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Capítulo 8 de 87
A Formação Da Terra
Tempo e Espaço da Entrega da Verdade
NA BÍBLIA: A GÊNESE, cap 1 No princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas. Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi. E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo. E disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca; e assim foi. E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom. E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra; e assim foi. E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro. E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas. E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra, para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom. E foi a tarde e a manhã, o dia quarto. E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus. E Deus criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. E Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares; e as aves se multipliquem na terra. E foi a tarde e a manhã, o dia quinto. E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi. E fez Deus as feras da terra conforme a sua espécie, e o gado conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento; e assim foi. E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento. E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto. Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e
fizera. Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o SENHOR Deus fez a terra e os céus, e toda a planta do campo que ainda não estava na terra, e toda a erva do campo que ainda não brotava; porque ainda o SENHOR Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra. Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra. E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado. E o SENHOR Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços. (...) E tomou o SENHOR Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar. E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. Havendo, pois, o SENHOR Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome. E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea. Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; e da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam. Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal...
(importa lembrar que a palavra “dia” se refere a eras; Adão é a raça advinda, Eva é a raça aqui nascida, raça primitiva)
UMA MANIFESTAÇÃO ESPIRITUAL EXPLICATIVA: “Quando demos entrada em vastíssima sala, já nos tínhamos frente ao Planeta Terra, visto como ao natural, em não sei que jogo de imagens refletidas, ou inculcadas por algum projetor, no imenso cristal que cobria a parede posterior do imenso salão. Ali estava a Terra do presente, que se foi dando em marcha-à-ré evolutiva. Regrediu, aos poucos, até quase ao estado de nebulosa, onde já se via forçando a pruridos de movimentos. Depois, como que para deixar em nós a ideia da UNIDADE CÓSMICA, sumiu-se por entre o coágulo de mundos em movimentação pelo infinito. Foi um espetáculo indizível! E em seguida foi reaparecendo, reaparecendo, como a Terra das geleiras, que não eram totais. Seus dias eram séculos, porque nos atínhamos ao fator evolução. Humanidade é que nos convinha! E a humanidade apareceu muito mais tarde, mesmo sendo na condição rudíssima, como manadas de seres fauciosos, broncos, a lutar continuamente uns contra outros e todos contra o meio, a fauna animal medonhamente desmesurada. Aos poucos, deram-se as primeiras divisões. Repartiram-se em como manadas. E foram aparecendo, também muito lentamente, as características raciais. A terra chegou a ser quase totalmente habitada por aqueles clãs primitivos, porque o nomadismo os tangia a tanto. Meteram-se mares e rios a dentro, em armaduras de madeira, vindo a ser comidos por animais aquáticos e anfíbios, que os assaltavam. Mas alguns atravessavam, varavam dificuldades,
penetravam sempre. A configuração dos continentes era muito outra, embora as águas constituíssem quase tudo. Na Terra de hoje, muita água deixou de ser. Depois de certo tempo, milhões de anos, talvez, de vida primitiva, nômade ao extremo, apareceu no mapa demográfico planetário, qualquer coisa diferente e marcantemente significativa. Foram aparecendo os caracteres identificadores de uma influenciação superior. Os dias seculares apresentavam reações evolutivas consideráveis, embora a relatividade dos movimentos. Deve ter sido a influência adamita, o efeito das legiões reencarnantes no seio do evismo, da raça primitiva. Com o rodar do globo imenso, mondava na mente dos seus habitantes, divididos e subdivididos em clãs e subclãs, o fervilhar das guerras e dos assaltos! Os homens nunca foram mais que animais inteligentizados, igualmente carnívoros, capazes de execrados feitos! Até hoje, que são, como vivem? Não faz o homem o seu preparo bélico, apenas mais inteligente, com relação ao animal inferior? Pois jamais deixou de ser assim, embora o atraso de outros tempos. Nunca viveu em paz e pouco por isso se deu a fazer, abstração de alguns missionários, de alguns lanços consideráveis, mas isolados, força dos por certos vultos a isso prepostos. E vimos o aparecimento da era cristã. Isto tudo foi muito mais particularizado. A caminhada do Cristo por entre a humanidade, o que deixou de marcas na parte sólida e nas zonas astrais, isso nos foi muito mais detalhado. Jamais poderia morrer uma tal semeadura, dadas as condições em que fora feita. Quem com tanto amor e com tanta dedicação serviu, quem com tanta lucidez encarou o problema da civilização, dos destinos humanos, só poderia vir a ser triunfante! Para que o Cristianismo fenecesse, como tantas centenas de teorias feneceram, seria preciso que a própria Terra deixasse de ser! Quando a Terra do presente sumiu do imenso cristal, a figura de Jesus Cristo apareceu em grande esplendor de glória, rodeada de nuvens de seres altamente divinizados. Sons invadiam os espaços. E Ele se fez bem próximo, para dizer com extremos de inteligência e bondade: “PRECISO DE VERDADEIROS DISCÍPULOS; DE IRMÃOS QUE SAIBAM AMAR” Confissões de Um Padre Morto, Osvaldo Polidoro
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.