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Capítulo 13 de 57

Parte 10 de 54

A História do Espiritismo · Arthur Conan Doyle

Assim, as figuras ectoplásmicas fotografadas por Madame Bisson e pelo Doutor Schrenck Notzing, aparecidas em seu recente livro, em suas primeiras formas podem ser atribuidas aos pensamentos do médium ou a lembranças que tomam forma visível no ectoplasma; como porém estas se perdem no transe, tomam forma de figuras que, em casos extremos, são dotadas de vida independente. Se houver uma analogia geral entre as duas classes de fenômenos, então é muito possível que Margaret tivesse algum controle sobre a expulsão de ectoplasma que produzia o som; mas se o som produzia mensagens que estavam acima de seu conhecimento, como no caso exemplificado por Funk, a força já não era empregada por ela, mas por alguma inteligência independente. Deve lembrar-se que ninguém ignora mais como os seus efeitos são produzidos do que o médium, que é o seu centro. Um dos maiores médiuns de efeitos físicos do mundo disse uma vez ao autor que jamais havia testemunhado um fenômeno físico, pois sempre se achava em transe quando estes ocorriam: a opinião de qualquer dos assistentes era assim mais valiosa do que a sua. Assim, no caso dessas irmãs Fox, que eram apenas crianças quando os fenômenos começaram, elas pouco sabiam da filosofia do assunto e Margaret dizia frequentemente que não compreendia os seus próprios resultados.

Se achava que ela própria possuía algum poder de produzir as batidas, por mais obscura que fosse a maneira por que as produzia, estaria em condições mentais para impugnar as acusações do Doutor Kane, de que mistificava. Ainda a sua confissão e a da irmã seriam verdadeiras neste particular, mas cada uma teria consciência, como posteriormente admitiram, que havia muita coisa mais que não podia ser explicada e que não emanava delas mesmas. Contudo, resta um ponto muito importante a discutir — o mais importante de todos para os que aceitam o significado religioso do movimento. Para os não iniciados no assunto um argumento naturalíssimo é a pergunta: “São estes os vossos frutos? Pode ser boa uma filosofia ou uma religião que produz tais efeitos sobre aqueles que ocultam um lugar destacado em seu estabelecimento?” Ninguém pode subterfugir a uma tal objeção à exigência de uma resposta clara, que muitas vezes foi dada e ainda necessita de repetição.

Então estabeleçamos claramente que não existe mais conexão entre a mediunidade de efeitos físicos e a moralidade, do que entre um ouvido apurado para a música e a moralidade. Ambos são puros dotes físicos. O músico pode interpretar os mais amáveis pensamentos e excitar nos outros as mais altas emoções, influenciando os seus pensamentos e elevando as suas mentes. E ele próprio pode ser um viciado em entorpecentes, um perverso ou um dipsômano. Por outro lado, pode aliar ao seu talento musical um caráter pessoal angélico.

Apenas não existe absolutamente uma conexão entre as duas coisas, a não ser que ambas têm o seu centro no mesmo corpo humano. Assim na mediunidade de efeitos físicos. Todos nós, ou quase todos, expelimos uma certa substância de nosso corpo, a qual tem propriedades muito peculiares. Com muitos de nós — conforme foi verificado por Crawford pesando cadeiras, — a quantidade é desprezível. Mas com 1 em 100.000 é considerável.

Tal pessoa é o médium de efeitos físicos. Ele ou ela produz uma certa matéria prima que, sustentamos, pode ser usada por forças exteriores independentes. O caráter dos indivíduos nada tem com a matéria. Tal é o resultado de duas gerações de observações. Se for exatamente como se verifica, de modo algum o caráter do médium será afetado pelo dom.

