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Capítulo 67 de 74
Os Essênios. João Batista. A Tentação — parte 2 de 8
Os Grandes Iniciados – Volume Único (nao contém Zoroastro e Buda)
pregar com voz mais profunda e mais comovida sobre o tema melancólico: “É preciso que ele cresça e que eu diminua”. Começava a sentir a lassidão e a tristeza dos velhos leões que, cansados de rugir, deitam-se em silêncio para esperar a morte... Seria ele o Messias? A pergunta do Batista ecoava ainda na alma de Jesus. Desde a eclosão de sua consciência, ele encontrara Deus em si mesmo e a certeza do reino do céu na beleza grandiosa de suas visões. Depois, o sofrimento humano tinha lançado em seu coração seu terrível grito de angústia. Os sábios essênios haviam-lhe ensinado o segredo das religiões, a ciência dos mistérios; mostraram-lhe a decadência espiritual da humanidade e sua espera de um salvador. Mas, como encontrar a força para arrancá-la do abismo? Eis que o apelo direto de João Batista caía no silêncio de sua meditação como o raio do Sinai. Seria ele o Messias? Jesus só podia responder àquela pergunta recolhendo-se no mais profundo de seu ser. Daí o retiro, o jejum de quarenta dias que Mateus resume sob a forma de uma lenda simbólica. A representa na Tentação realidade, na vida de Jesus, a grande crise e a visão soberana da verdade, pela qual devem passar infalivelmente todos os profetas, todos os iniciadores religiosos antes de encetarem sua obra. Acima de Engaddi, onde os essênios cultivaram o sésamo e a vinha, uma vereda escarpada conduzia a uma gruta que se abria na muralha do monte. Entrava-se ali por duas colunas dóricas, talhadas na rocha bruta, semelhantes à do Retiro dos Apóstolos, no vale de Josafá. Lá, ficava-se suspenso acima do abismo a pique, como em um ninho de águia. No fundo de uma garganta, viam-se vinhedos e habitações humanas; mais distante o mar Morto, imóvel e cinzento, e as montanhas isoladas de Moab. Os essênios tinham reservado esse retiro àqueles que queriam submeter-se à prova da solidão. Havia ali vários rolos de papiro dos profetas, arômatas fortificantes, figos secos e um filete de água, único alimento para o asceta em meditação. Jesus para lá se retirou. Primeiro reviu em seu espírito todo o passado da humanidade. Pesou a gravidade da hora presente. Roma vencia; com ela, o que os magos persas tinham chamado o reinado de Arimã e os profetas, o
reinado de Satã, o signo da Besta, a apoteose do Mal. As trevas invadiam a humanidade, a alma da terra. O povo de Israel recebera de Moisés a missão real e sacerdotal de representar a varonil religião do Pai, do Espírito puro, de ensiná-la às outras nações e de fazê-la triunfar. Seus reis e sacerdotes teriam cumprido aquela missão? Os profetas, os únicos que tinham consciência disso, respondiam unanimemente: Não! Israel agonizava sob a opressão de Roma. Seria necessário arriscar, pela centésima vez, um levante, como ainda sonhavam os fariseus, uma restauração da realeza temporal de Israel pela força? Seria necessário declarar-se filho de Davi e proclamar como Isaías: “Enlouquecerei os povos na minha cólera e os embriagarei na minha indignação e derrubarei sua força por terra”? Seria necessário ser um novo Macabeu e fazer-se nomear pontífice-rei? Jesus podia tentá-lo. Ele vira multidões prontas a erguer-se à voz de João Batista, e a força que sentia em si mesmo era ainda bem maior! Mas a violência teria razão sobre a violência? A espada poria fim ao reino da espada? Não seria isso fornecer novos recrutas aos poderes das trevas que espreitavam suas presas na sombra? Não seria melhor tornar acessível a todos aquela verdade que até então se mantivera como privilégio de alguns santuários e de raros iniciados, abrir-lhes os corações esperando que ela penetrasse nas inteligências pela revelação interior e pela ciência? Pregar o reino dos céus aos simples, substituir o