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Capítulo 47 de 51
Parte 47 de 51
Os Luminares Tchecos · Wera Krijanowskaia, pelo espírito J. W. Rochester
valeiro; à esquerda, Nikolai de Pista, administrador do castelo real de Hussinec, local de nascimento de Jan Huss. Homem ilustrado, inteligente e com alto dom político, ele ocupara um alto posto junto a Venceslau, mas agora caíra em desgraça e fora expulso de Praga. Perto dele, com os braços cruzados no peito e encostado a um carvalho, estava Jan "Zizka" de Trotsnov. Sombrio, pensativo, ele pouco participava da conversa. Falava Nikolai Huss. Seu rosto corajoso e expressivo e seus olhos, que brilhavam com inteligência, demonstravam firmeza. - É impossível que tudo continue como está, senão, a causa das verdades evangélicas estará perdida e, com ela, os direitos recentemente conquistados do nosso povo. O rei está inteiramente sob a influência dos católicos e de Sigismundo; cada decreto seu é uma sangrenta ofensa a nós; os alemães já levantaram as cabeças e, se não nos opusermos agora a essa opressão, a grande Reforma deixada por Huss e marcada com seu sangue será esmagada. Nós nos tornaremos alvo de impiedosa vingança por parte do clero católico. O que podemos esperar deles está claro pelo que eles se permitem agora. Gostaria de conversar com vocês, meus amigos, sobre as medidas que devem ser tomadas de nossa parte.
122 Ordem monástica - Nota do tradutor. 123 Mais conhecido pelo nome de Nikolai Huss - Nota do autor.
Jan de Geliv - que até aquele momento ouvira-o atentamente sentado no chão - levantou-se de repente e deu um murro na árvore. - Que medidas? Vou lhe dizer que medidas: a violência deve ser respondida com violência e a guerra, com guerra! Já temos mártires suficientes e suficiente sangue tcheco derramado! Parece-me que já ficamos calados tempo demais e agora é preciso agir! Basta que façamos as contas do quanto já sofremos e ainda suportamos. Isso é suficiente para fazer com que pegue em armas todo tcheco, todo verdadeiro cristão que não pode ignorar que está ameaçado de perder as preciosas graças - o Evangelho e o mistério divino na forma que o próprio Cristo estabeleceu. Não estamos sendo obrigados agora a nos reunir em campos, florestas e depósitos porque nos tomaram as nossas igrejas? E, não satisfeitos com a nossa expulsão, os sacerdotes mao-
metanos ainda nos provocam e ofendem de todos os modos. Eis um exemplo - o pároco da igreja de São Estéfano! Esse filho de Anticristo teve a idéia de benzer novamente a igreja e o altar, como se estes tivessem sido profanados pelos que lá realizaram os sagrados mistérios. Eles jogaram fora os cálices e outros objetos sagrados dizendo-os contaminados e os substituíram por novos. Fervo por dentro só de pensar sobre as calúnias e humilhações que os verdadeiros fiéis estão suportando e sobre a discórdia que esse ímpio clero semeia nas famílias! Penso que, exatamente agora, chegou o momento de dar um verdadeiro basta a essa imundície! - É verdade! Nada conseguiremos com submissão e pedidos! Se a tentativa do senhor Nikolai levou à sua desgraça, com o que mais podemos contar? - Observou Milota. - Do que você está falando? Acabei de chegar da Morávia e não estou sabendo de nada. - Perguntou o sacerdote hussita. - Então, ouça. Foi um caso surpreendente! O senhor Nikolai achava que se ele, tendo a alta confiança do rei, reunisse o povo tcheco e fizesse um pedido direto a Venceslau, este cancelaria as medidas injustas e restabeleceria a liberdade de comunhão nas duas formas. Para isso, foi escolhido um dia quando o rei e a rainha, acompanhados por
124 Apelido dado ao clero católico - Nota do autor. toda a corte, dirigiam-se à igreja de São Apolinário para a missa. De repente, uma grande multidão de homens e mulheres cercou o séquito real. Então, o próprio senhor Nikolai expôs o desejo do povo e, com lágrimas nos olhos, começou a implorar ao rei. A bondosa rainha ficou comovida até o mais profundo da alma. O próprio rei pareceu assustar-se, depois se ofendeu, ficou irado e respondeu ao nosso respeitoso pedido com a prisão do senhor Nikolai. Deus sabe se o nosso amigo não pagaria com a cabeça se os conselheiros da "Cidade Nova", temendo a agitação que tomou conta da população, não saíssem em sua defesa. Venceslau, então, limitou-se a expulsá-lo da cidade. - Isso foi para o bem da nossa santa causa.