Infelizmente assim não é. Em nossas atuais condições o médium de efeitos físicos está sujeito a certos riscos morais, que exigem uma forte e vigilante resistência para os suportar. Os desastres dos mais úteis e dedicados podem ser comparados às lesões físicas, perdas de dedos e de mãos nos que trabalhavam em raios-X antes que todas as propriedades destes fossem conhecidas. Foram tomadas certas medidas para contornar esses inconvenientes físicos depois que um certo número deles se fizeram de mártires da ciência; assim os perigos morais serão evitados quando uma reparação tardia for feita aos pioneiros que se sacrificaram ao forçarem as portas do conhecimento. Esses perigos residem no enfraquecimento da vontade, na extrema debilidade após as sessões de efeitos físicos, na tentação de recuperar temporàriamente as energias por meio do álcool, na tentação para fraudar quando as forças se ausentam e na possivelmente prejudicial influência de Espíritos que cercam um grupo promíscuo, reunido mais por curiosidade do que por interesse religioso.

O remédio é segregar os médiuns, dar-lhes ordenado em vez de pagar os resultados, regular o número de sessões e o caráter dos assistentes, e assim afastar deles as influências que sobrecarregaram as Irmãs Fox, bem como outros dos mais fortes médiuns do passado. Por outro lado há médiuns de efeitos físicos que agem por meio de forças tão poderosas e trabalham sob tão religiosa orientação que constituem o sal da terra. É a mesma força que foi empregada por Buda e pela Pitoniza de Endor. Os objetivos e os métodos de seu uso são as determinantes do caráter. O autor disse que há pouca conexão entre a mediunidade de efeitos físicos e a moralidade.

Poderiam imaginar que o fluxo do ectoplasma, sendo tão ativo num pecador quanto num santo, atuaria sobre objetos materiais do mesmo modo e produzindo resultados que teriam igualmente o bom efeito de convencer os materialistas da existência de forças invisíveis. Entretanto isto não se aplica à mediunidade interna, que não se revela pelos fenômenos, mas pelo ensino e pelas mensagens, tanto dadas pela voz do Espírito ou pela voz humana, quanto pela escrita direta ou qualquer outra maneira. Aqui o vaso é escolhido para receber o conteúdo. Não se poderia imaginar uma natureza mesquinha como habitação temporária de um grande Espírito. É preciso ser um Vale Owen para receber as mensagens de Vale Owen.

Se um grande médium degenerar o caráter, esperarei que as mensagens cessem ou degenerem. Daí, também, as mensagens de um divino Espírito, tais como periodicamente são mandadas para sanear o mundo, de um santo medieval, de Joana D’Arc, de Swedenborg, de Andrew Jackson Davis ou do mais humilde médium de escrita automática de Londres, desde que o impulso seja verdadeiro, são na realidade a mesma coisa, em graus diversos. Cada um é um sopro do alto e cada um marca com a sua personalidade a mensagem de que é intermediário. Assim, num vidro escuro, vemos esse prodigioso mistério tão vital, conquanto tão indefinido. É a sua mesma grandeza que o impede de ser definido.

Fizemos um pouco, mas deixamos para traz muitos problemas para os que vêm depois de nós. Eles podem olhar as nossas mais avançadas especulações como elementares e ter pontos de vista que se estendam aos mais dilatados limites da visão mental.

Primeiras Manifestações na América endo tratado da Família Fox e dos problemas que essa história levanta, teremos que voltar à América e observar os primeiros efeitos desta invasão de T seres de outra esfera. Esses efeitos não foram inteiramente excelentes. Houve loucuras de uns indivíduos e extravagâncias de agrupamentos humanos. Uma destas, baseada em comunicações recebidas através da mediunidade de Mrs. Benedict, foi o Círculo Apostólico.