reino da Lei pelo reino da Graça? Transformar a humanidade profundamente e pela base, regenerando as almas? Mas de quem seria a vitória? De Satã ou de Deus? Do espírito do mal, que reina com as terríveis potências da terra, ou do espírito divino, que reina nas invisíveis legiões celestes e dorme no coração do homem como a centelha na pedra? Qual seria a sorte do profeta que ousasse encerrar o véu do templo para mostrar o vazio do santuário, desafiar ao mesmo tempo Herodes e César? Entretanto, era preciso fazê-lo! A voz interior não lhe dizia como a Isaías: “Toma um grande volume e escreve nele com uma pena de homem!” A voz do Eterno gritava-lhe: “Levanta-te e fala!” Tratava-se
de encontrar o Verbo vivo, a fé que transporta montanhas, a força que derruba fortalezas. Jesus pôs-se a orar com fervor. Então uma inquietação, uma perturbação crescente apoderaram-se dele. Teve a sensação de perder a felicidade maravilhosa que tinha partilhado até então e de despencar num abismo tenebroso. Uma nuvem negra o envolveu, cheia de sombras de toda espécie. Distinguiam-se nela as figuras dos irmãos, os mestres essênios, de sua mãe. As sombras diziam-lhe, uma após outra: “Insensato, queres o impossível! Não sabes o que te espera! Renuncia!” A invencível voz interior respondia: “É necessário!” Ele lutou assim durante muitos dias e noites, ora de pé, ora de joelhos, ora prosternado. E mais profundo tornava-se o abismo em que descia, e mais densa a nuvem que o envolvia. Tinha a sensação de aproximar-se de algo assustador e inominável. Afinal entrou naquele estado de êxtase lúcido que lhe era próprio, em que a parte profunda da consciência desperta, entra em comunicação com o Espírito vivo das coisas e projeta sobre a tela diáfana do sonho as imagens do passado e do futuro. O mundo exterior desaparece, os olhos se fecham. O Vidente contempla a Verdade sob a luz que inunda seu ser e faz de sua inteligência um foco incandescente. O trovão rolou. A montanha tremeu até a base. Um turbilhão de vento, vindo do fundo dos espaços, transportou o Vidente para o pináculo do templo de Jerusalém. Telhados e minaretes reluziam nos ares como uma floresta de ouro e prata. Hinos ecoavam do Santo dos Santos. Ondas de incenso subiam de todos os altares e vinham rodopiar aos pés de Jesus. O povo, com roupas de festa, enchia os pórticos. Mulheres soberbas cantavam para ele hinos de amor ardente. Trombetas soavam e cem mil vozes proclamavam: “Glória ao Messias! Glória ao rei de Israel!” Então, uma voz vinda de baixo disse-lhe: “Tu serás esse rei, se quiseres me adorar”. E Jesus perguntou: “Quem és tu?” De novo o vento levou-o, através dos espaços, para o cimo de uma montanha. A seus pés, os reinos da terra estendiam-se numa claridade dourada. E a mesma voz lhe disse: “Eu sou o rei dos espíritos e o príncipe da Terra”. Ao que Jesus respondeu: “Sei quem és. Tuas formas são inúmeras, teu
nome é Satã. Aparece sob tua forma terrestre!” A figura de um monarca coroado apareceu entronizado sobre uma nuvem. Uma auréola baça cingia sua cabeça imperial. A figura sombria destacava-se sobre um nimbo sangrento; sua face era pálida e o olhar parecia o corte de um machado. E falou: “Eu sou César. Curva-te somente, e eu te darei todos esses reinos”. Jesus respondeu-lhe: “Para trás, tentador! Está escrito: Só adorarás o Eterno, teu Deus!” Logo a visão desapareceu. Vendo-se sozinho na caverna de Engaddi, Jesus falou consigo mesmo: “Por que sinal vencerei as potências da terra?” “Pelo sinal do Filho do Homem”, respondeu-lhe uma voz do alto. “Mostra-me este sinal”, pediu Jesus. Uma constelação brilhante apareceu no horizonte. Tinha quatro estrelas em forma de cruz. O galileu reconheceu nela o signo das antigas iniciações, familiar no Egito e conservado pelos essênios. No começo do mundo, os filhos de Jafé haviam-no adorado como o signo do fogo terrestre e celeste, o signo da Vida com todas