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Capítulo 53 de 74
Quarto Grau – Epifania — parte 1 de 2
Os Grandes Iniciados – Volume Único (nao contém Zoroastro e Buda)
O adepto. – A mulher iniciada. – O amor e o casamento.
Acabamos de atingir, com Pitágoras, o apogeu da iniciação antiga. Desta altura, a Terra parece inundada de sombra como um astro agonizante. Dali descortinam-se as perspectivas siderais, desenrola-se, como um conjunto maravilhoso, a visão de cima, a do epifania Universo (9). Porém a finalidade desse ensinamento não era absorver o homem na contemplação ou no êxtase. O mestre levara seus discípulos a passear pelas regiões incomensuráveis do Cosmo, mergulhara-os nos abismos do invisível. Da assustadora viagem, os verdadeiros iniciados deviam voltar à terra melhores, mais fortes e mais preparados para as provas da vida. À iniciação da inteligência devia suceder à da vontade, a mais difícil de todas. Pois trata-se agora de o discípulo deixar a verdade descer no mais profundo de seu ser, de pô-la em prática durante a vida. Para atingir este ideal, era preciso, segundo Pitágoras, reunir três perfeições: realizar a verdade na inteligência, a virtude na alma, a pureza no corpo. Uma higiene sábia, uma continência moderada deviam manter a pureza corporal, necessária não como fim, mas como meio. Todo o excesso corporal deixa um traço e uma nódoa no corpo astral, organismo vivo da alma, e por conseguinte, no espírito. Pois o corpo
astral concorre para todos os atos do corpo material. É ele mesmo que os executa, porque sem ele o corpo material não passa de uma massa inerte. É preciso, portanto, que o corpo seja puro para que a alma o seja também. É preciso, em seguida, que a alma, incessantemente iluminada pela inteligência, adquira a coragem, a abnegação, o devotamento e a fé, em uma palavra, a virtude, e da mesma faça uma segunda natureza que substitua a primeira. É preciso, finalmente, que o intelecto atinja a sabedoria pela ciência, de tal sorte que saiba distinguir em tudo o bem e o mal, e ver Deus tanto no menor dos seres como no conjunto dos mundos. A essa altura, o homem torna-se e, se possui energia adepto suficiente, entra na posse de faculdades e poderes novos. Os sentidos internos da alma se abrem, a vontade resplandece nos outros. Seu magnetismo corporal, penetrado dos eflúvios de sua alma astral, eletrizado por sua vontade, adquire um poder aparentemente miraculoso. Às vezes, cura doentes pela imposição das mãos ou somente por sua presença. Muitas vezes, penetra nos pensamentos dos homens apenas com o olhar. Algumas vezes, em estado de vigília, vê acontecimentos que ocorrem longe (10). Age à distância pela concentração do pensamento e da vontade sobre as pessoas que estão ligadas a ele por laços de simpatia pessoal, e lhes faz aparecer sua imagem à distância, como se seu corpo astral pudesse transportar-se para fora do corpo material. A aparição dos moribundos ou dos mortos aos amigos é exatamente o mesmo fenômeno. Só que a aparição que o moribundo ou a alma do morto produz geralmente, por um desejo inconsciente, na agonia ou na segunda morte, o adepto a produz em plena saúde e em plena consciência. Todavia, ele apenas o consegue durante o sono e, quase sempre, durante um sono letárgico, Enfim, o adepto sente-se cercado e protegido por seres invisíveis, superiores e luminosos, que lhe emprestam sua força e o ajudam em sua missão Raros são os adeptos, mais raros ainda aqueles que alcançam este poder. A Grécia só conheceu três: Orfeu, na aurora do helenismo; Pitágoras, em seu apogeu; Apolônio de Tiana, em seu declínio. Orfeu foi o grande inspirado e o grande iniciador da religião grega; Pitágoras, o organizador da ciência esotérica e da filosofia das escolas; Apolônio,
