[user_registration_my_account]
Capítulo 74 de 87
Início Da Consolidação Da Restauração
Tempo e Espaço da Entrega da Verdade
A codificação de Kardec, o berço da Consolidação
Durante todo o século XVIII, a França se ergueu como o farol intelectual da civilização ocidental. Para lá iam artistas, professores, filósofos e cientistas. Apesar do esbanjamento e da corrupção da corte, Paris foi, desde muito tempo, a capital européia mais atrativa para os intelectuais do continente. Juntamente com a Alemanha, sua maior rival, era a França que dirigia os rumos do intelecto humano, e foi com o Iluminismo que Paris passou a ser conhecida como “Cidade Luz”, pois, depois de tanto tempo à mercê dos ditames do clero e da aristocracia, o homem era agora incentivado a ser independente, a pensar com a própria cabeça. “Todos os homens são iguais” bradou o Iluminismo, que nasceu e teve suas maiores consequências em solo francês. Embora tenha sido, na verdade, um retumbante movimento burguês, com seus lamentáveis e inevitáveis excessos, a Revolução Francesa teve o mérito de desmitificar a pseudo-superioridade das classes privilegiadas (a corrupta aristocracia e o hipócrita clero católico), levantando a bandeira contagiante da “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, e da “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão”. Evidentemente, a efervescência do período desembocou num paradoxo: surge o império napoleônico; mas os frutos intelectuais da Revolução permitiram limpar a Europa do velho ranço aristocrático, forçando a melhoria dos direitos sociais em todas as nações do ocidente, fortificando, mais do que nunca, o papel do Direito.
Havendo Roma atraiçoado o Batismo de Revelação, o Instituto Divino de Informações, voltou Elias, conforme as profecias, na personalidade de Kardec, para encabeçar a reposição das coisas no lugar, isto é, para restaurar o Cristianismo. E como não há Evangelho sem Consolador, ou Cristianismo sem Batismo de Espírito, o nome dado à Restauração foi - Espiritismo. Sendo normal que Cristianismo é sinônimo de Lei Exemplificada, ao Espiritismo cumpre ser, fundamentalmente, Moral, Amor e Revelação. Porque esses são os sentidos da Lei, que Jesus viveu, para Se constituir o Divino Molde. Como Anunciador ou Revelador, o Espiritismo salientará sempre o sentido Moral da vida, porque o Amor, sem a Moral, pode não filtrar a Vontade de Deus. O Amor Divino, diremos, é Moral Integral. (trecho de A Bíblia dos Espíritas) Elias ou Kardec, ao fazer a Codificação, segundo os ditames dos espíritos, salientou bem a importância da Lógica e do Bom Senso, para haver a melhor interpretação das comunicações. Isto porque, saiba quem quiser saber, jamais cessará a Revelação. O profetismo ou mediunismo, por mais que o desejem os blasfemos das coisas de Deus, nunca deixará de existir. Quem quiser cultivá-lo à base dos três sentidos da Lei de Deus, andará muito bem. (trecho de A Bíblia dos Espíritas) A Codificação de Kardec, que foi feita do mesmo modo que a Bíblia, reflete, nos seus detalhes, o adiantamento científico da época e, no seu conjunto, demonstra ou comprova, por si mesma, a evolução da Humanidade. As verdades anunciadas, ditas com simplicidade e segundo o tempo, se não representam Toda a Sabedoria, representam pelo menos muito mais evolução e num plano superior de unidade interpretativa e direcional. De qualquer forma, Palavra de Deus é a Revelação; que se busquem os melhores Profetas ou Médiuns; que se use bastante o Discernimento; que se aplique bastante a Lógica da Revelação, para que se tenha cada vez mais Conhecimento da Verdade que livra. (trecho de A Bíblia dos Espíritas)