as suas alegrias, o signo do Amor com todas as suas maravilhas. Mais tarde, os iniciados egípcios nele tinham visto o símbolo do grande mistério, a Trindade dominada pela Unidade, a imagem do sacrifício do Ser inefável que rompe a si mesmo para se manifestar nos mundos. Símbolo ao mesmo tempo da vida, da morte e da ressurreição, ele cobria hipogeus, túmulos, templos inumeráveis. A cruz esplêndida crescia e aproximava-se, como que atraída pelo coração do Vidente. As quatro estrelas vivas flamejavam como sóis de poder e de glória. A voz celeste falou: “Eis o sinal mágico da Vida e da Imortalidade. Outrora os homens o possuíram. Perderam-no depois. Tu o queres devolver-lhes?” “Eu quero”, respondeu Jesus. “Então, olha! Eis aí teu destino.” Bruscamente as quatro estrelas se apagaram. Fez-se noite. Um trovão subterrâneo abalou as montanhas e, do fundo do Mar Morto, surgiu uma montanha sombria, cujo cume ostentava uma cruz negra. Pregado nela estava um homem agonizante. Uma multidão demoníaca cobria a montanha e urrava em zombaria infernal: “Se és o Messias, salva-te!”
O Vidente arregalou os olhos, depois caiu para trás, banhado de um suor frio. Aquele homem crucificado era ele próprio... Havia compreendido. Para vencer, era preciso que se identificasse com aquela imagem assustadora, evocada por ele mesmo e colocada diante de si como uma sinistra interrogação. Suspenso na incerteza como no vazio dos espaços infinitos, Jesus sentia ao mesmo tempo as torturas do crucificado, os insultos dos homens e o silêncio profundo do céu. E a voz angélica continuou: “Tu podes torná-la ou recusá-la”. A visão já tremia e a cruz-fantasma começava a empalidecer com seu supliciado, quando de repente Jesus reviu junto de si os doentes do poços de Siloé, e atrás deles uma multidão de almas desesperadas que imploravam, com as mãos unidas: “Sem ti, estamos perdidas! Salvanos, tu, que sabes amar!” Então o galileu ergueu-se lentamente e, abrindo os braços cheios de amor, exclamou: “Vinde a mim, cruz! E que o mundo seja salvo!” Logo Jesus sentiu uma forte dilaceração em todos os seus membros e soltou um grito terrível . . . Ao mesmo tempo a montanha escura desmoronou-se, a cruz sumiu, uma luz suave e uma felicidade divina inundaram a imensidão, dizendo: “Satã não é mais o senhor! A Morte foi vencida! Glória ao Filho do Homem! Glória ao Filho de Deus!” Quando Jesus despertou daquela visão, nada mudara em torno dele. O sol levante dourava as paredes da gruta de Engaddi. Um orvalho tépido como lágrimas de amor angélico molhava seus pés doloridos e brumas flutuantes elevaram-se do Mar Morto. Ele, porém, não era mais o mesmo. Um acontecimento definitivo ocorrera no abismo insondável de sua consciência. Ele resolvera o enigma de sua vida, conquistara a paz; a grande certeza penetrara nele. Do esfacelamento de seu ser terrestre, que ele havia pisado e lançado no abismo, uma consciência nova surgira radiosa. Ele sabia que se tinha tornado o Messias por um ato irrevogável de sua vontade. Logo depois desceu à aldeia dos essênios. Soube que João Batista acabava de ser preso por Antipas e fora encarcerado na fortaleza de Makerus. Longe de assustar-se com este presságio, viu nele um sinal de que os tempos tinham chegado e era preciso agir por sua vez. Anunciou
então aos essênios que ia pregar na Galiléia “o Evangelho do reino dos céus”. Isto queria dizer: levar os grandes Mistérios ao alcance dos simples, traduzir-lhes a doutrina dos iniciados. Semelhante audácia nunca mais fora vista desde os tempos em que Sáquia-Muni, o último Buda, movido por uma imensa piedade, havia pregado às margens do Ganges. A mesma compaixão sublime pela humanidade animava Jesus, acrescida de uma luz interior, um poder de amor, uma grandeza de fé e uma energia de ação que só pertenciam a ele. Do fundo da morte que sondara e experimentara de antemão, trazia a seus irmãos a esperança e a vida.