o estóico moralizador e o mágico popular da decadência. Mas em todos os três, apesar dos graus e através das nuances, brilha o raio divino: o espírito apaixonado pela salvação das almas, a indomável energia revestida de mansidão e serenidade. Todavia, não vos aproximeis muito dessas grandes frontes calmas. Elas queimam em silêncio. Sente-se sob a fornalha uma vontade ardente, mas sempre contida. Pitágoras representa para nós, portanto, um adepto de primeira ordem, com o espírito científico e a fórmula filosófica que mais se aproximam do espírito moderno. Mas ele não podia nem pretendia fazer de seus discípulos adeptos perfeitos. Uma grande época tem sempre um grande inspirador em sua origem. Seus discípulos e os alunos de seus discípulos formam a cadeia imantada e propagam seu pensamento pelo mundo. No quarto grau da iniciação, Pitágoras se contentava, pois, em ensinar a seus fiéis as aplicações de sua doutrina à vida. Porque a Epifania, a visão do alto, dava um conjunto de visões profundas e gerais sobre as coisas terrestres. permanece um mistério A origem do bem e do mal incompreensível para quem não percebeu a origem e o fim das coisas. Uma moral que não considera os supremos destinos do homem só será utilitária e bastante imperfeita. Além do mais, a liberdade humana não existe de fato para aqueles que são sempre escravos de suas paixões, e não existe de direito para aqueles que não acreditam nem na alma nem em Deus, e para quem a vida é um relâmpago entre dois nadas. Os primeiros vivem na servidão da alma acorrentada às paixões; os segundos, na servidão da inteligência limitada ao mundo físico. Não acontece o mesmo com o homem religioso, nem com o verdadeiro filósofo, e menos ainda com o teósofo iniciado, que realiza a verdade na trindade de seu ser e na unidade de sua vontade. Para compreender a origem do bem e do mal, o iniciado contempla os três mundos com os olhos do espírito. Vê o mundo tenebroso da matéria e da animalidade, onde domina o inelutável Destino. Vê o mundo luminoso do Espírito, que para nós é o mundo invisível, a imensa hierarquia das almas libertadas, onde reina a lei divina, e que são a Entre Providência em ato. os dois, ele vê numa penumbra a humanidade, que mergulha, pela base,
no mundo natural e que toca, por seus pináculos, o mundo divino. Ela tem por gênio: A Liberdade. Porque, no momento em que o homem percebe a verdade e o erro, está livre para escolher: juntar-se à Providência, cumprindo a verdade, ou tombar sob a lei do destino, seguindo o erro. O ato da vontade unido ao ato intelectual é somente um ponto matemático, mas desse ponto brota o universo espiritual. Todo espírito sente parcialmente pelo instinto o que o teósofo compreende totalmente pelo intelecto: que o Mal é aquilo que faz descer o homem para a fatalidade da matéria; que o Bem é aquilo que o faz subir à lei divina do Espírito. Seu verdadeiro destino é subir sempre, cada vez mais alto e por seu próprio esforço. Para isto, porém, é preciso que ele seja livre também para descer. O círculo da liberdade amplia-se até o infinitamente grande, à medida que se sobe; e diminui, até o infinitamente pequeno, à medida que se desce. Quanto mais o homem sobe, mais se torna livre, pois penetra mais profundamente na luz, e mais força adquire para o bem. Quanto mais desce, mais se torna escravo; pois cada queda no mal diminui a inteligência do verdadeiro e a capacidade do bem. O Destino reina, portanto, sobre o passado; a Liberdade, sobre o futuro; e a Providência sobre os dois, ou seja, sobre o presente sempre existente, que se pode denominar Eternidade (11). Da ação combinada do Destino, da Liberdade e da Providência resultam os destinos inumeráveis, infernos e paraísos das almas. O mal, estando em desacordo com a lei divina, não é obra de Deus, mas do homem, e só tem uma existência relativa, aparente e transitória. O bem, estando de acordo com a lei divina, existe só real e eternamente. Nem os sacerdotes de Delfos e de Elêusis, nem os filósofos iniciados jamais quiseram revelar essas profundas idéias ao povo, que poderia compreendê-las erroneamente e abusar delas. Nos Mistérios, representava-se simbolicamente essa doutrina pelo esfacelamento de Dionísio. Porém um véu impenetrável ocultava aos profanos o que se chamava de os sofrimentos de Deus.