Agora, o senhor Nikolai trabalha com as pessoas dos arredores, convencendo-as a não se desviarem do caminho da salvação. - Observou Jan de Geliv, com uma grande risada. - Estou certo de que triunfaremos se não ficarmos esperando feito bobos que eles nos dizimem. - O irmão Jan falava agora mesmo sobre as discórdias que os "maometanos" semeiam nas famílias e sobre as calúnias que espalham. Então é verdade que eles nos atribuem diversas maldades? - Perguntou o sacerdote morávio Vinok. - Se é verdade? - Exclamou Jan de Geliv. - Todo o país foi inundado com escritos onde eles expõem abertamente que nós levamos conosco a comunhão em bilhas, que batizamos nossos filhos em poças d'água ou fossos e que nos dedicamos a repugnantes orgias. Os apelidos do tipo: "cobras venenosas", "cães samentos" e "lobos raivosos" são os mais doces que eles nos dão. Quanto à discórdia que semeiam, é um deus-nos-acuda! Em qualquer casa, onde qualquer um desses impuros enfia sua cara de raposa, começa a discórdia. - Infelizmente, isso é verdade!
Você está certíssimo, Jan, e na minha família tenho dois tristes exemplos do mal que os católicos semeiam. - Observou, suspirando, o cavaleiro sentado ao lado de Milota. - Um de meus irmãos é um fervoroso cristão e dedica-se de corpo e alma aos ensinamentos de Huss. Mas sua esposa está sob a influência de seu confessor - o pároco da igreja de São Pedro. Ele mexeu tanto com a cabeça daquela imbecil e de seus dois filhos, que todos os três fugiram do meu irmão como se fugissem da peste. O infeliz ficou abatido, mas a desgraça não acabou por aí... Não sei se o senhor sabe, irmão Vinok, mas, em Praga, em cada uma das igrejas - de quase todas elas - abriram-se agora duas escolas paroquiais... - Ouvi falar sobre isso, mas não sei a causa nem os detalhes. -A causa é simples! Todas as paróquias estão sob o patronato real e Venceslau pode usá-las à vontade; as escolas são mantidas com o dinheiro de cidadãos, mas estes se negam a entregá-lo aos católicos.
Então, os sacerdotes abriram escolas utraquistas nos campanários e adendos das igrejas. Essas duas escolas existem na igreja de São Pedro. Os confrontos e conflitos entre os alunos são constantes; há alguns dias, houve uma verdadeira batalha. Os alunos da escola utraquista — esqueci de lhe falar que fomos apelidados de hussitas e utraquistas - saíam após as aulas, quando foram atacados pelos alunos católicos obviamente atiçados pelo seu mestre espiritual. No começo, a molecada somente trocava insultos. Depois, passaram a socos; alguém teve a idéia de tocar o sinal de alarme e a população começou a participar da briga. Os atacantes, assustados, bateram em retirada; entre eles estava Danek, filho de meu irmão, que também começou a fugir. Enquanto isso, a multidão aumentava. O colega de Danek, correndo à sua frente, perdeu a cabeça de susto e, pensando que estava sendo perseguido, olhou para trás e, tomando o amigo por um perseguidor, deu-lhe uma punhalada na garganta, matando-o. O povo enfureceu-se e, percebendo quem fora o mentor do acontecimento, atirou-se sobre a casa paroquial.