(1). Josefo, Guerra dos Judeus, II, etc. “Antiguidades”, XIII, 5-9, XVIII, 1-5.
(2). Filon, Da vida contemplativa.
(3). Pontos comuns entre os essênios e os pitagóricos: A oração ao nascer do sol. As vestes de linho. Os ágapes fraternais. O noviciado de um ano. Três graus de iniciação. A organização da ordem e a comunidade dos bens, regidos por curadores. A lei do silêncio. O juramento dos Mistérios. A divisão dos ensinamentos em três partes: 1) Ciência dos princípios universais a Lógica; A ou Teogonia, que Filon chama 2) A Física ou a Cosmogonia; 3) Moral. isto é, tudo o que se refere ao homem, ciência à qual se consagravam especialmente os terapeutas.
(4). Pontos comuns entre a doutrina dos essênios e a de Jesus: O amor ao próximo colocado como primeiro dever. A proibição de jurar para atestar a verdade. O ódio à mentira. A humildade. A instituição da Ceia, conforme os ágapes fraternais dos essênios, mas com um sentido novo, o do sacrifício.
(5). Livro de Enoch – cap. XLVIII e LXI. Esta passagem demonstra que a doutrina do Verbo e da Trindade, que se acha no Evangelho de João, existia em Israel muito tempo antes de Jesus, e saía do fundo do profetismo esotérico. No livro de Enoch, o Senhor dos Espíritos representa o Pai. O Eleito outra força, o representa o Filho. E a Espírito Santo.
(6). Gênese, XIV, 18.
Anais, (7). Tácito, VI, 28,31.
(8). Segundo os Evangelhos, João reconheceu imediatamente Jesus como o Messias e o batizou como tal. A este respeito os relatos são contraditórios, pois mais tarde João, prisioneiro de Antipas em Makerus, mandou perguntar a Jesus: “És tu aquele que deve vir, ou ainda devemos esperar um outro?” (Mateus, XI, 3). Esta dúvida tardia prova que, se tinha suspeitado o Messias em Jesus, João não estava totalmente convencido. Mas os primeiros redatores dos Evangelhos, sendo judeus, apresentavam Jesus como tendo recebido sua missão e sua consagração de João Batista, profeta judeu e popular.