Com o progresso do Espiritismo, Allan Kardec teve a intenção de publicar um jornal espírita, que seria um poderoso auxiliar na divulgação e na pesquisa espírita. Kardec decide redigir o primeiro número, trocando a ideia de um jornal pela de uma revista, e assim faz aparecer a 1º de janeiro de 1858 a Revista Espírita, que mensalmente iria editar por mais de 12 anos. O primeiro número saiu com o comprometimento de suas economias, mas os pedidos de assinatura vieram de todas as partes da Europa, tornando a Revista um sucesso. Segundo Henri Sausse, “em menos de um ano (...)”, a Revista Espírita “(...) estava espalhada por todos os continentes do Globo. (...) De tal maneira aumentou o número de assinantes, que Kardec, a pedido destes, reimprimiu duas vezes as coleções de 1858, 1859 e 1860 (...)”. Em 1º de abril de 1858, Allan Kardec funda a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, que tinha por objetivo “(...) o estudo de todos os fenômenos relativos às manifestações espíritas e suas aplicações às ciências morais, físicas, históricas e psicológicas. (...)” - Não era intenção de Kardec fundar uma religião, como ocorreu posteriormente a partir do seu legado. Para ele “A ciência espírita compreende duas partes: uma experimental, relativa às manifestações em geral; a outra, filosófica, relativa às manifestações inteligentes e suas consequências” (Kardec, in O Livro dos Espíritos, tópico XVII da Introdução). Kardec tinha plena consciência do fato de que os conhecimentos adquiridos em seus estudos eram apenas o primeiro passo de uma longa jornada, e, como nos fala o grande escritor Léon Denis em sua obra “Depois da Morte”, no capítulo XX, “A doutrina de Allan Kardec, nascida - não será demasiado repeti-lo - da observação metódica, da experiência rigorosa, não se torna um sistema definido, imutável, fora e acima das conquistas futuras da ciência. Resultado combinado de conhecimentos dos dois mundos, de duas humanidades de planos paralelos penetrando-se uma na outra, ambas, porém, imperfeitas e a caminho do entendimento de verdades mais profundas, do desconhecido, a Doutrina dos Espíritos transforma-se sem cessar, pelo trabalho e pelo progresso, e (...) acha-se aberta às retificações, aos esclarecimentos do futuro”. A Verdade é muito ampla para estar contida apenas nas obras do primeiro período da codificação. Neste sentido é bom relembrar mais algumas palavras do próprio Kardec: “O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos como qualquer filosofia espiritualista, pelo que forçosamente vai encontrar-se com as bases fundamentais de todas as religiões: Deus, a alma e a vida futura. Mas não é uma religião constituída, visto que não tem culto, nem rito, nem templos e que, entre seus adeptos reais, nenhum tomou o título de sacerdote ou de sumo sacerdote” (...) “O Espiritismo proclama a liberdade de consciência como direito natural; proclama-a para seus adeptos assim como para todas as pessoas. Respeita todas as convicções sinceras e faz questão de reciprocidade”. (Kardec, in “Obras Póstumas”).
O Espiritismo ou Revelacionismo, de Deus para os homens, é Eterno, Perfeito e Imutável; pertence aos Mundos, Intermundos e Humanidades, mas sofre das mediocridades humanas, segundo a hierarquia dos Mundos e das suas respectivas Humanidades. Ninguém confunda a Excelsa Doutrina com homens...
Quando chegará o tempo em que: “O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará ao pé do cabrito: o novilho, e o leão, e a ovelha, viverão juntos, e um menino pequenino os conduzirá.” ?... O que é certo, é que isso acontecerá! Como já vivemos, estamos vivendo e viveremos, até o grande dia. Façamos questão de herdar a Terra do porvir... pelo culto do Amor e respeito à Verdade! Onde se encontrasse cultores do mediunismo, ali haveria a reação da novel Inquisição; a glória do Pentecostes se transformara no vinco denunciador, dos que deveriam morrer em benefício do sadismo imperialista. Trevas desceriam sobre a Humanidade, nuvens negras envolveriam o mundo! O Profeta havia dito, importava acontecer: ‘Eis que vêm os dias, diz o Senhor, e enviarei fome sobre a Terra: não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir a palavra do Senhor. E eles se comoverão desde um mar até outro mar, e desde o aquilão até o oriente; eles andarão por toda parte buscando a palavra do Senhor e não a encontrarão. ’ – Amós cap. 8”
Como o fanatismo kardecista é o maior mal para o progresso do conhecimento da VERDADE ESPÍRITA, eis que lembramos essas advertências: A Codificação adverte que está dizendo as primeiras palavras de uma ciência que ninguém sabe quando será dita a última; Adverte, também, que dos assuntos tratados, diz o suficiente para o tempo; não tudo, para todos os tempos; Adverte, também, sobre a necessidade da volta de Kardec, em novo corpo e noutras condições, para a complementação da Restauração.
