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Capítulo 68 de 87
Vidas De Espíritos Bíblicos Na Igreja Católica – Uma Tentativa
Tempo e Espaço da Entrega da Verdade
ATRAVÉS DE EXEMPLO “Até o séc. X, quando fui o papa Damião, amarraram-me pés e mãos em rabos de cavalos e tocaram os animais. Cortaram-me em quatro. Enchi as ruas de Roma três vezes com sangue, que era o martírio daqueles que eles julgavam feiticeiros”. Esta vida de papa não é encontrada em pesquisa alguma, dentro do que é exposto ao público, visto que foi excomungado e assassinado. Isto até o ano 1000. Em 1200 dei o maior santo: São Francisco de Assis. Em 1400 e pouquinho nasci na Tchecoslováquia, fogueira na Alemanha. Vesti vestes sacerdotais outra vez quando como Anchieta e vim fundar São Paulo. Foi uma sequência de perseguições e assassinatos pelo simples fato de não sermos padres, clérigos, ladrões, idólatras... porque sempre foi da parte de padres, clérigos, fazer com que reis, povos e nações se ajoelhassem diante deles. Quando aparecia alguém que não era padre ou judeu, eles liquidavam em fogueiras ou qualquer outro assassinato, porque eles estavam tirando seus lugares“. (Osvaldo Polidoro, em Livro das Comunicações)
“... para todos: ... se eles tivessem ensinado e continuassem ensinando o que eu e outros vultos deixamos no meio deles, no catolicismo, não estariam eles mesmos brigando entre eles, porque lá para trás fui o Papa Damião, fui João Huss, depois fui Francisco de Assis, e aqui, fundando esta cidade, fui José de Anchieta, tudo no meio deles, para juntar esta gente; mas como os ensinamentos de Deus não estavam cobrando interesses de mundo, mas interesses espirituais de cada um de nós, para cada um conhecer Deus dentro de cada um e não longe (como eles dizem), eles me assassinaram várias vezes, porque a Doutrina que eu trazia era Doutrina pura, Deus dentro de nós, e eles sempre apareceram com seus salamaleques e vieram assassinando-nos”.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.