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Capítulo 10 de 51

Parte 10 de 51

Os Luminares Tchecos · Wera Krijanowskaia, pelo espírito J. W. Rochester

em segredo. Alguns anos depois de entrar para o serviço do conde, Broda salvara a vida do pequeno Vok, então com cinco anos, que quase fora morto por um touro enfurecido. Esse acontecimento não somente concedera-lhe as graças dos seus senhores mas também criara uma amizade entre a criança e seu salvador. O caráter explosivo e corajoso de Vok agradara ao velho guerreiro, enquanto o pequeno conde adorava os contos sobre caçadas e guerras de Broda e as sagas dos antigos heróis tchecos. Todas as crônicas de Dalimil haviam sido transmitidas ao menino: as imagens de Zavich Rosemberg, na auréola do amor que o povo nutria por ele, e o seu martírio pela pátria, ou do barão tcheco Hinek de Dub, cujo nome as mães alemãs usavam para assustar seus filhos e cujo poderoso braço não conhecera outro inimigo senão os alemães, desde cedo haviam impressionado a imaginação da criança.

O velho conde nunca se opusera àquela aproximação: ele sabia que nas veias de Broda corria sangue nobre, que ele amava o seu filho e que faria dele um mestre das artes de cavaleiro, tão valiosas naquele tempo. Aproveitando a liberdade oferecida, Broda mantinha em seu pupilo o amor à grandeza passada da Boêmia e aos príncipes, parentes de sangue e representantes do povo. Ele contava, com belas palavras, as tradições sobre a pregação evangélica de Cirillo e Metódio, nos tempos do príncipe Borzivoi, e sobre a desgraça que representara a chegada dos colonos estrangeiros, trazidos pelos enviados do Papa. Esses enviados do Papa, narrava Broda, haviam tomado o ouro e as terras, depravando o clero local e deturpando, com suas idéias, os puros ensinamentos evangélicos. Enquanto isso, os colonos haviam inundado o país como uma nuvem de gafanhotos, sugando o sangue e o suor e judiando dos tchecos, oprimindo seus direitos e costumes e, aos poucos, escravizando os legítimos filhos do país.

Stransky, "República Boêmia ", cap. VI, 6 - Nota do autor. Anton enchia o coração do jovem conde com todo o fel e o ódio selvagem por tudo o que fosse alemão e com o absoluto desprezo pelo clero depravado e fiel aos estrangeiros. Suas conversas sempre terminavam com a entrada de Vok num relacionamento com os adeptos da velha fé e a promessa de freqüência de suas reuniões secretas.

Capítulo VI

Finalmente, o conde retornou ao castelo trazendo Rugena. Vok recebeu-os no pátio e, fazendo uma reverência à sua pequena noiva, ajudou-a a descer da liteira. Examinando-a com olhar orgulhoso, ele pareceu ficar satisfeito e conduziu-a até a condessa. Mas Rugena olhou para o noivo com um olhar pouco amigável, quase hostil, e até tentou retirar sua mão da dele. A condessa Valdstein desagradou-lhe demais; em resposta aos seus beijos e abraços, Rugena fez somente uma reverência. Parecendo não notar a frieza hostil da futura nora, a condessa conduziu-a amavelmente aos novos e luxuosos aposentos destinados à rica herdeira, e sugeriu que descansasse até a tarde. Meia hora antes do jantar, a condessa voltou novamente e, ordenando a Htka que as acompanhasse, conduziu Rugena ao grande salão onde estavam sendo aguardadas pelo bispo, pelos condes - pai e filho -, pelos dois padres e pelos principais criados do castelo, encabeçados por Anton Broda e o castelão.