Trecho de “Obras Póstumas”, 17 de janeiro de 1857, em casa de Sr. Baudin, “Primeira notícia de uma nova encarnação”
“... Segundo o que vejo, és muito capaz de levar a bom termo a tua empresa e tens que fazer grandes coisas. Nada, porém, de exagero em coisa alguma. Observa e aprecia tudo judiciosa e friamente Não te deixes arrastar pelos entusiastas, nem pelos muito apressados. Mede todos os teus passos a fim de chegares ao fim com segurança. Não creiais em mais do que aquilo que vejas; não desvies a atenção de tudo o que te pareça incompreensível; virás a saber a respeito mais do que qualquer outro, porque os assuntos de estudo serão postos sob as tuas vistas.” “Mas, ah! a verdade não será conhecida de todos, nem crida, senão daqui a muito tempo! Nessa existência não verás mais do que a aurora do êxito da tua obra. Terás que voltar, reencarnado noutro corpo, para completar o que houveres começado e, então, dada te será a satisfação de ver em plena frutificação a semente que houveres espalhado pela Terra.” “Surgirão invejosos e ciosos que procurarão infamar-te e fazer-te oposição: não desanimes; não te preocupes com o que digam ou façam contra ti; prossegue em tua obra; trabalha sempre pelo progresso da humanidade, que serás amparado pelos bons espíritos, enquanto perseverares no bom caminho...” (103) Trecho de OBRAS PÓSTUMAS (Allan Kardec) 10 de junho de 1860 (Em minha casa – médium, a Sra. Schmidt)
“A Minha Volta” (Comunicação do Espírito da Verdade) “... Prossegue em teu caminho sem temor; ele está juncado de espinhos, mas eu te afirmo que terás grandes satisfações, antes de voltares para junto de nós “por um pouco”. Pergunta – Que queres dizer por essas palavras: “por um pouco”? Resposta – Não permanecerás longo tempo entre nós. Terás que volver à Terra para concluir a tua missão, que não podes terminar nesta existência. Se fosse possível, absolutamente não sairias daí; mas, é preciso que se cumpra a lei da Natureza. Ausentar-te-ás por alguns anos e, quando voltares, será em condições que te permitam trabalhar desde cedo. Entretanto, há trabalhos que convém que os acabes antes de partires; por isso, dar-te-emos o tempo que for necessário a concluí-los.
NOTA – Calculando aproximadamente a duração dos trabalhos que ainda tenho a fazer e levando em conta o tempo da minha ausência e os anos de infância e da juventude, até à idade em que um homem pode desempenhar no mundo um papel, a minha volta deverá ser forçosamente no fim deste século ou no princípio do outro”. (111)
E cumprindo-se os avisos, no início do século XX, volta à carne, em outras condições e com o nome de OSVALDO POLIDORO, para completar a obra de Restauração e entregar o Evangelho Eterno e Orações Prodigiosas, profetizado em Apocalipse, 14, 1 a 7.