Começou com um pequeno grupo de homens muito crentes num segundo advento e que, através das comunicações espíritas, procuravam confirmar aquela crença. Obtiveram aquilo que proclamavam como comunicação dos Apóstolos e profetas da Bíblia. Em 1849 James L. Scott, ministro batista do Sétimo Dia em Brooklyn, reuniu o centro em Auburn, o qual se tornou conhecido como o Movimento Apostólico, cujo chefe espiritual era supostamente o Apóstolo Paulo. A Scott uniu-se o Reverendo Thomas Lake Harris, e estabeleceram em Mountain Cove a comunidade religiosa que atraiu muitos adeptos até que, alguns anos depois, suas mistificações desiludiram e levaram à deserção os seus chefes autocráticos.

Esse Thomas Lake Harris é, certamente, uma das mais curiosas personalidades de que temos notícia e é difícil dizer quem predominava em seu caráter: se Mr. Jekill ou o Doutor Hyde. Era feito de extremos, de modo que tudo quanto fazia era decididamente para o bem ou para o mal. Originàriamente fora um ministro universalista, de onde lhe vinha o prefixo “Reverendo”, que usou por muito tempo. Separou-se de seus companheiros, adotou os ensinos de Andrew Jackson Davis, tornou-se um espírita fanático e, finalmente, como vimos, tornou-se um dos dirigentes autocráticos das almas e das bolsas dos colonos de Mountain Cove.

Chegou, porém, o momento em que aqueles colonos verificaram que eram bastante capazes de tratar de seus próprios negócios, quer espirituais, quer materiais. Assim Harris verificou que tinha perdido tempo. Então voltou para Nova Iorque e atirou-se violentamente no movimento espírita, pregando no Dodworth Hall, o quartel-general doculto, conquistando uma grande e merecida reputação por sua notável eloquência. Sua megalomania — possivelmente uma obsessão — arrebentou uma vez mais e fez extravagantes exigências que os espíritas sãos e equilibrados que se achavam em seu redor não podiam tolerar. Havia, entretanto, uma coisa que pretendia fazer bem — era a inspiração de uma entidade muito elevada e veraz, muito embora não se soubesse quando nem como atuava.

Nessa fase de sua carreira, ele ou alguma entidade por seu intermédio, produziu uma série de poemas, como “Um lírico da Idade de Ouro”, “A Terra ao amanhecer”, e outros, que, ocasionalmente, tocam as estrelas. Ferido pela recusa dos espíritas de Nova Iorque em admitir as suas faculdades supranormais, Harris foi então (1859) para a Inglaterra, onde ganhou fama por sua eloquência, demonstrada em conferências cujo principal tema era a denúncia de seus antigos companheiros de Nova Iorque. Cada nova etapa na vida desse homem era acompanhada por um desfile da etapa anterior. Em 1860, em Londres, a vida de Harris despertou subitamente um maior interesse para os britânicos, principalmente para os que tinham afinidades literárias. Harris fez conferências no Steinway Hall, onde foi ouvido por Lady Oliphant que, tocada por sua selvagem eloquência, pôs o pregador americano em contacto com seu filho, Laurence Oliphant, um dos homens mais brilhantes de sua geração.

É difícil determinar o ponto de atração, pois o ensino de Harris nessa etapa nada tinha de incomum no assunto, salvo que ele havia adotado o Deus-Pai e a Mãe-Natureza, ideia que tinha sido lançada por Davis. Oliphant considerava Harris um grande poeta, a ele se referindo como “o maior poeta da época ainda desconhecido pela glória”. Oliphant não era um crítico vulgar; mesmo assim, num período que contava um Tennyson, um Longfellow, um Browning e tantos outros, a frase parece extravagante. O fim de todo esse episódio foi que, depois de adiamentos e vacilações, tanto a mãe quanto o filho se entregaram inteiramente a Harris e se aplicaram a trabalhos manuais numa nova colônia em Brocton, em Nova Iorque, onde ficaram numa condição tal que, se não fora voluntária, era virtualmente de escravidão. Se tal abnegação era santa ou idiota é um problema para os anjos.