Quando todos se reuniram, o conde Hinek anunciou solenemente que, no cumprimento da vontade de seu falecido primo, e em total correspondência aos seus próprios desejos, ele realizaria o noivado de Rugena Rabstein com seu filho Vok, conde de Valdstein. A festa de comemoração daquela feliz circunstância estava adiada até o fim do luto pela grande perda na família. O casamento seria realizado quando a noiva completasse 16 anos. Apesar de ainda ser criança, Rugena sentiu instintivamente a importância daquele momento e empalideceu. Quando o conde-pai quis juntar as mãos dos noivos, ela arrancou-a dele e recuou. - Eu não quero... - Sussurrou ela. - Rugena! Não imaginei que estaria contra a vontade de seu falecido pai! - Observou o conde, severamente. - O senhor bispo estava presente nos seus últimos momentos e pode confirmar a sua vontade. O reverendíssimo, em sua bondade, expressou o desejo de abençoar o vosso noivado. Agora você, de repente, comporta-se como uma menina manhosa e mal-educada.

Rugena fora criada sob rígido respeito à Igreja e a seus servidores; além disso, ela havia visto Brancassis em relações amigáveis com o pai durante a última visita deste ao seu castelo. Diante de tal autoridade, sua teimosia infantil desapareceu imediatamente. Sem mais resistir, ela estendeu a mãozinha ao bispo, que a colocou na mão de Vok e pôs um anel com uma esmeralda em seu dedo. Uma tristeza repentina tomou conta do coração da menina quando, levantando os olhos para o seu noivo, viu seu olhar sombrio brilhando de descontentamento e teve de conter as lágrimas que brotaram em seus olhos. Durante o jantar, os noivos ocuparam lugares de honra e, quando os presentes levantaram um brinde à sua saúde, Brancassis fez um discurso sobre a importância dos laços de amor e dever que os uniam. Rugena, observadora e desenvolvida acima da idade, notou que as palavras do bispo provocavam um sorriso de desdém no rosto de Vok. Esse desrespeito à alta autoridade do orador espantou-a e ofendeu-a.

Quando por fim Rugena se viu novamente em seus aposentos e a sós com a aia que a despia, chorou convulsivamente. - Iitka, por que devo casar com Vok? Nunca o vi antes... Meu pai nunca falou dele... - Balbuciava ela, soluçando, abraçada ao pescoço da aia. - O jovem conde é muito bonito, rico e um verdadeiro nobre que merece você! Obviamente, o falecido barão tinha seus motivos para escolhê-lo para seu marido. Rugena, você é ainda muito pequena para administrar a sua enorme herança e precisa de um protetor e padrinho. Portanto, não chore. Quando conhecer melhor seu noivo e acostumarse a ele, irá amá-lo e vocês serão felizes. - Consolava-a Iitka, enxugando as lágrimas que corriam pela face da menina. Mas Rugena não se conformava. - Ele tem olhos maus e não quero amá-lo! A mãe dele é má! - Declarou ela, enterrando o rosto nos travesseiros. No dia seguinte, Rugena acordou mais calma.

Uma grande caixa com brinquedos e doces, enviada pelo noivo, abrandou-a um pouco; depois ela se distraiu desempacotando as coisas que trouxera de casa e, finalmente, foi ao jardim brincar com Perun. Correndo atrás do cão pelas sombrosas alamedas, lembrou-se dos passeios que fazia com o pai. A alegria desapareceu imediatamente; um sentimento de abandono apertou seu coração; lágrimas surgiram em seus olhos e ela, cabisbaixa, foi sentar-se num banco, com Perun deitando-se aos seus pés. De repente, ela viu, através das lágrimas, um menino sentado debaixo de uma árvore perto dali, com um livro nas mãos e que a olhava com curiosidade. Seu jeito, o rosto pálido com grandes e tristes olhos fizeram Rugena esquecer os maus pensamentos. - Quem é você? O que faz aqui? - Perguntou ela. - Sou Svetomir e estou estudando a lição de latim. - Respondeu o menino, indeciso. -Você se chama Svetomir, como o meu pai? Venha já até aqui e me conte onde mora e quem é você. Mas o menino não se mexeu. Então, ela correu até ele, pegou-o pela mão e levou-o até o banco. - Como você é bonita!