IV
A VIDA PÚBLICA DE JESUS. O ENSINAMENTO POPULAR E O ENSINAMENTO ESOTÉRICO. AS CURAS. OS APÓSTOLOS E AS MULHERES
Até agora, procurei esclarecer com sua luz própria a parte da vida de Jesus que os Evangelhos deixaram na sombra ou envolveram com o véu da lenda. Mencionei a iniciação e o desenvolvimento de alma e de pensamento, pelos quais o grande nazareno chegou à consciência messiânica. Em uma palavra, tentei refazer a gênese interior de Cristo. Uma vez reconhecida essa gênese, mais fácil será o resto de minha tarefa. A vida pública de Jesus foi narrada pelos Evangelhos. Nesses textos existem divergências, contradições, falhas. A lenda, encobrindo ou exagerando certos mistérios, reaparece ainda aqui e ali. Mas no conjunto distingue-se uma tal unidade de pensamento e de ação, um caráter tão forte e tão original, que nos sentimos indiscutivelmente em presença da realidade, da vida. Não é possível reconstituir as inimitáveis narrativas, que, em sua simplicidade infantil ou em sua beleza simbólica, dizem mais do que todas as ampliações. Mas o que importa hoje é esclarecer o papel de Jesus pelas tradições e as verdades esotéricas; é mostrar o sentido e o alcance transcendental de seu duplo ensinamento. Qual a grande nova de que era portador o essênio já célebre, que voltava das margens do Mar Morto à sua pátria, a Galiléia, para ali pregar o Evangelho do Reino? Como iria ele mudar a face do mundo? O pensamento dos profetas completara-se nele. Forte pela doação inteira de seu ser, vinha partilhar com os homens aquele reino do céu que conquistara com suas meditações e lutas, com suas dores infinitas e alegrias sem limite. Ele vinha descerrar o véu que a antiga religião de Moisés havia lançado sobre o além. Vinha dizer: “Crede, amai, agi, e que a esperança seja a alma de vossas ações. Há, no além desta terra,
um mundo das almas, uma vida mais perfeita. Eu o sei; venho de lá e a ela vos conduzirei. Mas não é suficiente aspirar a ela. Para alcançá-la, é preciso começar por realizá-la aqui embaixo, em vós mesmos primeiro, na humanidade em seguida. Como? Pelo Amor, pela Caridade ativa”. Viram, portanto, chegar o jovem profeta à Galiléia. Ele não dizia que era o Messias, mas discutia sobre a lei e os profetas nas sinagogas. Pregava às margens do lago de Genesaré, nos barcos dos pescadores, junto das fontes, nos oásis de verdura que abundavam então entre Cafarnaum, Betsaída e Korasim. Curava os doentes pela imposição das mãos, por um olhar, por uma ordem, freqüentemente só por sua presença. Multidões o seguiam e numerosos discípulos já se ligavam a ele. Ele os recrutava entre as pessoas do povo, os pescadores, os peões; pois queria naturezas retas e virgens, ardentes e crentes, e delas se apoderava irresistivelmente. Na sua escolha, era guiado por aquela segunda visão que, em todos os tempos, tem sido própria dos homens de ação, mas sobretudo dos iniciadores religiosos. Um olhar era-lhe suficiente para sondar uma alma. Não tinha necessidade de outra prova. E quando dizia: “Segue-me!”, seguiam-no. Com um gesto chamava a si os tímidos, os indecisos e dizia-lhes: “Vinde a mim, vós que estais sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Meu jugo é fácil e meu fardo é leve” (1). Ele adivinhava os mais secretos pensamentos dos homens que, perturbados, confusos, reconheciam o Mestre. Algumas vezes, diante da incredulidade, saudava a retidão. Tendo Natanael dito: “Alguma coisa de bom pode vir de Nazaré?” Jesus respondeu: “Eis um verdadeiro israelita, em quem nada há de artifício” (2). De seus adeptos não exigia nem juramento, nem profissão de fé, mas somente que o amassem, que acreditassem nele. Pôs em prática a comunhão dos bens, não como uma regra absoluta mas como princípio de fraternidade entre os seus. Jesus começava assim a realizar em seu pequeno grupo o reino do céu que queria fundar na Terra. O sermão da montanha oferece-nos urna imagem desse reino já germinando, com um resumo do ensinamento popular de Jesus. No cume da colina está sentado o Mestre. Os futuros iniciados agrupam-se a seus pés. Mais abaixo, o povo comprimido colhe avidamente as palavras que saem de sua boca.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.