Certamente parece idiota quando se sabe que Laurence Oliphant teve a maior dificuldade em tomar férias para se casar e que exprimiu humildemente o seu agradecimento ao tirano quando, finalmente, a licença lhe foi concedida. Ele foi deixado livre para fazer as reportagens da Guerra franco-alemã de 1870, o que fez na brilhante maneira que dele se podia esperar; depois voltou à servidão uma vez mais, e na qual um de seus deveres era vender morangos aos passageiros dos trens, enquanto era arbitrariamente separado de sua jovem esposa, mandada para o sul da Califórnia, enquanto ele ficava em Broeton. Assim foi até 1882, vinte anos após o seu primeiro embaraço, quando Oliphant, ao morrer a sua mãe, rompeu com essa situação extraordinária e, depois de uma luta tremenda, no correr da qual Harris pretendeu encarcerá-lo num asilo, conseguiu unir-se à sua esposa, recuperar algumas de suas propriedades e voltar à sua vida normal. Pintou o profeta Harris em seu livro “Masollam”, escrito nos seus últimos anos de vida, e o resultado é tão característico, tanto para a brilhante descrição de Oliphant quanto para o homem extraordinário que ele pintou, que o leitor talvez fique satisfeito em encontrar uma referência no Apêndice. Tais acontecimentos, como Harris e outros, foram meras excrescências na linha-tronco do movimento espírita que, de um modo geral, foi sadio e progressista.

Entretanto ficaram na sua história as marcas das ideias de amor livre e de sentimentos comunistas, professados por algumas seitas mais rudes, as quais foram inescrupulosamente exploradas pelos adversários, como se fossem características do todo. Vimos que, muito embora as manifestações espíritas tivessem tido larga divulgação através das Irmãs Fox, já anteriormente eram conhecidas. A esses 13 testemunhos precedentes devemos ajuntar o que diz o Juiz Edmonds; “Foi mais ou menos há cinco anos que o assunto atraiu a atenção pública, muito embora se verifique que uns dez ou doze anos antes houve algo no gênero em diferentes lugares no país, mas que havia sido ocultado, tanto por mêdo do ridículo quanto pela ignorância do que isso fosse.” Isto explica o surpreendente número de médiuns dos quais se começou a ouvir falar tão logo houve publicidade do caso da família Fox. Não era um novo dom que exibiam, mas apenas uma ação corajosa em torná-lo largamente conhecido que Levava outros a se adiantarem e confessar que tinham o mesmo poder. Também esse dom universal da mediunidade pela primeira vez começou a ser livremente desenvolvido, O resultado é que cada vez mais se ouvia falar de médiuns.

Em abril de 1849 houve manifestações na família do Reverendo A. H. Jervis, ministro metodista de Rochester, e na casa do Diácono Hale, nas vizinhanças da cidade de Greece. Assim, também, seis famílias na vizinha cidade de Auburn começaram a desenvolver a mediunidade. Em nenhum desses casos a família Fox tinha algo que ver com o que acontecia.

De modo que estes pioneiros apenas abriram o caminho que os outros seguiram. Fatos dignos de nota dos próximos anos foram o rápido crescimento do número de médiuns por toda a parte e a conversão ao Espiritismo de grande número de homens públicos, como o Juiz Edmonds, o ex-governador Tallmadge, o Professor Roberto Hare e o Professor Mapes. A adesão pública de homens tão notórios deu enorme publicidade ao assunto, ao mesmo tempo que aumentou a virulência da oposição, que então percebia que estava lidando com algo mais do que um bando de beócios iludidos. Homens como aqueles podiam fazer-se ouvir na imprensa diária. Houve também a mudança no caráter dos fenômenos.