É a noiva de Vok? - Perguntou Svetomir, examinando-a com admiração. - Sim, mas gostaria de não ser sua noiva. Ele é mau! - Disse ela. - Não é verdade! Vok é bom, amável e me defende! - Retrucou Svetomir com tanta ênfase que Rugena ficou confusa. - Quem é você que precisa ser defendido e de quem? - Perguntou ela, num misto de surpresa e desdém. - Sou órfão! O conde Valdstein pegou-me para criar por mera bondade. Chamo-me Svetomir Kryjanov. - Sigismundo Kryjanov visitava muito meu pai em Praga, mas aquele era um rico senhor. - Interrompeu-o Rugena. - Ele é meu tio em segundo grau. - E por que você não vive com ele? - Ele e seu irmão eram inimigos de meu pai não sei por quê. Quando meu pai foi morto na última guerra dos senhores contra o rei, eles nem quiseram saber de mim. Nós ficamos sem nada: nossa casa queimou e as terras foram arrasadas durante a luta do duque Jan Her- 45 1 litsky contra a união dos senhores pela libertação do rei da prisão.

O conde Valdstein, que era amigo de meu pai, acolheu-me e já faz sete anos que vivo aqui. Quando crescer, vou ser padre, mesmo que não tenha nenhuma vontade. - Disse Svetomir, dando um profundo suspiro. - Se Vok o protege, ele não permitirá que lhe vistam a batina à força. - Ele não tem tanto poder. É sua mãe que quer que eu seja padre de qualquer jeito. Quando o confessor da condessa me bate e me faz jejuar até eu não saber mais o que fazer de fome, Vok me alimenta em segredo. Ele até me comprou uma indulgência que me livra dos dias de jejum. Recentemente ele teve até um terrível confronto com o padre Hilário e este agora já não me judia como antes. - Concluiu o garoto, entusiasmado. - Agora vou ter uma opinião melhor sobre Vok. Mas você não vai mais passar fome. Vá aos meus aposentos e coma quanto quiser. Eu direi à condessa que você é meu amigo e que o seu professor deverá deixá-lo brincar comigo quando eu quiser. A conversa tornou-se cada vez mais amigável.

A situação de orfandade de ambos atraía-os. Também pela idade e pelo caráter, Svetomir estava muito mais próximo de Rugena do que Vok, um jovem quase adulto. Eles se beijaram na despedida e prometeram um ao outro encontrar-se mais vezes para brincar.

Essas disputas pelo poder entre o rei e a nobreza eram típicas das monarquias medievais, caracterizadas pela descentralização do poder político - Nota da editora.

Na manhã de sábado, Vok obteve do pai a autorização para uma caçada que poderia durar até a noite do dia seguinte. O conde também era um inveterado caçador e concordou com isso, considerando que o filho estava bem seguro sob a guarda de Broda. Reforçados com um bom desjejum e fortemente armados tanto para a caça como também para a autodefesa, em caso de ataque inesperado, eles deixaram o castelo. O conde acompanhou pela janela a sua saída, vendo com orgulho o porte bonito e esbelto do filho e a compleição avantajada e robusta do Broda, montando um enorme cavalo murzelo; ninguém diria que aquele mestre-de-armas tinha 50 anos, tão flexível era seu poderoso corpo e tão ágeis eram seus movimentos. Não havia nenhum fio de cabelo grisalho nos cabelos nem na barba, negros como asa de corvo. No olhar aquilino, severo e pensativo, nos olhos sombreados por espessas sobrancelhas, brilhavam a firmeza e a força.