As maiores discussões religiosas e filosóficas rolam sobre a questão da origem do bem e do mal. Acabamos de ver que a doutrina esotérica possui-lhe a chave em seus arcanos. Existe outra questão capital, de que depende o problema social e político; a da O espetáculo do desigualdade das condições humanas. mal e da dor tem em si alguma coisa de assustador. Pode-se acrescentar que sua distribuição, aparentemente arbitrária e injusta, é a origem de todos os ódios, de todas as revoltas, de todas as negações. Ainda aqui, a doutrina profunda traz em nossas trevas terrestres sua luz soberana de paz e esperança. A diversidade das almas, das condições, dos destinos, pode-se justificar efetivamente apenas pela pluralidade das existências e pela doutrina da reencarnação. Se o homem nasce pela primeira vez nesta vida, como explicar os inúmeros males que parecem cair ao acaso sobre ele? Como admitir que há uma justiça eterna, uma vez que alguns nascem numa condição que arrasta fatalmente à miséria e à humilhação, enquanto que outros nascem afortunados e vivem felizes? Mas, se é verdade que vivemos outras vidas antes e que viveremos outras após a morte, se é verdade que através de todas essas existências reina a lei de recorrência e de repercussão – então as diferenças de alma, de condição, de destino, apenas serão efeitos das vidas anteriores e aplicações múltiplas dessa lei. As diferenças de condição provêm de um emprego desigual da liberdade nas vidas precedentes, e as diferenças intelectuais provêm de que os homens que atravessam a terra em um século pertencem a graus de evolução extremamente diversos. Estes graus se escalonam. desde a semi-animalidade das. pobres raças em regressão até os estados angélicos dos santos e até a realeza divina do gênio. Na realidade, a terra se assemelha a um navio, e nós todos que a habitamos, a viajantes que vêm de países longínquos e se dispersam por etapas em todos os pontos do horizonte. A doutrina da reencarnação dá uma razão de ser, segundo a justiça e a lógica eterna, aos males mais assustadores e às felicidades mais almejadas. O idiota nos parecerá compreensível se raciocinarmos que seu embrutecimento, do qual tem uma semiconsciência e com a qual sofre, é a punição de um emprego criminoso da inteligência em outra vida. Todas as nuances de
sofrimentos físicos ou morais, de felicidade e de infelicidade, em suas inúmeras variedades, aparecerão como eflorescências naturais e sabiamente graduais dos instintos e das ações, das faltas e das virtudes de um longo passado, pois a alma conserva em suas profundezas ocultas tudo o que ela acumula em suas diversas existências. De acordo com a hora e a influência, as camadas antigas reaparecem e desaparecem. E o destino, isto é, os espíritos que o dirigem, proporcionam o gênero de reencarnação, quanto a seu lugar e sua qualidade. Lísis exprime esta verdade, ocultando-a sob um véu, em seus versos dourados:
Verás que os males que devoram os homens São o fruto de sua escolha; e que esses infelizes Procuram longe de si os bens cuja fonte carregam.
Longe de enfraquecer o sentimento de fraternidade e de solidariedade humana, essa doutrina só pode fortificá-lo. Devemos a todos ajuda, simpatia e caridade, pois somos todos da mesma raça, embora em graus diversos. Todo o sofrimento é sagrado, porque a dor é o cadinho das almas. Toda a simpatia é divina, porque ela nos faz sentir, como que por um eflúvio magnético, a cadeia invisível que liga todos os mundos. A virtude da dor é a razão do gênio. Sim, sábios e santos, profetas e divinos criadores resplandecem com uma beleza mais comovente para aqueles que sabem que também eles resultam da evolução universal. Esta força que nos espanta, quantas vidas, quantas vitórias não foram necessárias para conquistá-la? Esta luz inata do gênio, de quais céus já atravessados ela lhe vem? Não o sabemos. Mas estas vidas existiram e esses céus existem. Não está, pois, enganada a consciência dos povos. Os profetas não mentiram quando chamaram os homens de filhos de Deus, enviados do céu profundo. Porque sua missão foi requerida pela eterna Verdade, legiões invisíveis os protegem e o Verbo vivo fala neles! Há entre os homens uma diversidade que provém da essência primitiva dos indivíduos. Há uma outra, acabamos de dizê-lo, que provém do grau de evolução espiritual que eles atingiram. De acordo
com este último ponto de vista, os homens podem situar-se em quatro classes, que compreendem todas as subdivisões e todas as nuances. 1º. Na grande maioria dos homens, a vontade age sobretudo no corpo. Podemos chamá-los de instintivos. São próprios não somente para os trabalhos corporais, mas ainda para o exercício e o desenvolvimento de sua inteligência no mundo físico; conseqüentemente, para o comércio e a indústria; 2º. No segundo grau do desenvolvimento humano, a vontade e portanto a consciência, reside na alma, ou seja, na sensibilidade acionada pela inteligência, que constitui o entendimento. São os anímicos e os passionais. Segundo seu temperamento, estão preparados para se tornarem homens de guerra, artistas ou poetas. Na grande maioria, os homens de letras e os sábios são desta espécie: vivem nas idéias relativas, modificadas pelas paixões ou limitadas por um horizonte pequeno, sem se elevarem até à Idéia pura e à Universalidade; 3º Numa terceira classe de homens, muito mais raros, a vontade age soberanamente no intelecto puro; desembaraça a inteligência da tirania das paixões e dos limites da matéria, o que dá a todas as suas concepções um caráter de