A mãe de Danek, ao ver o cadáver do filho, ficou possessa e foi a primeira a jogar uma pedra em seu "querido" confessor. O digníssimo pároco conseguiu fugir, senão certamente o teriam esmagado. - Esses confrontos sangrentos profanam a Igreja. - Acrescentou Milota. - Na igreja de São Miguel, o sacerdote católico matou um hussita. Os nossos, naturalmente, não ficam atrás e cometem excessos. - Não são excessos, mas uma justa vingança! - Gritou Jan de Geliv. - Já temos muitos mártires. Mas, por enquanto, nenhum guerreiro que defenda corajosamente o cálice e o Evangelho de insultos e os seus adeptos da calúnia e da violência. O que pensa de tudo isso, senhor Jan? - Dirigiu-se ele a Zizka, que praticamente não abrira a boca durante a conversa. Este, levantando a cabeça, deu um sorriso enigmático. - Ouvi tudo e compartilho inteiramente de sua opinião! Existem momentos em que um bom golpe de machado, ou simplesmente de um chicote, é melhor do que qualquer sermão erudito. Deus mandou liquidar os filisteus e outros inimigos do povo eleito por Ele.
A nossa luta com o Anticristo e seus seguidores é ainda mais justa! Mas para aniquilar o monstro é necessário escolher o momento certo e a ação correta. E, observando daqui o monte Tabor e os bravos rapazes que aqui se reuniram, imaginei o seguinte: este local não lhes parece uma fortaleza criada pelo próprio Senhor? - Ele apontou com a mão ao seu redor. - As profundas fendas por onde correm as águas de Luzhnits defendem-na pelos três lados melhor do que quaisquer fossos, e esta estreita faixa de terra, que conduz para baixo, é uma ponte natural facílima de defender! E o povo que aqui se reuniu?! - Zizka apontou para a multidão de camponeses e cidadãos que se encontrava por perto. - Vejam aqueles rostos corajosos, punhos de ferro e olhos brilhando de entusiasmo! Dêem-lhes armas, indiquem o alvo e a motivação, e teremos um exército imbatível. - Muito bem pensado e muito bem dito, meu amigo! - Elogiou-o o senhor Nikolai. - Estou convencido de que, no momento certo, Deus irá inspirá-lo como O fez quando Venceslau ordenou desarmar os habitantes de Praga!
Zizka soltou uma forte gargalhada. - Pois é. Aquela brincadeira foi ótima! Os cidadãos ficaram perdidos e não sabiam, naquele tempo, o que fazer. Assim, minha sugestão de armarem-se e seguirem-me até o rei foi muito bem-recebida. Nunca esquecerei a cara do velho quando cheguei com o meu exército e declarei que os fiéis cidadãos de Praga estavam à sua disposição e prontos a sacrificar sua vida e suas posses, bastando para isso que ele ordenasse e indicasse a quem deveríamos atacar. - Ah! Ah! Ah! Se isso acontecesse comigo, eu indicaria os cartesianos em Smikhov! É lá que se esconde o ninho de cobras alemão... - Resmungou Jan de Geliv, com ódio e cerrando os dentes. - O velho Venceslau limitou-se a agradecer, elogiou o esforço e ordenou que retornássemos o mais rapidamente possível à cidade. A prova de que ele teve medo de nós foi a sua precipitada viagem a Kunratitska.
Bem, está na hora de terminar a nossa conversa; lá vêm as mulheres com a coleta. - Concluiu Zizka. - Senhor Jan, dia 30 de julho pretendo organizar uma procissão e gostaria de conversar com o senhor em particular... - Sussurrou-lhe Jan de Geliv, rapidamente. Aquele só teve tempo de aquiescer com a cabeça, pois se aproximou um grupo de mulheres, encabeçado por Ana e Marga, portando bandejas onde os presentes depositaram seus donativos.