Procurem ler, e entender, o que Deus prometeu no Apocalipse, capítulo 12, 19, 14, 21 e 22, sobre isto, e para antes do findar do segundo milênio: 1 – Verdadeira Restauração Doutrinária, apresentando o documentário bíblico; 2 – Entrega do Evangelho Eterno, prometido em Apocalipse, capítulo 14; 3 – Com a Restauração, entra o governo daquele semelhante ao Filho do homem que tudo guiará com vara de ferro ou mais rigor disciplinar;
RESTAURAÇÃO CONSOLIDADA, Osvaldo Polidoro, (5ª vida)
Elias voltaria um dia, para repor as coisas no lugar, para fazer a Revelação retornar ao seio da Humanidade. No século quatorze Jesus ordenara o começo da trabalheira renovadora. E num curso de quatro séculos e meio, vieram à carne antigos Profetas, Apóstolos e demais servidores de Jesus, para a grandiosa obra de retorno ao mundo da Excelsa Doutrina. Os cabeças do movimento foram Wicliff, Huss, Lutero, Joana D'Arc, Giordano Bruno, Kardec, Denis, Delanne, etc., etc. Para o Brasil foi indicado, assim que deixaram a França, o serviço de Consolidação. E foi assim que aconteceu no Brasil do século vinte. (trecho de A Bíblia dos Espíritas) Osvaldo Polidoro nasceu em Itaquera, bairro do Carmo, no dia 5 de junho de 1910, filho de Roque Polidoro e Melânia Pagini, que tiveram ainda os filhos: Juliano (1909), Cristina (1912), Ferdinando (1913), Danilo (1916), Palmira (1921), João (1920), Alda (1917) e Genoefa (1927). As terras em que moravam (que perfaziam grande parte de Itaquera) eram de seu pai, Roque Polidoro, do avô Antônio Polidoro e do primo de seu pai, Ângelo Polidoro. Viviam com a atividade de fabricar tijolos, mandando-os para São Paulo, a qual estava em pleno desenvolvimento e expansão. Há uma rua em Itaquera que leva o nome de seu pai, rua Roque Polidoro. Morou em Itaquera até 1929, quando seus pais se separaram e sua mãe mudou-se para São Paulo, só retornando em 1961, quando então passou a morar na rua Alarico Toledo Piza, Itaim Paulista, até o fim de seus dias. Levou uma vida muito simples: começou trabalhar muito jovem, e já tinha servido o exército quando veio a Revolução de 32, - como voluntário serviu em Quitaúna pela defesa dos interesses de São Paulo. Trabalhou até a aposentadoria ligado ao ramo de serralheria, sendo chefe da assistência técnica da Metalúrgica Cosmopolita. Seu salário era sempre aplicado na impressão de todo o material que escrevia (boletins, livretos e livros) expandindo a doutrina do Divinismo, sua Obra Maior. Quem o conheceu dá testemunho de que estava sempre lendo, estudando, escrevendo, trabalhando espiritualmente, servindo, todo dia dirigindo sessão, ensinando doutrina. Foi autodidata, lia muito, tinha um cérebro privilegiado, a palavra fluente atingia a consciência de quem o ouvia. Quando escreveu o livro “Que fizeste do Batismo do Espírito?” tinha apenas 17 anos. Nesta obra - e em todas, foram mais de 100 livros – convida a Humanidade para um comportamento dentro dos padrões Divinos, segundo os Dez Mandamentos, dentro do intercâmbio sadio entre os dois planos da vida. Passou a
vida inteira chamando a todos os que passavam à sua frente para uma conduta digna: Moral, Amor, Revelação, Sabedoria e Virtude. A Verdade foi a sua Bandeira, e foi incansável na expansão destes conceitos, não medindo nem esforços nem distância para atender os compromissos assumidos. O livro “Evangelho Eterno e Orações Prodigiosas” - por ele escrito - deixa entregue a todos a linha mestra da Sabedoria Divina, cumprindo o profetizado na Bíblia, vide Apoc. 14, 1-6. De início trabalhava em uma livraria, sala emprestada. Logo amigos assumiram o compromisso do aluguel de um salão para atender a todos com mais conforto, ter mais liberdade nos horários. Em seguida, foilhe ofertada uma sede para assumir trabalhos regulares e, nesta rotina de atender das 14 h até quase meianoite, seguiu décadas a fio, só parando uns anos antes de sua morte. Quando em casa, não cessava de trabalhar: os livros e sua obra escrita tomavam seus