram, Elder Evans e outro “shaker” foram a Rochester e visitaram as irmãs Fox. Sua chegada foi saudada com grande entusiasmo pelas forças invisíveis, que proclamaram que aquilo era realmente o trabalho que tinha sido predito. Digna de referência é uma observação de Elder Evans. Quando lhe perguntaram: “Não pensa que a sua experiência é a mesma dos monges e freiras da Idade Média?” sua resposta não foi: “As nossas eram angélicas, as outras, diabólicas”, como teria sido, se se invertessem os interlocutores.

Ele respondeu com muita candura e clareza: “Certamente. Isto é a sua própria explicação através dos tempos. As visões de Santa Teresa são visões espíritas, do mesmo modo que as que frequentemente têm tido os membros de nossa sociedade”. Quando depois lhe perguntaram se a magia e a necromancia não pertenciam à mesma categoria, respondeu: “Sim. Isto é Espiritismo empregado para fins egoísticos”.

É claro que havia homens, que viveram há cerca de um século, capazes de instruir os nossos sábios de hoje. Aquela notável senhora que foi Mrs. Hardinge Britten registrou em seu Moderno Espiritualismo Americano como se pôs em inteiro contacto com a comunidade dos “shakers” e como eles lhe mostraram relatos, tomados por ocasião das visitas dos Espíritos. Neles se afirma que a nova era deveria ser inaugurada por uma extraordinária descoberta, tanto de valor material quanto espiritual. Esta é uma notável profecia como éum assunto de história que os campos auríferos da Califórnia foram descobertos pouco tempo depois daquela erupção psíquica.

Um partidário de Swedenborg, com a sua doutrina das correlações, possivelmente sustentaria que estes dois fatos se complementam. O episódio da manifestação dos “shakers” é um elo muito distinto entre o trabalho de pioneiro de Swedenborg e o período de Davis e das Irmãs Fox. Estudaremos agora a carreira do primeiro, que está intimamente associada com o surgimento e o progresso do moderno movimento psíquico.

O Profeta da Nova Revelação ndrew Jackson Davis foi um dos homens mais notáveis de que temos uma informação exata. Nascido em 1826 nas margens do Hudson, sua mãe era A uma criatura deseducada, com tendências visionárias aliadas à superstição vulgar; seu pai era um borracho, trabalhador em couros. Escreveu detalhes de sua própria infância num livro curioso: “A Vara Mágica” que nos revela a vida primitiva e dura das províncias americanas na primeira metade do século passado. O povo era rude e deseducado, mas o seu lado espiritual era muito vivo: parecia estar sempre pronto para alcançar algo de novo. Foi nesses distritos rurais de Nova Iorque que, no espaço de poucos anos, se desenvolveram o Mormonismo e o Espiritismo.

Jamais houve um rapaz com menos disposições favoráveis do que Davis. Era fraco de corpo e pobre de mente. Fora dos livros da escola primária apenas se lembrava de um livro que sempre lia até os dezesseis anos de idade. Entretanto naquela criatura mirrada dormiam tais forças espirituais que antes dos vinte anos tinha escrito um dos livros mais profundos e originais de filosofia jamais produzidos. Poderia haver mais clara prova de que nada tinha vindo dele mesmo e de que não passava de um conduto, através do qual fluía o conhecimento daquele vasto reservatório que dispõe de tão incompreensíveis dispositivos?

O valor de uma Joana d’Arc, a santidade de uma Teresa, a sabedoria de um Jackson Davis, os poderes supranormais de um Daniel Home, tudo vem da mesma fonte. Nos seus últimos anos da infância começaram a se desenvolver os poderes psíquicos de Davis. Como Joana d’Arc, ouvia vozes no campo — vozes gentis que lhe davam bons conselhos e conforto. A clarividência seguiu essa clariaudiência. Por ocasião da morte de sua mãe, teve uma notável visão de uma casa muito amável, numa região brilhante, que imaginou ser o lugar para onde sua mãe tinha ido.

Entretanto sua completa capacidade foi despertada por uma circunstância: veio a sua aldeia um saltimbanco que exibia as maravilhas do mesmerismo; fez uma experiência com Davis, e também com muitos outros jovens rústicos, que quiseram provar aquela sensação. Logo foi constatado que Davis possuía notável poder de clarividência. Estes não foram desenvolvidos pelo peripatético mesmerista, mas por um alfaiate local, um certo Livingstone, que parece ter sido um pensador avançado. Ele ficou tão intrigado com os dons do seu sensitivo que abandonou o seu próspero negócio e devotou todo o seu tempo ao trabalho com Davis, empregando a sua clarividência no diagnóstico de doenças. Davis havia desenvolvido essa força, comum entre os psiquistas, de ver sem os olhos, inclusive aquelas coisas que não podiam ser vistas pela visão humana.

A princípio o dom era usado como uma espécie de divertimento, na leitura de cartas e relógios de uma assistência rústica, tendo o sensitivo os olhos vendados. Neste caso, qualquer parte do corpo pode exercer a função de ver. A razão disso talvez seja que o corpo etérico ou espiritual, que possui os mesmos órgãos que o físico, esteja total ou parcialmente desprendido e registre a impressão. Desde que pode tomar tal atitude, ou andar à volta, pode ver de qualquer ponto. É uma explicação para casos como o que o autor encontrou no Norte da Inglaterra, onde Tom Tyrrell, o famoso médium, costumava andar à volta da sala, olhando os quadros, de costas para as paredes onde os mesmos estavam pendurados.

Se em tais casos os olhos etéreos vêem os quadros, ou se vêem uma réplica etérea dos mesmos, temos um dos muitos problemas que deixamos à posteridade. Livingstone, a princípio, usou Davis para diagnósticos médicos. Descrevia como o corpo humano se tornava transparente aos seus olhos espirituais, que pareciam funcionar do centro de sua testa. Cada órgão aparecia claramente e com uma radiação especial e peculiar, que se obscurecia em caso de doença. Para a mentalidade médica ortodoxa, com a qual muito simpatiza o autor, tais poderes são passíveis de abrir uma porta para o charlatanismo e ainda o inclina a admitir que tudo quanto foi dito por Davis tivesse sido corroborado pela própria experiência de Mr.

Bloomfield, de Melbourne, que descreveu ao autor a admiração de que ficou possuído, quando sua força se manifestou subitamente, na rua, lhe mostrando detalhes anatômicos de duas pessoas que andavam à sua frente. Tão bem verificados têm sido tais poderes, que não é raro verem-se médicos tomar clarividentes ao seu serviço, como auxiliares para o diagnóstico. Diz Hipócrates: “A alma vê de olhos fechados as afecções sofridas pelo corpo”. Assim, ao que parece, os antigos sabiam algo a respeito de tais métodos. As observações de Davis não se circunscreviam aos que se achavam em sua presença: sua alma ou corpo etérico podia libertar-se pela ação magnética de seu empresário e ser mandada como um pombo correio, na certeza de que regressaria com a informação desejada.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.