Capítulo XII
A noite de 28 para 29 de julho descera sobre Praga. A cidade estava silenciosa e tudo parecia dormir. As ruas estavam vazias e não havia uma única luz nas janelas. Entretanto, a cidade adormecida não dava a impressão de paz e descanso. Destacamentos da guarda municipal faziam rondas com maior freqüência do que o habitual. Mas, depois que eles passavam, das escuras esquinas surgiam sombras que, deslizando pelas paredes, desapareciam dentro de casas onde já eram esperadas, pois, ao sinal combinado, a porta se abria e, imediatamente, fechava-se atrás deles. Esse movimento também acontecia na vizinhança da casa dos Valdstein. O enorme edifício parecia dormir, mas, pela escura e estreita viela de um dos lados do prédio, passavam sorrateiramente pessoas envoltas em capas escuras e, depois de bater por três vezes na pequena porta oculta na parede, desapareciam dentro da casa. Aquela era a mesma porta por onde Túlia entrara para avisar sobre o atentado do cardeal. Agora, o mesmo Broda deixava entrar e acompanhava os visitantes.
Mas, em vez de subir as escadas para os aposentos dos donos, os visitantes noturnos passavam por um estreito corredor no fim do qual havia uma escada de pedra que conduzia ao porão. Numa baixa e abobadada sala, com barricas e toneis instalados pelas paredes, reuniam-se algumas pessoas. Em volta da longa mesa de carvalho, que servia ao adegueiro para encher garrafas e jarras de vinho - sobre a qual havia alguns candelabros com velas -, os convidados sentavam-se nos bancos de madeira. Após trazer o último dos visitantes, Broda também se sentou à mesa, fechando previamente a resistente porta do andar superior. No centro da mesa, encontrava-se o conde Hinek; ao lado direito do velho Valdstein, Nikolai Huss, Jan Zizka, Milota Nakhodsky e mais três senhores; à sua esquerda, o sacerdote Jan de Geliv e um cidadão de rosto moreno e inteligente. Vok encontrava-se sentado em frente ao pai e falava calorosamente. O jovem conde emagrecera demais nesse ínterim; os grandes olhos negros haviam perdido a alegria e a expressão zombeteira; a boca perdera o sorriso de desprezo.
Sua aparência era corajosa como antes, mas sombria e até severa. - As notícias que trouxe não prometem nada de bom e, parece-me, exigem uma imediata decisão. O rei está tão indisposto conosco que só podemos esperar medidas radicais. - Percebia-se um tom zombeteiro em sua voz. - Os senhores sabem que estamos cercados de espiões que se imiscuem em nossas reuniões, observam nossas ações e informam tudo em detalhes ao rei e nem sempre dizem a verdade. Nos últimos tempos, Venceslau estava tão preocupado, assustado e suspeitando de tudo, que ficar perto dele era um verdadeiro castigo! Eu soube, por acaso, que sua ira foi provocada pela informação que recebeu de que há uma confabulação para lhe tirar o trono e substituí-lo pelo senhor Nikolai ou por você, Zizka., que supostamente também quer enfeitar a cabeça com a coroa da Boêmia. Um sorriso malicioso surgiu no rosto inteligente e expressivo de Nikolai Huss. - O que faz os medrosos é a consciência suja e o medo...