Como a maioria dos tchecos da pequena nobreza, Broda desprezava trajes ocidentais - a "libre alemã" como ele dizia - e usava trajes de corte polonês, seus contemporâneos. Vestia um largo casaco com cordões no peito, fechado com botões metálicos e longas mangas, jogadas nas costas, por cujos vãos via-se a roupa de baixo. Durante a viagem, Broda contou ao jovem conde como seu pai sofrerá por ser adepto das antigas tradições e como, ainda na juventude, durante o reinado de Jan, ele ouvira os sermões de Jan Moravan. - Naquela época ainda não perseguiam com tanto rigor as pessoas que quisessem permanecer fiéis aos puros ensinamentos do Evangelho. Os padres, entretanto, já os odiavam como inimigos da vontade dos senhores e não perdiam oportunidades para prejudicá-los. A prova disso é o meu pai. - Concluiu Broda. À tarde, entraram numa densa floresta. O local era montanhoso, entrecortado por profundos desfiladeiros e rochas, parcialmente cobertas pela floresta e parcialmente desnudas e enegrecidas. Saíram da estrada e foram direto pela charneca, orientando-se pelo sol poente.

O vento soprava os cumes das árvores e na floresta havia um indefinido e arrepiante zumbido. Tudo em volta era selvagem, e a escuridão que se aproximava dava aos arredores um aspecto ainda mais sombrio. Finalmente, Broda estancou seu cavalo. - Desça, senhor! Teremos de deixar os cavalos aqui e fazer o resto do caminho a pé. - Disse ele. - E como vamos encontrá-los depois, no escuro? - Perguntou Vok, preocupado. - Não tema. Conheço bem estes lugares. - Acalmou-o Broda, apeando do cavalo. Tiraram as selas, amarraram os cavalos e Broda, pegando seu pupilo pela mão, conduziu-o para dentro da mata. Mas mal haviam dado alguns passos, quando de trás da árvore surgiu a figura de um homem com espada na mão, obstruindo a passagem. - Quem vem lá? - Perguntou a figura. - Irmãos, indo ao templo de Sion. - Respondeu Broda. - Deixe-nos passar, Jost, e fique de olho nos cavalos. Após alguns minutos, eles saíram da mata.

Diante deles havia uma pequena mas profunda depressão de terreno atravancado de rochas e em cujo fundo piscavam luzes aqui e ali. - Este é o local de nossas reuniões. Chegamos bem a tempo. - Disse Broda e começou a descer cuidadosamente por uma trilha serpenteante. Na clareira, reuniam-se umas duzentas pessoas dos mais diferentes tipos, sexo e idade. Eram em sua maioria camponeses, mas também havia senhores, artesãos e até mulheres. Em todos os rostos transparecia a solenidade do momento. Sobre uma grande pedra que se elevava acima do vale, fora instalado um altar e inúmeras tochas iluminavam uma grande cruz de prata, o Evangelho encadernado em ouro e a alta figura de um velho sacerdote. Seu rosto magro transpirava inspiração e os olhos ardiam de excitação.

Broda e Vok atravessaram a multidão e postaram-se do lado direito do altar. - Irmãos, chegaram tristes tempos... - Dizia naquela hora o pregador, e sua voz, sonora e profundamente sentida, espalhava-se pelo vale. - Sofremos um terrível jugo, já que os fiéis filhos de Cristo são obrigados a se reunir à noite como se fossem ladrões, para celebrar os mistérios divinos. Mas não se desesperem! Os primeiros cristãos suportaram bem mais do que nós e também se reuniam em subterrâneos e lugares escondidos, fugindo da ira dos impuros pagãos. Fugimos da ira do Anticristo de três coroas e hipócrita que se despedaçou como um fruto podre, cuja metade está em Roma e outra está em Avignon. Essas pessoas orgulhosas, prepotentes e dominadas pelas paixões ainda ousam encobrir as verdades evangélicas com suas próprias idéias! Onde na palavra do Salvador está dito que a Sua leitura deve ser professada na língua que os ouvintes desconhecem?