Em 1851 e 1852 Mrs. Hayden e Daniel Dunglas Home foram instrumentos de muitas conversões. Teremos muito que dizer destes médiuns nos capítulos seguintes. Numa comunicação dirigida “Ao público”, aparecida no New York Courier e datada em Nova Iorque de 1º de agosto de 1853, o Juiz Edmonds, um grande caráter e uma inteligência brilhante, fez um relato convincente de suas experiências. É curioso notar como os Estados Unidos, que então deram uma prova conspícua da coragem moral de seus chefes, parece que caíram, neste particular, em anos mais próximos de nós, pois o autor, em suas recentes viagens ali encontrou muitos que tinham conhecimento da verdade psíquica, mas ainda se encolhiam ante uma imprensa hostil, temerosos de confessar as suas convicções.

No citado artigo, o Juiz Edmonds começou descrevendo minuciosamente os fatos que o levaram a formar a sua opinião. Transcrevemos aqui as suas palavras com alguns detalhes, por que é muito importante mostrar a base sobre a qual um homem altamente educadorecebeu o novo ensino. “Foi em janeiro de 1851 que a minha atenção foi inicialmente chamada para as ‘manifestações espíritas’. Era um período em que me havia subtraído às relações sociais e trabalhava sob grande depressão de espírito. Dedicava todo o meu tempo livre a leituras sobre a morte e a sobrevivência do homem.

No curso de minha vida eu tinha ouvido do púlpito, a esse respeito, tão contraditórias e chocantes doutrinas, que dificilmente saberia em que acreditar. Não podia, mesmo 13 “Spiritualism”, by Jobn W. Edmonds and George T. Dexter, M. D., Nova Iorque, 1853, página 36. que o quisesse, crer naquilo que não entendia, e ansiosamente buscava saber se, depois da morte, poderíamos encontrar aqueles a quem tínhamos amado e em que circunstâncias.

Fôra convidado por uma amiga a assistir as ‘Batidas de Rochester’. Aceitei mais para lhe ser atencioso e para matar uma hora de tédio. Pensei bastante naquilo que assisti e resolvi investigar o assunto e descobrir o que era aquilo. Se fosse uma mistificação, uma desilusão, eu supunha poder averiguar. Durante cerca de quatro meses dediquei pelo menos duas noites por semana e, às vezes, mais, em testemunhar os fenômenos em todas as suas fases.

Fiz um cuidadoso registro de tudo quanto assisti e, de vez em quando, comparava os resultados, a fim de apreender as inconsistências e as contradições. Li tudo quanto me vinha às mãos sobre o assunto e especialmente as supostas ‘descobertas de charlatães’. Andei aqui e ali, à procura de diversos médiuns, assistindo a diferentes sessões, — frequentemente com pessoas das quais jamais ouvira falar e muitas vezes no escuro e algumas no claro — por vezes com descrentes inveterados e mais frequentemente com crentes muito zelosos. “Finalmente, aproveitei todas as oportunidades que se me ofereciam para esgotar o assunto desde a sua raiz. Durante todo esse tempo eu era um descrente e pus à prova a paciência dos crentes por meu cepticismo, minha capciosidade e minha dura recusa em modificar as minhas ideias. vi em redor de mim algumas pessoas que passaram a crer em uma ou duas sessões; outras, nas mesmas condições, persistiam na mesma descrença; e algumas que recusavam o testemunho de todos e continuavam terminantemente incrédulas.

Eu não podia tomar nenhum desses partidos e me recusava a crer, enquanto não tivesse a mais irrefragável das provas. Por fim a prova veio e com tal poder que nenhum homem equilibrado lhe poderia negar fé”. Como se vê, um dos primeiros entre os notáveis conversos à nova revelação, tomou as maiores precauções antes de aceitar a evidência que o convenceria da autenticidade das manifestações espíritas. A experiência geral mostra que uma aceitação fácil de tais manifestações é muito rara entre pensadores sérios e que dificilmente se encontra um espírita eminente, cujo curso de estudos e de meditação não tenha consumido muitos anos. Isto forma um notável contraste com aqueles cuja opinião negativa é devida a um preconceito inicial e a relatos tendenciosos ou escandalosos de autores fanáticos.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.