universalidade. São os intelectuais. Esses homens constituem os heróis mártires da pátria, os poetas de primeira ordem; finalmente, e sobretudo, os verdadeiros filósofos e os sábios, aqueles que, segundo Pitágoras e Platão, deveriam governar a humanidade. Nesses homens, a paixão não está extinta, porque sem ela nada se faz; ela constitui o fogo e a eletricidade no mundo moral. Neles, porém, as paixões tornam-se servas da inteligência, enquanto que na categoria anterior a inteligência é, na maioria das vezes, serva das paixões; 4º O mais alto ideal humano é realizado por uma quarta classe de homens, que, ao império da inteligência sobre a alma e sobre o instinto, acrescentaram o da vontade sobre todo o seu ser. Pelo domínio e posse de todas as suas faculdades, eles exercem o grande poder. Realizaram a unidade na trindade humana. Graças a esta concentração maravilhosa, que reúne todas as potencialidades da vida, sua vontade, projetando-se nos outros, adquire uma força quase ilimitada, uma magia radiante e
criadora. Na história, estes homens receberam nomes diversos. São os homens primordiais, gênios sublimes os adeptos, os grandes iniciados, que transformam a humanidade. São de tal maneira raros que se pode contá-los na história. A Providência semeia-os de tempos em tempos, com longos intervalos, como os astros no céu (12). É evidente que esta última categoria escapa a toda regra, a toda classificação. Mas uma constituição da sociedade humana que não considere as três primeiras categorias, que não proporcione a cada uma delas sua função normal e os meios necessários para se desenvolver, é somente exterior e não orgânica. Numa época primitiva, que remonta provavelmente aos tempos védicos, os brâmanes da Índia fundaram a divisão da sociedade em castas com base no princípio ternário. Mas, com o tempo, essa divisão tão justa e fecunda transformou-se em privilégio sacerdotal e aristocrático. O princípio da vocação e da iniciação deu lugar ao da hereditariedade. As castas fechadas acabaram por petrificar-se, seguindo-se irremediavelmente a decadência da Índia. O Egito, que conservou, sob o domínio de todos os faraós, a constituição ternária com as castas móveis e abertas, o princípio da iniciação aplicada ao sacerdócio, o princípio do exame em todas as funções civis e militares, viveu cinco a seis mil anos sem mudar de constituição. Quanto à Grécia, seu temperamento instável fê-la passar rapidamente da aristocracia para a democracia e desta para a tirania. Ela girou neste círculo vicioso como um doente que passa da febre à letargia e volta à febre. Talvez tivesse necessidade desta excitação para produzir sua obra inigualável, a tradução da sabedoria profunda mas obscura do Oriente para uma linguagem clara e universal; a criação do Belo pela Arte, e a fundação da ciência aberta e racional sucedendo à iniciação secreta e intuitiva. Ela deveu ao princípio da iniciação sua organização religiosa e suas mais altas inspirações. Social e politicamente falando, pode-se dizer que viveu sempre no provisório e no excessivo. Em sua qualidade de adepto, Pitágoras tinha compreendido, do cume da iniciação, os princípios eternos que regem a sociedade e prosseguia, no plano de uma grande reforma, segundo essas verdades. Veremos dentro
em pouco como ele e sua escola naufragaram nas tempestades da democracia. Dos puros pináculos da doutrina, a vida dos mundos se desenrola de acordo com o ritmo da Eternidade. Esplêndida Epifania! Mas aos raios mágicos do firmamento desvendado, a terra, a humanidade, a vida abrem-nos também suas profundezas secretas. É preciso encontrar o infinitamente grande no infinitamente pequeno, para sentir a presença de Deus. Isto é o que sentiam os discípulos de Pitágoras, quando o mestre lhes mostrava, para coroar seu ensinamento, como a eterna Verdade se manifesta na união do Homem e da Mulher no casamento. A beleza dos números sagrados que eles tinham ouvido e contemplado no Infinito, iam encontrá-la no próprio coração da vida, e Deus emergiria para eles do grande mistério dos Sexos e do Amor. A antigüidade compreendera uma verdade essencial, que as idades seguintes menosprezaram. A mulher, para bem cumprir suas funções de esposa e de mãe, tem necessidade de uma orientação, de uma iniciação especial. Daí a iniciação puramente feminina, isto é, inteiramente reservada às mulheres. Ela existia na Índia, nos tempos védicos, em que a mulher era sacerdotisa no altar doméstico. No Egito, ela remonta aos mistérios de Ísis. Orfeu organizou-a na Grécia. Até à extinção do paganismo, vemo-la florescer nos mistérios dionisíacos, assim como nos templos de Juno, Diana, Minerva e Ceres. Esta iniciação consistia em ritos simbólicos, cerimônias, festas noturnas, e depois em um ensinamento especial, ministrado por sacerdotisas mais velhas ou pelo grande sacerdote, e que tratava das coisas mais íntimas da vida conjugal. Davam-se conselhos e regras sobre as relações sexuais, as épocas do ano e do mês favoráveis às concepções felizes. Dava-se a maior importância à higiene física e moral da mulher durante a gravidez, para que a obra sagrada, a criação do filho, se cumprisse segundo as leis divinas. Em resumo, ensinava-se a ciência da vida conjugal e a arte da maternidade, que se estendia até muito além do nascimento. Até a idade de sete anos, os filhos ficavam no gineceu, sob a direção exclusiva da mãe, e onde o marido não penetrava. A sábia antigüidade considerava a criança uma planta delicada, que tem
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