Eles nos impõem a missa em latim e querem nos convencer de que a língua tcheca não é digna de ser proferida diante do altar. Como se os povos e línguas não fossem iguais ante o Senhor! Isso não é nada comparado com a sua insolência sacrílega quanto ao mais santo dos mistérios - a Sagrada Eucaristia -, ousando separar aquilo que o próprio Cristo uniu para sempre. Ao quebrar o pão, Ele disse: "Tomai e comei, pois este é o Meu corpo", e ofereceu o cálice com as palavras: "Tomai e bebei, pois este é o Meu sangue do novo testamento". Essas palavras de Cristo deveriam quebrar como uma rocha todas as vãs filosofias, todas as idéias humanas! Infelizmente, na prática não acontece assim: alguns, por fraqueza e ignorância, e outros, por baixeza e arrogância, permitem-se serem privados de tão precioso bem, como o cálice - esse receptor do sangue divino e inesgotável fonte de bens espirituais, da saúde da alma e do corpo.

Nós, contudo, permanecemos fiéis ao testamento do Cristo e nenhuma perseguição conseguirá impedir que nos reunamos e rezemos como o faziam nossos pais! As palavras do pregador foram recebidas com um sussurro de aprovação. A cerimônia foi celebrada e o sacerdote começou a dar a

comunhão de ambas as formas aos presentes, que passavam em fila diante do cálice, tranqüilos, concentrados, cheios de beatífica fé. Ilu-

Pelzel. Urkundenbuch zum erstentheile "Leben Kaisere Karl IV" - Carta de Carlos IV, confirmando que no país existem muitos hereges, que não querem ouvir as escrituras em latim - Nota do autor. minado somente pela luz das tochas, o quadro era indescritivelmente solene e tinha algo místico. Vok foi levado pelo exemplo e pelo êxtase religioso dos presentes, contagiantes principalmente para a sua jovem e impetuosa alma. Tremendo de emoção, entrou na fila e, pela primeira vez na vida, comungou. A cerimônia religiosa encerrou-se, o altar e os objetos religiosos foram rapidamente retirados, acenderam-se fogueiras e todos se sentaram em grupos, na relva. Tiraram de grandes cestos carne assada, vinho e pão e começaram uma refeição fraternal. Quando a fome inicial foi saciada e as taças começaram a andar em rodízio, Broda levantouse e todos os olhares dirigiram-se a ele. - Amigos e irmãos em Cristo! O prezado padre Nikolai acabou de reforçar a nossa alma com a comunhão e com suas sábias palavras.

Permitam a um velho soldado partilhar com vocês alguns pensamentos que a experiência de longa vida e o sermão que acabamos de ouvir fizeram surgir. É verdade que nós nos reunimos às escondidas como ladrões para celebrar a cerimônia religiosa a qual cada cristão tem o direito de realizar à luz do dia. E por quê? Quem é a causa dessa injusta perseguição? Os estrangeiros: os papas italianos e os seus ajudantes infernais - os alemães! Quando o imperador Carlos IV subiu ao trono, o cálice era oferecido sem restrições aos fiéis. Ele próprio e a impera-

triz Blanca comungaram de ambos os modos durante a coroação.

E agora? A partir do momento em que abriram a universidade, os estrangeiros adquiriram tal poder que o alemão pôs o seu pé sobre as nossas cabeças e obrigou-nos até a negar os ensinamentos de Cristo! Quem é que insiste e faz enorme esforço a favor da sacrílega novidade - a comunhão somente com pão? Os professores e estudantes alemães estão expulsando os tchecos da universidade, como também os burgueses expulsam-nos das cidades e dos cargos, enquanto os colonos expulsam-nos das terras. Isso não é o auge da insolência? Será que

47 Pelzel, "Leben Kaisers Karl IV", parte l, p. 80 - Nota do autor.

Palmov, "A questão do cálice no movimento hussita " - Nota do autor.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.