minutos restantes, quase não tinha momentos de lazer. Quando foi convidado pela maçonaria para assumir a Presidência da República (em certo momento crítico de nossa história), negou dizendo: “Não vim para as coisas do mundo. Casei-me com a Verdade, e é com Ela o meu compromisso”. Desencarnou aos 90 anos, no dia 25 de dezembro de 2.000, em sua cama, no bairro de Itaim Paulista, São Paulo. Sua obra floresceu. Ele deixou abertas duas sedes, e seus seguidores abrem agora novas sedes divinistas onde expandem o que aprenderam, sempre dando de graça o que de graça receberam. Seus livros estão sendo reeditados, os boletins e livretos (milhares deles) estão sendo catalogados e a Doutrina está sendo ensinada, buscando forjar uma civilização digna, correta, idônea, verdadeirista... através do exemplo do dia a dia, buscando cada um o Reto caminho, convidando (nunca impondo) a todos para ser bom irmão de seu irmão. Osvaldo Polidoro foi, durante toda a sua vida, um exemplo a ser seguido, o maior baluarte da Verdade. ___ ___
“Tenho escrito, irmãos, para mais de setenta livros, de narrativas sobre os planos erráticos, e todos eles reportando os leitores às Verdades histórico-proféticas. Terminei também A BÍBLIA DOS ESPÍRITAS, sumulando neste livro todas as Revelações, deixando marcas do meu agradecimento a todos os Emissários do Cristo Planetário, a todos quantos vieram no curso dos milênios, semeando pela Terra a semente da Verdade. Eles mesmos foram os que fizeram, no Mundo Espiritual, tudo quanto tem aparecido em forma de livros, nestes últimos dois séculos. Os melhores escritores, mais ou menos conscientes de suas faculdades mediúnicas, nada mais fizeram do que filtrar a lições para o lado de cá. É assim, pois, que termino a minha conversa, lembrando as tradições proféticas, porque o profetismo nunca jamais terminará. Ficam de pé, em Deus, cujas realidades são Eternas, Perfeitas e Imutáveis, a autoridade dos Cristos Planetários e o Serviço de Mensageiria Espiritual. Antes que a Terra existisse, tudo isso já pertencia ao foro da Eternidade! Cresçam os filhos de Deus aqui deste mundinho, que o Infinito os espera, cheio de Luz, Glória e Poder”. (O. Polidoro)
KARDEC VOLTOU E DEIXOU MUITOS LIVROS, não só reparando as falhas, as omissões e os erros da Codificação, mas acrescentando verdades iniciáticas jamais ensinadas antes, em Bíblias, Testamentos e Codificações quaisquer.
1. Apocalipse 19 O Cavaleiro Branco julga e peleja com justiça... “mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, com os sinais feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta, e eram adoradores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do lago do fogo que arde com enxofre. Os restantes foram mortos com a espada que saía da boca daquele que estava montado no cavalo. E todas as aves se fartaram com suas carnes” 2. II Pedro, 2...
“Esses tais são como a fonte sem água, como névoas impelidas por temporal. Para eles está reservada a negridão das trevas; porquanto, proferindo palavras jactanciosas de vaidade, engodam com paixões carnais, por suas libertinagens, aqueles que estavam prestes a fugir dos que andam no erro, prometendo-lhes liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção, pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor”. Portanto, se depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior que o primeiro. Pois, melhor fora que nunca tivessem conhecido o caminho da justiça, do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado. Com eles aconteceu o que diz certo adágio verdadeiro: O cão voltou ao seu próprio vômito; e a porca lavada voltou a revolver-se no lamaçal. Em virtude do término da Restauração, e de tudo quanto terá de acontecer, para haver a renovação imposta pela JUSTIÇA DIVINA, foi determinado fundamentar todo o trabalho na Lei de Deus, no Cristo Divino Molde e na Revelação por Ele generalizada, a partir do Pentecostes.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.