-Disse ele. - Você está absolutamente certo: o medo exagera o tamanho das coisas. - Confirmou Zizka, rindo alto. - Mas eu, de qualquer modo, abdico voluntariamente da coroa real em favor do senhor Nikolai que, sem dúvida, irá usá-la com maior dignidade que Venceslau, pois é um fiel filho da nossa terra e tcheco natural! Exaltando-se cada vez mais, ele continuou: - Ai do país cujo rei é um estrangeiro! No fundo de sua alma sempre estarão ocultos o apego pela tribo de onde saiu e uma disfarçada mas inata antipatia para o povo, cuja coroa ele usa! Venceslau, um alemão de Luxemburgo, é a prova direta disso! Ele não é realmente um homem mau e foi, às vezes, até justo. Mas, mesmo assim, ele é estranho ao povo tcheco, a suas glórias e a seus interesses.
Está sempre entrelaçado com Sigismundo e o seu sangue teutônico o atrai aos alemães que caíram sobre a nossa pátria como revoada de gafanhotos, enrolaram-nos como serpentes por todos os lados e nos oprimem retirando de nós o pão de cada dia, a terra sob os nossos pés, a nossa língua, a nossa fé e a nossa liberdade! Ele está sendo ingrato com o país que lhe dá poder, riqueza e honrarias. Em troca, ele oferece suas vantagens aos estrangeiros e permite a morte de seus mais famosos filhos, como Huss e Jerônimo! Se em seu peito pulsasse um coração tcheco, ele estaria do nosso lado e nos apoiaria em vez de nos oprimir. Ele sabe muito bem que a verdade evangélica está do nosso lado e que lutamos pela liberdade da terra pátria; ele sabe que os "padrecos" católicos são serventes do Anticristo romano e que são o mais seguro apoio dos assaltantes alemães que eles mesmos trouxeram consigo e que queriam atrelar-nos como bois e escravos à sua biga triunfal! E o que acontece?
Venceslau continua a apadrinhar os imprestáveis "padrecos" e priva de suas graças pessoas como Nikolai! O único olho de Zizka brilhou maldosamente e ele cerrou os punhos. Jan de Geliv enrubesceu. - Vamos acabar com o jugo alemão e o traidor Venceslau, que bárbaros! - Gritou ele, com voz surda de indignação. - Acalmem-se! Tudo o que estão dizendo é a pura verdade. Venceslau não tem e não pode ter um sentimento paternal para conosco! Ele está contra nós da mesma forma que esteve contra os poloneses e lituanos a favor da Ordem Teutônica! Ele sempre sacrificará cem tchecos por um alemão! Mesmo assim, não devemos agir contra ele, pois Sigismundo é mil vezes pior. Até o povo está acostumado ao velho rei, pelas migalhas de justiça e aparente disposição que ele às vezes lhe joga. - Observou Nikolai Huss, calmamente. -Assim, não devemos privá-lo do trono. Somente vamos obrigá-lo a mudar sua política e retirar católicos do seu conselho, substituindo-os por pessoas fiéis à nossa santa causa. Podemos fazer muito para isso: todos os camponeses do reino estão conosco!
Entretanto, para atrapalhar os planos de Venceslau é necessário conhecê-los. Portanto, meu conde, prossiga e conte-nos tudo o que conseguiu saber. - Em Kunratitska estão com receio de mim e, por sua atual disposição, o rei não confia em ninguém, nem mesmo na nossa bondosa rainha. Por isso não está nada fácil ficar sabendo de tudo. - Começou Vok. - Mesmo assim, soube de fonte fidedigna que Venceslau recebeu uma carta do irmão, após a qual conversou longamente com seu pod-
komornik Jan Lazan e decidiu mudar os conselhos municipais da "Velha" e da "Pequena Cidade", da mesma forma como foi feito na "Nova Cidade", isto é, substituindo os nossos por "maometanos". - Para essa informação do conde, posso dar algumas explicações. - Interrompeu o cidadão que permanecia calado até então. -Um de meus amigos trabalha como escrevente de Lazan e me contou que a mudança dos conselhos municipais está realmente sendo entregues aos católicos; agora, seremos proibidos de realizar procissões púbicas e quaisquer reuniões religiosas, enquanto os alemães...
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.